Vem aí o Praça Cavalhada Shopping Center, zona sul de Porto Alegre

O Grupo 5R, que já constrói o Praça Rio Grande Shopping Center, na cidade de mesmo nome, e que lança oficialmente amanhã, quinta,   17 de maio, o Praça Alvorada Shopping Center, pre-anuncia o lançamento do Praça Cavalhada Shopping Center, na zona sul de Porto Alegre.

O grupo 5R, de São Paulo, é de membros da família Rossi, a mesma da Construtora Rossi, que opera há quase duas décadas no RS. Nesta área de shoppings, ele costuma atuar com os grupos Sonae e BR Malls.

Não temos ainda nenhuma informação mais detalhada.

Enquanto isso veja as imagens de alguns projetos de shopping centers do Grupo 5R:

Projeto do Praça Rio Grande Shopping Center, já em construção

Projeto do Praça Uberaba Shopping Center, Uberaba – MG

Projeto do Praça Uberlândia Shopping Center, Uberlândia – MG

Informações: Políbio Braga e Grupo 5R

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Categorias:Arquitetura | Urbanismo, Comércio, Economia, Economia da cidade, Shopping Centers

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67 respostas

  1. CHEGA DE SHOPPINGS!!!!!!!!!!! QUEREM MATAR AS RUAS DE PORTO ALEGRE!!!!
    Se os ecoxitas fizerem protesto contra isso eu juro que vou junto!

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    • VOP, vivemos num mundo capitalista, em especial num país mega capitalista. Portanto os empreendedores privados, teoricamente, podem fazer o que bem endendem pra ganhar dinheiro, claro, seguindo certas regras ambientais. Enquanto houver público, eles continuarão a brotar por aí.
      Não me incomodo com os shoppings. Quando vou, normalmente vou num só (Iguatemi) e as vezes no Total também. Não vou mudar os meus hábitos por que estão surgindo novos. A zona sul tem espaço pra mais um ou dois shoppings com certeza.
      Mas a cidade tem que crescer também em outros sentidos: na qualidade de sua arquitetura, na quantidade de equipamentos culturais disponíveis, na quantidade e qualidade de se seus parques e praças. Enquanto isso, deixa os shoppings. Eles fazem parte de qualquer cidade grande do mundo. E se pensar bem, Porto Alegre, com o Bourbon Wallig, só tem 4 (quatro) grandes shoppings. Os outros são médios. Salvador, BH, Curitiba, Rio e São Paulo tem muito mais.
      Sem falar que os shoppings são geradores de empregos e, com as obras em contrapartida que geralmente a prefeitura os obriga a fazer, ajudam a desenvolver a cidade.
      Que venham mais shoppings !

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      • “Sem falar que os shoppings são geradores de empregos”

        Empregos. É isso que os xiitas mais desprezam.

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      • Vivemos num mundo tão capitalista quanto o europeu, mas como é que lá eles conseguiram desenvolver um comércio de rua e aqui só compramos se estivermos encurralados em bunkers sem graça? Existem mil opções para desenvolver o comércio de uma cidade. Shopping é a pior delas. Shopping segrega, faz a pessoa sair do estacionamento subterrâneo do prédio onde ela mora e chegar no estacionamento subterrâneo do shopping sem nem pisar, nem respirar o ar da cidade. E vice-versa. Pra mim isso é assassinato urbano.

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      • É curioso quando conversamos com estrangeiros, principalmente da metade norte da Europa, que eles pensam que o Brasil com a pequena variação térmica que tem, com a natureza exuberante e com o ar puro passamos muito tempo ao ar livre, alegres e convivendo em harmonia.

        Nem imaginam o tamanho do preconceito social, ganância e violência que se vive, chegando ao ponto de se tranquem até os dentes, com grades, câmeras e carros blindados (nisso o Brasil é o 1o no mundo) reduzindo o seu mundo, na maior parte do tempo entre o condomínio, shopping, trabalho ou universidade, todas fechadas.

