Prefeitura apresenta propostas para bares e restaurantes da Cidade Baixa

Jornal Metro – Porto Alegre – 12/04/2012



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31 respostas

  1. Engraçado, porque esse “GT” não existe também na Pde. Chagas? Aliás, porque não se faz blitz na Pde. Chagas a noite, e sim as 16h?? Bom, se o pessoal do blog pudesse indicar, gostaria de saber quais partidos/vereadores estão por trás dessa “regulamentação” da CB, pois me será muito útil na hora de pesquisar em quem NAO irei votar nessas eleições.

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  2. Nada contra algumas mesas na rua, mas há de haver coerência, se a simc proibe venda de latinhas de cerveja por ambulantes na rua, deveria também coibir o consumo e venda de bebida alcolica em mesas na rua. Não é admissivel a discrinação, o passeio é de todos, inclusive dos ambulantes!

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  3. Essa “medida” é SÓ pra Cidade Baixa ou por acaso vai ser levada pra outros pontos de POA? Alguém sabe?

    Aqui pela ZS tá crescendo a quantidade de pubs e tal… e o pessoal NÃO tem limite muito menos noção, ainda mais que o foco fica todo lá pra CB! Eu que moro nas redondezas dos A$$I$ e cia presencio happy hour nas SEGUNDAS das 22 as 4 da manhãe nem é na “casa de shows” deles!!!!! Ou então nas 5as ouço um karaoke tenebroso até as 2h da matina vindo duma bomboniere que mandou por um deck no negócio e faz o que quer da vida!

    Aí a gente liga pra BM, nada; liga pro estabelecimento, ouve desaforo e ‘que os incomodados que se retirem” (estilo o Jô disse); denuncia na SMIC e cria teias…

    … tá tudo errado!

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  4. Porque o rapaz de cabelo lambido da Smic nao se preocupa em fechar aqueles inferninhos pulguentos da Rua Garibaldi, antros de doencas de todo tipo, ao inves de ficar se importando com coisas menos importantes? Ou entao se preocupar em correr atras dos chineses contrabandistas do Centro?

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  5. Acho que a solução passa longe da proibição dos bares ou da liberação total como propõem alguns quando se referem as mesas jogadas na calçada. Creio que há uma necessidade urgente de qualificação do ambiente Cidade Baixa. Acho lindo o pessoal sentado na calçada, mas convenhamos aquilo ali que se vê no Pinguim é meio exagerado. Acho esta qualificação vai ser muito difícil de acontecer, pois muitos confundem qualificação com elitização, enfim a velha logica maniqueísta e dicotômica que se vê por aqui.

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    • Perfeito! Há muitas medidas simples que podem qualificar a Cidade Baixa, sem necessariamente elitizar o local. Tenho vários exemplos disso:

      * naquele trecho da Lima e Silva entre a República e a Sofia Veloso, o leito da rua é inexplicavelmente largo, justamente no ponto que é o coração da coisa. Ali poderíamos expandir a calçada da esquerda em vários metros, dando espaço para aqueles “cercadinhos” de mesas junto aos bares e ainda mantendo mais o mínimo dois metros para a circulação de pedestres e duas faixas veiculares

      * cada bar, por investimento próprio, poderia tirar a vaga de estacionamento em frente a sua fachada e substituí-la por um “cercadinho” para suas mesas, desde que seja mantido a passagem livre no trecho que era originalmente calçada.

      * naquela região das baladas da João Alfredo, poderíamos eliminar os estacionamentos e estreitar a rua para duas pistas de rolamento (uma por sentido), permitindo a expansão da calçada; este espaço serviria tanto para bares que querem colocar mesa na rua quanto para as filas das baladas.

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  6. É fato que alguns botecos abusam na quantidade de mesas na calçada, mas daí a tratar isso como motivo para extinguir a vida noturna na Cidade Baixa eu considero equívoco da parte da prefeitura. Vá lá, discipline-se a disposição de mesas na calçada e os horários para usar desse expediente, mas sair fechando tudo quanto é boteco de forma arbitrária é vacilo. Fechar prostíbulos e pontos de distribuição de crack nas imediações da rodoviária ninguém tem demonstrado ter pulso firme para fazer…

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  7. Simples. Se nao pode passar, circula a calçada, troca de rua, vai para o meio fio, enfim. Só não incomoda. Tem cada um por aqui. Pelo amor de Deus. Minha avó tem 83 anos e não pensa assim. É muita intolerância e espírito de porco reclamar de mesa na rua, rsrsrsrs.

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    • Eu acho inclusive que mesa na rua dá um tom muito melhor pro ambiente, mesmo pra quem tá só passando. Em qualquer lugar civilizado e interessante se vê mesas na rua em tudo que é canto. Na Coreia do Norte que deve ser limitado pra não criar bagunça.

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    • Ulisses,

      É precisamente por este mesmo tipo de argumento que o Brasil tolera até hoje:
      * motoristas desrespeitando faixa de pedestre (para de reclamar, espera parar de vir carro seu chato)
      * gente fumando em lugares fechados (para de reclamar, vai pra rua respirar então seu não-fumante chato)
      * calçadas e ruas inacessíveis (para de reclamar seu cadeirante chato, fica em casa)

      A função da calçada é CIRCULAÇÃO DE PEDESTRES, da mesma forma como o leito da rua é para CIRCULAÇÃO DE CARROS. Sua vó pode até não se incomodar, mas com certeza qualquer deficiente visual se incomoda, qualquer deficiente físico em cadeira de rodas se incomoda, qualquer mãe com carrinho de bebê se incomoda quando as pessoas deliberadamente colocam obstáculos a sua circulação. Para estas pessoas, atravessar a rua, trocar de lado, passar se esgueirando entre as não é uma opção.

