Imagens: Obras da Duplicação da Avenida Tronco

 

Fotos: Sheena Tramp – agosto de 2012



Categorias:COPA 2014, Duplicação de avenidas

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39 respostas

  1. Gambiarras, gambiarras everywhere.

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  2. Não sei, dificilmente se ve obras assim em meioa favelas, mas sei de varias regiões que tiveram enormes mudanças por causa de uma melhorada em ruas e avenidas, e isso inclui uma boa valorização nos imóveis.

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    • Tens que ver bem o que é causa e efeito… poderia dar um exemplo?

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      • Já disse ali em cima..olha o que era a Diário de Nótícias e olha hoje.

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        • Conforme disse acima, estás inventando um argumento para um conclusão que já tiraste. O que fez a favela sair foi o Big e o Shopping. A rodovia que é a consequência. Tens algum exemplo de verdade para dar?

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      • Pensa no sentido inverso: Já viu alguma região valorizar sem ter infra?Sem um bom acesso?Uma avenida que dê boa mobilidade?

        Ah, e o Big existe a mil anos ali, só veio a ser feita a melhoria na avenida que era um lixo e valorizar toda a região após a chegada do Barra. Dúvido que tu passava por ali quando a Diário era faixa única e não tinha calçadão..

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        • Cara, o big existe desde 98, mais ou menos, se tu acha que isso é mil anos tu deve ter 15 hahaha. E na época já foi anunciado um shopping, que obviamente não veio.

          Com certeza a avenida veio por causa do barra, como tu mesmo disse. Ou seja, CONSEQUÊNCIA, entendeu? Não foi a avenida que fez os investimentos aparecerem, foi o contrário! Existia aquela área enorme, perto do centro disponível alguém finalmente resolveu investir.

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      • Pelo nível dos comentários quem deve ter 15 é tu. Desisto de tentar argumentar contigo. Não vamos então duplicar e arrumar a tronco, vamos deixar o lixo que está agora, pelo teu pensamento isso não vai trazer nenuma vantagem mesmo para a cidade ou benefícios para a região. Realmente é um pensamento curioso o teu. Curioso igualmente tu achar que as mehorias na Diário de Notícias não tenham refletido na valorização dos bens e bairros perto. Bom mesmo era antes, 1 faixa, toda esburacada, com favela ao redor. As pessoas sequer passavam ali, todo mundo ia pela Icaraí de tão podre que era, isso deve valorizar bastante mesmo o lugar…

        Um local valorizado, atraí investimentos. Para valorizar um local, tu deve fazer isso que a Prefeitura está fazendo: dando infra, bons acessos, senão fica dificil. Não dá para esperar que um shopping apareça e faça tudo como ali na Diário.

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        • Adriano.

          Não te irrites, ele entendeu as respostas, entretanto é como uma das personagens de Chico Anísio que detestava pobres. O que ele fica indignado é que não vão pegar todo o pessoal da vila e colocarem a 50km de Porto Alegre, é a Maria Antonieta da sensibilidade social.

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        • Agora quem não tem quinze sou eu, e vou dizer, a área enorme que havia na Diário de Notícias era do Jóquei Clube (ex Protetora do Turf) e para alojar seus empregados a diretoria do Jóquei permitiu a criação de uma vila, que foi lentamente aumentando em torno da moradia dos empregados do Jóquei.
          Vária vilas em Porto Alegre começaram desta forma, com a autorização de loteadores que alguns de seus empregados ocupassem áreas verdes, que segundo o loteamento seria dado para a prefeitura.

          Para dizer melhor, a história do Brasil é povoada de fatos deste tipo, a primeira favela do Rio de Janeiro, começou após a Guerra do Paraguai com os soldados em que o governo prometera terras e não dando nada, autorizou que os mesmos se instalassem na região.

          Outro caso mais recente é o caso do Pinheirinho em São Paulo, pertencia a um casal alemão que não tinha descendentes, foram misteriosamente assassinados e o terreno ficou para a prefeitura. Milagrosamente, sem concorrência nenhuma, a matrícula do imóvel apareceu no nome do Naji Nahas (um especulador que conseguiu falir a bolsa do Rio de Janeiro). Ou seja, os que lá viviam estavam ocupando um terreno público, que por coisas que só Deus intende, passou para um particular. Está tão enrolado o assunto, que cinco juízes e desembargadores paulistas vão ter que depor perante ao conselho nacional de justiça.

          Em todos estes casos pelo Felipe deveria se mandar todo este pessoal pelo espaço.

