Show de Jose Carreras inaugura na terça o Teatro Feevale – com capacidade similar ao Teatro do SESI, de Porto Alegre, cerca de 1.800 lugares

Tenor se apresentará na terça-feira, às 20h

O Teatro Feevale, no Campus II da Universidade Feevale (ERS-239), em Novo Hamburgo, abre oficialmente suas portas na próxima terça-feira, a partir das 20h, com o show “Passion” do tenor Jose Carreras, acompanhado da Orquestra Filarmônica da PUCRS. Maior teatro do Rio Grande do Sul, com mais de 10 mil metros quadrados, o novo espaço será administrado pela Universidade Feevale em parceria com a Opus Produções.

O show apresentará o repertório do mais recente álbum do tenor espanhol, um dos “Mediterranean Passion”, que inclui alguns clássicos da música popular de língua latina, entre elas “Solamente Una Vez”, que ele gravou em dueto com a cubana Gloria Estefan. Um dos mais prestigiados e populares tenores do mundo, Carreras, natural de Barcelona, também deve interpretar outras canções dos mais diversos estilos, passando do barroco à musica contemporânea. Sua extensa discografia conta com mais de 150 gravações, 50 óperas completas, oratórias, recitais populares e clássicos.

Carreras já foi premiado com discos de ouro e platina. Ao todo, aproximadamente 60 milhões de gravações foram vendidas ao redor do mundo. Colaborou com os mais renomados maestros, como Herbert von Karajan, Claudio Abbado, Riccardo Muti, Lorin Maazel, Riccardo Chailly, Colin Davis, Giuseppe Sinopoli, James Levine, Carlo Maria Giulini, Leonard Bernstein e Zubin Metha, entre outros. Desde 1988 o cantor também se dedica à “Fundação Internacional José Carreras”, que ajuda os portadores de leucemia.

Acompanham Carreras no palco os músicos da Orquestra Filarmônica da PUCRS, além do Maestro espanhol David Giménez Carreras e da soprano argentina Marina Silva. A turnê brasileira do artista segue para Curitiba no dia 27 e Recife no dia 1 de outubro. Ingressos para o show podem ser adquiridos por telentrega (8401 0555 ou 3299-0800; na bilheteria do Teatro do Bourbon Country, e no Atendimento Feevale – Campus II da Universidade, em Novo Hamburgo (das 13h às 21h, de segunda a sexta).

O Teatro Feevale tem capacidade para até 1.826 espectadores e seu palco, em estilo italiano, foi projetado com uma área total de mais de 500 metros quadrados. A casa priorizou a utilização dos mais modernos mecanismos cênicos. O projeto do espaço ainda atende à norma brasileira que trata sobre acessibilidade em edificações e equipamentos urbanos; estão previstos 26 espaços provisionados para cadeirantes, pessoas obesas ou pessoas com dificuldades de locomoção. Também está sendo construído um edifício garagem de sete pavimentos. A programação de abertura segue no dia 7 de outubro, com “Uma Noite em Buenos Aires” e “Disney Live! As Mágicas do Mickey”, no período entre os dias 14 e 16 de outubro.

Correio do Povo

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A capacidade do Teatro do SESI, de Porto Alegre, é de 1.790 lugares contra 1.826 do Teatro da Feevale. Sim, isso mesmo, 36 lugares a mais. Os dois espaços são similares, portanto não justifica dizerem que é O MAIOR TEATRO DO ESTADO com todo este destaque. São da mesma categoria e capacidade.

Mesmo assim, a Grande Porto Alegre ganha um importante espaço para manifestações artísticas e shows musicais diversos, colocando Novo Hamburgo num patamar bem avançado no país. Parabéns população de Novo Hamburgo !

Mais fotos do teatro, by Opus Promoções.

 

   

  

  

   

  

  



Categorias:Cultura

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8 respostas

  1. Triste esta questão de valores, pois 26 músicos da orquestra da PUC não receberam nada para tocarem. O $$ que elitiza a cultura fica no bolso de quem comanda e não de quem realmente trabalha. O restante dos músicos, que não eram da PUC e sim da OSPA receberam um valor que pode ser pago com apenas 40 entradas. Faltou bastante para chegar em 1 milhão. Claro que o brilhante Carreras deve ter sido mais caro, mas o fato é que o caro da cultura são os caixa 2 que as diretorias de fundações culturais fazem. Enquanto eles enriquecem a cultura piora e o povo cada vez tem menos acesso a ela.