        (desabafo)

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      • Porque será que na Europa conseguem desenvolver um comércio de rua???
        Vai ver o que os donos de comércio da av azenha pensam ?
        Dever ser porque no Brasil quase não tem assalto né…
        Eu prefiro mil vezes shopping, me sinto muito mais seguro.
        Vai procurar estacionamento na azenha pra poder fazer algumas compras por alí…

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  2. Gosh, mais um trambolho…

    … só me intriga onde vai ser! Não tem muito terreno disponível desse tamanho na Cavalhada.

    Chuto junto ao BIG da Eduardo Prado, que já tem previsto shopping e torres de escritórios, OU continuando a Av.Cavalhada, passando o Jardim do Sol, que tem um terreno imeeeeeeeeenso e vazio desde que eu me conheço por gente.

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  3. Putz, mais um shopping!!!
    Convenhamos, não precisar ser eco-xiita pra achar um saco uma cidade de shoppings. Bota urbanização tacanha e sem graça…

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    • Busque saber quantos existem em São Paulo. Tem mais de 60! E estão reclamando porque vai receber o quarto ou quinto?

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  4. Se a IAB fosse realmente útil eles poderiam meter o bedelho aí.

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  5. Estou com vocês… basta de shoppings fechados!

    Será que somos obrigados a viver confinados dentro de lugares fechados como se fôssemos robos consumistas? Não que seja ruim consumir, mas viver não é só trabalhar e gastar.

    Está mais do que na hora de Porto Alegre oferecer a seus habitantes lugares para passear, namorar, pegar um sol, encontrar os amigos, andar de bicicleta. Tudo isto a céu aberto com segurança, com calçadas decentes, com paisagismo… É pedir demais?

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    • Mas ja tem, encol, parcão, redenção, marihha, gasometro e trocentas outras praças, vão fazer o que se o povo prefere shoppings? Se voces não gostam, podem aproveitar as praças, ninguem obriga ninguem a ir pra shopping.
      Eu me mato rindo com a frescurete de alguns aqui, de tentar acabar com os shoppings para forçar o povo a fazer o que querem… haha isso tambem é ser ecoxiita, querer acabar com a alegria da maioria por uma vontade de voces.

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      • Não sei de onde você tirou a ideia de acabar com shoppings… do meu texto é que não!

        Só acho que no dia que as ruas tiverem mais segurança, paisagismo, boas calçadas, haverá mais lojas de rua, mais pessoas curtirão fazer compras ou simplesmente passear a céu aberto e não em lugares fechados.

        E não adianta dizerem que o calor ou o frio espanta as pessoas da rua… Se fosse isso, não haveria lojas de rua na Europa.

        O que nos falta é uma cidade bem cuidada para que não precisemos recorrer a locais fechados.

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      • Querendo ou não, não existem lojas de rua porque lojas querem dinheiro, ricos têm dinheiro e ricos gostam de ar condicionado e segurança. É lógico.

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  6. Espero que gastem oq economizaram no Render, em um shopping de qualidade

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  7. porto alegre tem alguma lei q obrigue as pessoas a frequentarem shoppings? por esta gritaria td deve ser algo obrigatório…

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  8. O consumo em shoppings é uma espécie de modismo característico da mobilidade vertical que a sociedade brasileira está vivendo no momento com a expansão do crédito.

    É quase um “status” social ir até um shopping, mesmo se este crescimento for sustentável mais uns cinco anos teremos a ascensão deste tipo de comércio.

    Quando passar o modismo, provavelmente os shoppings irão estagnar ou mesmo diminuir o seu número de consumidores para outro tipo de empreendimento que não seja um mero templo ao consumo.

    Vejam, vocês todos, independente de eco-xiismo estão já se saturando deste tipo de comércio.

    Os shoppings tem uma característica de mesmismo que irritam qualquer um que os tenha frequentado durante algum tempo, é mais ou menos quem viu um, viu todos.

