Rodovia do Parque – Metade de obra concluída

Levantamento do Dnit mostra que até outubro 43,5% dos trabalhos estavam prontos na BR 448

Imóveis estão sendo demolidos e as famílias transferidas para a Vila de Passagem, em Canoas Crédito: DIVULGAÇÃO / CP

Levantamento do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) e do Consórcio Gerenciador das Obras da BR 448 aponta que 43,5% da Rodovia do Parque está concluída. Os dados são resultados dos trabalhos executados até o final de outubro passado. As obras especiais (viadutos, pontes e interseções) estão avançando em bom ritmo, segundo relatório. Os trabalhos de terraplenagem, que envolvem serviços de preparação do solo (limpeza da área, execução de vala de drenagem, remoção de solos inadequados, colocação de areia, geodreno e geogrelha, aterro em argila, entre outros) também evoluíram.

Dos 22,3 km da BR 448, 18,7 km estão atacados, o que representa 83,8% da totalidade da rodovia. O Dnit e as empresas responsáveis pela construção e supervisão do Lote 3 da BR 448 já iniciaram a demolição das casas desocupadas no Dique do Paquetá, em Canoas. Com isso, começa a ser liberado o primeiro trecho da localidade para dar prosseguimento à construção da Rodovia do Parque. As moradias são demolidas segundo cronograma baseado nas datas de desocupação previamente informadas aos moradores, tanto os que estão em áreas públicas, quanto os em propriedades privadas.

Na tarde de ontem, o prefeito de Canoas, Jairo Jorge, vistoriou a conclusão da transferência das famílias da Vila Dique para a Vila de Passagem. Segundo ele, serão 3 quilômetros liberados para a obra. Ele também vistoriou o canil de passagem, que abriga 40 animais excedentes das famílias que já se mudaram.

Até essa segunda-feira, o consórcio responsável pelo trecho já tinha desmanchado 81 imóveis. Desses, 66 são de famílias transferidas para a Vila de Passagem, no bairro Fátima, e integram o Programa de Reassentamento. As demais moradias estão em áreas privadas próximas aos diques de Canoas e que os donos foram indenizados pela autarquia por meio do Programa de Desapropriação. Os trabalhos prosseguem conforme as casas são desocupadas.

Segundo os responsáveis pela demolição, o objetivo é agilizar os trabalhos de forma a evitar possíveis ocupações irregulares. Para isso, assim que os moradores deixam o imóvel, o telhado e as aberturas são retirados em seguida – de acordo com o cronograma, a retroescavadeira derruba as paredes.

Correio do Povo



Categorias:Rodovia do Parque

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3 respostas

  1. Mas, e a nova ponte do Guaíba??? Rodovia do Parque quando abrir já vai estar engarrafada. No Brasil entra 300.000 veículos/mês no trânsito.

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  2. Não vejo a hora que isso fique pronto..
    haha

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    • Imagine eu que moro em Canoas, e bem perto de onde vai passar a nova BR!
      Só de não ter que ir até o centro, enfrentar um inferno de congestionamento pra conseguir chegar na BR-116 e depois mais um inferno pra chegar em POA, já vai ser um grande alívio…

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