Secretário da SMIC, Valter Nagelstein, fala ao Sul 21, sobre a lei do Largo Glênio Peres

O Secretário da Smic responde à reportagem do SUL 21, sobre a Lei que restringe atividades no largo Glênio Peres.

A reportagem pode ser lida clicando aqui.

Nesta semana aprovamos a lei geral das MPE’s, que somou-se ao Alvará Eletrônico (desburocratizaçao) implementado neste ano, à linha itinerante do ônibus da pequena empresa que leva formalização aos pequenos empreendedores dos bairros de Poa. Tudo somou-se também ao programa municipal de microcrédito, que instituí na SMIC e que opera no 3º andar do Camelódromo. Desburocratizaçao, preferência nas compras públicas, parcelamento de débitos tributários, apoio na gestão e crédito! Se isso nao é apoiar a economia informal e o pequeno, então não sei o que é!? Aliás, nunca antes na história de nossa cidade se trabalhou assim, sob todos os ângulos. Fui convidado pela agência do crédito de Pernanbuco a ir mostrar como funciona a linha da pequena empresa e o Sebrae nacional deseja levar a ideia a todo o País! Isso fala por si!

Revitalizamos o Brique da Redenção e criamos a feira de artesanato na Tristeza, aos sábados e uma outra no Humaitá que opera junto à Feira Modelo. Estamos trabalhando para ampliar essa experiência e agregar às feiras de abastecimento, feiras de artesanato.

Há 2 salas para a economia solidária nos altos do Mercado Público e além disso, a cada mês, uma quinzena é do artesanato no quadrante de feiras do próprio Mercado. Também no Mercado há a loja da agricultura familiar, ligada ao MST. Nada disso foi reconhecido na matéria objeto da “reportagem”.

O Largo continua sendo do povo de Porto Alegre, e quem critica creio que não leu o texto da lei. Manifestações culturais, artísticas, shows, tudo é possivel, só não queremos mais é o processo de montagem de grandes estruturas que entregava a Largo por seis meses do ano a eventos privados, desta ou daquela organização.

Reafirmo: o local de exposiçao e venda de artesanato apropriado no Centro Historico é o quadrante de feiras do Mercado, e a agenda de utilização daquele espaço é a administração do Mercado Publico que faz, buscando contemplar os diversos grupos que existem na cidade. A cidade é de todos!

Secretário diz que havia "ocupação abusiva e excessiva" do largo | Foto: Ramiro Furquim/Sul21

Ah, esqueci, perguntem aos artesãos da Praça da Alfandega também o tipo de relação que tem com este secretário. Pesquisem o projeto que estamos fazendo junto ao Monumenta para aquele segmento ali da praça.

Sobre o Mercado Público: nem sala de residuos tinha lá! Hoje há a sala de sólidos e a de orgânicos, banheiros novos (e outros em refoma), decks, lixeiras novas, placas de sinalização interna, bicicletários, novas divisórias dos restaurantes do térreo, novos restaurantes abrindo e outros por abrir ( Parrilla em breve), feira de antiguidades, feira do vinil, feiras de artesanato, eventos comerciais, fumo zero, limpeza em dia. Só não enxerga quem não quer ver.

Sul 21



Categorias:Revitalização do centro

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27 respostas

  1. Olá, bom dia à todos.

    Já faz muito tempo destas reportagens e gostaria de reposicionar os conteúdos dos comentários que realizei acerca do processo de Revitalização do “Brique da Redenção”.

    Recentemente, em uma conversa informal com o Sr.Valter Nagelstein, nos demos a oportunidade de reencontrar as informações acerca do processo e tive a oportunidade de perceber a idoneidade e a sinceridade deste nosso vereador de Porto Alegre e, finalmente, pude me orgulhar de ter nascido e participado da história do processo construtivo artesanal gaúcho.

    Tivemos pouco tempo, mas foi um período construtivo de opiniões e conhecimentos, onde pude finalmente, entregar o projeto original do “Patrimônio Cultural de Porto Alegre – Brique da Redenção”. Este projeto foi vislumbrado pela própria população que enxerga o espaço, todos os dias da semana e que contempla diversas atividades ao seu redor e que sugere adequações em algumas leis e alterações positivas aos estatutos dos eventos que lá acontecem..