    É só cair na boca de todos que é brega ou algo semelhante frequentar um shopping que a coisa vira.

    Eu por exemplo fico irritado com a falta de opções em termos de roupas masculinas para quem já passou do peso, a incapacidade dos mesmos em fazer uma programação cinematográfica diferenciada e a qualidade das praças de alimentação.

    As praças de alimentação não dão quase nenhuma opção de uma alimentação saudável e em conta exemplo, o nosso inigualável PF ou um bom filé sem frescura.

    Acho que o calcanhar de Aquiles dos shoppings, são exatamente a alimentação, é imposto um padrão alimentar que nada tem a haver com nossa cultura, coisa que por exemplo vi a algum tempo atrás em BH, onde um dos centros comerciais tem restaurantes de comida mineira, e não aquela que aparece por aqui.

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    • Na minha época, gaucho adorava uma massa, carne, frango, polenta…
      E isso tudo eu encontro nos shoppings….
      Apesar de não gostar de comer em shoppings, as vezes quebra um galho quando tenho muitas coisas pra fazer, e todas posso fazer em um shopping.
      Alias, pensa bem, ao invez de ficar circulando de carro e atrapalhando o transito como tanto falam, não, pego meu carro, vou até o shopping, guardoo no estacionamento, compro o que tenho que comprar, almiço no shopping, faço algo mais, depois ja da pra fazer o rancho, por que é só atravessar a rua que ta no bourbon (iguatemi), ou como quase sempre vou nos bourbons mesmo, ja tem um zaffari dentro.

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  9. Por mim a quantidade de shoppings na cidade é algo insignificante, desde que outras intervenções na cidade não sejam colocadas de lado em prol destes, como as que o Gilberto citou. Agora uma coisa não posso deixar de comentar: entendo que quando estes grandes estabelecimentos são construídos, são necessárias alterações viárias no entorno para não piorar ainda mais o caos do trânsito. No entanto, acho que algumas coisas estão sendo muito mal projetadas… olhem o Bourbon Wallig – a avenida lateral que antes possuía duas mãos agora só vai na direção Assis Brasil – interior do bairro.

    O que ninguém notou foi que essa avenida é a que dá acesso à portaria principal do Hospital Conceição, um dos principais complexos hospitalares de Poa. Resumo, dificultou muito o acesso ao hospital para quem vem da Zona Leste, principalmente. E não fizeram nem questão de colocar placas indicando uma nova maneira de acessar o hospital. Me pergunto: que inversão de valores é essa? Então o escoamento de usuários de um shopping é mais importante que o acesso de pacientes, familiares destes e funcionários a um hospital?

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  10. A obrigação de freqüentar shopping vem da falta de opções fora dele: violência, falta de infra estrutura, falta de sinalização, falta de banheiros, péssima limpeza, falta de urbanismo, aspecto feio da cidade com calçadas sem padrão, pichaçao, barulho de ônibus…

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    • ou seja, os problemas estao longe de ser os shoppings

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      • O ponto é que quanto pior fora do shopping, melhor para o shopping. Não é questão de culpar e ou se sentir atacado… é só uma constatação que você pode discordar.

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    • Eu faço muitas compras no centro e nao sofro violência alguma, mas essa desculpa é bem comum mesmo.

      Em relação a pixações, etc, nos fechar nos shoppings em vez de fazer algo a respeito só vai perpetuar o problema.

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      • É esse o ponto. Quem acha a cidade pouco convidativa, ao invés de fazer algo, nem que seja questionar o desleixo da prefeitura, toma uma atitude individual e paga mais pelos serviços dos shoppings.

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      • Então quer dizer que o centro é uma maravilha?? me fala aonde tu estaciona o carro lá por 5 reais, e melhor, sem ter que deixar as chaves que eu não conheço.
        Me desculpem mas eu não me sinto bem, no camelodromo ou hipofabricas, e não entendo quem se sinta bem por lá, é tudo desorganizado, uma correria, a pessoa tem que ficar se cuidando com bolsas, ou mochilas, não vem me dizer que é tudo tranquilo, uma maravilha que vc vai estar sendo hipócrita.

