Chinesa Midea assume operações da Springer Carrier em Canoas

Ampliação da planta industrial está sendo analisada pela holding chinesa

Marca Springer foi substituída por Midea Carrier na fábrica canoense Foto: Vinícius Carvalho/GES

Canoas – A chinesa GD Midea Holding, que no ano passado concluiu a compra de participação de 18% na norte-americana Springer Carrier por 119 milhões de reais, já domina na totalidade as operações da unidade da empresa no município, situada no bairro Industrial. Considerada a maior exportadora de ar-condicionados do mundo, a joint venture Midea Carrier quer expandir a distribuição de sistemas de ar-condicionado residenciais e comerciais no Brasil, Argentina e Chile. Além disso, a união das marcas busca alavancar a escala de produção e aumentar o portfólio de produtos para abastecer também outros segmentos, como o de linha branca.

Por meio de sua Assessoria de Imprensa, a Midea Carrier informou que o impacto com as mudanças e as diretrizes chinesas está concentrado nos setores administrativos, para desenvolvimento e ajuste do plano estratégico. Já a ampliação da planta ou reflexos nos recursos humanos estão em análise.

Diário de Canoas – Amilton Belmonte/Da redação

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Mais informações sobre a Midea:

A Midea é uma empresa global, fundada em 1968, que exporta seus produtos para mais de 150 países. São produtos de extrema qualidade, desenvolvidos com o que há de melhor da tecnologia atual. Pelo mundo, estão também os mais de 100.000 funcionários da Midea, sendo que 1.000 deles trabalha exclusivamente em pesquisa e desenvolvimento, profissionais responsáveis por garantir aparelhos cada vez mais econômicos, duráveis e com o melhor custo/benefício. Essas são as características que a Midea garante em todos os seus produtos.

É por isso que a Midea é hoje a maior fabricante de condicionadores de ar split do mundo e que milhões de pessoas estão satisfeitas em ter suas casas e empresas aparelhos com a nossa marca, principalmente, porque não há limites para nossa tecnologia.

Sede brasileira fica em Palhoça, SC

A Midea chegou ao Brasil no final de 2006 através de uma Joint Venture, formando assim a Midea do Brasil S.A., que hoje conta com sua sede administrativa e logística um centro de distribuição de 11mil m² no município de Palhoça, Santa Catarina.

Para atender o país inteiro a Midea conta com um sistema de representação exclusivo e assistências técnicas especializadas distribuídas pelo Brasil, atendendo pessoalmente e acompanhando as necessidades e conquistas de nossos clientes.

Contamos com representantes comerciais em todas as regiões e estados brasileiros.

Fonte: Midea do Brasil



Categorias:Economia, Economia Estadual

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2 respostas

  1. Eu falei num Post daqui, eles estão invadindo sem dar um tiro!

    Fora com estes falsos capitalistas, por detrás das fachadas das empresas chinesas, está o
    pior e mais violento sistema político do mundo!

    A presidente vermelhinha de nosso país apoia parcerias econômicas com este regime, que
    tem o maior regime escravo e tronculento do planeta!

    Os nossos políticos são corruptos, mas compactuar com ditaduras, onde está no mínimo a
    coerência? Esqueceram-se do massacre da Praça Celestial? Em 1989 no embalo do fim do comunismo na extinta URSS. Oprimiram estudantes e massacraram sem piedade aos que pediram liberdade de pensamento!

    Mostram que são muito ingênuos ou burros, ou quem sabe os dois.

    Lutaram para extinguir a ditadura de direita em nosso país e agora abrem nosso mercado, entregam nosso país e apoiam parcerias a ditadura de esquerda!

    No futuro vamos ver a China dona do planeta, maiores fornecedores de produtos piratas do mundo, que nôjo! É de indignar!

    A invasão não será armada e sim econômica, com trabalho escravo que existe lá, quem poderá competir com eles? Estão implantando fábricas aqui só para desviar a atenção.

    Aqui abaixo vai a parte negra deste regime.

    O Protesto na Praça da Paz Celestial (Tian’anmen) em 1989, mais conhecido como Massacre da Praça da Paz Celestial, ou ainda Massacre de 4 de Junho consistiu em uma série de manifestações lideradas por estudantes na República Popular da China, que ocorreram entre os dias 15 de abril e 4 de junho de 1989. O protesto recebeu o nome do lugar em que o Exército Popular de Libertação suprimiu a mobilização: a praça Tiananmen, em Pequim, capital do país. Os manifestantes (em torno de cem mil) eram oriundos de diferentes grupos, desde intelectuais que acreditavam que o governo do Partido Comunista era demasiado repressivo e corrupto, a trabalhadores da cidade, que acreditavam que as reformas econômicas na China haviam sido lentas e que a inflação e o desemprego estavam dificultando suas vidas. O acontecimento que iniciou os protestos foi o falecimento de Hu Yaobang. Os protestos consistiam em marchas (caminhadas) pacíficas nas ruas de Pequim.

    Devido aos protestos e às ordens do governo pedindo o encerramento dos mesmos, se produziu no Partido Comunista uma divisão de critérios (opiniões) sobre como se deveria responder aos manifestantes. A decisão tomada foi suprimir os protestos pela força, no lugar de atenderem suas reivindicações. Em 20 de maio, o governo declarou a lei marcial e, na noite de 3 de junho, enviou os tanques e a infantaria do exército à praça de Tiananmen para dissolver o protesto. As estimativas das mortes civis variam: 400 a 800 (segundo o jornal estadunidense The New York Times, 2 600 (segundo informações da Cruz Vermelha chinesa e sete mil (segundo os manifestantes[carece de fontes]). O número de feridos é estimado em torno de sete mil e dez mil, da acordo com a Cruz Vermelha. Diante da violência, o governo empreendeu um grande número de arrestos para suprimir os líderes do movimento, expulsou a imprensa estrangeira e controlou completamente a cobertura dos acontecimentos na imprensa chinesa. A repressão do protesto pelo governo da República Popular da China foi condenada pela comunidade internacional.

    No dia 4 os protestos estudantis se intensificam muito. No dia 5 de junho, um jovem solitário e desarmado invade a Praça da Paz Celestial e anonimamente faz parar uma fileira de tanques de guerra. O fotógrafo Jeff Widener, da Associated Press, registrou o momento e a imagem ganhou os principais jornais do mundo. O rapaz, que ficou conhecido como “o rebelde desconhecido” ou o homem dos tanques” foi eleito pela revista Time como uma das pessoas mais influentes do século XX. Sua identidade e seu paradeiro são desconhecidos até hoje.

    Eu não esqueci aqueles acontecimentos e aquela cena e vocês esqueceram?

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Protesto_na_Pra%C3%A7a_da_Paz_Celestial_em_1989

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  2. Fico impressionado com poder dos chineses… as vezes me parece que hoje em dia a China está para os EUA o que os EUA estavam para a Europa no ápice da industrialização norte-americana.

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