Câmara quer transferir recursos para corredor de ônibus da João Pessoa

Jornal Metro – Porto Alegre



Categorias:Meios de Transporte / Trânsito

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24 respostas

  1. Eu utilizo o corredor da Assis diariamente, porém no sentido inverso do grande fluxo (manhã centro-bairro e no fim do dia bairro-centro), mas morei 25 anos da minha vida na ZN e já se vão mais de 10 anos que o corredor está saturado.

    Eu sei como é perder 30 minutos do dia para passar por 4 estações (Obirici, Centro Comercial, Cristo e Lindóia) por isso digo, tem que ser feito algo urgente ali, um paliativo seria colocar o assento do cobrador no meio do ônibus e criar uma linha Centro-Triângulo para diminuir o número de veículos no corredor da Farrapos e Assis enquando o metrô não vem.

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    • Ah, esqueci de explicar, o assento do cobrador quase na porta como é hoje só causa tumulto,semana passada vi um 520 parado quase 5 minutos subindo gente.

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      • O assento do cobrador deveria ser no meio do ônibus, como era ha um tempo atrás aqui em Porto Alegre. Acho horrível isso de ser bem na frente.

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      • Na verdade, essa figura do cobrador já poderia ser extinta há muito tempo, como acontece na maior parte do mundo.

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        • … mundo civilizado, é claro.

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        • E aí faz como? Como em lotações, que os motoristas dirigem contando dinheiro e dando troco para não perder tempo, qualquer distração podendo causar acidentes? Sem contar a quantidade de cobradores que seriam demitidos. E as empresas mamando cada vez mais dinheiro sem precisar pagar esses salários… acho que não é uma boa!

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          • Tem vários jeitos de resolver isso:

            1) Incentivar a adoção do TRI pelos passageiros – hoje, a menos do Vale-Transporte de trabalhador, que é providenciado pela empresa, é um PORRE adquirir um TRI. Você vai perder no mínimo uma tarde indo nos pontos de distribuição (que são apenas três pra cidade toda, iirc), preencher toda uma burocracia e ainda aguardar SETE dias para obter o cartão, perdendo mais uma tarde pra buscar. O ideal seria simplificar isto, aumentando os pontos de venda e recarga. No RJ, você simplesmente chega na bilheteria do metrô e pede um recarregável, pagando a carga mínima; sai na hora. Also, não vejo nenhum impedimento em ter pontos de venda em estabelecimentos comerciais diversos, como fizeram em São Paulo..

            2) Venda automatizada de passagens – lugar-comum nos países desenvolvidos: você bota o dinheiro/moedas numa máquina, diz quantas passagens vai querer e o sistema emite bilhetes conforme o necessário, os quais você entrega para o motorista ao embarcar.

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        • É muito simples, a EPTC não adota medidas simples demais ou que beneficiem os usuários.

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  2. ^^ Nao temos como ter acesso a esse projeto em detalhes??

    Cade a IAB?? hehehee.

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  3. Minha dúvida maior sobre o s BRT’s é se serão estações centrais, com os ônibus com portas na esquerda, ou se serão uma de cada lado da via, utilizando as portas do lado direito.

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  4. Meu deus, sabe quantos anos vai demorar pra esse metrô ficar pronto?
    No minimo uns 10… por que todo mundo aqui sabe como são obras publicas né?
    É só ver a 101 que é mais simples de se fazer, ja que era só uma duplicação… ja se vão dois mandatos e nada dela…

    Reformem a Assis Brasil, ta precisando urgentemente, até ficar pronta, os mano vida loka e os coladores de cartazes ja vão ter feito o estrago e o governo não vai ter feito nada, deixa a população aproveitar um pouco disso…

    A Assis Brasil e a Bento são os corredores de onibus mais lotados de Poa, tranca tudo…

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    • O problema é que se usarem aquele sistema de escavar o solo para abrir o buraco onde passará o túnel do metrô, nem corredor vai existir mais na Assis Brasil, durante as obras.

