Mais fotos da ciclofaixa da Icaraí

Fotos: Felipe X



Categorias:Bicicleta, ciclovias

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28 respostas

  1. Deveria haver um espaço entre o estacionamento e a ciclofaixa para possibilitar a abertura de portas com segurança (mínimo 60cm).

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  2. Estreitíssima!

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  3. Vão proibir o estacionamento no local, ou a bicicleta terá que passar por cima do carro? Quando houver carro estacionado, ou parada de ônibus, a bicicleta terá que subir a calçada ou tentar desviar dos carros na pista de rolagem?

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  4. Esse processo de pintar de vermelho o chão, demarcando ciclovia, fizeram o mesmo ligando o Marinha à Redenção, a tal linha dos parques, e foi desativado, pois, óbvio, o povo não respeitou, estacionando bem em cima da faixa vermelha, será que agora vai funcionar?

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    • Essa ciclofaixa se chamava Caminho dos Parques, e que bom que foi desativada pois era uma aberração! Uma ciclofaixa que só funciona aos domingos só dá certo se há presença de fiscais de trânsito por sua extensão, assim como funciona em São Paulo (e lá faz muito sucesso). A que fizeram aqui em Porto Alegre volta e meia subia nas calçadas, deixando nenhum espaço pros pedestres. Era bidirecional, e não se pode fazer cicloFAIXA bidirecional, só cicloVIAS (com segregação física).

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    • A EPTC lucrou muuuito com aquela ciclofaixa..
      sasaiassaisaijasisaa

      Eu ria muito das marcas nas calçadas das multas e carros guinchados..

      De resto, ficou show essa ciclofaixa, pensei que as marcas eram para marcar a distancia para manter da ciclofaixa, mas ainda assim ta muito bom… :DDD

      Porto Alegre não tem movimento de bicicleta, não precidsa disso….
      Só acho valido a eptc multar e até guinchar quem por o carro em cima da faixa, mesmo que poucos centimetros, ja que seria o mesmo que subir na calçada.

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    • Vão ter taxões separando a ciclovia e o estacionamento (acho que devem ser colocados entre aquelas 2 litras brancas).
      Então acho que vão ter que respeitar sim – na marra.

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      • Quero ver este povo andando de bicicleta pela cidade. Os ciclistas porto alegrenses são muito mal educados, não respeitam o sinal fechado, acham que porque estão de bicicleta não precisam cumprir a lei. Estou curiosa para ver o que vai acontecer. É muita conversa e pouca ação. O caminho dos parques é um exemplo, não deu certo, nem tentaram melhorar, nem os ciclista se interessaram em preservá-lo, caiu no esquecimento, fogo de palha. Fico lendo estes comentários e vendo tudo que é video e não me convenço que um dia teremos ciclofaixas e gente educada circulando por elas. Não dirijo mais automóvel desde que tive meu carro roubado, nem vou andar de bicicleta, o que eu quero e ônibus com ar condicionado…Só leio sobre achismo, quando se fala em ciclovia.

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        • Engraçado falar que os “ciclistas” de Porto Alegre são mal educados e não respeitam o sinal vermelho. Como se os motoristas respeitassem.

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        • Olha, acredito que tenha de tudo entre “os ciclistas de Porto Alegre”, assim como entre os motoristas. Mas se é para generalizar, vamos lá. Não diria que “os ciclistas de Porto Alegre” são mal-educados, mas sim ativistas. Tentam conquistar um espaço de direito e por isso incomodam muita gente. Na Alemanha, provavelmente não há mais nada a ser conquistado, por isso a aparente harmonia entre todos.

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      • Juliana, vou te dar um relato sincero sobre sinal vermelho. Eu quase sempre respeito. A maioria das vezes que não respeito é porque é tarde da noite e tenho medo de assalto (muitos motoristas fazem o mesmo). Algumas vezes que eu passo o sinal vermelho é porque me sinto em uma situação sem sentido: o sinal tá fechado e a rua que cruza a minha tá VAZIA, e tenho horário pra chegar no lugar. Imagine que você esteja ali de bicicleta, faz sentido ficar parada? Sinceramente, é muita tentação prosseguir.

        É a mesma coisa com o pedestre que atravessa o sinal fechado para ele, porque nenhum carro vem. Duvido que alguém aqui, quando está caminhando, não atravesse a rua quando a sinaleira de pedestre está fechada, se não vem carro. Du-vi-do.

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  5. O Sr. Cappellari, Diretor da Eptc, viajou em 2011 para Alemanha, como também fez o Sr. Senna, diretor anterior, em busca de conhecimentos de mobilidade urbana e ciclovias. Parece-me, que o tempo de permanência foi insuficiente para aprendizado. Melhor seria enviar uma equipe de técnicos durante 30 dias, para que eles pudessem pedalar uns 100 quilometros dia, e avaliar bem as características de solo, manta asfaltica e alternativas de mantas sintéticas. Quanto à mobilidade, o sistema só flui na madrugada. Ciclovias sem sinalização, sem sinaleiras nas avenidas, é pedalar para a morte. Do jeito que está sendo feito é desperdício de dinheiro público. Parém, pensem, nunca solução segura, de padrões internacionais, que contemple uma pista de passeio, para os que curtem o ciclismo. Como alternativa de mobilidade, o que está aí não serve.

