Obras do viaduto Pinheiro Borda começam nesta quinta-feira

Estrutura vai conectar importantes vias a pontos como rodoviária e aeroporto Foto: Divulgação/PMPA

O projeto de duplicação da avenida Edvaldo Pereira Paiva, a Beira Rio, entra em fase decisiva para garantir a qualificação da mobilidade na região do entorno do estádio oficial da Copa de 2014 em Porto Alegre. A obra do viaduto da Pinheiro Borda terá início nesta quinta-feira, 30, às 14h. A estrutura estaiada irá conectar importantes vias a pontos como a Rodoviária, o Aeroporto Salgado Filho e a rede hoteleira, além de representar um dos principais acessos do Centro à zona Sul da Capital.

Integrante da Matriz de Responsabilidades da Copa, a obra tem previsão de conclusão para abril de 2014 e representa um investimento de R$ 26,6 milhões. O viaduto irá separar os fluxos conflitantes entre as avenidas Pinheiro Borda e Edvaldo Pereira Paiva, garantindo a utilização plena da capacidade viária daquele trecho. A arquitetura de estrutura estaiada, que terá iluminação especial, estará alinhada à proposta visual de revitalização da Orla do Guaíba.

O viaduto tem extensão total de 315,5 metros, com duas faixas, em pavimento asfáltico. O sentido de tráfego será da zona Sul em direção ao Centro, no prolongamento da avenida Pinheiro Borda. A obra será executada pelo Consórcio Viaduto Pinheiro Borda (Sultepa Comércio e Construções Ltda., Toniolo Busnelo Túneis, Terraplenagens e Pavimentações S.A. e Construtora Cidade Ltda.), vencedor da licitação.

Prefeitura de Porto Alegre



Categorias:Arquitetura | Urbanismo, COPA 2014, Viadutos e pontes estaiadas

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50 respostas

  1. Fábio , todo esse transtorno , mais de ano , para os moradores da zona Sul , que passam por ali diáriamente , engarrafados e acabando com seus veículos ,nos buracos e desvios , que mudam todos os dias , para ficar bonito pra copa e depois a EPTC fecha nos fins de semana para skeititas e ciclistas se exibirem , tirando o direito de ir e vir de quem paga Ipva e outros tantos impostos , como se não bastasse os parques enormes costeando a beira rio , para varias modalidades de esportes.
    O que a zona Sul vai ganhar com isso? Mais impostos.

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  2. Analisando o viaduto chego a conclusão que ele não muda NADA, pois continuara a ter sinaleira na descida do moro trancando a avenida, e mais, na frente só terá 2 faixas sentido centro em frente ao beira rio ? que obra idiota, igual o viaduto perto do aeroporto…

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  3. E lá se vai o que era, na minha humilde opinião, uma das visuais mais belas da cidade (sentido centro-bairro).
    Será mesmo que viadutos são a solução para o trânsito?

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    • Elvio

      Respondendo a tua questão. Quantos cruzamentos em Porto Alegre tem um engarrafamento sistemático. Muitos, porém vão fazer um viaduto mais caro que qualquer outro tipo, um viaduto estaiado, sem a mínima necessidade de adotar esta solução só para ficar mais bonito. E mais, numa região que o tráfego tem outras soluções.

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  4. De onde será que os(as) reacionários(as) tiraram a idéia – mais do que bizarra – segundo a qual pessoas que dedicam parte de seu tempo e energia a alguma forma de ativismo – social, ambiental, o que seja – NÃO trabalham (ou não precisam trabalhar) para ganhar o próprio sustento?

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    • Postei esta mesma pergunta no fb e recebi várias respostas interessantes, p.ex.:

      “Dedicar parte do nosso tempo à ativismos positivos ou em busca de si é desesperador para quem simplesmente se autoproclamou um “parafuso” da Insana Engrenagem que favorece o tempo todo, a DISTRAÇÃO com coisas inúteis…”

      Fico com essa resposta esboçada. Parece que algumas atitudes incomodam JUSTAMENTE pelo fato de serem extremamente positivas, e, à falta de argumento, reacionários e infelizes de plantão recorrem a um estereótipo (esperando aplausos da arquibancada inferior): “são vagabundos, não trabalham, não produzem, só querem incomodar”. E de fato estamos incomodando – mais até, e num nível mais profundo, do que é nossa intenção.

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  5. Um viaduto naquele local não faz o mínimo sentido, pelo menos do ponto de vista de mobilidade urbana. Explico: grande parte do fluxo durante a manhã é no sentido bairro-centro. No final da tarde, aumenta o fluxo no sentido inverso.

