Smov detalha projeto da trincheira da Anita com comunidade

Demanda do OP, trincheira não altera visual e dará mais fluidez ao trânsito Foto: Divulgação/PMPA

Depois de encontros com o Conselho do OP, o Ministério Público e o Fórum de Infraestrutura das Entidades de Engenharia do RS, a Secretaria Municipal de Obras e Viação (Smov) apresentou, nesta semana, o projeto da obra na av. Anita Garibaldi à Escola de Engenharia da Ufgrs e à União Estadual de Estudantes. A Smov tem promovido encontros para esclarecer dúvidas sobre a chamada trincheira da Anita. “É importante que a comunidade tenha conhecimento de todo o projeto e sua importância para a cidade”, explicou o secretário Adriano Gularte.

O secretário explica que o projeto de mobilidade é uma demanda do Orçamento Participativo de 2011. “Decidimos ter esta interlocução com a comunidade para que não pairem dúvidas.” A obra de passagem inferior na rua Anita Garibaldi, sob a avenida Carlos Gomes, será pauta de novo encontro, ainda sem data definida, com os moradores do entorno.

Com o objetivo de dar maior fuidez ao trânsito na região, por onde passam cerca de 75 mil veículos ao dia, a obra não vai alterar a paisagem do local. Além disso, dará mais segurança a veículos e pedestres. A trincheira da Anita está inserida no caderno de obras e encargos para a Copa de 2014. Juntamente com as demais obras de modernização viária, projetadas para os cruzamentos das avenidas Plínio Brasil Milano e Bento Gonçalves (viadutos), e avenidas Cristóvão Colombo e Ceará (trincheiras), darão maior fluidez ao tráfego com a Terceira Perimetral.

A empresa vencedora da licitação é a Sultepa, que assinou contrato de R$ 10.284.487,03. A previsão de conclusão dos trabalhos é 12 meses, a contar do início das obras . Os recursos são provenientes do programa Pró-transporte -Copa 2014 (Ministério das Cidades e prefeitura).

Prefeitura de Porto Alegre



Categorias:Meios de Transporte / Trânsito

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57 respostas

  1. Um tema central nessa discussão toda da 3a Perimetral, mas até agora não vi ninguém falando é o fato de que esta via não tem mais nada de “perimetral”, no sentido original do termo. Nos dicionários, “perímetro” é a linha que “circunda uma determinada área”. Quando foi pensada originalmente, décadas atrás, a 3a Perimetral seria um conjunto de vias circundando a cidade, mas por fora dela, pelo seu perímetro (daí o nome). Mas essa via demorou muito para sair do papel, e essas regiões que eram periféricas, que ficavam na “borda” da cidade, hoje passaram a ser praticamente centrais, em função de a cidade ter crescido muito, especialmente para o norte e para o leste. Assim, o que hoje chamamos de “Perimetral” na realidade é uma via praticamente central na cidade (entrem no Google Maps, coloquem no modo satélite e desabilitem a função “marcadores” que dá pra ter uma ideia clara). E, por ser central, urbana, não é compatível com altas velocidades e nem, infelizmente, com “fluidez” de tráfego, se considerarmos o número atual de carros nas ruas.

    Uma via mais próxima de uma verdadeira “perimetral” seria a Avenida do Trabalhador, por exemplo. Ou a RS-118. Ou então, mais próxima à cidade, um hipotético conjunto de vias que passasse por onde hoje são a Rua Santuário (Vila Nova), passando pelo morro da Polícia, pela região próxima ao Campus do Vale, pela Manoel Elias e finalmente desembocando perto da Fiergs. Aí sim seria o caso de pensar em uma via rápida.

    A realidade mudou muito desde os primeiros projetos da 3a perimetral. Hoje, todo o seu entorno é altamente urbanizado, e incompatível com a ideia de uma via expressa urbana. Defender obras que estavam no projeto original simplesmente “porque estavam no projeto orginal” não faz sentido.

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    • Nada a ver, perimetral não é necessariamente uma via que circunda a cidade inteira, pode circundar determinada região. Exemplos temos na própria Porto Alegre: 1ª Perimetral ao redor do perímetro do Centro Histórico, 2ª ao redor do Centro Expandido, 3ª ao redor das regiões com nova demanda, 4ª futuramente ao fim do perímetro urbano e assim vai. São Paulo, Londres, Paris e várias cidades pelo mundo adotam esse modelo. O plano original da cidade (com quase um século) prevê perimetrais e radias de acordo com a demanda do crescimento da cidade, mas acho que acabaremos na 3ª já que não é “permitido” a construção de novas vias por aqui para alguns.

