Finalmente, travessia PORTO ALEGRE – GUAÍBA começa no próximo dia 27

Está marcada para o próximo dia 27 de outubro a primeira viagem do barco que irá realizar a travessia entre as cidades de Porto Alegre e Guaíba. O anúncio foi feito na última sexta-feira pelo secretário estadual de Obras Públicas, Luiz Carlos Busato. A embarcação que fará o transporte dos passageiros, chamada de catamarã, conta com capacidade para 120 pessoas. As passagens para a travessia terão o custo de R$ 7,00, e a viagem, de 15 quilômetros, deve durar cerca de 20 a 25 minutos.

De acordo com o secretário, a expectativa é de que 2 mil pessoas utilizem o serviço diariamente na travessia. O contrato do novo modal de transporte foi firmado entre a Metroplan e a empresa Catsul Guaíba.

Correio do Povo



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7 respostas

  1. Mas só reclamam, nunca vi..
    O negiciio ta recem começando, vamos com calma..

    Alias, vi nessa semana esses barquinhos de nome estranho andando pelo guaiba, pena que eu tava sem a digital..

    Eles são bem rapidos… pensava que iam mais devagar..
    😀

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    • Bem, concordo contigo que a simples inauguração da linha, independente de questões como o TRI é uma BAITA NOTÍCIA 😉

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    • Guilherme,

      Justamente o fato de estar começando assim é o meu principal motivo para esta crítica. Se estivéssemos falando de um sistema já existente, com particularidades mil de operação, seria aceitável haver alguma demora[1] na adaptação para o sistema do TRI, pois há que se alterar fluxos financeiros, retreinar pessoal, provisionar suporte, etc.

      No caso da travessia fluvial do Guaíba, que é um sistema de transporte novo, recém saído do forno, em dias onde tarifação eletrônica e integração tarifária já são práticas comuns em todo o mundo, “esquecerem” de especificar suporte o TRI demonstra a falta de preparo dos planejantes – como se eles não usassem transporte coletivo.

      Esse não é o único exemplo de falha de projeto em Porto Alegre. O corredor de ônibus da Baltazar, por exemplo, é um caso vergonhoso. A maioria das linhas de ônibus que ali passam vêm da Sertório e, portanto, usam ônibus com embarque em nível pela esquerda. Talvez por pressão das empresas de ônibus que alegam que estes ônibus são mais caros, os planejadores espertos de plantão simplesmente optaram pelo corredor no estilo tradicional (embarque pela direita). Não obstante essa imbecilidade, conseguiram a façanha de fazer um corredor com parâmetros geométricos inadequados, e o resultado todo mundo viu.

      Aduladores vão adular; eu vou continuar criticando tudo que for feito pela metade nessa cidade, pois acho que o pior que o cidadão pode fazer é se acomodar com pouca bosta.

      [1] não que isso justifique o prazo de dois anos dos lotações.

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  2. Aos poucos, Porto Alegre vai redescobrindo o Guaíba…

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  3. Reparei que não se falou nada sobre integração com o TRI nessa travessia. No mínimo vai começar sem, aí daqui a 3 anos vão dar um prazo de 2 anos pra implementar.

    TRI – Transporte Integrado. Yeah, right.

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    • Considerando que até hoje não tem integração com lotação, que é municipal e existe desde sempre (do ponto de vista do TRI), minha estimativa é que não aceitem nunca.

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      • Pois é, a primeira coisa que eu pensei que impediria é a questão da esfera administrativa responsável. Em qualquer lugar desenvolvido, é plenamente comum haver sistemas de transporte geridos por diferentes entidades com integração tarifária.

        Aqui, acabamos com essa situação ridícula onde precisamos de três sistemas de tarifação eletrônica (TRI, SIM, e TEU), mais a tarifação em dinheiro, simplesmente porque as bestas governantes não conseguem agir em conjunto e olhar pra RMPA da forma como ela se parece ao usuário: uma coisa só.

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