    Ajustes no tempo do semáforo (por exemplo, durante a manhã deixando o semáforo mais tempo aberto para quem vem no sentido bairro-centro, e à tarde o contrário) resolveriam qualquer eventual problema em termos de mobilidade.

    Tudo isso sem contar que, com a avenida Tronco, haverá mais uma alternativa de ligação da Zona Sul, o que deve aliviar ainda mais o fluxo na Beira-Rio.

    Já que a “engenharia de tráfego” não consegue explicar a necessidade deste viaduto, o financeiro dos partidos talvez consiga: http://www.cartacapital.com.br/politica/construtoras-dominam-lista-de-doacoes-milionarias/

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    • Que piada…alguém leva a sério isso?Mesmo?Turma de hippie tentando causar apenas…trabalhar que é bom nada.

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      • Adriano, consegues falar alguma coisa que não seja preconceituosa em relação as bicis? Aposto contigo que eles trabalham, conheço um que outro do movimento. Mas discordo da postura deles neste ponto.

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        • Até consigo, mas não ao ler uma bobagem destas…fora que, infelizmente, 99% dos cicilistas (que postam aqui) carrega ódio contra carros, motoristas, obras, e uma carga enorme de ideologia política…

          Já dizia Nelson Rodrigues:

          “No Brasil, só se é intelectual, artista, cineasta, arquiteto, ciclista ou mata-mosquito com a aquiescência, com o aval das esquerdas.”

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        • Não consegue não Adriano. Eu lembro bem quando falaste que ciclovias são inúteis de maneira geral. Afinal, tu estás confortável morando perto do Moinhos e andando de carro até pra comprar pão no zaffari e quem não concorde contigo que se f****.

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      • São inúteis no contexto atual, já que as existentes estão sempre às moscas. Fato.
        E não quero que todos se f…, apenas aqueles que não querem progresso à nossa cidade.

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        • Que pena Adriano, ainda tens um conceito de progresso que até os americanos já estão largando. E estão as moscas na tua cabeça, pois eu frequento a da Icaraí e te afirmo que mais gente usa. Se fosse minimamente bem feita, mais gente usaria.

          Mas por que gasto tempo explicando? Tu achas que cicloativistas são hippies que não trabalham, e eles que são os preconceituosos… o inferno são os outros mesmo!

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  6. Cara, se eu tivesse Facebook à mão agora, eu compartilhava tudo q o guiml falou. Não há convicção! Não há projeto de transporte coletivo! Não há projeto de cidade! Eu que sou geógrafo, ao menos tento me especializar em planejamento urbano, e afirmo convicto que os especialistas que fazem esses projetos são ou; a)não moram aqui, b)péssimos profissionais, c)uns bostas. Mas ao menos se eles tivesem um projeto de transporte coletivo maior à seguir, poderiam montar seus projetos fracos incluindo as questões que o projeto obrigaria.
    Enfim, sem isso a cidade vai continuar sendo essa bagunça e esse blog sempre vai ser um chororô

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  7. E acho que não entenderam o meu ponto. Eu não acho que tem que colocar cidadão no time de projetos. Eu estou criticando OS ESPECIALISTAS que são incompetentes. Fora os políticos que carecem de qualquer visão de longo prazo.

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    • Caro guiml

      Quem são estes especialistas?
      Aparece uma série de imagens de obras importantes e por trás dessas não se sabe que as fez. Neste inverno estive na cidade do Porto e fiz o chamado passeio das pontes, tu vais de barco e passa por debaixo de várias pontes e o guia vai te dizendo:
      .
      Esta ponte tal foi construída pelo rei qual e o engenheiro (ou arquiteto) que a projetou foi fulano.
      .
      Na próxima ponte é o mesmo.
      Aqui não, aparece um desenho e nem se sabe quem o concebeu, de repente contrataram alguns estagiários de arquitetura, que trabalham em CAD tridimensional e puseram os mesmos sob a orientação de alguns engenheiros e arquitetos a fazerem elucubrações. Posso pensar assim, pois a paternidade dos projetos não está sendo apresentada.