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      • Argumento flopado, nem da bola.

        Ou a marginal tiete e a pinheiros tambem nao seriam perimetrais.
        A loureiro da silva tampouco.
        Quem dira as de caxias, que cortam uma parte da cidade.

        Flopou.

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    • Procura la’ no Google “A406 Circular”, uma via semelhante ‘a Perimetral no mundo desenvolvido. Como ela, ha’ outras tantas na Europa, EUA, Australia. Mas, claro, se nao pegares tua bicicleta e viajar um pouquinho para alem de Viamao nao vais achar mesmo.

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  2. Eu acho que tem de aumentar os investimentos em transporte coletivo (no mínimo, equiparando as verbas investidas com transporte ferroviário ao rodoviário), construir ciclovias, alargar calçadas e pensar no uso progressivo de combustíveis e transportes alternativos, mas isso não quer dizer que devem cessar os investimentos na qualificação de vias urbanas e duplicação de ruas e estradas.

    A grande questão é que no Brasil ainda se investe pouco em infraestrutura (2% do PIB) e tem bastante espaço para crescer os investimentos em transporte público, principalmente em trens de passageiros, metrôs e VLTs. Aliás, Porto Alegre está seguindo esse caminho, já que a maior parte do montante de investimentos públicos previstos nos próximos anos na cidade são para converter os corredores de ônibus em BRTs e para construir a linha 2 do metrô.

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  3. Não dá para ter uma discussão com o pessoal que anda de bicicleta que posta nesse foro. É só observar o blog “deles” http://vadebici.wordpress.com/ que se percebe o nível do radicalismo. Inclusive são integrantes dos protestos contra o início da obra. No mais, aguardo ansiosamente essa trincheira.

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    • Como assim, não dá pra discutir com quem anda de bike? Eu ando de bike, apesar de não postar nada no vadebici, e tentei dar meus melhores argumentos aqui. Enquanto que quem é a favor da obra só postou xingamentos e nos chamou de xiitas, não fazendo nenhum argumento convincente, os ‘do contra’ explicaram o ponto de vista: leia o que o leandro leite, o felipe x e o enrico canali escreveram.

      A exceção ficou por conta do VOP, que conseguiu mostrar o ponto de vista, pertinente ainda que eu não concorde, sem partir pra baixaria.

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    • – Nem gasto joules pra falar com esse pessoal. Acham que estão com 100% de razão.

      – Todos estamos pagando o viaduto, segundo eles, certo?
      Pois bem, eu não tenho interesse em financiar a ciclovia da Ipiranga. Podem retirar isso do meu imposto?

      – O objetivo é tirar os engarrafamentos da terceira perimetral, para ser uma via rápida.

      – “esses moradores não tem moral alguma de questionar corte de árvores.
      Ou vai dizer que as figueiras, onde atualmente é o condomínio “Figueiras da Anita”, eram de plástico”

      – Concordo que deveríamos adotar o uso de bicicleta, diminuir o espaço de tráfego para “obrigar” as pessoas a utilizarem a bike, mas em POA não há como no momento:
      * falta de segurança (respeito de motoristas)
      * falta de segurança (imagina que coisa boa, morar/trabalhar na voluntários e ter que pedalar até lá de noite)
      * não pode ser uma mudança radical

      – Tão incomodados? http://www.imobiliariaducati.com.br/site/content/home/index.php tem muitos apartamentos bem bacanas no Mont’Serrat, B Vista…

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      • Johnnie,

        Acho que a grande maioria do porto alegrenses em algum momento da sua vida já usou a bicicleta. São poucos que nunca pedalaram. Isso tb ocorre em todo o mundo. Na Europa o grande meio de transporte que o governo prioriaza é o transporte coletivo amarrado com a bicicleta. Como o proprio tecnico da EPTC fala, a bicicleta na mobilidade urbana veio para ficar. Até comentou que o pessoal dos carros so deram elogios quando a EPTC fechava parte da ipiranga pra fazer a ciclovia (geralmente o pessoal dos carros ficam irados se ficar preso mais tempo dentro do carro).

        Quem financia a ciclovia da Ipiranga é o Zaffari. Quem fiscaliza é a EPTC. Somente a população vai pagar alguma conta caso haja acidente e a justiça acha que a prefeitura tenha alguma conta (que vai ter pq no talude não é a melhora forma tecnica – e eu ainda acho que é impossivel construir ciclovia lá mantendo as normas tecnicas).

