O que justificaria tamanha resistência do Inter ao fechamento do Beira-Rio?

Sabemos que o Palmeiras joga na Arena Barueri pelas reformas no Parque Antártica, assim como os times de Belo Horizonte e do Rio de Janeiro estão jogando em outros estádios, com o Mineirão e o Maracanã fechados para reformas.

Só o Beira-Rio insiste em não fechar, oferecendo à sua torcida riscos. Seria isso resultado de um problema da mesma mentalidade maniqueísta que atribuiu a decisão judicial a clubismo?

Se o Inter fosse jogar no Olímpico, fazendo com que os dois times dividissem esse estádio no último ano de sua história, teríamos um dos mais belos capítulos da rivalidade gre-nal. E talvez fosse um símbolo de tempos mais civilizados, quando as torcidas confundem uma rivalidade que deveria ficar dentro das 4 linhas com inimizade – ou até ódio.

Se as diretorias dos dois clubes não buscam uma solução mais madura para esse problema – com o Inter batendo o pé em continuar jogando no Beira-Rio a despeito do fato de que todos os outros estádios em reforma para a Copa terem sido interditados – e o Grêmio não oferecendo seu estádio – como podem exigir comportamos mais civilizados das próprias torcidas?

Filipe Wels



Categorias:COPA 2014, Reforma do Estádio Beira-Rio

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