    No espaço “Brique da Redenção” temos o Grupo Soeral, o Conselho do Parque, o Mercado Público do Bom Fim, Horti-fruticultores, artesãos, livreiros, antiquários, artistas plásticos, artistas de rua, indígenas e toda a comunidade ao redor, como moradores e associações comunitárias e, desta forma, o espaço “Bique da Redenção” é contemplado e vislumbrado por todos os que se apaixonam por algo mágico.

    É um espaço onde todas as expressões de arte são bem vindas, onde todas as tribos e comunidades são bem recebidas. É um espaço que permite grandes participações da sociedade, em uma demonstração de civilidade e cidadania e que foi e é administrado por todos os que frequentam.

    É um espaço que abre as portas de Porto Alegre para uma construção turística e que aprimora ainda os conceitos de participação familiar, seja na confecção de produtos, seja no seu frequentar.

    É um espaço onde famílias podem caminhar por uma feira (que são eventos realizadas aos sábados e domingos), fazer compras, apreciar obras de arte, construir amizades.

    O parque… ahhh, o parque da redenção… espaço amado pela população… espaço respeitado e construído por todos e para todos…

    Um verdadeiro caso de amor à Porto Alegre, que de braços abertos, recebe e aplaude o nosso patrimônio.

    “Patrimônio Cultural de Porto Alegre – Brique da Redenção”

    Cultura, Arte, Lazer e Entretenimento

    Um espaço de todos, para todos e com todos

    Marcos Josife de Medeiros Blauth
    Carteira de Artesão FGTAS: 65535

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  2. Para ninguém dizer que sou unilateral:
    DECRETO Nº 13.235, de 24 de maio de 2001.
    Autoriza o uso de área de 240m² do Quadrante IV do Mercado Público Central para realização de “Feira de Artesanato”.

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  3. Também para ciência:

    LEI Nº 9.407, de 16 de janeiro de 2004.
    Assegura espaço para exposição e comercialização de produtos de artesanato e artes plásticas nas feiras-modelo do Município de Porto Alegre.

    http://www2.portoalegre.rs.gov.br/cgi-bin/nph-brs?s1=000027642.DOCN.&l=20&u=%2Fnetahtml%2Fsirel%2Fsimples.html&p=1&r=1&f=G&d=atos&SECT1=TEXT

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  4. Apenas para conhecimento:

    LEI N° 9.667, de 27 de dezembro de 2004.
    Institui, no Município de Porto Alegre, a Semana Municipal do Artesanato e dá outras providências.

    http://www2.portoalegre.rs.gov.br/cgi-bin/nph-brs?s1=000027642.DOCN.&l=20&u=%2Fnetahtml%2Fsirel%2Fsimples.html&p=1&r=1&f=G&d=atos&SECT1=TEXT

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  5. A propósito novamente… A 26ª Feira de Natal do Bom Fim foi um grandioso sucesso tal qual o ano anterior, levando em consideração que é um evento que havia sido retirado do Calendário Oficial de Eventos da SMIC e da Prefeitura de Porto Alegre. Graças ao trabalho dos artesãos, de Renato Borba, Mario Pirata, Sandra Santos, Alexandre Brito, Ricardo Silvestrin, Gilberto Wallace Battilana , Pedro Marodin, Marcos Ungaretti, Calico (e me perdoem se me falha a memória, mas não menos especiais e importantes colaboradores) que ano ano passado fizeram um esforço sobre-humano para auxiliar a devolver este presente dos artesãos à população no ano passado, fazendo com que este ano o evento entrasse no Calendário de Eventos da SMIC (e assim esperamos que continue e não mais retirado). Conseguimos, graças ao esforço e paciência do Gilberto D’Avila , que praticamente sozinho carregou a Feira nas costas, organizar e fazer uma feira digna de méritos, organizada, tranquila, com clima de paz e integração (até Papail Noel dos artesãos tivemos!!!!! – e isto há anos não se via nesta feira e já é o segundo ano) sem luxo mas com muito requinte e qualidade de artesãos e seus produtos exclusivos e especiais. Estiveram lá presentes artesãos de Porto Alegre, Pelotas, Esteio, Novo Hamburgo. Este ano, pedimos ao Papai Noel que olhe por nós, artesãos, e que nos auxilie para que no próximo ano tenhamos o apoio instituicional da Fundação Gaúcha do Trabalho e Ação Social (FGTAS), entidade verdadeiramente representativa dos artesãos no Estado do Rio Grande do Sul no sentido da REAL VALORIZAÇÃO DO ARTESANATO GAÚCHO (o que nos faltou muito pouco este ano). Também pedimos ao bom velhinho que nos auxilie neste processo de integração e união entre os artesãos e as feiras para que a FEIRA DO ARTESANATO DO BOM FIM possa voltar a ser exemplo de consolidação, qualidade, simplicidade, dignidade, honra e orgulho em ser ARTESÃO GAÚCHO, não pelo vender, vender, vender, mas pelo estar unido e integrado. Sim, uma verdadeira FAMÍLIA, digna de honras, glórias e méritos, principalmente, devolvendo seu nome às bancas.