        Perimentral nunca vai ser via rápida. Se algum candidato te prometer isso (principalmentes nesses viadutos da copa) desconfie. Pergune sobre os pedestre. Como irão cruzar a via sem sinaleira. Na trincheira vai diminuir as sinaleiras ? Vai receber uma resposta que vai aumentar o uso de sinaleira. Se foi a via rapida. Da uma olhada no projeto, a prefeitura já mostrou alguma parte. Como cidadão peça vista do projeto da prefeitura.

        A questão das árvores é a menor questão. Claro que a prefeitura ainda deve uma audiencia publica falando dessas coisas de ambientalistas. Ate aqui acho que são bem poucas as pessoas que sabem quantas vao ser retiradas.

        Concordo que fala sobre o nao uso de bicicleta pela população (segurança).

        Mas pra melhorar tem que ter vias seguras para bicicleta. Não tem outra saida. Isso é o mundo todo. Ninguem que ache inseguro andar vai correr o risco de andar de bike. É do ser humano. Quem anda atualmente tem a noção que o risco compensa. Pq se não compensasse não andaria.

        A falta de sensação de segurança pelo motivo de assalto te digo é bem menor do que o pessoal que anda de carro. Ficar parado dentro de um carro na zona norte é pedir pra ser assaltado/sequestrado. Já para bike é diferente. Claro que tem roubo (e alias quanto mais barata a bike for mais roubada ela é). Mas o mercado de roubo de carros é bem maior e mais lucrativo do que de bike.

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      • Quando o cara acha que a solução é comprar um apartamento no mont serrat no mínimo ele não tem noção. E pior, bobear mora num destes bairros e vai de carro pro trabalho, no bairro vizinho (se queixando da tranqueira).

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  4. O que eles querem proibir os carros de trafegar nas ruas???? muita viagem… com é que é ?? viaduto transfere engarrafamento para mais adiante?? quanta asneira!!! imaginem o centro de Poa sem a elevada da Conceição? seria inviável trafegar ali, não adianta este blablabla a favor das bicicletas, ta entrando cada vez mais carros na cidade, e ela tem que se preparar para isto, gostem ou não gostem esta é a realidade.

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    • Ninguém falou que quer proibir os carros nas ruas.

      Falamos que queremos a possibilidade de outros meios de transporte.

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    • Jorge,

      Nesse caso é melhor continuar como esta. Nenhum louco falou que tem que proibir carro (ou até mesmo bicicleta) de andar.

      Quando a EPTC apresentar o estudo de visibilidade técnica (se um dia mostrar) vai ver que esse viaduto é a pior maneira de melhorar o transito naquele local.

      Todos os carros que dobrama a esquerda vai ser obrigados a ir reto. Qualquer ser pensanta já sabe o resultado. Ainda mais que a Anita do outro lado não comporta (pq vira pista simples) e nas rua laterais idem. Talvez daqui a 10 anos (quando o emprestimo for pago) a prefeitura consiga pedir outro emprestimo para duplicar o outro lado da Anita.

      Fale com qualquer tecnico (até mesmo os da EPTC) que eles vão te dizer que há transferencia do engarrafamento para cima do viaduto (vide viaduto da Nilo). Isso acontece em todo o mundo. Porto Alegre com essa administração (e até mesmo é geral) nem se fala.

      É melhor ficar como está (os carros continuaram dobrando a esquerda) do que o resultado da trincheira.

      Dificil tecnicamente mostrar que com mais vias e mais viadutos (ainda mais em POA que não tem dinheiro – é tudo emprestimo) que esse caminho é mais vantajoso. Qualquer técnico sabe disso. Mas politicamente conta mais pra população que vive no seu mundinho achar que vai ser grande coisa essa obra. Espero que daqui a 4 anos o pessoal vote no prefeito levando em conta o resultado dessas obras (que já se sabe que estará bem pior do que é hoje – ate mesmo pq ninguma cidade aguenta a frota de carros crescendo mais de 5% ao ano).

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  5. “Combater engarrafamentos abrindo mais espaço para carros é como combater a obesidade aliviando o cinto” (Autor desconhecido)

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  6. Este projeto só tem uma função, distribuir dinheiro do PAC para empreiteiras em véspera de eleição. Dizer que é demanda do OP é uma piada. É uma proposta vendida para a Prefeitura e que a mesma fez passar no conselho de vendilhões em que se transformou o OP. É triste ver uma cidade ficar igual aos times de futebol, um balcão de negócios sem modelo nenhum de onde se quer chegar. Destruir um bairro após outro certamente não nos levará a nenhuma solução de mobilidade, ao contrário.

