Obras valorizam zona Norte

PROJETO: parte comercial terá 88 salas e 15 lojas. Residencial prevê duas torres com um total de 210 apartamentos Crédito: Arquisul / Divulgação / CP

Dentro de um processo de valorização da zona Norte de Porto Alegre, mais um empreendimento começa a ganhar forma na região. O projeto Neo Superquadra, da Arquisul Construtora e Incorporadora, localizado na avenida Assis Brasil, 944, entre as ruas Santa Catarina e Piauí, tem como objetivo principal levar conceitos contemporâneos a um bairro tradicional, com referências para se viver, se trabalhar ou os dois juntos, sem esquecer do lazer.

O projeto viabiliza que o morador tenha a possibilidade de unir trabalho, moradia e lazer. Chamada mixed use, a proposta já está em expansão na Europa, nos Estados Unidos e, no Brasil, na cidade de São Paulo. Na capital gaúcha, a Arquisul foi pioneira neste projeto com o lançamento do Neo 380º, no Jardim Botânico, de acordo com o diretor-presidente, Paulo Silveira.

O conceito de sustentabilidade também está inserido no empreendimento, visando à melhor qualidade de vida. Com deslocamento simplificado e reduzido, o morador fica livre dos transtornos provocados pelo trânsito, além de gerar menor poluição ao meio ambiente.

O projeto busca a valorização da integração e facilidade. Assim, tudo está mais perto, sem que haja perda na qualidade. “Imagine a cidade daqui a 20 anos, com todas as limitações que poderão haver. Se o cidadão tem condições de morar perto do seu serviço e ter lazer, terá uma qualidade de vida muito melhor”, explica Silveira. A localização é um dos pontos-chave do Neo Superquadra, uma vez que fica próximo aos principais shoppings, hipermercados e hospitais. Também é possível encontrar escolas, universidades, creches, clubes esportivos e diversas áreas públicas de lazer. Sem contar a distância reduzida em relação ao Aeroporto Internacional Salgado Filho e a facilidade para se deslocar às cidades da região Metropolitana.

O projeto, que está em obra, prevê na parte comercial, chamada Corporate, a operação de 88 salas comerciais, com offices a partir de 44 metros quadrados até lajes corporativas de 390 metros quadrados. Além disso, o conjunto prevê 15 lojas em operação, sendo duas âncoras. Haverá ainda 22 vagas de estacionamento rotativas para os clientes. Já a residencial será formada por duas torres, com 18 pavimentos, totalizando 210 apartamentos. Eles terão de dois a três dormitórios, todos com suíte, sacada e cozinha gourmet com churrasqueira. Cada apartamento poderá ter uma ou duas vagas de estacionamento.

Na torre 1, serão quatro apartamentos por andar e, na segunda edificação, oito unidades por pavimento. Os imóveis têm tamanho que varia de 62 m² a 81 m². A área de lazer particular também é completa, com salões de festa diferenciados por idade, sala de jogos, fitness, piscinas adulto e infantil e área de jogos e esporte. Tanto o empreendimento residencial como o comercial estão em fase de pré-lançamento. A torre comercial deve ser concluída no final de 2013 e as torres residenciais, no segundo semestre de 2014.

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Correio do Povo



Categorias:Arquitetura | Urbanismo, Prédios

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20 respostas

  1. Não moraria num blocão de cimento e tristeza.

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  2. Cafona e sem criatividade, não é por ser alto que tenhamos que apreciar. Acho ridículo essa ânsia por prédios altos em POA, como se esse fosse o único agregador de valor a uma construção. Tenho muito raiva dessas incorporadoras.

    Fica uma leitura interessante:

    http://www.thecoolhunter.net/article/detail/2071/property-developers-and-city-councils-fail-to-build-iconic-buildings

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  3. Verdade.
    Pela imagem não da pra ter uma noção de como vão ser os prédios, mas não parecem ser bonitos mesmo, mas certamente vão ajudar a revitalizar.
    Tambem não podemos esquecer que o lado bom de temos um plano diretor chato como o nosso (o unico lado bom), é que na hora de fazer prédios feios, eles não vão ser prédios feios de 30 andares.
    Ainda acho que prédios acima de 10 andares deveriam passar por algum tipo de grupo da area da arquitetura para aprovar ou reprovar a construção, ao menos em determinadas areas.

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  4. Com certeza irão qualificar a região do passo dareia,tem umas pessoas que acham tudo horrivel.Como se todos os predios construidos em grandes cidades são inovaçoes da arquitetura moderna, vcs veem os que se destacam mais, por isso ganham as capas de revistas especializadas .

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    • Exatamente Marco. Todas as cidades são cheias de blocões. Não é só Porto Alegre. O que sai em revistas como tu falou são os prédios em áreas turísticas, ou áreas nobres das cidades…

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  5. Cara, que prédios feios! Que tristeza, o mundo vivendo um novo momento na arquitetura e em Porto Alegre as construtoras continuam com esses edifícios sem personalidade alguma. Triste mesmo. Esse impacto positivo pra região poderia ter qualidade visual.

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    • sem falar que nenhum “empreendimento” desses tem sacada!! são só uns retângulos às alturas!

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      • Sacada pra que?
        Pra fecharem depois?

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      • PARA QUEM CONHECE O NEO SUPERQUADRA, SABE SEU PADRÃO DE ACABAMENTO, TAMBÉM PODE AFIRMAR QUE É UMA CONSTRUÇÃO COM UMA QUALIDADE DIFERENCIADA DOS OUTROS EMPREENDIMENTOS CONSTRUÍDOS POR OUTRAS ENCORPORADORAS.
        E SIM POSSUI, SACADA, CHURRASQUEIRA, UMA PLANTA MUITO BEM DIVIDIDA, COM TODAS AS MEDIÇÕES INDIVIDUAIS, ESQUADRIAS EM ALUMÍNIO ANODIZADO, GERADOR, NÃO USA DRY WALL EM SUAS DIVISÓRIAS, BANHEIRO COM VENTILAÇÃO NATURAL, ENTRE OUTROS DIFERENCIAIS… GRATO.

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    • Esses prédios são o que o mercado local quer comprar infelizmente. As pessoas querem maximizar a area e minimizar o preço, então detalhes estéticos ficam de fora e uma caixa é o único formato viável. Pode ter certeza de que se os compradores ignorarem o lançamento por que o prédio lhes desagrada esteticamente, os próximos prédios serão bem mais bonitos.

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      • Concordo. Temos de refletir, independentemente da estética e beleza dos prédios que todos nós almejamos, que impera a lei do mercado. Buscar maximizar o lucro resultante das vendas, simplificando as estruturas e minimizando os materiais necessários às obras. Fora disso, só projetos dirigidos a adquirentes de alto poder aquisitivo.

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