Projeto prevê interação do Cais Mauá com Centro Histórico

Proposta reúne ciclovia, roteiro do bonde histórico e áreas só para pedestres Foto: Divulgação/PMPA

Uma proposta inicial de projeto para interação das novas atividades do Cais Mauá com a área do Centro Histórico foi apresentada nesta segunda-feira, 7, por Fermin Vázques, do escritório b720, responsável pelo projeto do Cais, ao coordenador do projeto Viva o Centro, Glênio Bohrer, no Gabinete de Planejamento estratégico (GPE). A ideia é potencializar a região, fazendo com que a nova área, mais comercial e de lazer, seja integrada ao corredor cultural e de edifícios e espaços públicos e históricos, que constitui a região central da cidade.

“Avaliamos essa faixa, que vai do Cais Mauá até a rua dos Andradas e avenida Voluntários da Pátria, com o objetivo de complementar as atividades, aproveitar o fluxo de pessoas que o novo espaço atrairá, criando espaços para interação e melhorando a permeabilidade visual entre a cidade e o Guaíba”, explica Vázques.

Vázques apresentou sugestões para conexão da parte cultural com o Cais Foto: Divulgação/PMPA

O projeto proposto para dinamização do Centro Histórico prevê intervenções nas ruas Sete de Setembro, Travessa Araújo Ribeiro, Sepúlveda e Voluntários da Pátria, com a valorização dos quarteirões adjacentes, implantação de ruas para pedestres e canteiros centrais com deques e mobiliário urbano – fazendo a conexão com as áreas de praças e recreação do Cais, recuperação de fachadas, nova arborização, trilho para roteiro do bonde histórico, recomposição da pavimentação, de acordo com a projetada para a área do Cais, estacionamentos subterrâneos e ciclovias. A passagem do traçado do Metrô e dos BRTs pela região central liberará vias impactadas pelo tráfego pesado, possibilitando projetos de reurbanização e valorização de áreas comerciais hoje deterioradas.

Segundo Bohrer, é interessante que o projeto do Cais Mauá não se constitua numa ilha e que interaja com o restante da área central, o que trará benefícios para todo o Centro. “Há convicção, tanto da prefeitura como dos arquitetos do escritório, da importância e do potencial dessa interação para ambos os projetos”, observa Bohrer, salientando que “é natural pensar que o público local e os turistas que forem atraídos pelo aporte de lazer e comercial do novo Cais também tenham interesse em complementar a visitação aos locais culturais e históricos do Centro”.

Essa primeira proposta de interação dos espaços foi feita com base na análise conjunta dos projetos para o estabelecimento da conectividade e será avaliada pela equipe do Viva o Centro e demais setores envolvidos.

Prefeitura de Porto Alegre



Categorias:Paisagismo, Projeto de Revitalização do Cais Mauá, Revitalização do centro

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45 respostas

  1. Pelo que eu vi da foto, que é na 7 de Setembro, essa integração cais-centro é bem possível sim. Visto que naquele trecho, a Mauá será enterrada, segundo o projeto. Então naquela praça no fim da 7 de Setembro será o único acesso livre entre o cais e o centro sem o muro, e provavelmente onde passará o bonde.

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    • A que projeto te referes? Àquele de criar um túnel perto do gasômetro? Pelo que sei, isso foi engavetado já.

