A exploração das hidrovias gaúchas

Foto: Gilberto Simon

Presidente da Associação Brasileira de Terminais Privados, Wilen Manteli, propõe os modelos americano (Mississipi) e europeus (Alemanha, Holanda) como inspiração para explorar economicamente as hidrovias gaúchas.

Lá eles atraem indústrias, empresas de logística, turismo, pesca e energia para se instalarem ao longo dos rios. Aqui, as PPPs poderiam ser a grande alternativa. Segundo ele, com direção privada, mas o Estado com poder de veto e fiscalização em matérias de interesse público e formatador das políticas públicas.

A entidade resultante da PPP passaria a atrair empreendimentos ao longo dos rios e cuidaria da dragagem e segurança da navegação com apoio da Marinha, e a receita viria dos arrendamentos dos terrenos e pedágios dos navios.

Affonso Ritter

 



Categorias:hidrovias

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2 respostas

  1. Mas, para usar os rios do estuário do Guaiba, tem que rebaixar todo estuário em 5 metros, todo estuário tem bancos de areia.

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  2. Não existe uma lei sobre uma distância mínima das margens? Talvez seja necessário alterar essa lei, ao invés de proibir a instalação nas marges forçar a proteção das margens.

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