      Pessoalmente, eu passo por cima de qualquer pessoa que faz esse tipo de coisa deliberadamente.

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  8. Sempre gostei de morar na CB porque posso andar na rua de madrugada e tem movimento, posso ir pro bar e ficar batendo papo sem cuidar o relógio porque já tá fechando, posso sair pra comer às 3h da manhã se bater a fome e não tiver nada em casa.

    Já reconsidero se pretendo continuar lá, essas restrições vão levar a vida noturna do bairro à decadência e/ou elitização. O problema é que não tem outro lugar na cidade com uma boemia nas ruas. Diversão em Porto Alegre é enclausurado e cedo no bar, ou pagando caro e ouvindo música ruim em baladinha.

    Eita cidadezinha sem graça de gente chata. Quando alguma coisa dá certo, tem que vir os chatos pra destruir.

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    • Qual seria essa tal “elitização”? Um “choque de ordem” ou um aumento gritante no custo? Eu não concordo com algumas idéias de que organizar algo seja necessariamente visto como uma “elitização”, mas pelo visto a diversão na Cidade Baixa tem rumado mais à decadência que a uma suposta “elitização”…

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      • Elitização é sobrarem só os lugares fechados que precisa pagar pra entrar, os barzinhos caros onde vai gente educada que não faz muito barulho e vai dormir cedo ou vai pra balada cara, quem tem grana pra molhar a mão de quem precisa e “agilizar” os processos de alvarás, enfim, essa turma.

        O cara que quer ficar a noite no boteco tomando cerveja sem se preocupar com horário e não tem dinheiro sobrando pra gastar fica sem opção.

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        • Eu conheço isso como “sofisticar” ou “afrescalhar”. Quanto a “ser educado e não fazer muito barulho” eu não vejo problema em quem age desse jeito, e até diria que é meio que uma obrigação dos donos de bares, botecos e similares da Cidade Baixa fazer um tratamento acústico para não incomodar a vizinhança. O problema é que como a fiscalização é mal-feita fica sempre essa indefinição e só atrapalha tanto o pessoal que curte um boteco quanto os moradores que ficam com menos opções de local para fazer um lanche na madrugada e as ruas ficando mais largadas sem uma movimentação mais qualificada…

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  9. E mesa ocupando toda a calçada desse jeito vai continuar liberado? Ninguém merece…

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    • Felipe, as mesas não ocupam toda a calçada, nunca. Sempre fica espaço suficiente para circulação. Falo por que frequento a Cidade Baixa há mais de 10 anos.

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      • “Nunca” é muito forte Gilberto. Moro no bairro faz dois anos e minha experiência é bem diferente disso: sempre que a noite está movimentada eu tenho que me esgueirar entre mesas espalhadas na calçada. A legislação diz que deve ser deixado um espaço de dois metros, mas poucos vários violam isso, por falta de fiscalização.

        Reconheço que melhorou nos últimos meses, mas ainda tem bares que abusam.

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      • Basta olhar a foto da reportagem, que suponho que seja no Pinguim: aquilo ali não tem dois metros de passagem livre nem aqui nem na china.

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      • Nao é bem assim, Simon, tem muitos bares onde se toma quase toda a calçada e fica uma tirinha pras pessoas passarem. E tem horas que tem que ir pela rua mesmo. Sou morador da Cidade Baixa.

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    • Prefiro uma mesa com gente de bem tomando uma cerveja, comendo uns petiscos e movimentando a economia do que uns nóias de crack estirados e fedendo como se estivessem mortos, ou então só esperando para achacar um cidadão de bem…

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      • Por favor, leia com atenção meu comentário.

        Em momento NENHUM eu me posicionei contra a “gente de bem”[1] utilizar as mesas nas calçadas para diversão. No entanto, a diversão de uns não pode se tornar a inconveniência ou insegurança de outros. As regras vigentes são claríssimas em estabelecer que devem ser deixados DOIS METROS de espaço de passagem de transeuntes. Quando os bares espalham as mesas na calçada sem observar esta regra, eles estão infringindo o direito dos transeuntes que querem passar, forçando-lhes a esgueirar-se pelas mesas ou mesmo utilizar a rua.

        Adicionalmente, é falacioso[2] teu argumento de que a opção a ter mesas ocupando a calçada é ter nóias usando crack. A cidade está repleta de contra-exemplos disso.

        [1] expressãozinha terrível essa, mas enfim
        [2] mais especificamente, uma falsa dicotomia

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        • Nunca me incomodei com mesas na calçada em frente a botecos na Cidade Baixa nem no Moinhos, mas em compensação ter que passar desviando de semi-zumbis movidos a crack não é uma situação tão agradável…

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        • Na maioria das vezes que eu observei ficava uma espécie de “corredor” entre as fileiras de mesas. Claro, não era a coisa mais espaçosa, mas dava para passar sossegado.

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        • Eu já costumo tomar por referência 1,20m, que já permite passar uma cadeira de rodas, mas olha que é difícil achar qualquer corredor com mais de 1 metro de largura fora do Moinhos. Daí competiria à prefeitura disciplinar a disposição das mesas, eventualmente com a eliminação de uma fileira de mesas…

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  10. Tenho até medo… mataram a cidade baixa…
    Fui pra la final de semana passada e deu pra ver como morreu o lugar…

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