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      • Claro que não, a avenida será rebaixada ali e terá uma continuidade entre a praça brigadeiro sampaio e a área do centro comercial, aparentemente toda com verde. Hoje mesmo Tutikian comentou isso. Sempre se repete o mesmo…o Muro, o Trensurb, a Av Mauá. separam, sim separam, mas a av é importante ali, o Trensurb provavelemnte nao tem dinheiro para se tornar subterraneo, e o muro separa, mas tb protege, contra cheias e contra o barulho que vem da avenida, ja imaginou os armazens abertos e aquele fluxo enorme passando ao lado? Podia tirar a Mauá podia, mas ai diminui o acesso ao local tb… Quem sabe um dia tudo será perfeito, seremos ousados, mas enquanto isso, não dá pra fazer uma coisa simplesmente bacana, como é esse projeto? Haverá várias entradas de acesso ao Cais além da principal, nao sei porque tirando todo o muro aumentaria so por isso o acesso. É como dizer que num predio não deve ter so uma porta deve estar tudo aberto, ai sim as pessoas entrariam. Existem portas nas casas, existem acessos, abrir tudo apenas para facilitar o acesso? Os técnicos, não os políticos, dizem que o Muro da Mauá faz parte de um sistem a de proteção muito maior, que envolve as avenidas castelo e beira-rio que foram feitas acima do nivel do rio, elas sao a o muro, tirar o muro é criar um buraco no sistema que não funcionaria mais. Qual técnico, qual político, vai assinar a derrubada do muro para um, dois, cinco anos depois termos um alagamento generalizado do centro…quem vai pagar os prejuizos, quem assinou? Se eu fosse o prefeito daria para quem defende tanto a derrubada o papel para assinar.. e dizia… “vc quer tanto o muro derrubado..assina ai e se responsabiliza…meus tecnicos dizem que o melhor é nao tirar, mas já que vc quer tanto derrubar…pode assinar….” Quem vai arriscar a ficar na historia como o prefeito que derrubou o muro e com isso permitiu a inundação do centro? Esqueçam… votem num prefeito que prometa derrubar o muro, quando eleito ele nao vai derrubar… vai dizer o mesmo….simplesmente porque não são loucos…mas esse tema do muro sempre volta… sempre alguem acha simples derrubar…. Só tem uma maneira de derrubar o muro: é haver uma grande enchente de novo e o muro se mostrar ineficaz, talvez ai sejam obrigados a criar outra solucao…mas claro tem o risco de criarem um muro mais alto…

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  2. Ninguem seria contra se tivessem concursos que resolvessem de uma maneira democratica a situação. A falta de concursos condenada a cidade a projetos obsoletos e pouco expressivos. Todos deveriam lutar por concurso não só os arquitetos, mas todos que desejam ver um dia a cidade um importante ponto na rota turística do Brasil, o que atualmente está longe de acontecer. Santa Catarina que é um estado turístico faz muito mais concursos que o Rio Grande e a qualidade dos projetos sem sombra de dúvidas é melhor que o projeto de um escritório que tem o simples objetivo de agradar um cliente.

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  3. Po pessoal. Vamos cooperar. Por isso que não acontece nada em Porto Alegre e ela acaba perdendo lugar para outras cidades. Quando realmente decidem fazer algo…. é uma inundação de gente contra. Me perdoem, mas não sei se houve mais que 3 comentários a favor até agora. O projeto está bonito sim!! Cuidado com os canteiros é uma mentalidade que se cria, basta saber conduzir o processo. Acho que primeiro de tudo, estes projetos não almejam apenas o turismo como foi dito, senão a qualidade da população de poder ir ao centro e se sentir agradável e com vontade de passar bons momentos, interagir, etc etc. Desculpem aos meninos que querem grandes e imensas transformações, mas ficamos décadas estacionados, será que custa entender que as coisas acontecem aos poucos? Que a população sentindo como a cidade fica mais interessante e bonita vai querer que os demais locais sejam transformados? Deixa o Fermin Vazques e o escritório dele trabalharem.. até porque quem já foi a barcelona sabe do que ele é capaz. Devemos ficar atentos e contribuir com os projetos e não destruir. É por isso que custa tanto fazer algo em Porto Alegre.

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  4. A idéia é boa, mas essa coisa de por canteiros nas ruas, na minha opinião só piora as coisas.

    Nossos canteiros nunca são cuidados, tenho certeza que a maioria das avenidas seriam muito mais bonitas se tirassem eles e deixassem apenas uma pintura, ou algum tipo de “meio fio” separando os lados, com alguns espaços para pedestres esperarem para atravessar.

    As ruas com arvores ou palmeiras nos canteiros centrais poderiam continuar com as arvores, mas direto no asfalto, só com a pintura separando, e uns circulos nas raizes com terra/argila para a arvore pegar água.

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  5. As mentes pequenas jamais enterrarão a rede elétrica. Olha gente eu conheço Porto Alegre, quando vejo uma foto tento saber onde é e acabo descobrindo,(em várias exposições de fotos de Porto Alegre fui aos organizadores para que colocassem o nome certo dos lugares nas fotos) mas confesso esta aí meu cérebro não conseguiu descobrir onde é. Não importa. Em relação a estas melhorias estou mais para São Tomé , Ver para crer.

