Lotações devem confirmar integração com cartão TRI

Jornal Metro – Porto Alegre – 13/04/2012



Categorias:Meios de Transporte / Trânsito

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17 respostas

  1. Creio que existe um problema de “interesses” privados: os donos dos ônibus não vão querer que os trabalhadores gastem o valor de VT em lotações. Por isso o cartão seria o mesmo, mas o passageiro teria um saldo de VT e um outro apenas para lotações. ABSURDO! São os interesses de um serviço que é uma concessão prevalencendo sobre os interesses da imensa maioria dos trabalhadores. É apenas uma “integração” do transporte coletivo. Mais absurdo ainda foi a PMPA entregar a administração do TRI pra ATP. Espero que os passageiros lembrem-se disso nas eleições desse ano.

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  2. Eu não entendo por que os créditos do cartão tem que estar necessariamente atrelados a uma passagem. Por que não é simplesmente um valor debitado que vai sendo descontado conforme o transporte escolhido, levando em consideração descontos como o de estudante??

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  3. Faz mais de um ano que eu torço pela implementação da bilhetagem eletrônica nos lotações de POA, e principalmente que seja o mesmo TRI usado nos ônibus e no trem.
    Agora vejo essa de que o cartão de vale-transporte não seria aceito, somente o de passe antecipado. Como isso? Tem pessoas que recebem VTs do seu emprego e não usam tudo no mês, ficam com créditos sobrando no seu TRI, aí não poder usá-lo nos lotações seria uma barra…

    Mas eu fico imaginando como seria o fluxo (de passar o cartão) dentro dos lotações, uma vez que os veículos possuem apenas uma porta, diferente dos ônibus, que possuem uma porta de entrada e uma ou duas de saída. E não tem como colocar catraca junto à porta por causa do acesso dos cadeirantes. Seria uma alternativa o sensor piscar e apitar (como já o faz quando os passageiros ficam parados em frente ao mesmo) para lembrar o passageiro que ele tem de pagar a passagem, aproximando o cartão. Ou pagando em dinheiro (nesse caso, o motorista apertaria um botão para parar o ruído do sensor e liberar a passagem, do mesmo modo como o cobrador de ônibus aperta o botão dos pagantes na roleta).

    E mais: torço para que, em breve, a frota de lotações seja maior do que 403! Se for para 450 aproximadamente, já seria um ótimo avanço!

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  4. Pois é Rogério. O Brasil está atrasadíssimo neste aspecto.

    O problema é que todos os sistemas de tarifação do país estão presos demais ao paradigma de pagar-uma-passagem-para-girar-a-roleta. Isso prejudica o funcionamento prático de sistemas integrados e torna os preços pra lá de injustos, desincentivando o uso do sistema.

    Em países evoluídos, você tem a opção de comprar passes para um período, i.e. uma semana, um mês, um semestre, um ano. Geralmente este passe é precificado de forma atrativa para o usuário médio do sistema. Aqui em Porto Alegre, por exemplo, uma pessoa usando o sistema “normalmente” (indo e voltando do trabalho, por exemplo), faz 44 viagens no sistema por mês, gastando R$ 125. O passe mensal poderia ser vendido com um desconto em cima desse valor, algo como R$ 110. Dessa forma, o usuário desse passe teria que fazer pelo menos 90% dessas viagens para começar a “sair no lucro”. Descontos progressivamente maiores poderiam ser dados para períodos maiores.

    Se as empresas pagassem o VT desse jeito, com certeza seria melhor.

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  5. (trocando o comentário de lugar)

    O funcionamento do vale-antecipado do TRI é uma das coisas mais incrivelmente estúpidas que existe. Você precisa:

    1) ir em um local de atendimento (só existem três) e pegar uma fila pra se cadastrar
    2) aguardar pelo menos SETE DIAS e pra ir retirar o cartão (e você tem que ir no Centro pra isso)
    3) pra fazer cada recarga, você tem que ir em um local de atendimento (só existem três) e pegar outra fila monstro pra recarregar

    Isso é estúpido além de qualquer explicação. Em qualquer cidade evoluída que deseje ver seu sistema de bilhetagem amplamente adotado, faz-se o máximo para se remover a burocracia do processo. Para vocês terem uma ideia, no Rio de Janeiro você pede um cartão recarregável no metrô em qualquer bilheteria do sistema e sai com ele NA HORA. Em São Paulo, os pontos de recarga são espalhados pela cidade toda, através de convênio com pontos comerciais (padarias, etc).

    Só Porto Alegre que insiste em ser retrógrada. E olha que nem falei de pagamento on-line.

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    • Tá mas alguem me explica por que raios existe essa diferença entre passe antecipado e VT?

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      • Vale-Transporte é pago pela empresa, através de boleto, e é tudo feito on-line. O principal motivo desse “privilégio” para o VT é o volume dessas operações. A empresa paga as vezes centenas de funcionários de uma vez só, o que absorve os custos e tarifas bancárias envolvidos. Tem também o fato conveniência: imagina se a pessoa do RH tivesse que recolher todos os TRIs uma vez por mês para levar na central para recarregar?

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        • Mobus.

          O único país do mundo, que eu conheça, em que antecipando receita (TRI) não se recebe desconto nenhum é aqui mesmo. O que as empresas querem com o TRI e poderem arrecadar antecipado e diminuir os seus custos com cobradores.

          A ATP é uma Máfia.

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        • Mobus, um colega meu fazia carga do tri dele via internet, acho que não é só o VT que pode ser feito via boleto.

          Na austrália quanto mais tickets tu compras mais barato fica cada um.

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  6. COMO ASSIM não vai aceitar VT? Meu deus do céu que estupidez isso.

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    • Também achei uma estupidez! É o mais usado, como VT, e não vai dar pra usar ? Só carregando antecipadamente? Piada, só pode.

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    • Realmente, não há lógica. Se a idéia é INTEGRAR, algo tá errado nesse processo. Não foram poucas as vezes que eu deixei de pegar lotação pois não se aceita o tri. Imagina um mundo dos sonhos em que o tri tb seria aceito em taxis? Eu isso pois creio que os assaltos iriam diminuir vertiginosamente. Será?

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      • TRI no táxi é problemático, pois poderia facilitar a conversão de créditos de VT em dinheiro, algo que a lei proíbe por questões tributárias.

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          • Agora cartão de crédito e débito é uma coisa óbvia demais para táxis. É claro que tem custos e taxas para se ter uma maquininha, mas é um custo facilmente recuperável pois 1) você ganha mais clientes 2) você carrega muito menos dinheiro no veículo

            Não entendo porque não adotam.

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        • Mas as empresas de onibus ja fazem isso, tu pode ir la aonde carrega o tri e pedir em dinheiro, porem, eles te devolvem meia passagem se não me engano.

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        • Tem taxis com cartão, mas são poucos. De madrugada é IM-POS-SI-VEL conseguir um, só de dia. (já tentei muito)

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