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        • Adrino, acho que tens algum problema de entendimento. Em nenhum momento eu disse que não era para fazer a avenida tronco. Eu perguntei da ciclovia e tu vieste com o papinho que é inútil. O que estou dizendo é que estás errado em achar que uma rodovia revitaliza um lugar. Pedi um exemplo, tu falaste a diário e eu falei o óbvio, que o shopping trouxe a diário e não o contrário. Aliás, foi a multiplan (dona do shopping) que fez a obra. Entendeu ou quer desenho?

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        • Agora tu Rogério, não sei de onde tiraste isso, te conheço há tempo no blog e espero mais da tua inteligência. Não tinhas este problema de interpretação de textos.

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        • Ah, e mais uma Rogério, estou até agora chocado com tua conclusão que eu sou o anti-pobre. Só quero te lembrar que quem não quer ciclovia para a comunidade da Cruzeiro é teu “companheiro” Adriano. Mas se quiser ajudar ele e me dizer uma avenida que transformou um bairro, estou no aguardo.

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        • Não sei se tu considera, mas a Juca Batista duplicada melhorou bastante a região.

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        • Honestamente sei pouco da região, talvez seja um exemplo.

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        • Felipe

          Então não entendi o que falaste.

          Acontece!

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        • Foi o que eu disse lá em cima, “não acho que tu respondeste a minha msg…”

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  3. Quero ver o corajoso que vai passar de bicicleta por essa vizinhança.

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    • Os moradores da região usam MUITO, como em qualquer bairro pobre. Não precisa a classe média-alta preconceituosa pra justificar ciclovia ali.

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    • Já passei em obras. Não é o fim do mundo. Teve até umas crianças que apontaram pra minha speed e disseram: ‘bá, essa bicicleta aí sim que é rápida’.

      Ruim mesmo são os carros tirando fina.

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  4. Bah, mas e’ favela por toda parte ali hein? Vao por todas aquelas malocas pra baixo ou vao ficar ali como monumentos ao terceiro mundismo?

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    • Não vão durar muito, com uma boa infraestrutura a região se valoriza e novos empreendimentos começam a surgir.

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      • Os anti carros vão ficar loucos, vão dizer que espaço para carros não valoriza nada.
        haha

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      • Felipe

        Não é tão linear assim, primeiro tem o problema de posse e de propriedade: Geralmente as vilas são colocadas em áreas públicas ou em áreas que há problema de titularidade do terreno (disputas judiciais). Como há este problema se o morador melhora de vida e tem recursos para investir, ele geralmente se muda para outro local.

        Por outro lado quando a Prefeitura faz um programa de regularização fundiária, há nos contratos, que são subsidiados, cláusulas que proíbem a venda. Estas cláusulas tem dois problemas, se elas não existirem o morador vende o terreno e passa para outra vila, por outro lado se ele tiver a possibilidade de vender ressarcindo o erário público, como os terrenos são abaixo dos limites mínimos para a construção regular, eles tem que ser reagrupados para que sejam utilizados em construções regulares. Se por exemplo cinco moradores próximo a uma esquina venderem seus terrenos, os terrenos que ficarem junto a esquina incrustado entre dois empreendimentos ficarão sem valor comercial.

        Em resumo, quando a zona começa a adquirir valor comercial, a Prefeitura que deveria tomar a peito esta urbanização da forma que proprietários, construtores e a própria prefeitura saiam lucrando no negócio (negócio bom é negócio bom para todos). Por todo mundo há intervenções deste tipo, algumas são verdadeiros sucessos deixando todos satisfeitos e outros são operações mafiosas que sempre alguma parte sai no prejuízo.

        O que deveria ter no município é um grupo de estudo técnico-político que estudasse e organizasse este tipo de reordenamento da forma de com transparência deixasse todos felizes (e é possível), entretanto este tipo de grupo tem que ser permanente, pois em países europeus ou no próprio USA, a negociação para algo deste tipo dura décadas! Mas todos ganham.

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    • Vão derrubar só as que ocupam espaço para as obras…

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    • Derruba tudo e faz um shopping em cima. Problema resolvido!

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  5. Pelas fotos começaram pelo trecho que já tinha um recuo grande, ótimo, mas quero ver no nos trechos mais complicados. Alguém sabe como vai ser a ciclovia aí? Estou curioso…

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  6. Excelente.

    O pessoal anti carro não tem idéia do perigo que é andar nessas “avenidas” de pista unica, que mais parecem uma estradinha.

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    • Espero que te refiras ao perigo para o pedestre, pois a calçada é quase inexistente.

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    • O perigo é tanto para carros, como bicis e pedestres, uma vez que a pista é estreita, a circulação grande e a velocidade, dos apressadinhos, alta!

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