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    • Pois eu estava na Alemanha e tirei várias fotos e avaliei muito as ciclovias a pedido de uma amiga ciclista e também porque me interesso pelo assunto. Nas vias com 2 pistas, muitas vezes era exatamente como é essa. Em Münster (capital da bicicleta na Alemanha) era exatamente assim. Em Berlim, em algumas vias a pista para ciclistas era algumas vezes maiores, outras vezes era na calçada e não na pista. Em nenhuma cidade que visitei a pista era a mesma em todas a cidade. Dependia do fluxo, do tamanho da rua ou avenida… Quando havia espaço na calçada para a ciclovia ser dividida com os pedestres, assim era. Quanto a sinalização, existia em poucos pontos. A regra é respeitar a sinalização da sinaleira. Se a sinaleira estava fechada para carros, estava fechada também apra ciclistas. Somente em Bilifeld vi sinaleiras específicas para ciclistas. Porém, essa era apenas um detalhe pra bonito, porque ela era sincronizada com a sinaleira dos automóveis. Ou seja, desnecessária.

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    • O fato de fazerem ciclofaixas estreitas na Alemanha não significa que aqui isso é bom e seguro. Lá as pessoas são educadas. Eu tive experiência com ciclofaixas estreitas em Buenos Aires (povo com educação mais próxima à nossa), e é terrível! Automóveis passam raspando, e como o ciclista fica com o pneu quase no cordão, não há válvula de escape. É pior do que não ter ciclofaixa, acreditem!

      Essa ciclofaixa não está enquadrada nas normas técnicas recomendadas pelo próprio Plano Diretor Cicloviário de Porto Alegre! Entendam o porquê:

      http://vadebici.wordpress.com/2012/04/14/sobre-largura-minima-para-ciclofaixas-e-ciclovias/

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      • Isso se resolve com campanhas de educação e policiamento ostensivo. Lá o ciclista também é educado, coisa que o ciclista daqui não é. Alias, o ciclista portoalegrense é o mais arrogante que eu já vi. Se acha demais. Todo mundo tem que aprender com quem faz isso bem. E a Alemanha é o exemplo. Motorista respeita ciclista. Cicilista respeita motorista. Todos respeitam pedestres que por sua vez também respeita todo mundo. Lá, mesmo se não tiver carro vindo e a sinaliera estiver fechada, o povo espera abrir. Tu quer o quê? Destinar metade da pista só pra bicicletas?
        Outra coisa. Vi milhares de ciclistas lá claro, e como disse, prestei muito atenção nisso durante toda a viagem a pedido de uma amiga ciclista de SP que trabalha junto à prefeitura e também porque me interesso pelo assunto. Raramente vi pessoas que estavam só passeando. As pessoas utilizam a bicicleta como um braço pra chegarem em casa. Ou seja, utilizam trens, metrô, ônibus e deixam as bicicletas estacionadas no caminho ou até alugham podendo deixar nas estações de trem. No Brasil, enquanto não tivermos um transporte integrado, que as pessoas possam usar as bicicletas pra completar parte do caminho, não vai funcionar legal. Outra coisa, era limitado o número de bicicletas nos trens. Se o trem passasse e tivesse já uma pessoa com a bicicleta dentro do vagão, precisava esperar outro trem. Não sei o número exato, mas em uma das linhas vi que só podia em UM vagão, o último.
        Outra coisa, parem com essa balela de sempre detonarem o brasileiro e vangloriarem o europeu. Vi muita coisa errada lá. Inclusive, tive informação de alemães e brasileiros que residem lá que há muito roubo de bicleta na europa. Uma brasileira já teve a bicileta roubada 3 vezes em Heidelberg, que é uma cidade com pouco mais de 100 mil habitantes. Mesmo ela prendendo com cadeado como todos fazem. Olha o que sobrou dessa bicicleta numa zona NOBRE de Frankfurt: http://www.flickr.com/photos/manhattan104/6913259296/in/photostream

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      • Andervaz, se você tivesse lido o que estava no link que postei, teria entendido perfeitamente o porquê dessa ciclofaixa não estar correta.
        Vou resumir: As recomendações técnicas nacionais (do Plano Cicloviário e do DNIT, por exemplo) dizem que uma ciclofaixa unidirecional deve ter 1,80 metros de lagura total (área ciclável + áreas de afastamento do cordão e pista). Essas normas são baseadas em estudos de especialistas, então isso está acima do nosso achismo. Ou seja, essa ciclofaixa de no máximo 1,5 metros de largura total está fora das normas.

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    • Que conhecimento tem o Sr. Capellari para avaliar ciclovias na Alemanha? Tinham que mandar engenheiros e arquitetos da prefeitura!

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  6. Me chamou a atenção quando tirei estas fotos que estao desenhando as vagas para automóvel individualmente.

    Minha namorada tentou estacionar nos locais corretos para carro hoje, mais tarde envio uma narração de como foi a experiencia dela hehehe.

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  7. Pelo que eu entendi, vai diminuir uma pista pra carros não?! E ninguém chiou com isso ainda? Estranho…

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    • O estacionamento tirou uma pista de rolamento, e não a ciclofaixa, cuja largura não chega nem ao da faixa de carros mais estreita da cidade.

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      • Independente se foi a ciclofaixa ou a nova faixa de estacionamento, era só pra ter certeza da diminuição de uma das pistas mesmo e não falar bobagem.

        Tem um pessoal aí que tá precisando voltar pras aulas de interpretação de texto do ensino fundamental , porque tá difícil compreensão de ironias…

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      • Ironia é um risco, nem no ensino fundamental ensinam a interpretá-la. Esses dias fui irônica aqui no blog e levei uma chuva de thumbs down porque acharam que eu não gostava do aeromóvel para o trânsito. Acontece.

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    • Quem está interessado na ciclovia vai negar até a morte, mas com ela a pista bem da direita foi perdida sim. Antes, mesmo com carros estacionados na prática se trafegava em 3 vias.

      Mas enfim, acho que é muito bem vindo. E a icaraí afunilava para duas faixas lá na curva de qualquer maneira.

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