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  6. Quero, realmente, ver quando “todas” ruas do centro vão ser fechadas aos carros. Explico: não tem sentido tráfego de carros em ruas estreitas e com enorme imensurável contingente de pessoas. Por isso, é de fato necessário que se devolva o centro às pessoas, mas é claro que não tem como eliminar o tráfego, mas poderiam ser “deixadas” algumas ruas para o translado de mercadorias, com a andradas e algumas transversais. O resto poderia passar a ser, desde a Esquina Democrática até o gasômetro caminhodromos a exemplo do que é hoje a andradas entre a esquina democrática e a praça da alfandega…se bem que seria necessário que se colocasse bancos e atrativos aos transeuntes!

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    • Isso, tira os carros e acaba com o centro de vez.

      Onde não tem acesso a carros, não tem investimentos.
      Ninguem quer escritorio onde não pode estacionar, nem todos vão fazer compras aonde não pode estacionar (no centro até salva pelo movimento de pessoas).

      Uma garagem pode aumentar em mais de 50 mil o valor de um ap, imagina o quantão não vão valorizar para ir ao trabalho no dia a dia?
      Tem quem pague mais de 300 reais por mês por uma vaga no centro.

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  7. Este projeto está anexado ao do Cais Mauá? Será que há alguma garantia que saia? O bonde histórico sabemos que irá sair, mas isto está programado junto?

    Ali também não fica claro se haverá dinheiro público ou privado. Enfim, é apenas uma ampla sugestão. Excelente, na minha opinião. Me lembra bastante a Espanha.

    Sobre o muro: já foi muito bem pensado como não tornar isto uma barreira, e não será. O fluxo natural de pessoas que irão para o Cais simplesmente por serviço, já modificará o organismo vivo que é a cidade, e o muro (que ficará bonito), servirá como uma delimitação. Caso ocorra o projeto da foto, o Cais Mauá se tornaria uma parte apenas de um grande complexo de circulação, comércio e serviço do Centro de Porto Alegre, tornando o muro apenas uma parte dele, sem criar necessariamente uma barreira. Buenos Aires não tem um muro para o Puerto Madero, mas é uma barreira ter que atravessar um monte de avenidas seguidas para chegar nele. Com um mapa, e uma sinaleira que funciona, simplesmente atravessar uma avenida não será problema. Ademais, grandes parques do mundo quase sempre são circundados por vias movimentadíssimas.

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  8. Sou contra o bonde histórico, acho que vale mais a pena gastar o dinheiro e o espaço num bonde útil pra transporte de passageiros.

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    • Lucas

      A linha e a rede poderiam ser aproveitadas para um bonde moderno, passando de tempos em tempos o histórico, uma coisa não impede a outra, poderiam ser feitos pequenos desvios para o bonde histórico parar e dar passagem para um moderno.

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      • Concordo que poderia, mas acho bom demais pra ser verdade, infelizmente.

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      • Sem dúvida é uma possibilidade, mas seria mais racional para a cidade investir primeiro naquilo que é útil para todo mundo todo dia e depois adicionar um “plus a mais” pros turistas. Do contrário, a única coisa que esse bonde caindo aos pedaços vai lograr é perpetuar a ideia de que bonde é coisa velha e antiquada.

        Exercício: pergunta pra qualquer pessoa na rua o que ela entende por bonde e ela vai pensar logo nos cacos velhos; isso ocorre porque ela simplesmente porque nunca sequer VIU um bonde moderno na sua frente, quanto mais entende-o por meio de transporte de massa viável.

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        • Mobus

          Se a linha histórica fizer parte de um planejamento maior, não se perde nada, ou melhor, se divide pela metade o custo, era só fazer um pequeno desvio de tanto em tanto que serviria para os turistas descerem e olharem algo, após o bonde histórico retorna. Com isto o bonde rápido não seria atrapalhado pelo outro e vice-versa.

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          • De acordo, mas esse “planejamento maior” passa ao largo da visão extremamente limitada dos projetistas da malha de transporte. Jogaram o bonde pré-histórico no meio e sequer pensaram nas possibilidades de bonde moderno como solução troncal.

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            • Aliás: viram as valas que estão fazendo nos corredores da Bento e Protásio? Algo como meio metro de profundidade, provavelmente com objetivo de dar uma estrutura mais firme para circular ônibus ônibus ônibus em cima. Quando me dei conta que uma obra de implantação de trilhos (para bonde moderno) requer abertura de uma vala similar (e posterior fechamento com trilhos e superfície), quase chorei pela falta de imaginação dessa gente.

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        • Exato rogério. Visitei Melbourne (Austrália) e é exatamente o que fazem lá.