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  6. Se estao dando espacos para eles tem mais que tirar mesmo. Ate onde sei quem quer tocar violao ainda pode, vide aquele encontro semanal que o pessoal da Massa Critica fez.

    O secretario esta corretissimo, precisamos de mais espacos abertos no centro. A unica coisa que acho que ele faz errado eh permitir estacionamento ali.

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    • Concordo que os eventos precisam ser melor organizados, mas nunca, jamais retirados, porque a população PortoAlegrense já os espera…

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  7. Artesaos fazem bem ‘a cidade e, especialmente, ao Centro, e devem ser incentivados a permanecer ali; dao um toque “trendy” e mais humano ao comercio central. Quem conhece Camden Town em Londres sabe o que isso significa para a regiao e para a cidade. Ruim mesmo e’ camelo chines e vagabundo.

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  8. Não foi o suficiente pra justificar a restrição do espaço. Pergunto: o que o pessoal que promove o Largo Vivo, que toca violão, conversa e dança na praça faz que pode prejudicá-la? Ou atrapalhar o desenvolvimento econômico? Os caras simplesmente usam a praça como uma PRAÇA!

    Algumas coisas são obscuras.

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    • “Parabéns aos Cidadãos e Cidadãs Porto alegrenses, povo culto e atento a tudo o que acontece em nossa cidade, que não deixa nada passar em branco.
      De inicio agradeço em nome dos Artesãos do RS a todos e a todas as manifestações de apoio a essa nobre causa. “A ATIVIDADE ARTESANAL”
      Os Artesãos do RS sempre foram protagonistas na forma de organização social, tanto quanto nas ações políticas e das construções de projetos que serviram de modelo a outros estados do Brasil e Países da America latina;
      Estamos preparados, qualificados e reconhecidos pela opinião publica! Caso contrario estaríamos vivendo de outra forma e/ou de outra atividade. Estamos organizados através de associações, cooperativas, Sindicato e somos cadastrados junto ao Governo do Estado.
      Somos mais de 74.000 no RS e mais de 9.000.000 no Brasil, sendo 80% mulheres.
      Não perceber a importância deste movimento é no mínimo um equivoco.
      O Rio Grande do Sul é o único Estado do Brasil que tem uma Lei estadual Nº. 13.516 de reconhecimento de nossa atividade profissional e que também conceitua os trabalhadores artesãos e artesãs de forma digna.
      Todos os eventos que participamos são previamente projetados e discutidos nos devidos setores públicos, não temos o costume de ocupar o que não é de direito.
      O artesão tem apenas um dia por semana para comercializar seus produtos, quer seja no sábado ou no domingo na Av. José Bonifácio, conhecido como BRIQUE da REDENÇÃO.
      Hora vejam! Quem consegue sobreviver desta maneira que optamos, trabalhando uma semana inteira em nossas oficinas e ter apenas um dia para comercializar…Isso quando não chove nos períodos de inverno…. dois fins de semana seguidos! Alguém tem idéia da situação que passa esses profissionais neste período?
      Os Artesãos criaram uma nova maneira de viver, um desafio de provar que é do modo de pensar e produzir bens de uso ou de consumo, agregando a iconografia regional, valores estéticos e culturais aos produtos artesanais. Acreditamos ser desta forma que iremos resolver as questões relacionadas aos postos de trabalho, hoje tão escassas.
      Desempenhamos inclusive o papel de inserção social das comunidades menos assistidas no repasse de nossos saberes e das técnicas tradicionais, dando chance a outras pessoas de poder levar uma vida mais digna. Imagine Senhores e Senhoras que oportunidade tem as pessoas das comunidades de cursar uma escola técnica ou pagar algum curso profissionalizante!
      Através de nossas organizações elaboramos projetos e buscamos recursos capazes de pagar os profissionais artesãos para darem cursos sem custos nas comunidades e ainda absorvemos os em nossos espaços de trabalho.

