SMAM esclarece corte de árvore na Praça Otávio Rocha – atualizado

A ÁRVORE É DE ESPÉCIE EXÓTICA, DIZ SMAM

Jornal Metro – 19/01/2012



Categorias:Parques da Cidade, Revitalização do centro

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177 respostas

  1. Abre os Olhos BIANCA BRANDOSÓ só quem pode mudar este DESASTRE de administração é o prefeito atual, por isso nada mais inteligente de pedir para ele, não posso pedir para o Fogaça, , em quem eu votei fazer, Paguei o custo de o Fogaça ter desistido da prefeitura, por isso me acho no direito de cobrar uma melhora., Em vez de só ficar lendo os tópicos expressa tua opinião., É mais saudavel e não te deixa tão ansiosa !

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    • Fortunati está muito mais ativo que o Fogaça em um mandato e meio.

      Só leio tópicos e não expresso opinião? Dá uma conferida nesse aqui (em em uns quantos outros) e vê quantas vezes eu respondi ARGUMENTANDO e SUGERINDO, com ironia ou não, e quantas tu fizeste o mesmo.

      E é GRANDO, pro teu governo. Eu não me eximo em colocar meu sobrenome, ao contrário de ti.
      E não sou ansiosa… tu que raivoso e desequilbrado pra sair criticando quem tu nem conheces.

      Isso só prova a tua falta de argumentos.

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  2. Olhando este tópico chego mais uma vez à conclusão que Porto Alegre nunca irá evoluir, continuará sendo esta cidade decadente e cada vez menos atrativa para as pessoas que nela habitam. E não ponho a culpa na Prefeitura. Aqui reinam os maricás, o mato, o lixo da orla. Não se entende que existe desenvolvimento sustentável, não se entende que sem pessoas não há cidade. Os moradores da Zona Sul, por exemplo, conseguiram o que queriam: espantar as pessoas da região. Hoje, a orla anda vazia quando comparada com 30 anos ou mais, abandonada, sem intervenções urbanísticas, sem melhorias. Hoje, somos uma cidade medíocre, lamentavelmente.

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    • Se a culpa da mediocridade e decadência de Porto Alegre fosse dos “maricás”… até que era fácil! Mas é mais fácil culpar as árvores, né, do que fazer qualquer coisa pra acabar com a gestão por ignorância e anafabetismo ambiental E urbanístico. E pichar qualquer cidadão, da Zona Sul ou não, que se mobilize pra defender o que acredita ser melhor pra cidade, é coisa de… târãaaaa… medíocre. 🙂

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  3. Ei gente, não se preocupem. O FortuMatti vai mandar botar ali um grande pinheiro de plástico, cheio de luzes coloridas no Natal. Com uma grande base de concreto pra ninguém querer derrubar depois.
    E vai ter ainda uma linda placa informando que a remodelação da praça foi realizada por sua operosa gestão.
    Mas o pessoal da SMAM e adjacências podia fazer antes uma reunião (o pessoal gosta bastante) e combinar o discurso, pra não sair um dizendo que a árvore ameaçava cair e o outro dizendo que tinha tanta raiz que já estava empurrando o muro e estragando a rede de esgoto e talvez até ameaçando os prédios próximos…
    Parodiando o Maluf, derruba mas não torra meu saco.
    Até porque tá visto que tem muito porto-alegrense viciado em pedra, quer dizer, em cimento.

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  4. Bom, tenho uma sugestão pros xiitas:

    Quem tá fazendo a alaúza por causa de UMA árvore seja corente daqui pra frente: quando as máquinas começarem a chegar no terreno pra esse empreendimento aqui https://portoimagem.wordpress.com/2012/01/18/comecarao-este-ano-as-obras-do-gigantesco-shopping-belvedere/ ou pra Orla com seus maricás e tudo mais, corram e façam um abraço simbólico ao redor da área, impedindo tudo.

    Por que? Ora, analisem pelo googlemaps a massa verde presente em ambas as áreas… teoricamente bem mais maior se comparada a UMA árvore não?
    Dois pesos duas medidas meus caros!

