Vem aí o Praça Cavalhada Shopping Center, zona sul de Porto Alegre

O Grupo 5R, que já constrói o Praça Rio Grande Shopping Center, na cidade de mesmo nome, e que lança oficialmente amanhã, quinta,   17 de maio, o Praça Alvorada Shopping Center, pre-anuncia o lançamento do Praça Cavalhada Shopping Center, na zona sul de Porto Alegre.

O grupo 5R, de São Paulo, é de membros da família Rossi, a mesma da Construtora Rossi, que opera há quase duas décadas no RS. Nesta área de shoppings, ele costuma atuar com os grupos Sonae e BR Malls.

Não temos ainda nenhuma informação mais detalhada.

Enquanto isso veja as imagens de alguns projetos de shopping centers do Grupo 5R:

Projeto do Praça Rio Grande Shopping Center, já em construção

Projeto do Praça Uberaba Shopping Center, Uberaba – MG

Projeto do Praça Uberlândia Shopping Center, Uberlândia – MG

Informações: Políbio Braga e Grupo 5R



Categorias:Arquitetura | Urbanismo, Comércio, Economia, Economia da cidade, Shopping Centers

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67 respostas

  1. Leiam “A CAVERNA” do Saramago para compreender o significado do Shopping Center.

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  2. o shopping DC Navegantes é a céu aberto e vai lá ver como está, parece um cemitério.

    E se vc for em ruas comerciais como a Azenha, as lojas fecham cedo, por essas e outras que shopping se torna a melhor alternativa.

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  3. Trabalho na Cavalhada e tenho informações que VTC está de mudança, somente falta algumas licenças ambientais no novo terreno da empresa no Campo Novo para se mudar.

    Ouvi que donos de estabelecimentos comerciais que ficam na quadra postada em imagem anteriormente por alguém, localização entre av. Cavalhada, Dr. Barcelos, Otto Niemeyer e Afonso Arinos, estão sendo procurados para negociar os terrenos, pelo que ouvi falar, os cara querem a quadra inteira, por exemplo, na esquina da Cavalhada com a Barcelos, ofereceram um fortuna por aquele terreno da esquina, onde existe uma farmácia, uma loja de celular e um restaurante.

    Um outro local que é para ser rótola gigante do plano diretor é na famosa curva da av. Cavalhada, onde fica as vezes umas ambulâncias da SAMU, ali estão desabitando tudo e cercando com tapumes de concreto, para quem passa por ali parece ser uma área pequena, mas é gigante. http://s14.postimage.org/so1qkb3kh/Screen_Shot00166.jpg

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  4. E sobre aquele terreno do lado do posto de gasolina na eduardo prado, tá saindo um mc donalds ali ou é impressão? Achei interessante!

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  5. Reclamam tanto porque não têm dinheiro pra ir lá gastar.

    Para fazer um shopping, se leva em conta melhorias ao trânsito, saneamento… Tudo feito pelo proprietário.
    Ir ou não num shopping é de cada um.

    Achei um peido a Melissa ficar irritada. Pois muitos podem ficar irritados com vaginilidade dela em busca por ciclovias… Lembre-se, o shopping é feito, melhorias em sua volta também. Ir nele ou não é de cada um.

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    • Pessoal, acho que cada momento merece o seu ambiente.
      Se quiseres ter ar livre, sol e tudo mais, programe um passeio para isso em um parque, praça, ande de bicicleta.
      Daqui a pouco vão dizer que andar de ônibus é sair duma caixa chamada “casa” e entrar numa outra caixa.
      Façam tudo na rua então! Transformem as lojas em “briques da redenção”, ou então em “centros” e “azenhas”, sem estacionamento, proteção da chuva e calor.
      Que paranoia!

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  6. Felipe

    É tudo uma questão de estética, mas não o sentido mais vulgar da palavra, estou falando de estética como uma forma de percepção ou sensação do que nos cerca com a finalidade de definir a natureza do belo, e a partir desta definição determinar o seu comportamento comportamento perante o que é visto.