      Enquanto isso, alguém tem a convicção de estar colaborando com a cidade fazendo a limpeza dos espaços públicos, num ato de impedir a realização do trabalho qualificado, da geração de renda, do fomento ao turismo e das manifestações culturais!
      ONDE VAMOS PARAR ? QUANDO VAMOS PARAR?
      UM FELIZ NATAL A TODOS E A TODAS
      UM GRANDE ABRAÇO, Sérgio de Freitas Silva

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      • Com estes números comprova-se, no mínimo 30% de capacidade produtiva na geração de renda e isto gera renda (mas PIB é produto industrializado, não artesanal, mas acreditem, os 30% são da capacidade produtiva. Concordo plenamente com o Sr.Sérgio que expõe claramente o movimento contra as bases da população. E lembro, não é uma questão de esquerda ou direita, é questão de fazer o que precisa ser feito, pelo povo, para o povo e com o povo. Esta é a característica principal dos Artesãos.

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  9. Não sei se vocês ja viram esta imagem que esta rolando no Facebook.

    O povo reclamando porque a Coca-Cola adotou o espaço.

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    • A Coca-cola “adotou” o largo e fez o que de bom pra ele? Até mesmo membros da prefeitura já falaram que a Coca-cola investiu muito pouco.

      A prefeitura está entregando a cidade na mão de coca-cola, pepsi e wal-mart pra eles darem uma maquiadinha nas coisas e usarem o espaço para publicidade. A chamada “revitalização” do brique foi o que? Trocaram as barraquinhas por umas mais feias com uma propaganda maior?

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      • hehe, esta é outra jogada com problema… o “Brique da Redenção” virou “marca registrada”… já viram as bancas… descubram que é o detentor dos direitos… façam uma pesquisa junto ao inpi… eu sei e tenho vergonha disto e outra jogadinha está no próprio site do brique que diz que o tal nasceu em 1983, quando quem nasceu neste período foi a grandiosa e respeitada FEIRA DE ARTESANATO DO BOM FIM (feira modelo, exemplo e creditada pelo Programa Nacional de Desenvolvimento do Artesanato) e ARTENAPRAÇA… e o BRIQUE DA REDENÇÃO (Feira de Antiguidades), nasceu em 1978…
        Busquem as leis… no site do Jornal Fala Bom Fim, no Espaço do Leitor tem algumas…

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    • Sim Marcelo, mas ate onde sei ja renegociaram e ela vai fazer alteracoes no piso, etc.

      As mudancas que a pepsi fez na orla para meus olhos foram otimas, nao concordas?

      Mas eu sei, nao tem o romantismo de se fantasiar de mendigo e deitar la no chao do largo 😀

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  10. Alguém conhece este site?

    http://www.portoalegremelhor.org/

    Pelo visto é voltado para a área ambiental de Porto Alegre, não explorei muito ele ainda.

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  11. E se as feiras forem com estruturas de bancas modestas??? Isto foi pensado??? A Prefeitura auxiliaria com iluminação e segurança??? Por isto a estrutura… iluminação, segurança, ao público e ao artesão (que pode deixar o material durante o período das feiras, à noite, após um dia inteiro, por vezes, mais de 12h à disposição da população, que não precisará desmontar, guardar material, para montar novamente no outro dia)… Pode-se dizer… comodidade, ou praticidade??? Agora, acredito que se o espaço for concedido, sem estrutura, não há problema, nós, artesãos, utilizaremos da melhor maneira possível e faremos Feiras de Artesanato lindíssimas, como Porto Alegre gosta, com atendimento à população, presteza, cuidados na produção, responsabilidade e carinho e ainda, com geração de trabalho e renda (não é isto que Porto Alegre quer???)….
    Deveria ser motivo de orgulho temos tantos artesãos em Porto Alegre e do Estado que gostariam e gostam de vir prestigiar a população e de ser prestigiados por sua arte… Pelo que estou entendendo, a questão não é a estrutura, são as feiras… os artesãos… que é isso??? Lutando contra a economia mundial, contra a arte e cultura popular histórica de todos os povos??? A retórica é a mesma, Marx estava certo, o Capitalismo é auto-destrutivo, contra as bases… Meu Deus, que coisa!!!!!!! E não é esquerda ou direita… é a favor do povo… a favor das bases… que efetivamente criam, geram, constroem o País…

    A propósito, os Senhores já prestigiaram a 26ª Feira de Natal do Bom Fim, que voltou a Calendário Oficial de Eventos de Porto Alegre, graças ao trabalho explêndido de um outro grupo de ARTESÃOS… na Av.José Bonifácio, das 17:00 às 22:00h, de 19 à 23 de dezembro…

    Conversem com os artesãos, questionem o que é ser artesão, qual é a vida do artesão, suas lutas, seus anseios, suas dificuldades e, observem o brilho nos olhos de quem cria, a exclusividade, o primor e o carinho ao produzir uma peça artesanal única e exclusiva… Somente para pessoas especiais…..