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  7. Tchê, viadutos (ou trincheiras, dá no mesmo) dentro de áreas urbanas NÃO RESOLVEM o problema da fluidez do trânsito. Eles apenas tiram os engarrafamentos de um lugar e botam em outro, quando muito. Escrevi um texto tentando mostrar um pouco a irracionalidade e incompatibilidade de viadutos com o ambiente urbano, usando o viaduto Dona Leopoldina (João Pessoa x Perimetral) como exemplo (link: http://bikeisbeautiful.net/2012/06/28/para-que-nao-serve-um-viaduto/). Podem negativar a vontade, mas pelo menos leiam o texto. Aqui vai um trecho:

    “(…) Mas a fluidez do tráfego, por incrível que pareça, não é a regra quando os viadutos são construídos. Não faltam provas disso em Porto Alegre. Vejamos o viaduto Dona Leopoldina, próximo ao campus central da Ufrgs. Construído para desobstruir o cruzamento da av. João Pessoa com a Loureiro da Silva (Perimetral), ele simplesmente não cumpre essa função, dada a quantidade de sinaleiras (semáforos) no seu entorno.

    Vejamos:

    – Quem vai pela João Pessoa em direção centro-bairro encontra um semáforo para pedestres na frente da Faculdade de Direito, logo antes de começar a subir no viaduto. Antes mesmo de terminar de descer, tem mais um na esquina com a Rua da República e outro logo depois, para pedestres.

    – Se eventualmente pretende pegar a Perimetral em direção à rodoviária, tem que fazer uma grande volta pela Luis Afonso, Lima e Silva e Sarmento Leite, enfrentando pelo menos outras três sinaleiras.

    – Quem vai pela João Pessoa no sentido bairro-centro também pega um semáforo logo antes e outro logo depois do viaduto. Se decidir dobrar à direita em direção à Reitoria da Ufrgs, outro semáforo. Se for pra esquerda… adivinha?

    – Já quem vem da Loureiro da Silva em direção à Ufrgs encontra também dois semáforos, um logo antes de passar por baixo do viaduto e outro logo depois, na confluência dos carros que vêm da João Pessoa para a Reitoria.

    – Finalmente, quem vem da Sarmento Leite para pegar a Loureiro da Silva enfrenta dois semáforos para pedestres nas proximidades da Faculdade de Arquitetura. Depois tem um logo antes do viaduto e mais outro depois.”

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  8. “Essa trincheira estava prevista na lei do plano diretor há décadas”

    Querem falar de lei? Vamos lá:

    O Plano Diretor Cicloviário Integrado de Porto Alegre (PDCI – Lei Complementar N° 626/2009) é claro:

    Art. 19 – Todos os projetos de construção ou expansão das vias públicas integrantes da Rede Cicloviária Estrutural deverão incluir a implantação do sistema cicloviário previsto, com toda a sinalização horizontal, vertical e semafórica necessária.

    § 1º – Nos casos em que a implantação da via implicar construção de pontes, viadutos ou abertura de túneis, tais obras também deverão ser dotadas de sistemas cicloviários integrados ao projeto.

    Mais adiante, a Lei fala sobre a Rede Cicloviária Estrutural, que prevê 495km de vias cicláveis na cidade.

    Art. 26 – Constitui a Rede Cicloviária Estrutural o conjunto de vias representadas na figura 2 do anexo 1 e descritas no anexo 2, as quais deverão receber infraestrutura para o tráfego de ciclistas.

    No Anexo 2 da Lei, a Rua Anita Garibaldi, em toda a sua extensão, consta como via integrante da Rede Cicloviária Estrutural.

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  9. Nos meus tempos recente de ciclistas (que duraram dois dias) eu pedalava nos corredores da perimetral.

    É muito bom…. alias, 80km/h depois da parada de onibus moderna que eu nunca lembro o nome… dimóóóóis…. quase morri por que a bike tava toda ralada, mas valeu a pena…

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    • Volta a pedalar. Andar de bike é isso aí.

      Já caí 4 vezes andando em Porto Alegre, 3 foram culpa minha (aprendi com os erros) e na outra tomei uma portada no pé (aprendi a ficar longe de portas).

      Ainda é mais barato que um carro e melhor que ir de ônibus.

