Vai percorrer menos de 3 km? Vá de bicicleta!

Foto: Francisco Marquez

A equação é quase matemática: ❤ km = bicicleta. Não sacou? A gente explica! A Caloi, maior fabricante brasileira de bikes, lançou uma campanha consciente para estimular o uso da magrela nas nossas cidades. Segundo pesquisas, os trajetos que têm menos de 3 km de distância são perfeitos para a bicicleta, que ganha a disputa contra qualquer outro modal, seja carro, ônibus, metrô e até a pé.

Com campanhas como esta, que promovem a bicicleta como meio de transporte diário, vem junto no pacote o aumento de hábitos de vida mais saudáveis e maior consciência social e ecológica na forma como nos deslocamos nas cidades! Quem usa a bike para trajetos curtos, além de não enfrentar congestionamento, chega antes, aproveita a pedalada, ganha auto-confiança e ainda economiza uma boa grana no final do mês – como já contamos aqui! Por tudo isso, o TheCityFix Brasil é um apoiador do Manifesto “Menos de 3″ da Caloi!

Agora você já sabe: ❤ = bike. Saiba mais sobre os benefícios da bicicleta e experimente mudar seus hábitos hoje mesmo!

THECITYFIXBRASIL



Categorias:Bicicleta, ciclovias

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22 respostas

  1. Há mais de ano eu faço diariamente 6km pra ir e 6km para voltar do trabalho.
    Moro na Zona Norte e trabalho na Terceira Perimetral.
    Eventualmente vou caminhando e volto correndo, dependendo das condições climáticas.
    Só me fez bem. Inclusive com a economia de dinheiro E de tempo, pude até já comprar uma bicicleta para a mulher.
    Gastava mais tempo esperando um ônibus e ficando dentro dele ou dentro do carro nos engarrafamentos cada vez mais constantes em qualquer rua dessa cidade.
    Sempre recomendo aos meus amigos que façam isso. Se vai ficar uma hora preso em um engarrafamento, é o mesmo tempo que levaria para ir caminhando ou menos ainda pedalando.

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  2. Bom já faço isso há muito tempo, apesar do asfalto esburacado e enrugado e da grosseria dos motoristas. Mas faz sentido sim.

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  3. Faço um trajeto de 4km todos os dias para ir trabalhar, sempre CAMINHANDO.

    Nunca que vou levar um trombolho junto, tendo que me incomodar para guardar quando chegar em casa e/ou no trabalho, sendo ameaçado pelos carros na rua e ameaçando os pedestres na calçada.

    Sem contar que caminhando aproveito bem mais a cidade, as pessoas, as lojas, botecos e afins.

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  4. Eu percorro hoje em dia 5km de ida e 5km de volta, mas antes de me mudar eram 10km de ida 10km de volta, vale muito a pena, nos horário de /rush então nem se fala, eu levava 40 min, de carro para fazer os 10km de volta para casa, de bici andando na boa era 30min, se me puxasse poia fazer em 22min. Depois que comecei a andar de bici fiquei meio preguiçoso para caminhar, as vezes mesmo trajetos curtos para ir num banco por exemplo prefiro pegar a bici. Outra preguiça que começou a aparecer era tirar o carro da garagem, muito mais prático pegar a bici!

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  5. Eu acho 3km muito pouco, menos de 2km ainda acho bem mais negócio ir a pé, e mesmo 5, 7km, se não for um terreno muito acidentado, bicicleta sai mais prático que carro.

    De qualquer forma, boa iniciativa.

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  6. Eles deviam patrocinar estacionamento de bikes nos estabelecimentos tbm

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  7. O problema é a falta de segurança do trânsito e onde guardar a bike com segurança.

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    • em relação a guardar, negocie com o rh da empresa ou procure clubes próximos. Para mim funcionou, mas é caso a caso.

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    • Se tivesse ciclovia de porta a porta, eu andaria até uns 5 km, dependendo do percurso, horário e das condições climáticas.

      Tempo chuvoso ou muito quente (>30 graus), percurso com aclives e horários noturnos seriam fatores excludentes pro uso da bicicleta com um mínimo de conforto e segurança. Considere aqui que, ao contrario do resto do mundo, o costume no Brasil é cheirar bem.

      Ciclovia com separação física dos carros é fundamental pra segurança. Os cicloativistas reclamam dos motoristas, mas na realidade por mais bem intencionados que os motoristas fossem, eu não me arriscaria a andar de bicicleta no meio do transito da mesma forma que não me arriscaria a andar de moto. Por mais cuidadosos que os motoristas fossem, acidentes acontecem, e quem esta num veiculo sem proteção (moto, bicicleta) eventualmente vai se machucar com alguma gravidade. Eu não assumo esse risco de jeito nenhum.

      O erro na verdade está na concepção brasileira. Já existe um meio tradicional de separação entre objetos frágeis e pesados e ele se chama calçada. Na Alemanha as ciclovias ficam sobre a calçada. Para proteção dos pedestres, bicicletas não andam rápido e tem buzina. Alias, bicicleta não é um meio de locomoção pra quem tem pressa.

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  8. Meu projeto pra 2013 e’ estar morando no interior do RS e indo pro trabalho de bicicleta.

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  9. Hummmm, não.

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    • Complementando:

      Prefiro ir a pé.

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      • Por quê?

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        • Nem dá trela, esse cara é o ciclotroll do blog. A únicacoisa que motiva ele a participar aqui é jogar contra as bicis.