    E olha que sou ecochata…

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  5. O Fortunati ta’ consertando 16 anos de m* que os petralhas deixaram como legado.

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    • Exato Ricardo. Ainda bem. E como tem gente que não enxerga isso!

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    • Hahaha, que engraçado. Quando alguém critica o Fortunati vem alguém correndo dizer que “política aqui não cola”. Daí em seguida tem alguém defendendo o Fortunati e malhando o PT que até os administradores do blog vêm correndo apoiar.

      Daí vão negar se eu disser que esse blog é partidário.

      Minha opinião: não adianta criticar administrações passadas, é como chorar sobre leite derramado. Temos que criticar o que está sendo feito de ruim, utilizando como guia sim as coisas boas e ruins que já foram feitas, não só em Porto Alegre, mas no mundo.

      PT, PMDB, PDT, PSDB, PC do B é tudo a mesma merda, bando de gente míope que não enxerga além dos interesses do próprio partido. Chega de governos partidários, precisamos de democracia direta.

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  6. NO FINAL DO GOVERNO FORTUNATI VAMOS TER UMA CIDADE DESTRUIDA !

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  7. Achei a praca bem mais “arejada” desse jeito!!
    Decisao certissima tira-la dali.

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  8. Concordo com o Jose Truda, quando afirma que a vegetação que nasceu na orla acrescida é caracteristica da mata ciliar nativa.
    Isso ocorreu também em Buenos Aires, após a construção de um grande aterro que se transformou num parque ( quase 10 vezes o tamanho da Redençao) que se localiza, após, Puorto Madero. As vegetaçoes nativas acabaram por ocupar o espaço e esse local hoje se transformou na Reserva Ecológica de Buenos Aires

    Alguns dados:

    “Localização: avenida Tristán Achával Rodríguez 1550, Costanera Sur, no bairro Puerto Madero
    Declarada Parque Natural e Zona de Reserva Ecológica: 1986

    Espaço verde com mais de 340 hectares com características únicas dentro da cidade. Seus terrenos são do rio e foram aterrados artificialmente, mas com o passar dos anos devido ao abandono sofrido, foi propício para que se estabelecesse espontaneamente uma grande quantidade de espécies vegetais típicas de lagoa e da ribeira do rio da prata e se instalasse uma variada fauna da região composta por diferentes espécies de aves, mamíferos, anfíbios e répteis. Única reserva ecológica da cidade de Buenos Aires, é possível percorrê-la a pé ou de bicicleta pelas diversas trilhas que levam até o rio. A Reserva Ecológica oferece passeios guiados durante o dia e a noite.”

    link aqui: http://es.wikipedia.org/wiki/Reserva_Ecol%C3%B3gica_de_Buenos_Aires

    BAS. desde esta reserva…

    http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=601126http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=242724

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  9. O atual prefeito de Porto Alegre, que se diz ligado no assunto “ecologia”, parece ter ficado cego.
    Obcecado pelas eleições do fim do ano, já não liga para a cidade.
    Enquanto isto, os tecnocratas de plantão afiam e utilizam suas ferramentas.

    Guilherme Socias Vilela (que na verdade era interventor) até hoje é lembrado na área ambiental, por
    + Plantar árvores.
    + Ajardinar praças.
    + Criar parques.
    + Arborizar ruas e avenidas, e por aí afora.
    Além de ter criado a SMAM, com a colaboração de Roberto Eduardo Xavier.
    Em seu tempo, Porto Alegre foi por vários anos a “cidade mais arborizada do Brasil”.

    Hoje está longe disso, e no passo em que vai, corre célere a ocupar o último lugar.
    Depois dos exageros na “recuperação” da Praça da Alfândega, agora chegou a vez da Praça Otávio Rocha.
    Os tecnocratas de plantão dizem que “recuperar” uma praça é deixá-la igual a quando era quando foi inaugurada.
    Sugere-se que as próximas praças, quando inauguradas, tenham apenas plantas de plástico.
    Essas ficam sempre iguais.
    Não crescem, não mudam, mas também não vivem.

