Arte em taludes vira polêmica na Capital

Correio do Povo

Correio do Povo, 30/06/2011



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17 respostas

  1. “Vamos seguir o cronograma chamando os interessados”. Engraçado, um dia estava me perguntando o porquê dos ambientalistas terem “tanta voz” aqui em Porto Alegre. Na realidade, baseado nesta reportagem, o que se nota é que o poder público só vai atrás dessa gente quando lhes convêm. Fica claro na reportagem que quando eles querem, eles fazem, indiferente do que a população pense ou deixe de pensar sobre o assunto.

    Mas não sei se fico feliz ou me desespero com isso.

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  2. Apesar de eu ser estudante de Artes, não me agrada o que imagino desse projeto de arte nos taludes. Se querem evitar pixação, isso não resolve, pois pixadores podem se revoltar e avacalhar as “artes”. Seria bom aplicar aquela tinta antipixação e limpar quando pixarem, mas a Prefeitura é muito precária no quesito manutenção/preservação.

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    • Precário é elogio, em matéria de manutenção a prefeitura é cadavérica de tão ineficiente. Em frente ao antigo teatro da Ospa tem uma lixeira que está tão enferrujada que nem fundo tem mais.

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  3. A ideia do Gilberto foi ótima. Uma vegetação baixa, rasteira, cobrindo os taludes ficaria ótimo, a exemplo do batido rio da Coreia: http://www.cidadederibeiraopreto.com.br/thumb.php?./img/RioCheonggyecheonemSeul.jpg

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    • E quem iria cuidar da vegetação? A PMPA?….esqueça. As plantinhas virariam latrina e biombo pros mendigos, drogados e pedintes transarem às margens do Dilúvio…e ainda dificultariam o resgate das dezenas de automóveis que despencam talude à baixo todos os anos.
      A ideia do Giba seria boa SE isso aqui fosse Seul.

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      • Exitem tipos de vegetação que quase não demandam manutenção. Não grama. E dada a inclinação dos taludes, não sei se iria atrapalhar tanto os resgates. Incentivar direção prudente e ficalizar é mais barato que ter que chamar um guindaste a cada semana.

        A proposta da prefeitura é ruim, além dos fatores já comentados aqui, pela questão de que o poder público está lavando as mãos em uma questão que é sua responsabilidade. Que pintem de tinha protetora, mas não fiquem delegando às empresas privadas o cuidado da cidade, pois pagamos impostos pra que façam isso.

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      • Para evitar que os automóveis caiam no Dilúvio o jeito é instalar um guard-rail. Talvez em algum ponto se faça necessário um portão para entrar o equipamento de dragagem.

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        • Daniel, guard-rails tem seus problemas, como fazer o veículo voltar pra pista quando colide nele. Isso pode aumentar a porcaria… tem que ter outro tipo de proteção.

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          • O problema é arranjar espaço para implementar uma área de desaceleração (como as “caixas de brita” usadas na Fórmula 1) sem comprometer o espaço do leito da via nem a área da futura ciclovia. Quanto aos guard-rails, infelizmente acabariam sendo um mal necessário, ou então o uso daquelas barreiras de concreto armado.

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  4. Ja estragaram o diluvio com essa coisa que fizeram, agora que deixem fazer grafites la.
    Tambem não tinha gostado muito da idéia, não considero o local apropriado pra isso, mas ja ta feita a merd*….

    Agora, falar que isso vai afetar as pessoas que andam ali? Quem que anda ali? huashhashuassa
    Muito pouca gente..

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  5. Não foi a própria PMPA que alardeou o surgimento e o pioneirismo da tinta antipixação? Pois então porque não pintam os taludes com a tinta mágica? Se pixarem, basta lavar. Não é simples? Ou eu perdi algo?

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    • Tem mais uma coisa. A cidade é tão pixada…que não fará a menor diferença que o talude seja pixado. Ninguém vai estranhar.
      Porto Alegre pertence aos vândalos. Aqui é o playground deles…aqui eles têm vida mansa e podem praticar e aperfeoçoar à vontade sua arte.

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  6. Concordo 101% com vc Gilberto!!!

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  7. Eu concordo com eles. Fazer pintura/grafiti em toda extensão dos taludes será uma poluição visual tremenda. Isto ficará longe do conceito de arte. O que a prefeitura deveria fazer era monitorar continuamente a área dos taludes e pintar e/ou lavar cada vez que picharem. Ou quem sabe até deixar a vegetação cobrir os taludes inteiramente. Ao meu ver não é solução coibir algo horrível com outra coisa horrível.

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    • Eu sempre fui mais favorável ao recobrimento dos taludes com vegetação. Atuam um pouco como “ralo de carbono”, deixando o ar com uma qualidade maior, e se as espécies usadas forem bem escolhidas podem embelezar o local.

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  8. “Também concordo com a ONG. é melhor deixar como esta com pichachões, é mais bonito.” (sendo irônico)

    Vou te contar, cada uma que me aparece, por isso Porto Alegre é tão retrógrada com pessoas que acabam atravancando o desenvolvimento da cidade em pról de uma suposta preservação da natureza e/ou meio ambiente.

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