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    • Ai é com a prefeitura, e não com as empresas que constrói shoppings.

      Alias, praça da encol e parcão são bem estruturadas, mas muita gente não vai por que diz que é lugar de play boy e nhenhenhe… haha…

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  11. Construir e viabilizar um shopping é algo caro, é um grande investimento. Os shoppings estão sendo construídos porque os investidores enxergam o nicho de mercado. Esse nicho é: As pessoas querem ambientes agradáveis, seguros e confortáveis e as prefeituras não estão cumprindo o seu papel, apesar de todos os impostos pagos pelos empresas, que são repassados aos produtos para ser pago pelo consumidor que já paga taxas de lixo e IPTU, por exemplo.

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  12. Estava lendo o artigo e pensei: será que esse shopping não vai sair no local da antiga fábrica da Avipal/Perdigão? Trabalho ali em frente, e a fábrica está vazia há anos – já ouvi comentários de que ali sairia um shopping ou supermercado. É um terreno relativamente grande e bem localizado para um empreendimento assim.

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    • Vero!
      Tinha esquecido desse terrenão… ali é grande mesmo! Maior que os 2 que comentei ali em cima!

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      • Pessoal eu tenho uma informação de que poderá ser numa garagem (sede de empresa) de ônibus que fica na Cavalhada praticamente na esquina com a Otto Niemayer. Não me lembro qual a empresa ali. Mas o terreno é bem grandinho e pode acolher um shopping sim.

        Este terreno:

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      • Gilberto, a empresa é a Viação Teresópolis Cavalhada (VTC). Eu tinha lido em algum lugar que a garagem dessa empresa iria se mudar para o bairro Campo Novo, perto de onde moro, mas não há nada definido.

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      • Blé! Ali é a garagem da VTC (Viação Teresópolis Cavalhada). O trânsito ali é caótico, tanto na Avenida Cavalhada quanto na Av. Otto Niemeyer.

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      • Se for ali mesmo, é bom que comprem a quadra toda. Só tem construções feias ali, ia ajudar bastante.

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  13. Percebi bem isso na semana passada que fui a um shopping comprar um presente achando que ia ser mais prático… Me deparei com a completa falta de opções.

    Fui na Saraiva e perguntei sobre livros com fotografias de montanhas, Tibete ou Andes: Não Tem. Livro de arquitetura bio-inspirada: não Tem. algum livro sobre bambu: não Tem. Acho que só tinha biografia do Steve Jobs…

    Fui a uma loja de produtos naturais, um chá importado é bom presente… Que decepção! Só tinha chá verde, preto e branco e uns 5 tipos de Jinseng…

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    • Era para ser um comentário para “rogeriomaestri” sobre a mesmice dos shoppings .

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    • Pablo

      Mas livros de auto-ajuda é o que não falta!

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      • Tá, mas a culpa é do shopping?

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      • Caro Álan.

        Em grande parte é, o esquema de comercialização das grandes redes é de apresentar produtos que atendam o gosto médio, logo a comercialização de produtos mais fora da média ou melhor da moda (estatisticamente falando). Logo mesmo que sejam ventáveis outros produtos eles são tirados da cesta de ofertas, em função da maximização em termos de lucro e minimização dos custos com seus compradores. Se tivéssemos lojas de menor porte, sem sofrer a concorrência mediática que os shoppings impõe, cada loja poderia achar seu nicho de mercado e satisfazer plenamente consumidores específicos.
        O consumo massificante não é uma invenção do consumidor, é uma forma de centralizar as compras e poder manter a estrutura centralizada dos grandes conglomerados.
        Este papo que o consumidor que dá as regras, é conversa mole para boi dormir, quem rege o mercado são as grandes redes, e quanto mais homogêneo forem seus estoques mais lucros terão.
        Insisto, esta tentativa de caracterizar o mercado como uma negociação de dois players sobre a mesma condição de negociação, é simplesmente uma das abstrações teóricas mais perversas que determinadas ideologias tentam passar para a população em geral. Monopólio, oligopólio e seus outros pólios irmãos, é que dão a linha mestra do mercado, e o consumidor se quiser que fique feliz com que a casa oferece.