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  10. Não sei, não sei. Quando passo pelas alamedas lotadas de plátanos na Boa Vista sinto uma pena por perdê-las, mas é IMPOSSÍVEL aturar o trânsito na Anita na hora do rush, aqueles cruzamentos são intransitáveis, ainda mais os sem sinaleira. Essa filosofia anti-carro, a qual eu sou adepto, tem que ser praticada quando convém, e acho que não é o caso. Deve-se desviar o investimento de novas vias para transporte público, mas não de uma via já pronta com a função de perimetrar (não sei se essa palavra existe) a parte densa da cidade. Ela foi feita para ir do sul ao norte com fluidez, pra ciclistas e pra motoristas, e sinaleiras são um impedimento para o fluxo. Fora da importância dela como acesso ao aeroporto.

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    • Concordo em linhas gerais com teu raciocínio, só não sei onde as bicicletas entram na jogada, por que nada foi pensado para elas por ali. Trincheira inclusive.

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      • Entram na parte do desvio dos investimentos em novas vias para transporte público E bicicletas. Ou seja, um projeto pro futuro (que na verdade tinha que ter vindo junto com a avenida).

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    • Te digo que pedalar na perimetral é ruim. Em alguns lugares a via fica mais apertada, e o ciclista toma fechada. Sem falar que o limite de 60km/h, que permite o pessoal a andar a 80km/h na verdade, é bem incompatível.

      Uma trincheira é pior ainda. Vide onde a Av. Teresópolis encontra a perimetral. Passar pedalando ali só pra quem consegue manter média acima de 40km/h por algum tempo.

      Qualquer viaduto, trincheira ou aglomerado de asfalto muito grande é ruim pra quem é ciclista.

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    • Qualquer obra viaria dentro da cidade vai ter sinaleira. Os pedestre existem, e não vai ser tirando a sinaleira que eles vão sumir. Lembrando que o CTB dá prioridade ao pedestre. Os técnicos (que vão receber processo na justiça) não vão ser loucos de tirar as sinaleiras onde elas precisam ter.

      A Anita é de 40 km/h. Não é via expressa, é via secundária.

      A própria perimetral já foi construída numa época que não podia ser expressa (visto grandes transito de pessoas). Ainda mais agora com o crescimento da região.

      Onde existem pedestre tem que ter sinaleira. Não tem como o pedestre ultrapassar as 4 vias de carros da Carlos Gomes somente com a faixa de seguranca. As paradas do corredor de onibus cumpre bem essa parte. Com a foto, a parada vai ficar no mesmo lado. Ai eu tenho certeza que o pessoal da EPTC vai ter que colocar uma sinaleira do outro lado pros pedestres passarem. E tb já existe outra sinaleira uns 30 metros. Em outras palavras, sinaleira não vai sumir.

      A Anita é perfeita pra as bicicletas. O velocidade dos carros é baixa, e a rua bem larga. Inclusive com estacionamento em grande trecho (é so tirar os carros estacionados e colocar uma ciclofaixa).

      Tem uma grande questão na trincheira de como as bicicletas transitaram. Tem um email da EPTC que diz que as bicicletas tem que passar pela direita subindo a rua lateral (com isso vai ser obrigado ter sinaleira pra a bicicleta cruzar a Carlos Gomes). A EPTC escreveu isso porque acho que tem normas tecnicas de bicicleta não passar por baixo da trincheira. Mas isso é a EPTC quem tem que falar. Lembrando tb que se piorar para as bicicletas existe lei que impede a Caixa (que é federal) liberar verba.

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    • Vejam só, existe vida inteligente em meio a fanáticos. Parabéns!

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  11. As vovós da Anita tem que entender que o tempo das charretes de madeira puxadas por bois ficou pra tras, junto com a TV Telefunken e o radio vitrola. Ter carros parados no sinal nao e’ bom pra ninguem, especialmente para as proprias vovós que moram na Anita, porque carro parado significa maior poluicao e barulho.

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    • kkkkkkkkk

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    • Com essa obra, o que vai mudar é que a tranqueira vai ser empurrada mais pra frente. Neste caso, eu apostaria para logo depois da perimetral, onde a Anita fica apenas com uma pista para seguir reto.

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      • Voce fez um estudo sobre isso?

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        • A EPTC ainda não apresentou o estudo de viabilidade tecnica dessa obra. Nem para Caixa federal para ser liberada o emprestimo.