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  12. Os artesãos estão “arrancando cabelos” devido a “tal revitalização”. Já postei em outros comentários disponíveis que “net” que “revitalizar” não passa por “bancas bonitinhas”. Passa pelo modo de pensar, trazer de volta seis princípios que originam uma feira: FAMÍLIA, ARTE, CULTURA, LAZER, ENTRETENIMENTO e VALORIZAÇÃO. ESTE é o primeiro passo. O segundo, é dar crédito a quem efetivamente fez e faz (normalmente não são políticos, são cidadãos). O terceiro, é tentar, de alguma forma, a comunicação direta com os artesãos nas feiras, sem a interferência das associações e/ou comissões. Porque não se comunicar diretamente com a Fundação Gaúcha do Trabalho e Ação Social (que é quem credita a Carteira de Artesão) e utilizar do Programa Gaúcho do Artesanato para buscar e melhorar ações (o programa de profisisonalização do artesão e micro-crédito já está disponível há mais de 5 anos pelo Governo do Estado)??? Para este caso, a Prefeitura deverá estreitar as relações sócio-político-econômicas com o Governo do Estado (e este não é um problema meu)… Somente assim saber-se-á os anseios e dificuldades reais dos artesãos. Quanto ao “Brique da Redenção”, vide site do “Jornal Fala Bom Fim”, “Espaço do Leitor”, para entender que a revitalização foi às avessas e que hoje, a população está desgostosa com o que foi feito. Quero deixar claro, não sou contra mudanças. Sou contra fazê-las arbitrariamente, na calada da noite. Sou extremamente favorável ao diálogo de portas abertas. Não faço parte de nenhum partido, nem associação, muito menos sindicato, mas apenas sei o que precisa ser feito, não me pergunte como, apenas sei. As mudanças cooperativas que a secretaria têm realizada estão longe de questionamento e são merecedoras de crédito. Buscamos sempre uma melhor forma de colocar nossas opiniões, levar nosso material, abrir meios de comunicação com a população. Com relação à integração artesanatoxfeiras-modelos, é somente o cumprimento de uma lei de 2004, nada demais… cumprimento de lei… obrigação do governante… Micro-crédito, isto é planejamento federal, vocês estão somente implantando…Segundo a Presidenta Dilma, cabe às Prefeituras a implantação de pequenas partes do processo do todo… Agora, dizer que o “piso” está sendo pejudicado… tirem todos os transeuntes da cidade!!!! Pelo Amor de Deus, justificativa indevida. Se não me engano o prédio do Guaspary vai virar hotel… isto é economia… O Chalé da Praça XV foi lindamente revitalizado e o Mercado Público, explendidamente “reciclado”… isto é economia… mas quem os frequenta??? Que eu saiba, historicamente falando, é o povão (e isto não se vê hoje, aja visto que depois das 18:00h espaço do “piso” do Glênio Peres liberado para estacionamento (carros sujam o piso, respingam óleo, peso extra no carro = afundamento do piso, etc…), então tirem os carros de lá. Se não me engano, o Largo Glênio Peres é um “calçadão de acesso público” e não “privatizado” (estacionamento gratuito em calçadão = privatização espaço público – quem tem carro???). E a Praça da Alfândega… ahhhh, este é um processo histórico que inicia na Ladeira no final dos anos 70. Há anos está incorporado na cidade. Tentaram retirar os artesãos de lá, alguns saíram, e os remanescentes, ahhh, estes são fortes e lutadores, este é o espírito do artesão. A REINTEGRAÇÃO do artesão na Praça da Alfândega é uma questão histórica… então, deixe-os lá trabalhando honestamente, auxiliando a população, integrados à Praça. Nada demais… isto é bom…
    Feira de Artesanato da Tristeza e Humaitá… há anos os artesãos estão lá… pedindo o espaço… a feira já estava criada antes da Secretaria chegar lá… só faltava a “assinatura”…
    Largo da EPATUR… é um bom local, desde que amplamente divulgado… A Prefeitura de Porto Alegre fará a divulgação em massa de Feiras como a Feira do Dia do Artesão (dia 19 de março, data consolidada no Calendário Oficial Brasileiro), a Feira do Dia das Mães da Economia Solidária, a Feira de Natal da Economia Solidária, e a Feira Estadual do Artesanato, e da ARTESUL…??? Gostaríamos de manter a utilização do espaço Largo Glênio Peres, por não ser necessário o processo de divulgação (baixo custo ao artesão), mas nesta última, a Prefeitura não nos cedeu a iluminação (os artesãos tiveram que alugar um gerador). Não estamos falando em não pagar a iluminação, estamos falando no simples ato de “brecar” a utilização do espaço por restrição de iluminação… Novamente, política às avessas… É digno de glória termos tantos artesãos disputando espaço, isto é economia… e como diz Milton Nascimento, “o artista deve ir aonde o povo está”… Este é o nosso trabalho, estar com o povo, porque produzimos para o povo, junto com o povo…O trabalho artesanal é reconhecido mundialmente como processo de geração de renda e “levante informal”…Muitos artesãos saem da informalidade depois de alguns anos de trabalho, abrem empresa, geração de emprego e renda… cada artesão pode ter um ou dois auxiliares que “ganham” salário…Não questiono com relação à Constitucionalidade do ato em questão, este não é meu desejo… questiono até onde se quer ir??? O que se quer??? Melhorar o processo que já vem há anos, está funcionando, a população gosta, ou colocar o seu jeito???