    A sombra da Praça Otávio Rocha era um refúgio de pedestres muito utilizado nestes dias de calor.
    Mas o prefeito não sabe, pois não caminha mais como cidadão comum (como fazia) pelas ruas da cidade.
    Agora age como “otoridade”, e só anda por aí em carro oficial, com ar refrigerado.
    Não curte mais a maravilha que é a sombra de uma árvore urbana.

    Ele, como Vilela, também não foi propriamente “eleito”.
    Apenas virou prefeito porque Fogaça cometeu o mesmo erro de Tarso (antes dele) e traiu seus eleitores.
    Fogaça foi eleito com meu voto; me sinto responsável por seu suplente ter assumido.
    Não considerei este risco quando depositei meu voto.
    Ou, pior, ainda acreditava que Fortunatti fosse sério.
    Ah, se arrependimento matasse…
    Porto Alegre não merecia isto.
    Ney Gastal

    PS: Olhos atentos para a Praça Dom Feliciano. Fica perto da Otávio Rocha e tem árvores belíssimas, daquelas que os tecnocratas adoram botar abaixo. Falando nisso, nestas horas onde anda o Ministério Público?

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    • sente o drama..
      sahuashasuasuhhasuashushuashuashuashu

      Porto Alegre continua sendo uma das cidades mais verdes do Brasil… alias, parece que ainda é a mais verde….

      Muita gente reclamou das arvores caindo na praça da alfandega… quando cortaram.. voltaram a reclamar..
      Passo todo dia la e achei muito melhor com menos arvores, ainda tem a tal sombra, mas não tem mais o risco de um galho cair na cabeça de alguem… alias, isso aconetceu comigo ano passado em plena cidade baixa… por sorte pegou de raspão… mas poderia ter me machucado se eu estivesse 10 cm pro lado.

      Deixa de drama, meia duzia de arvores cortadas para melhorias da cidade….

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      • Deixa de drama, chorando por causa de um galinho que te arranhou. Tem coisa muito pior no mundo pra se preocupar do que galhos de árvores caindo. Quantas pessoas se machucam seriamente por ano com isso? Por outro lado, quantas pessoas se machucam seriamente por uma engenharia de trânsito capenga e ignorante?

        Árvores salvam muito mais vidas do que tiram. Por sinal, desconheço um só caso de pessoa que tenha falecido em Porto Alegre por queda de árvores.

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    • Já não tem árvore demais em Porto Alegre?? Faça-me o favor né! Esse povo só pensa em árvore

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  10. quando a raiz da arvore quebra a tubulação de água e o povo fica sem água, aposto que ligam pro dmae reclamando….

    Agora quando vão evitar problemas, ficam torrando o saco..
    sahhauashuuashashuahsuashuahhasuhsa

    Ao menos o certo foi feito, felizmente o grito dessa gente mala não é mais ouvido pelas autoridades… uma evolução para a nossa atrasada Porto Alegre.

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    • Mala pra mim é quem espera que a sua omissão molde a política de gestão da coisa pública, e que torce pra que não se ouça a cidadania que se manifesta e que pensa diferente. Mas admito que deve ser o pensamento da maioria, o que explica muita coisa sobre o brazíu. 🙂

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      • Estranho, que eu saiba Porto Alegre ta o lixo que ta justamente por causa da tal “população” entendida que tanto gritou contra tudo…

        Exemplos?

        Pontal do estaleiro…

        Aquela obra antiga de transformar a orla num tipo de praia, onde abraçaram o guaiba….

        O dado bier ao lado da usina do gasometro….

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  11. Aliás, uma coisa que não dá pra entender: quando foi lançado o posto sobre a passagem de nível da Anita e que a SMAM tava falando em impacto e tal, que tinha que analisar bem… caíram de paulada em cima!