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  8. Às vezes eu fico olhando esses renders e fico com dúvidas parecidas com a do Mobus (eu conheço o Mobus e sei que ele não é especialista em urbanização, trânsito, etc). Esses pontos levantados, como do trajeto do ônibus, disposição das pistas, até o fato de se fazer um viaduto estaiado sem necessidade aparente (não sei se é mais barato, espero que seja), entre outras coisas, são pontos importantes mas parece que ninguém na equipe do projeto pensa nessas coisas. Ao que me consta, quem faz renders são escritórios com gente especializada, formada em arquitetura E URBANISMO (o curso é assim no Brasil), teoricamente o cara estou e entendeu conceitos de fluxo de veículos, utilidade de obras, sei lá o que eles estudam, mas os projetos bizarros continuam aparecendo, parece que são feitos nas coxas. Fora a falta de convicção da prefeitura, ora é a Linha 2 do metrô que ia passar na Azenha, depois é o Portais da Cidade, depois é a linha 2 do Metrô que vai percorrrer uns bons quilometros paralelos à linha 1 em direção ao norte, daí o Portais da Cidade ganha 500 mil dolares à fundo perdido numa feira da China e o prefeito se gaba disso, agora o Portais da Cidade sumiu e vai ter o BRT. Sei lá, daqui a pouco vão montar um teleférico entre a zona sul e o centro, não sei. Eu não consigo ver qualquer resquício de planejamento nessas ações, vejo ações isoladas, a maioria em ano de eleições, algumas acabam colando, a maioria cai no esquecimento. E os 2 candidatos mais fortes à prefeitura parecem que vão continuar nesse oba-oba. Noutro post do Porto Imagem postaram a foto de Boston que substituiu viadutos por túneis e praças, o Boston Big Dig levou MAIS DE 20 ANOS de obras coordenadas entre diferentes gestões (ainda que do mesmo partido). Quando veremos algo assim no Brasil?

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    • Também não sou especialista, mas até onde sei os estaios servem para poder fazer um vão grande sem tantos pilares debaixo da ponte. O motivo da maioria dos estaios ultimamente é por que virou moda depois da ponte de SP.

      O problema na realidade é que os governos não investem em urbanismo, até por motivos eleitoreiros. Eles pensam é “tem congestionamento ali todos dias, então vamos fazer um viaduto”. As vezes resolve, mas boa parte das vezes joga o problema mais para a frente.

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      • Mas então, qual é a real utilidade de estaios para VIADUTOS? Quando estamos construindo um viaduto, estamos em cima de terra, e é fácil construir mais um pilar. Quando estamos construindo uma ponte, estamos sobre água, e é absurdamente complicado adicionar pilares.

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        • Às vezes não é complicado adicionar pilares, mas se necessita de um vão grande e distante da água para a livre passagem de navios. Mas realmente, em uma ponte “seca” não dá pra entender o uso dessa tecnologia. Novamente, não sei se é mais barato, se for, que bom. Se não é desperdício de verba pública.

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        • Minha opinião (de leigo) é que virou moda. Em vez de projetarem uma ponte com um desenho legal vão lá e jogam um estaio. É melhor que as pontes genéricas da Ipiranga, mas bah.

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        • Quais pontes genéricas da Ipiranga? As que cruzam o dilúvio?

          Acho elas bem bonitinhas, se fossem mais cuidadas. Gosto do estilo antigão.

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        • Fernando, a da Azenha e da Getúlio, mais uma outra realmente. Mas por exemplo a da Borges eu acho bem fraquinha. Mas enfim, minha opinião.

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        • “Quando estamos construindo uma ponte, estamos sobre água, e é absurdamente complicado adicionar pilares.”

          Esse trecho mostra bem como o conceito de ponte estaiada está sendo aplicado errado!
          É só fazer uma pesquisa “ponte estaiada” no pai dos burros e ver em que tipo de espaço ela é aplicada.

          E não digo desnecessário, mas esse viaduto na minha opinião é dispensável. As únicas e poucas vezes que vi dar alguma tranqueira foi em jogos de grande público no Beira Rio. Fora isso…

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      • O motivo é simples. Quantas empresas de engenharia tem experiência e equipamentos para fazer viadutos estaiados?

        Propondo desta forma se elimina um número significativo de concorrentes e reduzido este número ficam poucos para “negociar”, não esqueçam que uma campanha eleitoral é cara.

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    • Quando os porto-alegrenses pararem de dar pitaco e reclamar de um assunto que não dominam e confiarem a resolução dos problemas ao poder público e aos especialistas. Daí sim vai acontecer algo assim no Brasil

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      • Enquanto os especialistas derem soluções meia-boca, daremos pitacos.

        E, pra falar a verdade, mesmo os melhores especialistas erram de vez em quando. É saudável ter um input dos interessados para evitar erros escabrosos. Ou você acha que se botassem UM motorista de ônibus no time de projeto do camelódromo teria ficado a merda que ficou, com ônibus precisando DAR RÉ em plena Mauá para entrar no terminal?

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      • Lau

        Que especialistas tu falas?

        Estes projetos estão sendo gestados encerrados em quatro paredes não utilizando nem a maior parte dos engenheiros e arquitetos da prefeitura.

        Dá para ver de longe que o teu propósito em várias intervenções é pautar todos, ninguém aqui é pateta ao ponto de saber para que serve e porque se constrói um viaduto estaiado.

