Entorno da Praça da Alfândega terá estacionamento

Jornal Metro Porto Alegre – 12/06/2012



Categorias:Parques da Cidade, Revitalização do centro

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18 respostas

  1. Calma, calma, calma. Não será na Praça, pelo amor de Deus. Pelo contrário, é nas duas ruelas ao lado.
    Pelo contrário, fomos nos queixar que a Eptc nada faz com o estacionamento na praça da Alfandela e na Sepúlveda, com aquelas pedrignhas recém postas.
    Logo, não se preocupem.
    Nunca terão meu apoio para estacionar sobre praças. Muito pelo contrário, sempre vão ver eu defendendo espaço para o cidadão. Sempre. Vejam o que tenho escrito sobre nossas calçadas. A primeira coisa em se falando de mobilidade é tratar de arrumar nossas calçadas que estão um horror. Não se pode hoje em dia caminhar na Praça da Matriz porque está tdo esburacado. Como andar com carro de bebê, como ser cadeirante em Poa????
    Um horror isto tudo.
    Acabei de postar num artigo meu desta semana no http://www.sul21.com.br uma nota sobre isto. O tema é o Viaduto Otávio Rocha. Deem por favor uma olhadinha por lá também.
    DEixo aqui este recadinho, esperando ajudar no debate.
    E aqui vocês tem meus contatos
    Fone 051.99335309
    adelisell@camarapoa.rs.gov.br
    http://www.blogdoadeli.blogspot.com
    http://www.twitter.com/AdeliSell
    http://www.facebook.com/adelisell
    ABraços,
    Adeli Sell

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    • O problema é que cada uma dessas “pequenas” intervenções que estimulam o uso dos carros vão se somando, levando em direção a uma cidade cada vez menos humana. Já transformaram o Largo Glênio Peres em estacionamento, já atoraram um naco do Parque Marinha, vão abrir outra faixa na Andrade Neves e cada vez mais se aposta em viadutos e alargamento de ruas e avenidas, mesmo sabendo que isso só piora o problema, ao gerar uma demanda induzida (São Paulo está aí para provar isso). Cada intervenção dessas, por mínima que seja, passa a mensagem de que a cidade prioriza o uso do carro. Ao abrir cada vez mais lugar para eles, é como se estivéssemos tratando os sintomas de uma doença, e não a causa.

      Em vez de abrir mais lugar para os carros no Centro, por que não pensar diferente, e fazer como em Londres, Nova York e Buenos Aires, que restringiram a circulação deles? Francamente, não vejo razão para que carros sejam permitidos em ruas como a Andradas (da Bento Martins até a Caldas Júnior e da Mal. Floriano em diante), na Dr. Flores, na Otávio Rocha, na Borges entre a Salgado Filho e o Mercado. A autorização para carros nessas áreas beneficia pouquíssimas pessoas em relação ao enorme número de pedestres que passam diariamente por ali.

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      • Ja que tu és o cara, Adeli, pq não propõe o CERCEAMENTO DO CENTRO SOMENTE AOS CIDADÃOS, E NÃO AOS CARROS?
        Ou seja, que da Av. Salgado Filho para baixo só se permita o “trânsito a pé”…aí irias deixas de ser um parlapatão!
        PS: e que tal umas árvores frutíferas nas calçadas?

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  2. Acho que vocês estão “viajando na maionese”… Não é só rico que frequenta aquela região da cidade(em especial os museus) e não é só rico quem tem carro… O cérebro de vocês parou nos anos 80?

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  3. O povo e’ bruto e autoritario, sao quase despotas. Querem que as pessoas ajam e vivam EXATAMENTE como eles querem. Tem que ir ao museu mas TEM QUE SER DE ONIBUS,( JA, MEIN HERR !! se tu sabes oque e’ melhor para ti ) e nao de carro, prq, por algum motivo nao gostam de carros. Depois ninguem vai e esse mesmo pessoal fica furioso que ninguem frequenta esses locais a nao ser a tigrada mulamba, que vai para urinar nos cantos, pixar paredes ou ficarem por la sem ter oque fazer.

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  4. Que vergonha! Um dos poucos lugares que ainda não tinha sido ferida pelos carros. Por que não se pensa em criar uma boa rede de transporte público, eficiente e seguro? Em vez disso, estimula-se o transporte privado e destroi-se o paisagismo de uma das poucas ilhas de beleza em uma cidade tão abandonada.

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    • Certo, os carros vão pixar os muros e destruir as estruturas da area.
      haha

      Vamos ver até uma valorização da região com isso.
      Quem tem dinheiro vai ter umas vaguinhas pra por o carro, o nivel vai subir.
      😀

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  5. Por que não vão de ônibus ou lotação? Enquanto cidades – Londres e Madrid – com urbanismo e desenvolvimento social anos luz do nosso o uso do transporte em áreas centrais é desestimulado, em Porto Alegre ocorre o contrario.
    Em vez da melhora qualitativa do que é coletivo há o estimulo ao privado, ao uso de carros, shoppings, condomínios etc. Outra coisa é fato, para muitos pegar um ônibus é descer um grau na piramide social é coisa de pobre! Coisa de gente alienada.

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    • O centro ja é uma desgraça, ai ai querer fazer com que o pessoal que tem seu carro vá dividindo onibus lotado pra la?
      Se esfregando no povo? De pé no calor infernal do verão?
      Ninguem pode ser obrigado a conviver com todo mundo, é a preferencia das pessoas pegar o carro e ir no conforto.
      Dificil de entender.

      No dia que nossas cidades tiverem um trasnporte publico de qualidade, ai sim..

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  6. Que tal a existência de uma linha circular de bondes modernos no centro histórico que passasse por locais em que hajam estacionamentos.

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  7. Poderiam deixar pelo menos a Sepúlveda livre. Carros são uma tremenda poluição visual e aquela rua proporciona belos ângulos para turistas e fotógrafos.

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  8. Quem deixa de ir no museu por não ter onde deixar o carro só pode ser um ignorante. Um ignorante rico, mas um ignorante.

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    • Tem outros museus que da pra ir de carro. Ibere camargo e o da puc, facil assim..
      Pronto, eles não são mais ignorantes…. como se só rico fosse assim.. haha

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    • Isso é porque a elite econômica não é a elite cultural…

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  9. Gente mala chorando logo abaixo.

    Sobre o assunto, poderiam usar o dinheiro do parquimetro para manter a praça.

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  10. Óbvio. As pessoas não vão nos museus por falta de estacionamento. hAhahAha…

    Não vai solucionar nada, as pessoas não vão nos museus por falta de interesse mesmo.

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