União vai liberar verba para o metrô de Porto Alegre só após término da obra

Prefeito José Fortunati reuniu-se com ministra do Planejamento nesta quarta-feira

Uma notícia boa e a outra nem tanto, fazem parte do saldo da reunião nesta quarta-feira em Brasília entre o prefeito José Fortunati e a ministra do Planejamento, Mirian Belchior, para tratar da pauta metrô de Porto Alegre. A parte boa é a oficialização das obras do PAC Mobilidade Grandes Cidades pela União no próximo dia 19 com publicação de portaria. O metrô está incluído nesse PAC e a sua oficialização possibilitará à prefeitura continuar trâmites para viabilizar a implantação do metrô, orçado em R$ 2,4 bilhões.

O lado ruim é a modelagem financeira do empreendimento que será executado via Parceria Público-Privada (PPP). Proposta do governo apresentada no encontro prevê o repasse dos R$ 1 bilhão, via Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES), à obra somente após seu término e não durante os trabalhos, como estava previsto. Para Fortunati a decisão não é a melhor, mas não inviabiliza a obra.

A União depositará parcelas dos valores de cada etapa da obra em uma conta na Caixa Federal vinculada à prefeitura. O município não terá acesso aos recursos, mas eles serão corrigidos. Segundo o governo essa remuneração compensará ao final da obra, qualquer elevação de custos. “Vamos fazer os cálculos necessários, avaliar a proposta e realizar novo encontro na próxima segunda-feira para avançar na negociação”, disse.

Em dezembro do ano passado, Fortunati havia previsto o início das obras do metrô para o começo de 2013. Pelo projeto, o metrô de Porto Alegre terá 14,8 quilômetros de extensão, ligando a Rua da Praia à Fiergs, na zona Norte. Estão previstas 13 estações e o trajeto será percorrido em aproximadamente em 30 minutos.

Correio do Povo

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Não entendi esta !  Então a Prefeitura terá que dar um jeito de pagar a obra toda e depois será ressarcida ?



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23 respostas

  1. E na Copa todo mundo vestindo a camisa verde e amarelo!
    O povo gaúcho é troxa de ainda se iludir com esse governo central que tá completamente nem aí pra nós.
    Enquanto fizermos parte do Brasil, nada muda aqui!

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    • Nunca vesti uma camisa do brasil, e não pretendo vestir enquanto não tiver motivos para sentir orgulho desse país.

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  2. Se os gaúchos historicamente nunca puderam contar com o Brasil, não vai ser agora.

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  3. até quando?

    a União desune.

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  4. Parece um sistema meio “vendo pra crer” da união, meio que impedindo o extravio do dinheiro?

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    • Creio que nao Lucas, é tipo um sistema “toma assim e foda-se se estourar o orçamento de vcs, pois estamos em ano eleitoral e nao temos palavra!!!”.

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  5. Liberar a verba após o término da obra? É uma piada, né?!

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  6. Mas olhem isso:

    “A União depositará parcelas dos valores de cada etapa da obra em uma conta na Caixa Federal vinculada à prefeitura. O município não terá acesso aos recursos, mas eles serão corrigidos. Segundo o governo essa remuneração compensará ao final da obra, qualquer elevação de custos.”

    Se vai ser depositado o dinheiro, por que não liberar ??? Não entendi mesmo…

    Alguém que entenda deste tipo de negócio pode esclarecer melhor, por que será desta maneira, uma vez que o $$$ existe?

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  7. Putz, e o dinheiro virá do BNDES e não do orçamento da União. Pelo amor de Deus, o que essa gente faz com as dezenas e dezenas de bilhões de reais que leva do Rio Grande todo ano?

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  8. Ou seja, a União não tem esse dinheiro e está prometendo uma obra que em sua maior parte será paga por Estado/Município/Parceiro privado para tentar mostrar serviço.

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  9. lembrem disso na hora de votar… tanto nas eleições desse ano como nas proxima..

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    • Nao adianta se lembrar..oque o PT fez com a Yeda para desgasta-la e o Tarso ganhar foi nojento, irao fazer a mesma coisa para a manuela agora.

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      • Pior que é, eles contam o tempo inteiro com a alienação da população e a capacidade de condução dos cidadãos pelos seus grupos de controle das massas (sindicatos e movimentos psaeudosociais).

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  10. Seria esta uma maneira de inviabilizar a obra, já q estamos em ano eleitoral?

    no jogo da política tudo pode…

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