        Também ninguém aqui tem alzheimer ao ponto de esquecer que a cada semana a prefeitura está apresentando propostas conflitantes mostrando uma total desorganização.

        Vide o caso da Voluntários, chegaram apresentar uma imagem que a rua era alargada por recursos gráficos. Depois mostram um traçado completamente diferente do que propuseram inicialmente.

        Se tu estás tão por dentro assim dos projetos me indique as pessoas que estão fazendo.

        Discutimos sim, dizemos bobagens também, somos caceteados uns pelos outros, somos, mas não acho nada “legal” chegar alguém aqui e tratar todo mundo como criança: “Se não te comportares não ganhas o doce.”

        Se não estás gostando da discussão, saia e vai procurar a tua turma, pois aqui discutimos até cor de poste.

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  9. Na real, tem uma coisa horripilante nesse projeto, um atestado de que a prefeitura não entende o conceito de BRT. É bem simples prefeitura: BRT de verdade tem faixa segregada em TODA extensão da linha.

    Olhem bem o render: ele sugere que os ônibus ingressam na faixa reservada para acessar a estação somente após o viaduto, o que indica que imediatamente ANTES do viaduto eles não têm faixa reservada, pois é mais importante para os projetistas deixar os carros-carros-carros da direita acessarem o viaduto (à esquerda). Ou seja, provavelmente vamos ter aquela situação bizonha onde os ônibus estão no corredor (na Chuí), mas o corredor subitamente acaba (na Pinheiro Borda), forçando os ônibus a se misturarem com o tráfego (numa subida!), deixar todo mundo passar (porque ninguém dá passagem pra ônibus) para só então terem a faixa reservada de novo.

    Existe uma solução pra isso: bota o corredor dos ônibus bairro-centro pela Padre Cacique mesmo, “na contramão”, passando por baixo do viaduto e chegando à estação sem nenhum X. Com isso, até poderíamos ter uma parada perto do Iberê – coisa que o projeto atual não prevê.

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  10. Ótima notícia, só lamento que a beira-rio continua com as obras da calçada de pedestres e da ciclovia /piadovia paradas.

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  11. Se o Fortunati perder a eleição, todos esses viadutos vão continuar em obras?

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  12. Excelente.
    Vai dar um up no transito, e vai ficar bonito…

    :DD

    Mas bem que poderiam fazer algo anti mendigos em baixo, de preferencia colocando um gramado pra tapar o espaço onde eles provavelmente irão morar.

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    • Claro, porque a solução final pra acabar com a mendigagem fedida ai-que-nojo é acabar com os lugares onde eles podem procurar abrigo nas ruas. Vamos tirar todos os bancos de todas as praças também. Na real, vamos acabar com as praças duma vez, pois só servem pra juntar drogados.

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      • A solução pras praças: transformar em estacionamento.

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      • Chororo 24 horas por dia.
        Eu me divirto.

        Não lembro de ter comentado sobre transformar algo em estacionamento, mas se a paranoia de vocês diz isso..

        Lugar para os mendigos a prefeitura ja deu, tiveram que fechar por que eles não queriam ir por causa das drogas.

        Não sou obrigado a ver tudo o que EU pago com meus impostos ser destruido por mendigos.

        Se vocês acham lindo e algo humano ver pessoas dormindo de baixo de um viaduto, queimando tudo pra fazer fogueira, ai é problema de vocês, eu acho isso triste.

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        • Cara, o problema é que tirar do viaduto só esconde o problema, pois eles vão mudar para outra marquise, outro terreno baldio, etc. O estado deve é prover acompanhamento psiquiátrico. Principalmente por que na maior parte dos casos eles são viciados antes de mendigos. Alguns países da Europa já fizeram isso com resultados positivos, pesquise e veja.

          A minha piada em relação ao estacionamento não foi direcionada a ti especificamente, mas ao tipo de raciocínio.

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    • Comentario mais preconceituoso do ano. parabéns

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      • Certamente, falei mal dos mendigos, em todas as palavras, alias, por que não dou logo a idéia de tocar fogo neles né?

        Por que querer uma cidade limpa é preconceito puro, e antes que os nhenhenhe falem algo, falo de cidade limpa na questão do lixo espalhado, e não de gente dormindo na rua.

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        • A cidade será limpa quando estas pessoas forem tratadas, não escondidas.

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        • Não vamos acabar com os mendigos simplesmente não deixando eles ficarem embaixo de viadutos.
          A questão é bem mais complexa, só não vê quem não quer! Para tanto é preciso investir em políticas sociais – além de, claro, ter mais do que dois neurônios…

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  13. Este vai sair rápido porque não tem desapropriações a fazer.

    Eta prefeiturinha mais desorganizada.

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