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  14. Mas é possível fazer shoppings abertos (ou semi-abertos), na zona sul estão surgindo alguns, é muito mais agradável do que os caixotões.

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    • Eu não acho…
      Caminhar no calor de 40 grauss no verão é pra matar, ou chuva e frio no inverno…

      E pelo que parece, a maioria das pessoas prefere assim tambem.

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    • E porque o DC Shopping que é um shopping aberto ( ou semi aberto), tá sempre lá as moscas?? cadê os ecoxiitas que não estão lá….

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  15. Esse nome ‘Praça blablabla Shopping’ estraga todo o empreendimento.

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  16. Esse pessoal que fica amaldiçoando os shoppings são muito CHATOS ! Um traço bem tipico de portoalegrense, mesmo, que tem que relamar de tudo.

    Qualquer lugar festeja um empreendimento. Menos aqui.
    Até mesmo quando eles são responsáveis por trazer coisas inéditas pra cidade, como cinemas IMAX.
    Ou livraria Cultura, Fnac, cinema Unibanco, redes famosas de alimentação, etc.

    Olha, eu adoro ir em ruas movimentadas, bater pé. E gosto mais ainda de sentar num bar na calçada.

    Mas eu também adoro poder ir num shopping quando está chovendo. Quando está um friozão com vento congelante. Quando está garoando. Quando tem aquela chuvinha que dura dias e dias sem parar, que há no nosso inverno. Quando tem minuano. Quando no verão não dá pra aguentar andar no sol. Quando faz calor massacrante.

    O shopping tem uma utilidade muito maior numa cidade com o clima extremado como o de Porto Alegre. Aqui o shopping não pode ser visto só como um modismo, ou um culto ao consumismo. Aqui o shopping se mostra muito útil.

    Vejam o Canadá. Eles tem cidades desenvolvidas, agradáveis e vivas. Mas também tem verdadeiras cidades subterrâneas. E isso não é porque eles odeiam “vida na rua” ou ” comercio de rua” . Os lugares fechados são úteis lá.

    Os chatos já vão dizer que não dá pra comparar as temperaturas negativas de lá com as nossas temperaturas. Claro que dá. Frio não é só perto de zero. E tem todo o clima chuvoso e ventoso. E nosso verão também é muito mais punk que o de vários lugares com fama de sol e praia brasileiros.

    E shopping é investimento, gera grana, emprego e na verdade estimulam vários outros empreendimentos onde vão. Após o Barra, o comércio de rua da região tá é explodindo. Está surgindo sem parar um monte de padarias, lojinha de rua, barzinhos, restaurantes, loja de grife, lancherias, xerox, cabeleireiros, docerias, armarinhos…

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    • Não bastasse querer comparar o clima de Porto Alegre com o do Canadá, o cara ainda quer comparar um shopping com as cidades subterrâneas de lá. Ao contrário dos shoppings, os undergrounds cadandenses não foram feitos para as pessoas comprarem, mas sim para facilitar o fluxo das pessoas no inverno rigoroso. Lá, a existência do comércio é uma externalidade; nos shoppings, é o que justifica a sua existência.

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      • poizé, nosso clima não chega a ser tão frio como no Canada, logo, não precisa chegar ao ponto de fazer uma cidade subterranea, mas construir shoppings para o consumo sim…

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  17. Olha, sei que é bem depois do bairro cavalhada, mas na juca batista logo após a rótula da serraria, próximo aos altos do ipê, existem dois ou três grandes terrenos para negócio comercial. Havia recentemente uma placa colocando a venda e condicionando a uma oportunidade comercial.

