Vem aí o Praça Cavalhada Shopping Center, zona sul de Porto Alegre

O Grupo 5R, que já constrói o Praça Rio Grande Shopping Center, na cidade de mesmo nome, e que lança oficialmente amanhã, quinta,   17 de maio, o Praça Alvorada Shopping Center, pre-anuncia o lançamento do Praça Cavalhada Shopping Center, na zona sul de Porto Alegre.

O grupo 5R, de São Paulo, é de membros da família Rossi, a mesma da Construtora Rossi, que opera há quase duas décadas no RS. Nesta área de shoppings, ele costuma atuar com os grupos Sonae e BR Malls.

Não temos ainda nenhuma informação mais detalhada.

Enquanto isso veja as imagens de alguns projetos de shopping centers do Grupo 5R:

Projeto do Praça Rio Grande Shopping Center, já em construção

Projeto do Praça Uberaba Shopping Center, Uberaba – MG

Projeto do Praça Uberlândia Shopping Center, Uberlândia – MG

Informações: Políbio Braga e Grupo 5R



Categorias:Arquitetura | Urbanismo, Comércio, Economia, Economia da cidade, Shopping Centers

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67 respostas

  1. Quem não gosta de shopping, se prepare, pois vem muitos shoppings por aí. O Brasil recém está entrando na fase do alto consumismo, por isso existe muito espaço para esse verdadeiros “Templos do consumo”. A tendência é, no mínimo, um shopping por bairro nas grandes cidades e isso acabará acontecendo, proporcionalmente ao aumento da renda dos brasileiros.

    Só acho o seguinte: não gosta, não vai. Sempre existirá outras opções para comprar. Eu, por exemplo adoro caminhar pelos centro de Porto Alegre e pelas ruas do meu bairro, descobrindo e fuçando em lojinhas, mais também frequento shoppings, sem problemas.

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    • Julião

      Nem esta concepção que shoppings são “Templos do consumo”, não procede, vou dar um exemplo real sobre como é a massificação imposta pelas grandes redes.

      O antigo Nacional tinha uma política de compras diferenciadas conforme o público, com a compra da rede pelo Walmart implantaram a política do mixing único para a rede, por exemplo o Nacional da Lucas de Oliveira, tinha uma série de produtos característico da região, como café em grão, queijos diferenciados e o mais comum, presunto gordo (parece até brincadeira!), com a entrada da rede Walmart, como no resto da rede a venda destes produtos era pouca, simplesmente eles tiraram de linha. Ou seja, o Walmart decidiu que eu não deveria comer presunto gordo, só magro, e por isto eles tiraram do mixing.

      O ideal para as grandes redes é um número limitado de fornecedores para eles poderem exigir ao máximo um mínimo preço e maximizarem os seus lucros.

      Quanto maior o número de shoppings menor é a diversificação de produtos, pois a compra é centralizada e fazendo os clientes se acostumarem a comprar em suas redes eles limitam ao máximo a oferta.

      Há muito tempo passou um filme na TV do Sylvester Stallone, tão ruim (pior ainda do que os outros) que não me lembro nem do nome, em que ele é um policial que esta congelado e é descongelado no futuro para fazer não sei o que, mas há uma coisa interessante, no futuro segundo o filme depois da “Guerra das Franquias” sobra em todo o mundo só uma cadeia de “fast food” para servir a toda a população, é uma brincadeira mas retrata exatamente o que teremos daqui para diante.

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    • O problema é que as lojas que eu gosto só existem em shoppings… Opção eu não tenho nenhuma!

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  2. Acho difícil fazerem um shopping na garagem da VTC. Mudar a garagem da VTC pro Campo Novo seria ruim pra empresa. Acredito que o shopping é do lado do BIG Cavalhada. O terreno da Perdigão pode receber ótimos empreendimentos pelo tamanho, mas pelo que eu sei ainda não conseguiram vender o terreno, pois parece que o solo está bastante contaminado com água dos frangos, e a descontaminação sairia caro.

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  3. Duvidosa a arquitetura desses shoppings. Que lástima.

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  4. Olha, sei que é bem depois do bairro cavalhada, mas na juca batista logo após a rótula da serraria, próximo aos altos do ipê, existem dois ou três grandes terrenos para negócio comercial. Havia recentemente uma placa colocando a venda e condicionando a uma oportunidade comercial.

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  5. Esse pessoal que fica amaldiçoando os shoppings são muito CHATOS ! Um traço bem tipico de portoalegrense, mesmo, que tem que relamar de tudo.

    Qualquer lugar festeja um empreendimento. Menos aqui.
    Até mesmo quando eles são responsáveis por trazer coisas inéditas pra cidade, como cinemas IMAX.
    Ou livraria Cultura, Fnac, cinema Unibanco, redes famosas de alimentação, etc.

    Olha, eu adoro ir em ruas movimentadas, bater pé. E gosto mais ainda de sentar num bar na calçada.

    Mas eu também adoro poder ir num shopping quando está chovendo. Quando está um friozão com vento congelante. Quando está garoando. Quando tem aquela chuvinha que dura dias e dias sem parar, que há no nosso inverno. Quando tem minuano. Quando no verão não dá pra aguentar andar no sol. Quando faz calor massacrante.

    O shopping tem uma utilidade muito maior numa cidade com o clima extremado como o de Porto Alegre. Aqui o shopping não pode ser visto só como um modismo, ou um culto ao consumismo. Aqui o shopping se mostra muito útil.

    Vejam o Canadá. Eles tem cidades desenvolvidas, agradáveis e vivas. Mas também tem verdadeiras cidades subterrâneas. E isso não é porque eles odeiam “vida na rua” ou ” comercio de rua” . Os lugares fechados são úteis lá.

