Secretário da SMIC, Valter Nagelstein, fala ao Sul 21, sobre a lei do Largo Glênio Peres

O Secretário da Smic responde à reportagem do SUL 21, sobre a Lei que restringe atividades no largo Glênio Peres.

A reportagem pode ser lida clicando aqui.

Nesta semana aprovamos a lei geral das MPE’s, que somou-se ao Alvará Eletrônico (desburocratizaçao) implementado neste ano, à linha itinerante do ônibus da pequena empresa que leva formalização aos pequenos empreendedores dos bairros de Poa. Tudo somou-se também ao programa municipal de microcrédito, que instituí na SMIC e que opera no 3º andar do Camelódromo. Desburocratizaçao, preferência nas compras públicas, parcelamento de débitos tributários, apoio na gestão e crédito! Se isso nao é apoiar a economia informal e o pequeno, então não sei o que é!? Aliás, nunca antes na história de nossa cidade se trabalhou assim, sob todos os ângulos. Fui convidado pela agência do crédito de Pernanbuco a ir mostrar como funciona a linha da pequena empresa e o Sebrae nacional deseja levar a ideia a todo o País! Isso fala por si!

Revitalizamos o Brique da Redenção e criamos a feira de artesanato na Tristeza, aos sábados e uma outra no Humaitá que opera junto à Feira Modelo. Estamos trabalhando para ampliar essa experiência e agregar às feiras de abastecimento, feiras de artesanato.

Há 2 salas para a economia solidária nos altos do Mercado Público e além disso, a cada mês, uma quinzena é do artesanato no quadrante de feiras do próprio Mercado. Também no Mercado há a loja da agricultura familiar, ligada ao MST. Nada disso foi reconhecido na matéria objeto da “reportagem”.

O Largo continua sendo do povo de Porto Alegre, e quem critica creio que não leu o texto da lei. Manifestações culturais, artísticas, shows, tudo é possivel, só não queremos mais é o processo de montagem de grandes estruturas que entregava a Largo por seis meses do ano a eventos privados, desta ou daquela organização.

Reafirmo: o local de exposiçao e venda de artesanato apropriado no Centro Historico é o quadrante de feiras do Mercado, e a agenda de utilização daquele espaço é a administração do Mercado Publico que faz, buscando contemplar os diversos grupos que existem na cidade. A cidade é de todos!

Secretário diz que havia "ocupação abusiva e excessiva" do largo | Foto: Ramiro Furquim/Sul21

Ah, esqueci, perguntem aos artesãos da Praça da Alfandega também o tipo de relação que tem com este secretário. Pesquisem o projeto que estamos fazendo junto ao Monumenta para aquele segmento ali da praça.

Sobre o Mercado Público: nem sala de residuos tinha lá! Hoje há a sala de sólidos e a de orgânicos, banheiros novos (e outros em refoma), decks, lixeiras novas, placas de sinalização interna, bicicletários, novas divisórias dos restaurantes do térreo, novos restaurantes abrindo e outros por abrir ( Parrilla em breve), feira de antiguidades, feira do vinil, feiras de artesanato, eventos comerciais, fumo zero, limpeza em dia. Só não enxerga quem não quer ver.

Sul 21



Categorias:Revitalização do centro

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27 respostas

  1. Olá, bom dia à todos.

    Já faz muito tempo destas reportagens e gostaria de reposicionar os conteúdos dos comentários que realizei acerca do processo de Revitalização do “Brique da Redenção”.

    Recentemente, em uma conversa informal com o Sr.Valter Nagelstein, nos demos a oportunidade de reencontrar as informações acerca do processo e tive a oportunidade de perceber a idoneidade e a sinceridade deste nosso vereador de Porto Alegre e, finalmente, pude me orgulhar de ter nascido e participado da história do processo construtivo artesanal gaúcho.

    Tivemos pouco tempo, mas foi um período construtivo de opiniões e conhecimentos, onde pude finalmente, entregar o projeto original do “Patrimônio Cultural de Porto Alegre – Brique da Redenção”. Este projeto foi vislumbrado pela própria população que enxerga o espaço, todos os dias da semana e que contempla diversas atividades ao seu redor e que sugere adequações em algumas leis e alterações positivas aos estatutos dos eventos que lá acontecem..

    No espaço “Brique da Redenção” temos o Grupo Soeral, o Conselho do Parque, o Mercado Público do Bom Fim, Horti-fruticultores, artesãos, livreiros, antiquários, artistas plásticos, artistas de rua, indígenas e toda a comunidade ao redor, como moradores e associações comunitárias e, desta forma, o espaço “Bique da Redenção” é contemplado e vislumbrado por todos os que se apaixonam por algo mágico.

    É um espaço onde todas as expressões de arte são bem vindas, onde todas as tribos e comunidades são bem recebidas. É um espaço que permite grandes participações da sociedade, em uma demonstração de civilidade e cidadania e que foi e é administrado por todos os que frequentam.

    É um espaço que abre as portas de Porto Alegre para uma construção turística e que aprimora ainda os conceitos de participação familiar, seja na confecção de produtos, seja no seu frequentar.

    É um espaço onde famílias podem caminhar por uma feira (que são eventos realizadas aos sábados e domingos), fazer compras, apreciar obras de arte, construir amizades.

    O parque… ahhh, o parque da redenção… espaço amado pela população… espaço respeitado e construído por todos e para todos…

    Um verdadeiro caso de amor à Porto Alegre, que de braços abertos, recebe e aplaude o nosso patrimônio.

    “Patrimônio Cultural de Porto Alegre – Brique da Redenção”

    Cultura, Arte, Lazer e Entretenimento

    Um espaço de todos, para todos e com todos

    Marcos Josife de Medeiros Blauth
    Carteira de Artesão FGTAS: 65535

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  2. Para ninguém dizer que sou unilateral:
    DECRETO Nº 13.235, de 24 de maio de 2001.
    Autoriza o uso de área de 240m² do Quadrante IV do Mercado Público Central para realização de “Feira de Artesanato”.

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  3. Também para ciência:

    LEI Nº 9.407, de 16 de janeiro de 2004.
    Assegura espaço para exposição e comercialização de produtos de artesanato e artes plásticas nas feiras-modelo do Município de Porto Alegre.

    http://www2.portoalegre.rs.gov.br/cgi-bin/nph-brs?s1=000027642.DOCN.&l=20&u=%2Fnetahtml%2Fsirel%2Fsimples.html&p=1&r=1&f=G&d=atos&SECT1=TEXT

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  4. Apenas para conhecimento:

    LEI N° 9.667, de 27 de dezembro de 2004.
    Institui, no Município de Porto Alegre, a Semana Municipal do Artesanato e dá outras providências.

    http://www2.portoalegre.rs.gov.br/cgi-bin/nph-brs?s1=000027642.DOCN.&l=20&u=%2Fnetahtml%2Fsirel%2Fsimples.html&p=1&r=1&f=G&d=atos&SECT1=TEXT

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