    Agora ela corta UMA árvore e dá esse fuzuê todo? Eu sei que é uma figueira imune ao corte e coisa e tal… mas gente, é UMA árvore! O centro não comporta árvores desse tamanho!

    Figueiras e seringueiras DESTRÓEM muros, esgotos e afins.

    Sejam mais flexíveis… garanto que 95% aqui sequer pisou naquela praça!

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    • Bom, eu piso naquela praça há 44 anos. E todos os cidadãos brasileiros que pagam impostos sustentam, graças ao belo 🙂 sistema federativo, a gestão pública em Porto Alegre de uma maneira ou outra, então acho que têm todo o direito de opinar como melhor lhes parecer.
      O fato de ser árvore exótica não significa que não tenha importância para a cidade. Aliás, a SMAM está planejando o “paisagismo” da praça da Alfândega com uma maioria de espécies exóticas.
      “O centro não comporta árvores desse tamanho” é tão-somente uma visão ideológica, não técnica, de que é melhor derrubar árvore centenária do que adequar estruturas do entorno. Se quem planejou os grandes parques urbanos do mundo civilizado, Hyde Park, Central Park, Auckland Heights, Brisbane Southbank, pensasse assim, cruzes. Mas é destas escolhas nada técnicas, que incluem somente uma visão pré-concebida do que é o meio urbano, que se molda a paisagem da cidade – infelizmente, a meu ver, para pior no atual quadrante que privilegia muro sobre arborização.

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      • Comparar o Central Park a Praça Otávio Rocha eu me arrisco a dizer que é quase uma heresia.

        Só o fato do TAMANHO não tem nem como comparar. Parece competição entre alfinete e espeto, qual espeta melhor uma picanha! Olha o tamanho das avenidas que conformam o Central Park e o tamanho da Otávio Rocha e da Senhor dos Passos!

        Outra, como diz o nome, o Central Park é um parque – não sei lá como funciona, mas a área mínima de parques aqui é 10.000m² o que facilita muito ter árvores do porte de uma figueira, correto? Não sou bióloga, mas acho que uma figueira se desenvolve muito melhor em um parque do que entre paredões!

        Como já assumi aqui, só me falta um degrau pra ser ecochata pro teu saber, já que aparentemente me acusa de eu ter apenas uma ideologia sem valia.

        Acho um crime de verdade eliminar uma figueira. Antes fosse só a sombra que se perdesse no centro… mas tudo já é empacado nessa cidade, imagina se fizer uma assmbléia pra ver se tira uma árvore? Não dá, inviável. Árvores em geral sofrem horrores nas calçadas aqui por causa daqueles canteiros minúsculos e depois adoram reclamar pra PMPA que as raízes estão levantando piso, mas quando ameaçam até podar, fazem um fuzuê.

        Elegemos governantes (bons ou não) pra tomarmos decisões. Também achei precipitado o corte… mas Infelizmente foi abaixo, paciência… não dá pra colar a árvore de novo.

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        • Não se trata de comparação de área física, obviamente, mas sim de mentalidade de gestão e de visão de urbanismo, áreas verdes, e o papel das árvores de grande porte no meio urbano.

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      • Eu prefiro que a prefeitura gaste o nosso dinheiro para tirar uma árvore daquele porte de um local inadequado para tal do que gastar o triplo adequando a rede de esgotos e o muro da praça.

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  12. O Mauro, esse da reportagem, supervisor responsável pela área de Praças e Parques da SMAM é formado em Química. Legal né?

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  13. Árvores desse porte em área urbana servem para esconder o local onde ela se situa, além de poder causar algum acidente em dia de temporal.

    Árvores gigantescas como a que foi cortada devem ser plantadas nos morros e em áreas mais afastadas do centro da cidade.

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    • Não me leve a mal, mas por esse raciocínio teriam de devastar a maioria das praças e parques urbanos da Austrália, onde as figueiras têm papel proeminente nos conjuntos arbóreos… não me consta que lá as pessoas estejam morrendo em pencas de árvores caídas, ou criancinhas sendo devoradas pelos galhos assassinos… razão tinha um amigo meu que dizia que os brasileiros sofrem de dendrofobia, causada pela noção atroz de que vivem num país que tem “árvores demais”!

