Confira o andamento das obras do PISA

Emissário subaquático: já instaladas 18 tubulações de 515 m, totalizando 9270 m, com os trechos terrestres a obra alcança 85 % do emissário pronto. A obra consiste na instalação de 22 tubulações subaquáticas e 1800m terrestre, devendo finalizar em julho – Emissário terrestre: obra concluída, em fase de recebimento definitivo – EBE Cristal/EBE C2 e Chaminé de Equilíbrio: obra concluída, em fase de recebimento definitivo – Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Serraria: todas as unidades estão em execução, com 50% das obras civis concluídas. Iniciou-se em junho a montagem de tubulações e equipamentos eletro-mecânicos – Interceptor da Restinga: Obra concluída, em fase de recebimento provisório – EBE Restinga, na avenida Juca Batista, próximo a Hípica: Obra retomada sua execução após a interdição. Em execução a desmontagem da estrutura danificada – Estação de Bombeamento C1, na avenida Diário de Notícias: obra concluída, em fase de recebimento definitivo – Emissário da Restinga: Obra concluída. Em fase de acabamentos para o recebimento provisório.

Prefeitura de Porto Alegre



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9 respostas

  1. Poizé, eu não consigo entender a dificuldade de fazer pulso firme, começaram a construir em terreno invadido, bota a policia pra quebrar o pau.

    Depois aparece uma obra importante e da no que da.

    Não tem essa de 10 anos, não tem que pagar nada, invadiram, ou sai, ou sai, não tem escolha, qualquer coisa prende por invasão.

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    • A explicação é simples, não permitir a invasão de áreas publicas é medida impopular frente aos eleitores da classes baixas, ou seja, perdem votos, depois para indenizar não sai do bolso deles (os políticos),quem paga são os contribuintes.

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    • É que no Brasil, na maior parte das áreas invadidas estão pessoas da classe A. Essas áreas são encostas, morros, ilhas, áreas do estado, reservas…

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  2. Sobre invasões, indenizações e coisas assim, deveriam olhar as regiões que estão sendo invadidas nesse exato momento, porque as que já foram invadidas a mais de 10 anos, não adianta, tem que pagar indenização.

    E tem um detalhe, urbanizar uma favela subsidiando habitações é assistencialismo, mas o custo ainda é bem menor do que pagar qualquer indenização, ainda mais porque atrasa obras importantes.

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  3. Ia fazer uma piadinha sobre parar as obras por causa de meia duzia de pessoas como na Anita e em outras areas de Poa… mas esqueci que tinham parado as obras do Pisa por duas familias de um terreno invadido…
    Claro, os moradores do terreno invadido sairam lucrando, como sempre.

    Mas de resto, finalmente uma obra com tamanha importancia para Porto Alegre, e principalmente, para o Guaiba…

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