Entrada da Cidade: missão do Fonplata visita obras

Foto: Ivo Gonçalves / PMPA

O secretário municipal de Gestão e Acompanhamento Estratégico (Smgae), Urbano Schmitt, recebeu nesta sexta-feira, 2, representantes do Fundo Financeiro para o Desenvolvimento da Bacia do Prata (Fonplata), para avaliar o andamento físico e financeiro do Programa Integrado Entrada da Cidade (Piec). O Fonplata está financiando 27,5 milhões de dólares para o Piec. Esse programa abrange 24 áreas de Porto Alegre, um território de aproximadamente 6 ,5km² corresponde a uma parte do bairro Navegantes e à totalidade dos bairros Farrapos e Humaitá.

Conforme o coordenador do Piec, Sidnei Viapiana, os integrantes da instituição financeira vieram avaliar as metas contratuais e desenvolver um plano de atividades para executar as etapas previstas. Sidnei informou que o grupo técnico da prefeitura apresentou uma exposição detalhada sobre a atual situação do desenvolvimento do programa e, principalmente, sobre o estágio da execução e da contratação das obras e das atividades previstas com recursos do Fonplata e da contrapartida do município.

O secretário Urbano destacou que a missão também avaliou com a prefeitura os projetos de habitação de interesse social, de valorização paisagística de geração de trabalho e de desenvolvimento comunitário, educação sanitária e ambiental e gerenciamento de programa. “O prefeito José Fortunati sempre salienta que a realização da Copa do Mundo em Porto Alegre já está trazendo grandes melhorias para cidade e o Piec, coordenado pela nossa secretaria, é fundamental para melhorar as condições de vida de milhares de famílias, promovendo a construção de habitação popular e infraestrutura urbana básica”, afirmou Urbano Schmiit”.

A missão do Fonplata também visitou os loteamentos da Vila Nossa Senhora da Paz e Vila A.J.Renner, cujas obras estão sendo realizadas através do programa. Finalizando o encontro, foi assinada entre a prefeitura e o Fonplata a Ajuda Memória, que registra todos os termos tratados durante a missão.

Prefeitura



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2 respostas

  1. Lindo seria chegar pela ponte e dar de cara com uns prédios de 30, 40, 50 e até 60 andares, claro, comerciais…
    E claro, com os prédios antigos recuperados, bares e coisas bonitas de se ver..
    Pena que é só em sonho..
    Até por que, nosso povo não gosta muito de reformar prédios antigos para morar..

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    • Eu acho que retrofit (técnica de reformar prédios antigos para se adaptarem a nossa realidade) é uma tendência que está aos poucos se destacando, dois prédios do centro, pelo que me lembro, já estão espelhados. Ainda é pouco, mas quando começarem a ver que essas reformas trazem um retorno a longo prazo a região se valorizar, haverá mais exemplos de retrofit no Centro.

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