RS começa campanha: “Não compre produtos argentinos”

Já circula pela Internet, no RS, a campanha que obedece a seguinte palavra de ordem:

– Não compre produtos argentinos.

A balança comercial é superavitária para o Brasil, mas é altamente prejudicial para o RS. A economia gaúcha compete com a economia argentina. O RS pena pela situação superavitária do Brasil. Os argentinos querem equilibrar a balança e fazem isto com barreiras e retaliações.

Logo adiante, você lerá nota da leitora Lúcia D’Amato, de Caxias, que acaba de regressar de Buenos Aires. Ela é industrial e reclama da paisagem espartana que percebeu no comércio portenho.

A Argentina tem criado problemas comerciais com o Brasil, especialmente com o RS, que já acumula 2,3 milhões de pares calçados barrados na fronteira. O caso também ataca máquinas agrícolas, móveis e alimentos enlatados.

Na segunda-feira, os argentinos criaram restrições à negociação de moeda estrangeira, mais uma medida de barreira ao livre comércio. Isto tudo tem a ver com a crise econômica local, que o governo da presidente Cristina Kirchner não consegue resolver.

Políbio Braga



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13 respostas

  1. Já assistiram a propaganda do FOX na TV?

    Pois agora que sabem que são argentinos, então deixem de compra-los.

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  2. O que vale é meu bolso, só compro produtos de lojas honestas, com garantia e marcas renomadas. Por ser ARG, CHI, USA……O resto é papo furado, joguinho político e jogar para torcida.

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    • E exatamente o que eu penso… Fechando a economia, a Argentina não está protegendo sua indústria, está deixando sua indústria ‘preguiçosa’, pouco competitiva, cara e sem inovação. Veja o que aconteceu com o fechamento da economia brasileira.

      A Argentina só está se afundamdo por si mesma, essa campanha do Polibio não tem objetivo nenhum…

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      • Alguém ainda lê Políbio Braga?

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        • Sim, muintos o leem, gracas a deus! mas de qualquer modo, e’ obvio que boicotar nao ajuda em nada, isto se refere a um “protesto simbolico”, ja que o governo bananeiro nao esta nem ai para esta situacao.

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  3. Grande bobagem… Mesmo que esse movimento do Polibio tivesse grande aceitação, isso teria um impacto muito pequeno sobre a economia argentina.

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    • Estás certo Pablo, talvez pouco influa, pelo nome, és de lá, ou só mera coincidência?

      Bem isto pouco importa, mas não só é questão econômica, entendo que é moral também.

      Na guerra das ilhas a Inglaterra não desse a corretiva estaria vacilaindo, assim o que a Real Marinha Britânica fez, estava nos direito dela, socorreu seus súditos, cortou pela raiz.

      Um ato é uma manifestação à presidente gringa que o país dela não é nenhuma Inglaterra!

      Ah! As ilhas são Falklands até hoje, e pelo que vejo talvez nunca serão Malvinas!

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      • Sim, o nome é coincidência… e disputa comercial entre Brasil e Argentina não tem nada a ver com disputas geopolíticas entre Inglaterra e Argentina.

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        • Que bom, pensei que estava falando com um deles!

          Será que aquela guerra não tinha nada em disputa por riquezas?

          No sub-solo delas não teria algo muito precioso tamém?

          Sem todos pensam que eles viriam só para socorrer os moradores que desejam com razão pertencer ao Reino Unido do que um bagaceiro país
          de treceiro mundo, claro que não, tinha muito mais envolvido.

          Todos sabem que tem petróleo! Queres mais motivo pra briga que este?

          Aí o porque a minha resposta, sem briga, não estamos aqui para isto.

          Abaixo o texto num dos sites, no Google, o material é muitíssimo grande.

          Segue na íntegra:

          Argentina quer impedir exploração petrolífera nas Malvinas.

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          16 de Março, 2012

          O governo argentino está a intensificar a campanha para bloquear o desenvolvimento da exploração petrolífera nas ilhas Falkland/Malvinas e anunciou na quinta-feira que vai processar «administrativa, civil e criminalmente» as dúzias de empresas envolvidas, noticia a AP.

          «Vamos defender os recursos do Atlântico Sul, que são propriedade de todos os argentinos», disse o ministro dos Negócios Estrangeiros, durante uma conferência de imprensa.

          Hector Timerman especificou que a acção incluía todas as descobertas fora das costas das ilhas que designam por Malvinas, às quais os britânicos chamam Falkland desde que passaram a controlá-las, em 1833.