    As novas gerações estão adotando um padrão estético minimalista (ou “clean”), deplorando os aspectos mais elaborados e confusos do nosso centro.

    O centro de uma cidade reproduz parte de sua história com toda a sua herança, ele tem o certo e o errado, e muitos se negam a ver o errado, preferindo ver somente o pré-fabricado. Inclusive o aspecto confuso que caracteriza quase todos os centros de cidades em todo mundo está na sobreposição de estilos, modelos e concepções arquitetônicas que coabitam lado a lado.

    Adotar um comportamento negacionista com relação ao próprio passado, é deixar que o futuro seja construído em salas de marketing e propaganda, que dirão como viver como e o que consumir, e se facilitar, até como morrer.

    Por mais que pareça, não estou fazendo um discurso ideológico-partidário, estou externando o que alguém que pertence a outra geração que acompanha as atuais. Eu, por exemplo, nasci e me criei no centro da cidade, para mim os prédios, a falta de uniformidade não me choca, mas isto é a partir da visão de uma geração pós guerra.

    As gerações posteriores a minha olham mais o que tem na tela de uma TV ou de um computador, antes do que tem na rua. A realidade é abastecida por um grande número de imagens, que apesar de ampliar os movimentos das novas gerações mas as desraizam de seu passado.

    Em resumo, o centro choca, mas ao mesmo tempo como as rugas numa face representam não só velhice, mas também uma história de vida.

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  7. Acho o Paseo Zona Sul um ótimo exemplo de shopping aberto. Possui uma grande área aberta com um belo paisagismo, com bares e etc.

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    • E parece que não fez tanto sucesso quanto se esperava..
      Nunca fui la, mas foi o que ouvi dizer…
      Outro que tambem ta meio fraco é o shopping lindóia que é mais ou menos assim.

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      • Sábado tem muito movimento e a noite também, principalmente na parte de alimentação. Se fosse num local mais central teria muito movimento, poderiam fazer um no Moinhos de Vento ou Bela Vista. Com certeza faria muito sucesso.

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  8. É isso aí, Julião.

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  9. Quem não gosta de shopping, se prepare, pois vem muitos shoppings por aí. O Brasil recém está entrando na fase do alto consumismo, por isso existe muito espaço para esse verdadeiros “Templos do consumo”. A tendência é, no mínimo, um shopping por bairro nas grandes cidades e isso acabará acontecendo, proporcionalmente ao aumento da renda dos brasileiros.

    Só acho o seguinte: não gosta, não vai. Sempre existirá outras opções para comprar. Eu, por exemplo adoro caminhar pelos centro de Porto Alegre e pelas ruas do meu bairro, descobrindo e fuçando em lojinhas, mais também frequento shoppings, sem problemas.

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    • Julião

      Nem esta concepção que shoppings são “Templos do consumo”, não procede, vou dar um exemplo real sobre como é a massificação imposta pelas grandes redes.

      O antigo Nacional tinha uma política de compras diferenciadas conforme o público, com a compra da rede pelo Walmart implantaram a política do mixing único para a rede, por exemplo o Nacional da Lucas de Oliveira, tinha uma série de produtos característico da região, como café em grão, queijos diferenciados e o mais comum, presunto gordo (parece até brincadeira!), com a entrada da rede Walmart, como no resto da rede a venda destes produtos era pouca, simplesmente eles tiraram de linha. Ou seja, o Walmart decidiu que eu não deveria comer presunto gordo, só magro, e por isto eles tiraram do mixing.

      O ideal para as grandes redes é um número limitado de fornecedores para eles poderem exigir ao máximo um mínimo preço e maximizarem os seus lucros.

      Quanto maior o número de shoppings menor é a diversificação de produtos, pois a compra é centralizada e fazendo os clientes se acostumarem a comprar em suas redes eles limitam ao máximo a oferta.

