Os empregos do futuro no Rio Grande do Sul

Refap Foto: Acervo Refinaria / Divulgação

No Rio Grande do Sul, onde as atividades de petróleo e gás são relativamente pequenas, em comparação com outros estados, como Rio de Janeiro, mas estão crescendo, falta mão de obra para o setor, tanto na Região Metropolitana (Refap) quanto em Rio Grande (polo naval e futura exploração petrolífera).

Nos estados que concentram as grandes atividades petrolíferas, a falta de pessoal especializado está obrigando as empresas a importar trabalhadores.

De acordo com Bernardo Moreira, sócio de auditoria da área de Petróleo e Gás da KPMG no Brasil, a expectativa é que deverão ser criados mais de 200 mil empregos diretos e indiretos relacionados ao petróleo nos próximos cinco anos, em todos os níveis – médio, técnico e superior -, de acordo com o Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural.

A indústria naval vai criar outros tantos. A Refap, segundo o diretor Vicente Rauber, já começou cursos especiais para suprir suas necessidades. Até profissionais liberais já formados estão procurando cursos como os de soldadores, em que o salário chega a R$ 11 mil.

Danilo Ucha – Jornal do Comércio



Categorias:Economia Estadual

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