          Antigos colonos britânicos, os cerca de 3.000 ilhéus determinam agora o seu destino. Já receberam milhões de dólares em troca de autorizações concedidas para a exploração petrolífera e já se verificou uma descoberta importante, quando em 2011 foi atingida uma jazida que promete valer cerca de 450.000 milhões de barris de petróleo.

          A descoberta foi feita pela Rockhopper Exploration PLC, que procura agora recolher 2.000 milhões de dólares (1.500 milhões de euros) de investidores, para financiar a produção a partir de 2016.

          Se e quando encontrar o dinheiro necessário, os analistas do sector estimam que só o petróleo extraído deste bloco, designado ‘Sea Lion’ (‘Leão Marinho’), pode render à população das Falkland/Malvinas cerca de 10.500 milhões de dólares em impostos e direitos.

          A Argentina, que em 1982 perdeu uma guerra, breve e sangrenta, pelas ilhas, com o Reino Unido, pretende impedir o início da produção por todos os meios possíveis, menos a violência ou a guerra, garantiu Timerman, assegurando que o seu governo seguirá sempre a lei internacional.

          Em 2 de Abril passa o 30.º aniversário da invasão e ocupação das ilhas, decididas pela ditadura militar argentina, que durou 74 dias, antes de as tropas britânicas expulsarem os militares argentinos.

          Os argentinos reclamam as Malvinas como a sua província perdida, mas os britânicos contrapõem que não há nada para negociar, até porque os ilhéus é que determinam o seu futuro.

          Estes, agora cidadãos de uma democracia directa com o seu próprio governo das Ilhas Falkland, querem manter os seus laços com o Reino Unido e o estatuto de Território Britânico Ocupado com auto-governo.

          Lusa/SOL
          Tags: Petróleo, Internacional, Argentina

          Eis o porque a Argentina tentar apossar-se das ilhas no século passado!

          Perto desta, esta rixa de exportaçõe é cafezinho amigo!

          Um abraço e sem ressentimentos!

          http://sol.sapo.pt/inicio/Internacional/Interior.aspx?content_id=44159

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  4. Bah! Tentei vencer a bronca que tenho, mas parece que sempre querem briga!

    Esta presidente deles é a cara da Argentina, parece que tem um rei na barriga!

    Não chega virem encher o saco no verão e agora ela quer bronca nas exportações.

    Esta mulher quer melar o Mercosul pelo jeito!

    Sempre arrumando briga com quem não pode, sem o Brasil país dela não é nada.

    A Petrobrás tinha que cobrar o imposto da gasolina em cima deles e não de nós!

    Não se endireita mesmo, mas a Argentina sempre foi assim.

    Arrumou a guerra contra a Inglaterra nas Falklands, começaram guerra contra o Brasil, tentaram invadir o Rio Grande séculos atrás, e levaram um pé no traseiro, há duas décadas arrumaram briga com o Chile, e agora esta guerra nas tarifas, até quando vão provocar com quem não podem?

    Ela sabe, o país dela não tem onde cair morto, mesmo assim sempre prepotente!

    E agora Dona Dilma, vai fazer que não sabe de nada, e deixar pra lá?

    Capaz que sim e marcar um chazinho na Casa Rosada!

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  5. é o brasil e os argentinos ferrando com nossa industria… hahaha coisa triste, o rs caminha lentamente em direção ao pior que o brasil tem, enquanto aqueles que muito dos gauchos criticam com preconceito, veem seus estados evoluirem. parabens suposto povo diferenciado,parabens brasil.

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    • ???????????????????????….O RS, infelizmente nao tem autonomia para fazer absolutamente nada! A culpa e’ de Brasilia, que da vantagens a matrizes industriais do sudeste e resto do pais. A presidenta argentina esta, nao culpo, afinal de contas estamos falando da ARGENTINA, nao se pode esperar nada de bom ou normal vindo de la. O problema e’ que a economia do RS compete diretamente com a ARG. e o governo brasileiro nos usa como “boi de piranha” para salvar os outros estados. So’ existe uma solucao para este dilema, mas ninguem quer ouvir…..!!

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      • É exatamente isso. Enquanto não tivermos liberdade ficaremos reféns de administrações parciais e corruptas que estão se lixando para as nossas necessidades e o nosso esforço para a obtenção de uma sociedade mais desenvolvida e justa.

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