      Há muito tempo passou um filme na TV do Sylvester Stallone, tão ruim (pior ainda do que os outros) que não me lembro nem do nome, em que ele é um policial que esta congelado e é descongelado no futuro para fazer não sei o que, mas há uma coisa interessante, no futuro segundo o filme depois da “Guerra das Franquias” sobra em todo o mundo só uma cadeia de “fast food” para servir a toda a população, é uma brincadeira mas retrata exatamente o que teremos daqui para diante.

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    • O problema é que as lojas que eu gosto só existem em shoppings… Opção eu não tenho nenhuma!

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  10. Acho difícil fazerem um shopping na garagem da VTC. Mudar a garagem da VTC pro Campo Novo seria ruim pra empresa. Acredito que o shopping é do lado do BIG Cavalhada. O terreno da Perdigão pode receber ótimos empreendimentos pelo tamanho, mas pelo que eu sei ainda não conseguiram vender o terreno, pois parece que o solo está bastante contaminado com água dos frangos, e a descontaminação sairia caro.

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  11. Duvidosa a arquitetura desses shoppings. Que lástima.

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  12. Olha, sei que é bem depois do bairro cavalhada, mas na juca batista logo após a rótula da serraria, próximo aos altos do ipê, existem dois ou três grandes terrenos para negócio comercial. Havia recentemente uma placa colocando a venda e condicionando a uma oportunidade comercial.

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  13. Esse pessoal que fica amaldiçoando os shoppings são muito CHATOS ! Um traço bem tipico de portoalegrense, mesmo, que tem que relamar de tudo.

    Qualquer lugar festeja um empreendimento. Menos aqui.
    Até mesmo quando eles são responsáveis por trazer coisas inéditas pra cidade, como cinemas IMAX.
    Ou livraria Cultura, Fnac, cinema Unibanco, redes famosas de alimentação, etc.

    Olha, eu adoro ir em ruas movimentadas, bater pé. E gosto mais ainda de sentar num bar na calçada.

    Mas eu também adoro poder ir num shopping quando está chovendo. Quando está um friozão com vento congelante. Quando está garoando. Quando tem aquela chuvinha que dura dias e dias sem parar, que há no nosso inverno. Quando tem minuano. Quando no verão não dá pra aguentar andar no sol. Quando faz calor massacrante.

    O shopping tem uma utilidade muito maior numa cidade com o clima extremado como o de Porto Alegre. Aqui o shopping não pode ser visto só como um modismo, ou um culto ao consumismo. Aqui o shopping se mostra muito útil.

    Vejam o Canadá. Eles tem cidades desenvolvidas, agradáveis e vivas. Mas também tem verdadeiras cidades subterrâneas. E isso não é porque eles odeiam “vida na rua” ou ” comercio de rua” . Os lugares fechados são úteis lá.

    Os chatos já vão dizer que não dá pra comparar as temperaturas negativas de lá com as nossas temperaturas. Claro que dá. Frio não é só perto de zero. E tem todo o clima chuvoso e ventoso. E nosso verão também é muito mais punk que o de vários lugares com fama de sol e praia brasileiros.

    E shopping é investimento, gera grana, emprego e na verdade estimulam vários outros empreendimentos onde vão. Após o Barra, o comércio de rua da região tá é explodindo. Está surgindo sem parar um monte de padarias, lojinha de rua, barzinhos, restaurantes, loja de grife, lancherias, xerox, cabeleireiros, docerias, armarinhos…

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    • Não bastasse querer comparar o clima de Porto Alegre com o do Canadá, o cara ainda quer comparar um shopping com as cidades subterrâneas de lá. Ao contrário dos shoppings, os undergrounds cadandenses não foram feitos para as pessoas comprarem, mas sim para facilitar o fluxo das pessoas no inverno rigoroso. Lá, a existência do comércio é uma externalidade; nos shoppings, é o que justifica a sua existência.

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      • poizé, nosso clima não chega a ser tão frio como no Canada, logo, não precisa chegar ao ponto de fazer uma cidade subterranea, mas construir shoppings para o consumo sim…

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