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  18. Duvidosa a arquitetura desses shoppings. Que lástima.

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  19. Acho difícil fazerem um shopping na garagem da VTC. Mudar a garagem da VTC pro Campo Novo seria ruim pra empresa. Acredito que o shopping é do lado do BIG Cavalhada. O terreno da Perdigão pode receber ótimos empreendimentos pelo tamanho, mas pelo que eu sei ainda não conseguiram vender o terreno, pois parece que o solo está bastante contaminado com água dos frangos, e a descontaminação sairia caro.

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  20. Quem não gosta de shopping, se prepare, pois vem muitos shoppings por aí. O Brasil recém está entrando na fase do alto consumismo, por isso existe muito espaço para esse verdadeiros “Templos do consumo”. A tendência é, no mínimo, um shopping por bairro nas grandes cidades e isso acabará acontecendo, proporcionalmente ao aumento da renda dos brasileiros.

    Só acho o seguinte: não gosta, não vai. Sempre existirá outras opções para comprar. Eu, por exemplo adoro caminhar pelos centro de Porto Alegre e pelas ruas do meu bairro, descobrindo e fuçando em lojinhas, mais também frequento shoppings, sem problemas.

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    • Julião

      Nem esta concepção que shoppings são “Templos do consumo”, não procede, vou dar um exemplo real sobre como é a massificação imposta pelas grandes redes.

      O antigo Nacional tinha uma política de compras diferenciadas conforme o público, com a compra da rede pelo Walmart implantaram a política do mixing único para a rede, por exemplo o Nacional da Lucas de Oliveira, tinha uma série de produtos característico da região, como café em grão, queijos diferenciados e o mais comum, presunto gordo (parece até brincadeira!), com a entrada da rede Walmart, como no resto da rede a venda destes produtos era pouca, simplesmente eles tiraram de linha. Ou seja, o Walmart decidiu que eu não deveria comer presunto gordo, só magro, e por isto eles tiraram do mixing.

      O ideal para as grandes redes é um número limitado de fornecedores para eles poderem exigir ao máximo um mínimo preço e maximizarem os seus lucros.

      Quanto maior o número de shoppings menor é a diversificação de produtos, pois a compra é centralizada e fazendo os clientes se acostumarem a comprar em suas redes eles limitam ao máximo a oferta.

      Há muito tempo passou um filme na TV do Sylvester Stallone, tão ruim (pior ainda do que os outros) que não me lembro nem do nome, em que ele é um policial que esta congelado e é descongelado no futuro para fazer não sei o que, mas há uma coisa interessante, no futuro segundo o filme depois da “Guerra das Franquias” sobra em todo o mundo só uma cadeia de “fast food” para servir a toda a população, é uma brincadeira mas retrata exatamente o que teremos daqui para diante.

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    • O problema é que as lojas que eu gosto só existem em shoppings… Opção eu não tenho nenhuma!

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  21. É isso aí, Julião.

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  22. Acho o Paseo Zona Sul um ótimo exemplo de shopping aberto. Possui uma grande área aberta com um belo paisagismo, com bares e etc.

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    • E parece que não fez tanto sucesso quanto se esperava..
      Nunca fui la, mas foi o que ouvi dizer…
      Outro que tambem ta meio fraco é o shopping lindóia que é mais ou menos assim.

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      • Sábado tem muito movimento e a noite também, principalmente na parte de alimentação. Se fosse num local mais central teria muito movimento, poderiam fazer um no Moinhos de Vento ou Bela Vista. Com certeza faria muito sucesso.

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  23. Felipe

    É tudo uma questão de estética, mas não o sentido mais vulgar da palavra, estou falando de estética como uma forma de percepção ou sensação do que nos cerca com a finalidade de definir a natureza do belo, e a partir desta definição determinar o seu comportamento comportamento perante o que é visto.

