Mais câmeras para acelerar trânsito na Protásio Alves

Monitoramento 24 horas no eixo da Protásio Alves Foto: Divulgação/PMPA

O eixo da Av. Protásio Alves ganha dimensão especial no monitoramento do trânsito. Além das cinco câmeras já em funcionamento – imediações do Pronto Socorro; cruzamentos com a Vicente da Fontoura, São Mateus e Antônio de Carvalho, que entrou em atividade a partir de quarta-feira, 7, a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) projeta, pelo menos, mais cinco equipamentos nesta via de cerca de 9 km de extensão, uma das mais movimentadas da Capital: Protásio x Saturnino de Brito; Protásio x Ari Tarragô; Protásio x Manoel Elias; Protásio x Silva Só e Protásio com a rua Caju, próximo da Barão de Amazonas.

Ao todo, a Central de Monitoramento da Mobilidade da EPTC já gerencia 49 câmeras, com previsão de 170 até a Copa do Mundo de 2014, numa parceria com a Procempa. Mais quatro câmeras estão previstas para os próximos dias. A preocupação com a circulação na Av. Protásio Alves tem razão bem definida para a equipe técnica de planejamento da circulação da EPTC: minimizar congestionamentos numa via estreita, com apenas duas faixas de circulação em cada sentido, de conflitos constantes nos horários de pico.

O gerente da Central de Monitoramento da Mobilidade da EPTC, Daniel Silveira, explica os benefícios trazidos pelas câmeras no eixo da Protásio: “Com este conjunto de câmeras, monitoramento 24 horas, teremos oportunidade de alterações imediatas nos tempos semafóricos naqueles cruzamentos com trânsito pesado, dando mais tempo de verde para este ou aquele sentido” informa. Acrescenta que as imagens online possibilitarão contatos imediatos com as equipes da EPTC nas ruas, para deslocamento e presença rápida nos pontos de conflito, além de favorecer a comunicação de informações à população sobre as condições do trânsito.

Prefeitura



Categorias:Meios de Transporte / Trânsito

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6 respostas

  1. MORO PRÓXIMO A ARY TARRAGO E VEJO O DESCASO COM A AV. EM TODO. AV. ESTREITA QUE REALMENTE É SÓ PARA CARROS, POIS QUE ANDA A PÉ PRECISA ENFIAR O PÉ NO BARRO, POIS O ACOSTAMENTO É BARRO. CALÇADA NÃO EXISTE, É UM PERIGO POIS OS ALUNOS QUE FREQUENTAM AS ESCOLAS DA AV. OU CRUZAM A AV. VINDOS DE OUTROS COLEGIOS, NÃO TEM POR ONDE CAMINHAR. OS CARROS ESTACIONAM PROXIMO AOS COMERCIOS, TIRANDO A VISAM DOS CARROS QUE ENTRAM NA AV. SEM FALAR NOS PONTOS DE PROSTITUIÇÃO QUE ALI EXISTEM.

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  2. Porto Alegre começa a olhar para a Ary Tarragô, que é uma rua que sofre muito pelo volume de carros que saem da Baltazar em direção à Protásio e vice-versa. A EPTC fez algumas melhorias importantes na esquina da Protásio com a Ary Tarragô. Mas ainda há muito a ser feito, a começar pelo alargamento da Ary Tarragô, antes que a população construa muros e impeça o alargamento previsto.

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  3. É só ensinar as pessoas a atravessarem a rua, e entregar um taco pra cada pedestre, quando um motoboy filho da puya aparecer entre os carros, é só usar… e pode matar mesmo…
    Ai ta resolvido…

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  4. Pela quantidade de mortos e feridos, além da poluição, eu preferia ler no título as palavras “desacelerar o trânsito”. Mas parece que o único problema do trânsito de Porto Alegre são os congestionamentos, lamentável.

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