Parabéns, Rabusch

Hoje gostaria de por um post elogiando. O Gilberto ressaltou num post abaixo a incrível esculhembação visual da Oba Oba no venerável prédio da Livraria do Globo.

Ontem, ao passar pela Rua da Praia, me deparei com os retoques finais da loja Rabusch, ao lado da Galeria Chaves.

Que diferença! Os proprietários estão de parabéns por terem feito uma fachada bonita, sóbria e com cores neutras, e colocado o nome da loja de forma igualmente sóbria e na medida certa. O blog PortoImagem gostaria que a prefeitura tivesse um critério com regras claras e exigentes ordenando o layout dos prédios em lugares importantes como o centro de nossa capital.

Oba Oba, ainda dá tempo para mudar!

Clique nas imagens para ampliá-las.



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8 respostas

  1. Pode parecer preconceito, mas uma coisa é fato: para o Centro Histórico ter uma revitalização de verdade, terá de receber empreendimentos mais qualificados.
    Nas últimas décadas Centro entrou em processo contínuo de popularização. Lojas bonitas e tradicionais foram dando espaço a comércios popularescos, cada vez mais.
    Não adianta só restaurar predios e outras coisas antigas: a verdadeira revitalização term que mudar o USO do Centro.
    – não basta trazer mais “vida” : caos e balbúrdia também são vida, mas não é dessa vida que o Centro precisa
    – mesmo que o transporte coletivo deve ser prioridade, o Centro precisa de menos ruas fechadas e mais acessibilidade de carros
    – é necessário haver LAZER qualificado: já temos ótimos museus, e precisamos ter também bons bares e restaurantes – inclusive nos fins de semana !!!
    – é necessário acabar com a coisa absurda de fechar todo o comércio as 19 horas.

    Mas, voltando ao assunto inicial, é necessário brecar a popularização desenfreada do Centro, que não pode virar um grande 1,99.

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  2. O problema é que lojas com boa aparencia parecem coisas de ricos, ae as classes C não vão querer comprar la achando que é cara.
    Essas lojas feinhas, tem jeito mais pobre, coisas mais 1,99… se é que me entendem…. ai o povão vai na que chama mais a atenção.

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  3. Eu acho que, infelizmente, isso depende muito do posicionamento de mercado de cada empresa. Fatalmente as empresas cujo publico é classe C e D acabam pecando pelo regime do ‘bastantão’.

    Posso estar sendo tremendamente preconceituoso, mas não conheço nenhuma empresa com foco em classe C e D que tenha noção de harmonia entre o espaço e ambiente no layout do negócio.

    Mas claro, não estou justificando o Oba Oba destruir a fachada do prédio, apenas que tenho uma visão pessimista de um dia a loja irá mudar.

    Concordo que deveria (não sei mesmo se já não tem) uma regulamentação sobre fachadas no comércio da cidade.

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    • Existe essa legislação sim, principalmente em se tratando de prédio tombado pelo patrimônio histórico. Eu mandei na terça-feira mesmo um e-mail para a Equipe de Patrimônio Histórico e Cultural da Secretaria de Cultura de Porto Alegre e até agora não obtive resposta. Assim que tiver alguma posição, divulgarei aqui.

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    • Esta é a estratégia de marketing deste tipo de comércio, lotar a loja com mercadorias desordenadamente, excesso de informação. Justamente para atingir as classes C e D.

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  4. Parabens…

    De fato, ficou muito bom… e concordo sobre o comentario do Rafael logo acima.

    Existe alguns lugares que sabem como fazer… mas a maioria ainda não..

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  5. A Hering da Galeria Chaves também está de parabéns.

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  6. Muito mais bonito e não prejudicou em nada a visibilidade da placa.

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