    As novas gerações estão adotando um padrão estético minimalista (ou “clean”), deplorando os aspectos mais elaborados e confusos do nosso centro.

    O centro de uma cidade reproduz parte de sua história com toda a sua herança, ele tem o certo e o errado, e muitos se negam a ver o errado, preferindo ver somente o pré-fabricado. Inclusive o aspecto confuso que caracteriza quase todos os centros de cidades em todo mundo está na sobreposição de estilos, modelos e concepções arquitetônicas que coabitam lado a lado.

    Adotar um comportamento negacionista com relação ao próprio passado, é deixar que o futuro seja construído em salas de marketing e propaganda, que dirão como viver como e o que consumir, e se facilitar, até como morrer.

    Por mais que pareça, não estou fazendo um discurso ideológico-partidário, estou externando o que alguém que pertence a outra geração que acompanha as atuais. Eu, por exemplo, nasci e me criei no centro da cidade, para mim os prédios, a falta de uniformidade não me choca, mas isto é a partir da visão de uma geração pós guerra.

    As gerações posteriores a minha olham mais o que tem na tela de uma TV ou de um computador, antes do que tem na rua. A realidade é abastecida por um grande número de imagens, que apesar de ampliar os movimentos das novas gerações mas as desraizam de seu passado.

    Em resumo, o centro choca, mas ao mesmo tempo como as rugas numa face representam não só velhice, mas também uma história de vida.

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  24. Reclamam tanto porque não têm dinheiro pra ir lá gastar.

    Para fazer um shopping, se leva em conta melhorias ao trânsito, saneamento… Tudo feito pelo proprietário.
    Ir ou não num shopping é de cada um.

    Achei um peido a Melissa ficar irritada. Pois muitos podem ficar irritados com vaginilidade dela em busca por ciclovias… Lembre-se, o shopping é feito, melhorias em sua volta também. Ir nele ou não é de cada um.

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    • Pessoal, acho que cada momento merece o seu ambiente.
      Se quiseres ter ar livre, sol e tudo mais, programe um passeio para isso em um parque, praça, ande de bicicleta.
      Daqui a pouco vão dizer que andar de ônibus é sair duma caixa chamada “casa” e entrar numa outra caixa.
      Façam tudo na rua então! Transformem as lojas em “briques da redenção”, ou então em “centros” e “azenhas”, sem estacionamento, proteção da chuva e calor.
      Que paranoia!

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  25. E sobre aquele terreno do lado do posto de gasolina na eduardo prado, tá saindo um mc donalds ali ou é impressão? Achei interessante!

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  26. Trabalho na Cavalhada e tenho informações que VTC está de mudança, somente falta algumas licenças ambientais no novo terreno da empresa no Campo Novo para se mudar.

    Ouvi que donos de estabelecimentos comerciais que ficam na quadra postada em imagem anteriormente por alguém, localização entre av. Cavalhada, Dr. Barcelos, Otto Niemeyer e Afonso Arinos, estão sendo procurados para negociar os terrenos, pelo que ouvi falar, os cara querem a quadra inteira, por exemplo, na esquina da Cavalhada com a Barcelos, ofereceram um fortuna por aquele terreno da esquina, onde existe uma farmácia, uma loja de celular e um restaurante.

    Um outro local que é para ser rótola gigante do plano diretor é na famosa curva da av. Cavalhada, onde fica as vezes umas ambulâncias da SAMU, ali estão desabitando tudo e cercando com tapumes de concreto, para quem passa por ali parece ser uma área pequena, mas é gigante. http://s14.postimage.org/so1qkb3kh/Screen_Shot00166.jpg

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  27. o shopping DC Navegantes é a céu aberto e vai lá ver como está, parece um cemitério.

    E se vc for em ruas comerciais como a Azenha, as lojas fecham cedo, por essas e outras que shopping se torna a melhor alternativa.

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  28. Leiam “A CAVERNA” do Saramago para compreender o significado do Shopping Center.

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