Fiscalização em bares e casas noturnas de PortoAlegre serão permanentes

Vistorias ocorrerão nas quintas, sextas e sábados, garante titular da Smic

Presença da Smic será constante, garante secretário Crédito: Fabiano do Amaral

O secretário da Indústria e Comércio de Porto Alegre (Smic), Valter Nagelstein (PMDB), disse, na tarde deste domingo, que a fiscalização em bares, restaurantes e casas noturnas será permanente. De acordo com o Executivo, 22 estabelecimentos comerciais foram interditados no bairro Cidade Baixa, em Porto Alegre, em fiscalização conjunta entre Smic, Brigada Militar (BM) e Procon. As vistorias ocorrerão nas noites de quinta, sexta e sábado.

• Entrevista do titular da Smic, Valter Nagelstein

O secretário alertou que a fiscalização não vai ocorrer somente no bairro Cidade Baixa, mas sim em todo o município. As autuações foram motivadas por documentação irregular ou desvio de atividade no alvará. Foram fechados bares nas ruas da República, João Alfredo, João Pessoa, José do Patrocínio e Olavo Bilac.

Os estabelecimentos têm até 15 dias para regularizar a situação. Somente depois desse prazo poderão reabrir. A Cidade Baixa possui um total de 86 bares e restaurantes.

Correio do Povo



Categorias:Comércio

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8 respostas

  1. eu saio, tomo minha cervejinha gelada, converso com meus amigos em tom normal, gosto de viver a noite numa boa, um showzinho acustico no bar, mas pra tudo se deve conhecer os limites, os moradores da cidade baixa tem direitos também, se a policia não bota respeito os baderneiros tomam conta e agora eu sou confundido com um deles, até quando as pessoas de bem terão que pagar pelo que os maus fazem?

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  2. tem é q ter policiamento pra acabar com os baderneiros q ficam na rua incomodando e DEIXEM os bares em paz!!!!!se tivesse policiamento não haveria tanta baderna .Porq o q incomoda é o barulho dos q estão na rua e não o bar q esta aberto. tem q fiscalizar os q não sabem sair á noite ir para um bar e tomar sua cervejinha na paz e voltar pra casa sem pertubar . ok

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  3. Eu achei a atitude mais sensata do Valter Nagelstein até agora. Não dá pra ser conivente e tolerante com a falta de respeito com as leis locais.

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  4. Os esquerdopatas sempre conseguem levar qualquer assunto pra luta de classes, é de matar.

    Tem que ser fiscalizado mesmo, não entendo por que alguns acham que podem praticamente invadir a privacidade das pessoas em nome da sua diversão. E não é só na cidade baixa, o Café do Porto na Padre Chagas é um exemplo, deixa só um corredorzinho na calçada, não sei como permitem aquilo.

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  5. Gonçalves,

    Conquanto eu concorde que a movimentação noturna trazida pelos bares seja benéfica à segurança, me apavora pensar que o preço disso é o meu sossego e tranquilidade dentro da minha residência. As diretivas de silêncio SEMPRE existiram e foram razoáveis; não é como se fosse uma medida draconiana recém-surgida.

    Cabe àqueles que lucram com a operação noite adentro arcar com o custo das medidas necessárias para respeito à lei, sob pena de, justamente, não operar noite adentro. O problema é que a lógica acima, válida em qualquer civilização onde funciona o Estado de Direito, encontra a resistência da ladainha esquerdopata de que “estas leis excluem os bares pobres de pouca estrutura”, como se fosse possível comer o bolo e ainda assim tê-lo, como se as injustiças sociais pudessem justificar o desrespeito ao sossego alheio. Empreender um negócio sempre implica em custos e riscos, e a leniência atual só logra externalizar estes custos para pessoas que nunca tiveram nada a ver com o pastel.

    A solução ideal é a adotada no mundo civilizado: licença de operação para os bares estabelecendo os horários permitidos para atendimento externo, interno, venda de bebidas alcóolicas, estabelecendo também a quantidade de clientes permitida no recinto. A obtenção de licenças mais “avançadas” deveria requerir maior demonstração de responsabilidade do empreendedor. Em muitos lugares dos EUA, é comum recusar a venda de bebidas para clientes que “já passaram da conta” + as vezes até te tiram a chave do carro. Na Alemanha, bêbada por natureza, é comum recusar o ingresso de indivíduos já alcoolizados em boates.

    Não sou hipócrita. Eu gosto de sair da noite cidade-baixense, encher o rabo de pinga e voltar à pé. Mas eu me puxo pra fazer isso sem avacalhar com o sossego dos outros, porque isso é o mínimo de civilidade que se espera de um adulto. A situação da Cidade Baixa já passou da conta faz tempo, e a prefeitura não faz mais do que sua obrigação em fiscalizar e garantir o direito dos residentes.

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  6. Absurda a maneira como a Smic trata os bares e restaurantes da cidade. Em qualquer lugar do mundo os bares ficam ateh altas horas com mesas na rua, na verdade eh ateh estimulado isso. Imagina um bar fechar a meia-noite, pois o alvara nao permite ficar mais aberto ? Ridiculo !!! Os alvaras tem que evoluir.

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    • Moro na Cidade Baixa e estava abusivo o barulho de alguns bares.

      Só que a culpa dos bares era só a metade, pior era o barulho (e sujeira) que os clientes destes bares faziam na rua cantando e batucando até as 3h da madrugada… e a polícia não fazia nada.

      Se fiscalizassem estes baderneiros, já diminuiria bastante o problema.

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