          Mas acho que a preocupação do Mobus é mais com a forma que a população vê os bondes, acho bem válido o questionamento dele.

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          • Meu problema não é só a visão da população. Duvido que Melbourne tenha construído uma linha histórica turística primeiro; eles provavelmente tinham uma linha em uso e resolveram colocar alguns trens “heritage” no meio.

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        • Mobus e Felipe.
          Vocês são jovens e nunca andaram nos Bondes de Porto Alegre, porém se eles colocarem os bondes maiores (não os que se chamava os gaiolas), mesmo os velhinhos vão surpreender a gurizada, vai ser difícil dizer não para os bondes modernos, vai ser o mesmo do que está ocorrendo com o transporte fluvial, o catamarã que colocaram não é uma maravilha tecnológica, mas mesmo assim está todo mundo animado, o mesmo vão ocorrer com os bondes.

          Se vocês tem algum velho conhecido pergunte para este porque os bondes foram removidos e ele não saberá dizer, simplesmente porque não tem motivo.

          Outra coisa, se tiver uma linha e se buzinar nos ouvidos de prováveis fabricantes de bondes aqui no estado a pressão aumentará, a tecnologia de bondes é consagrada e não necessita grandes linhas de montagem.

          Se além disto, o sistema de propulsão for atualizado com motorização moderna (no bonde histórico), assim como os trilhos (colocando trilhos soldados) com dormentes de concreto, o bonde histórico terá um aspecto pitoresco, mas com desempenho próximo aos bondes modernos.

          Vou dizer, a nível de conforto interno eu acho muitas vezes mais confortável viajar num bonde de 1950 do que num ônibus de 2012. Eu não sou saudosista, acho que as coisas hoje em dia estão melhores, mas no caso dos bondes houve um retrocesso enorme. Só para dar poucos exemplos, alguns bondes que trafegavam em 1960 tinham CALEFAÇÃO (pode-se agregar ar condicionado), bonde não salta de um lado para outro, não tem freadas absurdas e a aceleração é constante ultrapassando logo logo qualquer tipo de ônibus, não jogam fumaça na cara dos passantes e o barulho que eles fazem é muito agradável.

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          • É algo pra se torcer, sem dúvida.

            Meu medo é que o foco nos turistas vai dar aquele ar de “obra inútil e cara que fizeram pra roubar nosso dinheiro na copa”.

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  9. Como mostra a foto, nem se fizessem o cais mauá, o bonde histórico e ciclovias decentes a fiação aérea seria enterrada. hahaha

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  10. O muro da mauá infelizmente continuará com a infame solução de tranformá-lo em uma “fonte”. E também não enterraram a fiação, pelo menos nessas imagens.

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  11. Gostei da proposta!

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  12. Finalmente estão tendo um planejamento macro para a cidade, e não ações isoladas.

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  13. Queria entender precisamente o quê essa proposta toscamente apresentada vai fazer a respeito das verdadeiras barreiras que separam o centro do cais, a saber: muro da Mauá, Trensurb e Avenida Mauá. Não haverá permeabilidade ou interação alguma enquanto essas barreiras não forem transpostas. De nada adianta fazer canteirinhos bonitinhos em duas ou três ruas selecionadas do lado de cá da barreira enquanto o lado de lá estiver FISICAMENTE isolado.

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    • 1. muro da mauá vai ser derrubado, não?
      2. trensurb vai até o mercado, COM FÉ que farão uma passarela nesse trecho que ele se encontra;
      4. avenida mauá continuará lá, acho impossível fecha-la, ainda mais com o tráfego de onibus que tem, no mínimo uma passarela e faixas de segurança: assim é hoje a West st em nyc.

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      • 1) O muro da Mauá NÃO será derrubado, de forma alguma. Já se desistiu dessa ideia faz tempo.
        2) Passarelas são formas limitadíssimas de permeabilidade urbana. Sem contar que ficaria feio pra caramba
        3) Se se pretende tirar os ônibus de lá (em favor de BRT e metrô), isso já deixa de ser um problema. O modelo da West St de Nova Iorque que citaste é fenomenal, mas impossível para a Mauá, em função do muro.

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      • 1) Isso, logo de cara se falou que a derrubada está descartada. Do lado de dentro vai ter uma cascata mas continuará nos separando do cais
        2) O trensurb ao meu ver devia ser todo enterrado ou elevado no centro, mas acho que não sai não.
        3) Horrível mesmo, mas como ficou aquela idéia de enterrar um trecho da Mauá?

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