Prejuízo com vandalismo em contêineres na Capital é de R$ 8 mil

Prefeitura solicitou ajuda da BM para identificar culpados por incêndio

Um dos contêineres danificados nesta quinta-feira estava na rua João Manoel, no Centro / Foto: Pedro Revillion

O custo de cada um dos contêineres instalados em Porto Alegre para o novo sistema de coleta de lixo é de R$ 4 mil. Como dois foram destruídos pelo fogo ateado por vândalos na madrugada desta quinta-feira, nas ruas Duque de Caxias e João Manoel, o prejuízo é de R$ 8 mil. Prevendo esse tipo de problema, o Departamento Municipal de Limpeza Urbana (DMLU) comprou outros 100 contêineres extras para a troca.

Prejuízo com vandalismo em contêineres na Capital é de R$ 8 mil Crédito: Pedro Revillion

Desde terça-feira, já foram instalados mais de 400 dispositivos de um total de 1,1 mil. A expectativa é que todos estejam disponíveis à população até o dia 18, no Centro e em outros 13 bairros adjacentes.

O diretor-geral do DMLU, Mário Monks, acredita que, se houvesse mais câmeras de vigilância em Porto Alegre, a identificação dos responsáveis, que já foi solicitada à Brigada Militar, seria mais fácil. “Qualquer mecanismo que possa nos auxiliar na parte da segurança vai facilitar. A Secretaria de Direitos Humanos tem esse projeto. Conversamos com a Brigada Militar pedindo apoio na identificação desses vândalos, para coibir esse tipo de atividade. É lamentável, mas acontece”, afirmou.

Em fevereiro, a Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Segurança Urbana havia anunciado que tinha concluído a instalação de 25 câmeras de monitoramento em praças, parques e na orla do Guaíba. Elas seriam instaladas em duas semanas. No entanto, apenas 10 estão em funcionamento, além de outras 20 da Brigada Militar.

A promessa é que, até o final do ano, 49 equipamentos estejam à disposição em uma sala de monitoramento na nova sede da Secretaria e da Guarda Municipal, na avenida Padre Cacique. Cada câmera custou cerca de R$ 7 mil. No total, foram gastos no projeto cerca de R$ 600 mil, investidos pela prefeitura, com recursos do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), do governo federal.

Correio do Povo



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20 respostas

  1. Bem, eu moro no centro histórico e não gostei nada desta história de lixeiras…muito bonito falar que é ecológico ou é mais educado. Mas na prática é uma bela porcaria..R$ 4000,00 por uma caixa galvanizada…palhaçada né?? Tenho uma naporta da minha casa. Gostaria de saber se o prefetocolocaria uma na porta da casa dele. Tenho que ficar cuidando pois as pessoas não tem educação…largam o lixo no chão e ainda se ofendem se eu falo pra por na lixeira. Agora tenho que fiscalizar uma coisa que é da prefeitura. Obrigação da prefeitura!!! Colocaram as lixeiras e ontem que estava uma chuvarada e tive que andar por duas quadras até encontrar uma lixeira que coubesse o lixo,pois já estavam cheias. Que estudofoi feitopara dimensionar o tamanho e capacidade das mesmas?? As lixeirasvoltaram a ser o mesmoproblema ou pior do que quando a anos atrás tinhamos as lixeiras nas calçadas. QUE A PREFEITURA PROIBIU!!! Pelo menos cada um tinha a sua!!! O Centro vai virar um grande lixão. Até porque olixoseletivo continuarásendo colocado nas calçadas…para os papeleiros sujarem mais ainda. E o que vão fazer com os lixeiros agora desempregados??? Acredito que os incedios estejam relacionados a catadores, pois agora ficaram sem o seu sustento. Já pensaram nisso????

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  2. Creio que não seja atentado político. No máximo, se fosse o caso, o que duvido que fosse, o próprio Fortunati, para tentar justificar a falta de iniciativas na cidade sob o argumento que seriam todas hipoteticamente igualmente vandalizadas, o que justificaria não fazer nada, mas seria absurdo demais. Fora isso, são os “toniolos” da vida sem ter o que fazer mesmo.

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  3. O povo é mal educado, mas a Prefeitura é culpada.

    Na medida em que a Prefeitura Municipal faz obrazinhas medíocres como a “revitalização” da orla da Zona Sul no Assunção e trata com descaso o turístico mirante do morro santa tereza, não é levada à sério pelos cidadãos, fazendo com os que têm a cabeça mais fraca não se sintam num lugar efetivamente cuidado e turístico e se sintam à vontade para vandalizar o que já lhes parece vandalizado. É a tal lei da tolerância zero de NYC e o buraco da vidraça aplicado às avessas em POA.

    Outras grandes cidades brasileiras até tem pichações, mas a maioria delas em menores proporções, e não se vê nelas gente depredando o equipamento público urbano na forma, intensidade e regularidade como fazem em POA, onde até uma gangue jogando bolas de gudes nas vitrines as concessionárias de veículos por puro prazer há.

    Falta punição das autoridades e bom senso da população menos esclarecida (e da playboyzada mais eclarecida também).

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