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  14. Agora, que é bizarro esse programa Monumenta, vamos combinar né. Tá certo que estão fazendo de tudo para tornar o Centro (agora Histórico) em atração turística, mas colocar a década de 30 como marco para as praças é brabo. Há muita gente que é contra essa história de transformar a cidade em museu. Queremos praças para o século XXI e não praças de 1930, faiz favoire.

    O corte dessa árvore é impressionante e acredito que deveriam ter sido analisadas as alternativas possíveis para evitar o corte. Mas como eu não estava lá nas famigeradas reuniões (que lendo pelo blog, eram de 20 pessoas da prefeitura e 8 da sociedade – Hotel Plaza e Igreja Luterana principalmente), não sei dizer o que passou.

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  15. “A figueira atrapalhava a base do busto”… realmente… dada a importância de árvores urbanas desse porte, o racional seria trabalhar as estruturas físicas ao seu redor e não botá-la abaixo. Esse ‘urbanismo’ débil mental, que devasta árvores centenárias e deixa aqueles palitos tortos no meio da Praça da Alfândega, é o resultado de entregar a gestão técnica da cidade a políticos analfabetos e seus asseclas. Será esse o ‘urbanismo’ que a orla do Guaíba receberá, apenas concreto e concessões de serviços a amiguinhos, sem qualquer respeito à vegetação arbórea nativa que VALORIZA aquele espaço (se tirarem o lixo e os maloqueiros, bem entendido)? Cruzes. Porto Alegre merecia mais competência.

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    • Vegetação nativa? Vamos combinar que a maior parte daquela vegetação não é nativa, salvo em alguns locais.
      São Maricás horríveis, arbusto agressivo…

      Alias, aquele aterro tem 30 e poucos anos, feito com caliça e lixo… se observar bem, não tem quase nenhuma vegetação importante na faixa entre a Av. Beira Rio até o Guaiba…

      Não sei como Maricá pode valorizar algum lugar… sinceramente

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      • Me desculpe, mas é nativa sim, espécies nativas típicas de mata ciliar da bacia do Guaíba que creesceram espontaneamente no terreno acrescido. E, portanto, protegidas integralmente por lei, seja com o Código Florestal antigo ou o “novo”. Podemos ficar aqui discutindo nossas distintas visões estéticas, mas a importância ambiental de vegetação de margem está consolidada tanto em normal legal como em qualquer trabalho científico que queiras pesquisar.
        O que não impede, reitero, que se faça um excelente trabalho de urbanização, implantação de equipamentos, estruturas, etc. etc. e até mesmo enriquecimento do conuunto vegetal arbóreo. Só que a mentalidade Fortunattiana-Zachiana de derrubar primeiroe a granel e pensar depois é que apavora.

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        • José, concordo com você em tudo. Sei que é nativa e não gosto desta postura corta-depois pensa.
          Mas acho que o projeto que está sendo feito tem que ter a mínima liberdade de propor a retirada dos Maricás, se for necessário, fundamentado e que traga benefícios para a população e para utilização do espaço.
          O que não dá é para restringir demais o projeto… senão deixamos tudo como está!
          Novamente, não tem como fazer omelete sem quebrar os ovos…
          Saudações

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          • Ian, estamos de acordo! Acredito que em determinadas áreas os maricás podem ser substituídos por outras espécies arvbóreas nativas de mata ciliar regional, com maior “valor” estético E ambiental, bem como suprimidos em alguns pontos para a instalação de equipamentos urbanos. O que não pode é prevalecer essa mentalidade atualmente vigente na SMAM e na Chefia do Executivo de botar abaixo sem discutir nem pensar alternativas tecnicamente adequadas. Parques urbanos de beira de rio podem e devem ser ao mesmo tempo bonitos, funcionais e ambientalmente adequados, é só fazer direito. Estamos juntos nessa!

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