    Os chatos já vão dizer que não dá pra comparar as temperaturas negativas de lá com as nossas temperaturas. Claro que dá. Frio não é só perto de zero. E tem todo o clima chuvoso e ventoso. E nosso verão também é muito mais punk que o de vários lugares com fama de sol e praia brasileiros.

    E shopping é investimento, gera grana, emprego e na verdade estimulam vários outros empreendimentos onde vão. Após o Barra, o comércio de rua da região tá é explodindo. Está surgindo sem parar um monte de padarias, lojinha de rua, barzinhos, restaurantes, loja de grife, lancherias, xerox, cabeleireiros, docerias, armarinhos…

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    • Não bastasse querer comparar o clima de Porto Alegre com o do Canadá, o cara ainda quer comparar um shopping com as cidades subterrâneas de lá. Ao contrário dos shoppings, os undergrounds cadandenses não foram feitos para as pessoas comprarem, mas sim para facilitar o fluxo das pessoas no inverno rigoroso. Lá, a existência do comércio é uma externalidade; nos shoppings, é o que justifica a sua existência.

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      • poizé, nosso clima não chega a ser tão frio como no Canada, logo, não precisa chegar ao ponto de fazer uma cidade subterranea, mas construir shoppings para o consumo sim…

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  6. Esse nome ‘Praça blablabla Shopping’ estraga todo o empreendimento.

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  7. Mas é possível fazer shoppings abertos (ou semi-abertos), na zona sul estão surgindo alguns, é muito mais agradável do que os caixotões.

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    • Eu não acho…
      Caminhar no calor de 40 grauss no verão é pra matar, ou chuva e frio no inverno…

      E pelo que parece, a maioria das pessoas prefere assim tambem.

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    • E porque o DC Shopping que é um shopping aberto ( ou semi aberto), tá sempre lá as moscas?? cadê os ecoxiitas que não estão lá….

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  8. Percebi bem isso na semana passada que fui a um shopping comprar um presente achando que ia ser mais prático… Me deparei com a completa falta de opções.

    Fui na Saraiva e perguntei sobre livros com fotografias de montanhas, Tibete ou Andes: Não Tem. Livro de arquitetura bio-inspirada: não Tem. algum livro sobre bambu: não Tem. Acho que só tinha biografia do Steve Jobs…

    Fui a uma loja de produtos naturais, um chá importado é bom presente… Que decepção! Só tinha chá verde, preto e branco e uns 5 tipos de Jinseng…

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    • Era para ser um comentário para “rogeriomaestri” sobre a mesmice dos shoppings .

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    • Pablo

      Mas livros de auto-ajuda é o que não falta!

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      • Tá, mas a culpa é do shopping?

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        • Caro Álan.

          Em grande parte é, o esquema de comercialização das grandes redes é de apresentar produtos que atendam o gosto médio, logo a comercialização de produtos mais fora da média ou melhor da moda (estatisticamente falando). Logo mesmo que sejam ventáveis outros produtos eles são tirados da cesta de ofertas, em função da maximização em termos de lucro e minimização dos custos com seus compradores. Se tivéssemos lojas de menor porte, sem sofrer a concorrência mediática que os shoppings impõe, cada loja poderia achar seu nicho de mercado e satisfazer plenamente consumidores específicos.
          O consumo massificante não é uma invenção do consumidor, é uma forma de centralizar as compras e poder manter a estrutura centralizada dos grandes conglomerados.
          Este papo que o consumidor que dá as regras, é conversa mole para boi dormir, quem rege o mercado são as grandes redes, e quanto mais homogêneo forem seus estoques mais lucros terão.
          Insisto, esta tentativa de caracterizar o mercado como uma negociação de dois players sobre a mesma condição de negociação, é simplesmente uma das abstrações teóricas mais perversas que determinadas ideologias tentam passar para a população em geral. Monopólio, oligopólio e seus outros pólios irmãos, é que dão a linha mestra do mercado, e o consumidor se quiser que fique feliz com que a casa oferece.

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  9. Estava lendo o artigo e pensei: será que esse shopping não vai sair no local da antiga fábrica da Avipal/Perdigão? Trabalho ali em frente, e a fábrica está vazia há anos – já ouvi comentários de que ali sairia um shopping ou supermercado. É um terreno relativamente grande e bem localizado para um empreendimento assim.

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    • Vero!
      Tinha esquecido desse terrenão… ali é grande mesmo! Maior que os 2 que comentei ali em cima!

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      • Pessoal eu tenho uma informação de que poderá ser numa garagem (sede de empresa) de ônibus que fica na Cavalhada praticamente na esquina com a Otto Niemayer. Não me lembro qual a empresa ali. Mas o terreno é bem grandinho e pode acolher um shopping sim.

        Este terreno:

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        • Gilberto, a empresa é a Viação Teresópolis Cavalhada (VTC). Eu tinha lido em algum lugar que a garagem dessa empresa iria se mudar para o bairro Campo Novo, perto de onde moro, mas não há nada definido.

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        • Blé! Ali é a garagem da VTC (Viação Teresópolis Cavalhada). O trânsito ali é caótico, tanto na Avenida Cavalhada quanto na Av. Otto Niemeyer.

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        • Se for ali mesmo, é bom que comprem a quadra toda. Só tem construções feias ali, ia ajudar bastante.

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  10. Construir e viabilizar um shopping é algo caro, é um grande investimento. Os shoppings estão sendo construídos porque os investidores enxergam o nicho de mercado. Esse nicho é: As pessoas querem ambientes agradáveis, seguros e confortáveis e as prefeituras não estão cumprindo o seu papel, apesar de todos os impostos pagos pelos empresas, que são repassados aos produtos para ser pago pelo consumidor que já paga taxas de lixo e IPTU, por exemplo.

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