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  2. Segundo o jornal NH, o teatro estava quase cheio com 1500 pessoas. Se paga pela qualidade, e aos que foram acharam assim de acordo.

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  3. bom, é um show de um dos maiores tenores da atualidade. E são 1800 lugares somente, e com todo conforto.

    a bilheteria total com o teatro cheio será de R$1 milhão somente. Descontando o cachê do José Carreras, o custo de toda orquestra da PUC, custos de manutenção, etc, etc, qto sobra??

    show de música clássica SEMPRE foram elitizados em qualquer lugar do mundo.

    só não são elitizados quando são “bancados” pelo governo (mas daí é os impostos de TODOS que pagam, é claro).

    uma iniciativa importante de popularizar música clássica é os PROMS da Inglaterra, que acontecem todo ano no fim do verão deles… são 8 semanas com shows DIÁRIOS de música clássica e acontecem há mais de 1 século!

    são imensamente populares e transmitidos pela BBC… em especial o “last day of the proms”… onde várias músicas clássicas mais patrióticas são tocadas, etc

    olha só o tamanho da participação popular:

    Villa Lobos, sendo tocado no LAST NIGHT OF THE PROMS

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  4. Phil, que país é esse que vc fala??
    Dos 500 anos vc somente destaca os 8 últimos anos?
    Esta com problema de miopia historica mental?? Ou sofre de direitismo extremo??

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    • Bem, estude sobre a historia do Brasil entao!!

      “”Os primeiros registros de atividade musical consistente no Brasil provêm da atividade dos padres Jesuítas, estabelecidos aqui desde 1549. Dez anos depois já haviam fundado aldeamentos para os índios (as chamadas Reduções) com uma estrutura educativa musical. Neste início, ainda com escasso número de cidades, mesmo as mais importantes não passando de pequenos povoados, também é lembrada a atividade de Francisco de Vaccas como mestre-de-capela e Pedro da Fonseca como organista, ambos ativos na Sé de Salvador.

      Ruínas de São Miguel das Missões, no Rio Grande do Sul, um dos aldeamentos Jesuítas onde se praticava música com alto grau de complexidade e refinamento.Um século mais tarde as Reduções do sul do Brasil, fundadas por Jesuítas espanhóis, conheceriam um florescimento cultural vigoroso e exuberante, onde funcionaram verdadeiros conservatórios musicais, e relatos de época atestam a fascinação do índio pela música da Europa[1] e sua competente participação tanto na construção de instrumentos como na prática instrumental e vocal. Os padrões de estilo e interpretação eram naturalmente todos da cultura da Europa””

      Tu estavas dizendo oque mesmo EVERTON sobre a cultura do brasil???? Queres tentar de novo???

      Mas ate’ certo ponto tu estas certo, a chinelagem comecou com FHC, quando musicas de beco (pagode, funk, axe’) entao o ODIO dos brasileiros pela cultura e conhecimento vem crescendo muito nos ultimos 16 anos.

      E cuidado com esse teu esquerdismo fanatico, todos estes problemas provem dessa SEITA que e’ a esquerda. Nada de bom sai desse “mato”. Porto Alegre que o diga.

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  5. A cultura esta sendo elitizada?? Mas e’ claro com esse bando de ignorantes administrando o brasil durante 8 anos, cultura do pagode, funk e axe’….moralidade inesistente, lei de Gerson, novelas, o “politicamente correto”….nao e’ que a cultura esta se distanciando do resto da populacao, mas que o resto da populacao realmente NAO QUER alta cultura, querem sair nas ruas com penas na cabeca pulandao feito um monte de macacos.

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  6. Esse show “fashion” custa somente 500/600 reais….imagino, como vai ficar o acesso ao auditório Araújo Vianna que foi sucateado e entregue para ser “revitalizado” pela OPUS???

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