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  13. “A propósito, destes vereadores, dois ou três podem frequentar as feiras de cara limpa, outros dois ou três se intitulam “fundadores” (desmerecendo os verdadeiros articuladores das ações e mudando a própria história valoroza de grandes líderes) (na verdade, apenas assinaram os papéis autorizando as feiras, mas não as criaram, quem criou, foram os artesãos, artistas e antiquários, eles apenas cumpriram com a obrigação política de seguir a “voz do povo”), e a grande maioria desconhece a vida dos artesãos, como é ser artesão, portanto, não representam os artesãos (infelizmente), nem mesmo vão as feiras de artesanato, nem mesmo para “prestigiar” uma das formas milenares de cultura e avanço social e alimentar pré-histórico (se não me engano, Neolítico, polir pedras) e cultura popular (que contam a história de um povo, pelo povo, com o povo)… Uauuuu, brados de Revolução Francesa e Industrial Capitalista (toda a Rev.Francesa, com lucros para direcionados a poucos) ganhar com o esforço do outro sem a devida valorização por imposição de ações e restrição de espaços), (puxa, Marx estava certo, é auto-destrutivo) e outros, não quiseram se envolver nesta questão pra não criar atritos políticos…(ano político!!!???)……… Ah, e não é uma questão de ser esquerda ou direita na questão política, é apenas seguir a ordem natural evolucionista Drawinista (somente os mais fortes, ou os que detêm o poder)…”
    Nota pessoal

    Marcos Josife de Medeiros Blauth
    Carteira de Artesão FGTAS/RS: 65535 (com ORGULHO de ser ARTESÃO GAÚCHO)

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  14. Parece que o Sr.Secretário Valter Naglestein desconhece a história da cultura popular gaúcha, entre elas, a história de luta e desbravamento do artesão gaudério, representativos sulistas e de todos os demais artesãos do país (que somente no estado do RS são mais de 70000 cadastrados), e que Porto Alegre fez a história representativa do artesanato gaúcho por pensar exatamente no todo (e não é desta forma que está sendo pensado) e agir pelo todo e COM o todo…. Política às avessas… e a consulta as bases… vereadores, vocês questionaram a categoria artesanal gaúcha??? Ah!!! que falta faz o Programa Nacional do Desenvolvimento do Artesanato… As atitudes que vêm sendo tomadas por esta secretaria, têm sido ativadas por articulações políticas visando unicamente a Copa do Mundo… Ah, não, o piso quebrou…putz, vamos trabalhar e reconstruir ora bolas…E carros não estragam… A pia da sua casa não quebra? E o que você faz… A estrutura de piso do Largo foi pensada para suportar as estruturas de feiras que promovem a economia gaúcha (30% do PIB Nacional vem do ARTESÃO!!!!!!)

    Marcos Josife de Medeiros Blauth
    Carteira de Artesão FGTAS/RS: 65535

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