          Qualquer pessoa com um pingo de bom senso, consegue enxergar que no horario de pico (que teoricamente é o momento de tranqueira) o engarrafamento esta depois da Anita, quando se transforma em pista unica (obvio). Com a trincheira essa parte ganhara um aumento de 40% do pessoal que não vai conseguir dobrar a esquerda na Carlos Gomes. Isto até a EPTC sabe. A promessa deles é que em um dia a Anita será duplicada.

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    • Essa lógica de arranca as árvores para os carros passarem mais rápido e poluírem menos é muito capenga!

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    • Viaduto no meio da cidade é uma ideia mais velha do que as TVs Telefunken, RicardoUK.

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  12. Só lamento que essas obras importantíssimas para a cidade estejam sendo feita só agora.

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  13. Segue o choro…

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  14. Muito show, vai ser discreto.

    Não adianta, em Porto Alegre reclamam de tudo.
    haha

    Ta na hora de fazer e pronto, se a preocupação é com votos?
    Tenho certeza de que vão ganhar muito mais votos da grande maioria que vai sair ganhando com essa obra, do que essa minoria de gente mala que nem votar deve votar mais, e que não vão perder em nada.

    Ficou até melhor do que eu imaginava, pensei que a calçada ia ser apertada, a parte lateral em direção para a perimetral iria ter apenas uma faixa, mas não, são duas faixas para carros, ta show..
    Até o formato da calçada ficou bonito, parece até coisa de primeiro mundo.

    Ta na hora de parar de bla bla bla e meter os tratores pra fazer essa obra, e quem se meter na frente, passa por cima que vai ser um beneficio pra cidade.

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    • Tá na hora de fazerem as obras certas e necessárias, não essas porcarias que transformam a cidade em uma via expressa.

      Gente burra que acha que quanto mais carros andando rápido no meio da cidade, mais evoluída ela é.

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      • “Gente burra que acha que quanto mais carros andando rápido no meio da cidade, mais evoluída ela é.” 2

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      • uiui nenem chorão..
        haha

        Gente burra, acha que querer obrigar as pessoas a serem como querem vai mudar algo na cidade..
        haha

        Fazer o que, vai e vem aparece umas xiitas pra chorar…

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        • Esse é teu argumento? Me chamar de criança? Nossa, quanta inteligência.

          Abre os olhos, tu que é a minoria xiita nesse caso. Vâo fazer uma obra custando 10 milhões só pra quem anda de carro. Qual a porcentagem da população que anda de carro?

          Imagina esses 10 milhões investidos em mobilidade de verdade: transporte público.

          Já disse, tu que é a minoria xiita: quer por que quer uma obra inútil que vai beneficiar uma minoria e ferrar a vida dos locais. Pena que a maioria não tem voz aqui (nem em lugar nenhum).

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        • Quem está obrigando toda a população pagar essa conta (pelos impostos) são justamente uma parte ínfima que utiliza carros (em torno de 25% segundo estudos do metro).

          E pior que é um modo burro. Porque na propria foto do post, mostra claramente que as sinaleiras ainda continuam na mesma posição. Possivelmente terá mais sinalieria depois pq a EPTC é obrigada por lei em proteger os pedestres (que por motivo obvio ainda continuaram lá).

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        • Já que se tocou no assunto de todos pagarem para uma obra para os carros, é por esse motivo que transporte aéreo é tão barato, pois todos pagam pelo transporte de alguns. É por esse mesmo motivo que andar de carro sai mais barato que de ônibus, fora a máfia dos ônibus, todos pagam as obras para que poucos andem de carro.

          Basta pensar que diminuir 1 centavo na passagem de ônibus ajuda metade da população de PoA e a trincheira só ajuda quem precisa passar por alí de carro.

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  15. Exige o corte várias árvores, não altera o visual.
    Exige um laço de quadra passando por ruas residenciais, vai dar fluidez ao trânsito.

    Quanta contradição. Deve ser a novilíngua. Dupliplusbom.

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    • Conforme falado aqui por alguém, esses moradores não tem moral alguma de questionar corte de árvores.
      Ou vai dizer que as figueiras, onde atualmente é o condomínio “Figueiras da Anita”, eram de plástico?

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      • Você não acha que o corte das Figueira se deve muito mais à permissão da SMAM do que à negligência dos moradores da região. Teu comentário é um absurdo!

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        • Para cortar as figueiras ou qualquer árvore, tem de haver compensação vegetal imposta pela SMAM e não será diferente no caso das árvores da Anita.

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