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        • Porque 3km é pouco e geralmente não tem lugar para “estacionar” a bicicleta.

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        • Caro Felipe X,

          Discutir contigo é a mesma coisa que tentar argumentar com uma pedra, mas vamos lá.

          Só porque não sou a favor do cicloativismo de “vocês” tu me intitula de “ciclotroll”. Teus argumentos terminam aí? Não tem mais nada para complementar? Não, não tem. Não tem porque todo “ativismo” (carregado de ideologia politica, diga-se de passagem) é vazio, ainda mais quando baseado em modismo. É a mesma situação dos vegans. Quem come carne é ruim, blablabla, mata os bichinhos blablabla. Quem anda de carro é carrólatra, blablabla, mata a cidade, mimimii.
          Nenhum argumento, nenhuma tese. Apenas são contra, e isso parece que tem bastado. Não me surpreende, considerando o nível cultural atual da população em geral. No fim das contas, eu te entendo meu caro, fica difícil rotular alguém com mais de um adjetivo quando se tem como base o nada.

          Cordiais saudações.

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          • Adriano, qual o teu nível cultural? Não precisa responder, apenas pensa e responde pra ti mesmo, afirmar que o ativismo tanto o cicloativismo, como ativismo vegan é vazio evidencia pra mim o teu nível cultural. Não sei se essa tua posição é por raiva das pessoas que são ativista somada a total falta te conhecimentos técnicos nas áreas que citaste ou é simplesmente falta de conhecimento suficiente para ponderar ideias, ou ainda falta total de empatia com o resto do mundo que não não faz parta da realidade que tu vive. A única coisa que posso te dizer do fundo do coração, sem nenhuma ironia, é pensa um pouco mais, estuda um pouco mais e tenta sentir melhor o mundo que tu e o resto dos seres vivos vivem, não só a tua realidade, tenta entender e sentir a empatia, talvez isso possa te tornar uma pessoa melhor e te fazer pensar mais antes de clicar em fazer comentário. Isso vale pra todo mundo!

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        • Não me encaixo em nenhuma das hipóteses citadas pelo Sr.

          Eu vejo o ativismo com maus olhos por motivos bem diferentes de “raiva” ou “falta de estudo”.

          Este “ativismo” me incomoda, e muito, quando tenta impor o seu “estilo” ao resto, com a bandeira do “melhor para você, melhor para o planeta” e demais bobagens que se houve por aí.

          Tipo isso:

          http://www.vegetarianos.com.br/blog/projeto-de-lei-tenta-aprovar-a-segunda-sem-carne-no-estado-de-sao-paulo/

          No meu ponto de vista, isso é uma agressão. Uma agressão pelo simples fato de que alguns entendem que eu não devo comer carne e me obrigam a isso, “para o meu bem”. Uma forma disfarçada de tentar impor o que os “ativistas” acreditam.

          Já no tocante aos amigos ativistas da “bike”, canso de ver conjecturas no que toca a proibição de veículos, aumento de taxas, criação de pedágios urbanos…

          Veja meu caro, que não tenho no fundo nada contra as bicicletas ou vegetarianos. O que eu repudio é quando, sob a bandeira do “bem” tenta-se impor ao resto a filosofia que este grupo acredita, e isso, eu não aceito.

          Quem vai escolher se eu vou ou não de bicicleta sou eu. Quem vai escolher quando e quanta carne vai comer sou eu também. E se você entende que não quer comer carne e carro é dispensável, maravilha.

          Cada um no seu quadrado.

          Mas a livre escolha parece que não basta aos ativistas. Eles querem, precisam, sei lá porque, fazer que os outros vivam o seu modo de vida.

          E, como eu disse antes, isso eu não aceito.

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          • Adriano, nenhum ativista quer obrigar ninguém a nada, ativismo é simplesmente mostrar as pessoas que existem possibilidades diferentes ao que elas estão acostumadas, a escolha sempre é da pessoa. Analisamos os exemplos que citaste, a segunda sem carne, ela é uma sugestão para as pessoas experimentarem alimentação sem carne, adota quem quer, se tu não concorda, basta comer a quantidade de quantidade de carne que tu quiser em casa. Quanto as proibições de veículos em certas áreas, taxas e pedágios, novamente ninguém tá te obrigando a não usar o carro, isso é apenas uma maneira de desincentivar o uso em alguns locais, o porque dessas ideias difundidas por ativistas são baseadas não em idealismo político como disseste antes e sim dados científicos, estatísticas e muitas experiências, qualquer um que dedica um pouco de tempo à leitura e e estudo desses assuntos consegue enxergar os problemas e algumas soluções tanto em relação ao consumo de carne quanto ao uso indiscriminado do carro. Assim, falar que o ativismo é vazio é no mínimo ignorância (falta de conhecimento), podendo passar pela arrogância e o egoísmo. Todos temos liberdade para ter um determinado comportamento, mas vivemos na cidade e nosso comportamento afeta a vida dos outros, assim precisamos lembrar o velho ditado: “A liberdade de um vai até onde começa a do outro”. Assim que se discuta os dados e argumentos e não tente se desclassificar o ativismo e seus ativistas com discurso preconceituoso e cheio de idealismo político, sim ser sempre contra ativistas é sim um idealismo político, mesmo que não se saiba disso.

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  10. Eu percorro um de 5km e ainda vale a pena 😉

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