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      • Sistema se chama “cut and cover” ou escavando trincheiras.

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      • O método construtivo vai ser cut-and-cover, até onde sei.

        Uma alternativa que vejo para o período das obras é manter os ônibus o quanto possível na Assis Brasil e transferir o fluxo dos veículos para vias alternativas paralelas. Uma possibilidade, por exemplo, seria:

        – fluxo Centro-Bairro: manter pelas pistas atuais, talvez reduzindo uma faixa na esquerda;
        – escavação: destruir o corredor de ônibus e iniciar a escavação exatamente nesta área;
        – circulação de ônibus: utilizar duas pistas do lado bairro-centro, instalando paradas provisórias conforme necessário e conforme a obra possibilitar
        – fluxo Bairro-Centro: transferí-lo completamente para a Av. Sertório; para isso, poderiam ser criadas uma ou duas pistas extras;

        Claro, toda esta estrutura auxiliar deveria ser destruída de forma racional posteriormente; no lugar do corredor de ônibus da Assis Brasil, deveria ser instalado um canteiro (e não mais pistas veiculares, por favor!); a pista bairro-centro da Assis Brasil voltaria ao normal; as pistas extras da sertório poderiam ser transformadas em ciclovia ou áreas esportivas (quadras, etc).

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        • fmobus, minha unica dúvida é: O Viaduto do Obirici vai ir abaixo??? Até agora não vi tocarem nesse assunto e não entendi muito bem o trajeto naquela região ali em especial. Se o viduto for abaixo vai ser uma grande oportunidade de revitalizar aquela praça e o entorno.

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          • Olha, isso seria definido no projeto executivo, que ainda não saiu. Imagino que não vão derrubá-lo… mas concordo contigo, poderia ser uma ótima oportunidade para arrumar aquele entorno, mas ainda precisaríamos de uma solução viária para o local. Quem sabe aproveitar a bagunça e já construir um túnel paralelo ao metrô para os carros, conectando passando a Assis Brasil centro-bairro sob a Plínio bairro-centro?

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  5. Concordo plenamente….

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  6. Realmente buscar uma solução para os terminais de ônibus da Av. Salgado Filho é de extrema importância!

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    • Aquilo lá não tem solução…

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      • Aliás, só haverá solução o dia que essas linhas de ônibus que passam pela Av. Salgado Filho forem substituídos por linhas de metrôs, liberando a avenida.

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    • Única solução elegante que eu vejo para a Salgado Filho passar toda a folia dos ônibus para baixo da terra. Considerando um sistema de BRT, tem-se paradas bem mais organizadas, requisito para operação subterrânea. A superfície poderia então ser completamente renovada: uma vez que o grosso da demanda por espaço na via estaria excluída, poderíamos muito bem expandir bastante a calçada e ainda assim permitir uma circulação moderada de veículos particulares.

      O túnel começaria ainda na João Pessoa (aproveitando o relevo); após esta entrada, teríamos uma estação subterrânea servindo à Santa Casa e Dr. Flores. O túnel seguiria para o Oeste, se dividindo na Marechal Floriano: um sentido dobraria ao Norte por esta rua, seguindo até a José Montaury; o outro sentido dobraria ao Norte na Borges, seguindo
      também até a José Montaury. Nas imediações do antigo abrigo dos bondes, seria construída uma grande estação-término subterrânea, interconectada à linha dois do metrô (que como muito já propus, seguiria para Oeste em direção ao Gasômetro).

      A necessidade deste “balão” advém da limitação do BRT: ele só anda pra frente, então as estações-término precisam prever que a inversão do sentido da viagem. Talvez existam balões menores e mais baratos, mas enfim.

      Claro, é evidente que o que proponho é caro; no entanto, teríamos um sistema muito bem interconectado, com pouca obstrução na superfície e com ótimo potencial para um upgrade para o modal VLT no futuro.

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