Vídeo – Cidades e Soluções: Aeromóvel – 1º transporte público de massa movido a ar

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POR SOLICITAÇÃO DA GLOBONEWS

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Categorias:Aeromóvel, Meios de Transporte / Trânsito

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32 respostas

  1. Muito legal! Mal posso esperar pra ver fucionando! Uma pequena correção: o ar propulsiona o veículo, não é “fonte de energia”, que é elétrica.

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  2. Cada frase do Oskar Coester é uma aula sobre transporte e empreendedorismo.

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    • Felipe.

      Sinto muito mas Oskar Coester é a antítese do comportamento do empreendedor moderno.
      .
      Primeiro ponto, o financiamento público da FINEP de Cz$ 28.382.000,00 ele pagou todo com seu dinheiro.
      .
      Segundo ponto, ele procurou primeiro demonstrar experimentalmente e matematicamente a viabilidade de seu invento, antes de vendê-lo para o público em geral.

      Terceiro ponto: Marketing, nunca foi o seu forte, muito menos propaganda.
      .
      Quarto ponto: Ele pensa que mais importante é que seu invento dê frutos a sociedade do que para ele mesmo.
      .
      Quinto ponto: Ele não suborna ou oferece participações a agentes públicos para que facilitem seus empreendimentos.
      .
      Sexto ponto: Ele não rouba ou compra patentes de inventos por 10 e a comercializa por 1000, dizendo que o invento foi dele.
      .
      Em resumo, de empreendedor, ele não tem nada, ele é um inventor, e dos bons.

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      • Patético seu comentário, ao alegar que empreendedor suborna e rouba.

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      • Não são todxs. Apenas os grandes. Principalmente as empreiteiras.

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      • Acho então que há um desconhecimento por grande parte da pessoas aqui do que é ser empreendedor. Lamentável, pois também vejo que, assim como os “bicho grilo” do Guenio esse blog vem se fechando numa certa ignorância, no maquinismo clássico dessa cidade ou é ou não é, são incapazes de uma analise cética que não generalize. Basta ver alguns comentários. Não o seu caso Marcelo.

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      • Mas é o que eles fazem.

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  3. Sabe por que ele não foi utilizado em toda Porto Alegre, ainda? De acordo com um comentario feito em outro topico, é o capítalismo(não aprendeu,ainda) ele não da altos lucros, não polui, não produz engarrafamentos, não tem consumo de combustivel fossil.Viva o Coester!

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    • O Coester mesmo falou no video que foi por causa da burocracia govenamental e seus burocratas sem visao, e tu vem com essa perola.

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      • os capitalistas malvados estavam conspirando sobre qual a melhor forma de poluir o planeta, e por isso descartaram o aeromóvel…

        rialto

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      • Os “bons” capitalistas das empresas de ônibus devem estar muito felizes com a realização do Aeromóvel.

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      • E quem esta sempre no Governo? Gente como o Coester é que não está. E quando chegam lá(PT) fazem a mesma coisa(ou pior)que criticavam sendo oposição.

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      • Burocracia governamental é a melhor forma de exercer o poder do Capitalismo.

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    • Muito bom e esclarecedor o vídeo. Que funciona, não há dúvidas, sendo o grande trunfo desta tecnologia o veículo ser leve e se consome mesmo em média 150 CV é bastante econômico. Mas reforço o que já foi dito aqui: a fonte de energia é eletricidade e a propulsão pneumática.

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  4. Desde minha infancia aguardo ansioso por esse momento, no qual o aeromovel parece começar a virar o centro das atenções. Imagino o que deve estar sentindo o Coester, tendo aguardado isso desde que sonhou com a idéia.

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  5. Olha, eu quero acreditar em tudo isso, mas sou um cético. O que fica ressoando na minha cabeça sempre que eu vejo uma história dessas são perguntas do tipo:
    – Se o aeromovel é uma boa opção, por que não foi “reinventado” em outro lugar do mundo? Isto é, nesse exato momento empresas estão tentando todas as formas de locomoção na busca de algo mais eficiente. Mesmo que o Oskar Coester tenha patenteado o aeromovel no mundo todo (o que duvido pois teria que ser feito em cada pais e é muito caro), sendo uma opção vantajosa, alguma empresa ou governo teria já licenciado e instalado, ou reproduzido a idéia burlando a patente.
    – A física do aeromovel também ainda não me foi bem explicada. O sistema do aeromovel coloca ainda mais um intermediário (ar) entra a energia (elétrica) e as rodas do carro. Toda transferencia de energia tem perdas.
    – O aeromovel depende da pressão no duto. Fuga de ar causaria perda de pressão. Perda de pressão = perda de energia. Perda de energia = perda de eficiência.
    – Manter um duto pressurizado com um trem andando em cima e uma vela no meio do duto me parece algo bem mais complexo que a manutenção de um trem elétrico.

    De qualquer forma, estou esperando os tantos aeromoveis por aí entrarem em operação para vermos afinal se a idéia é realmente valida quando comparada a outros modos de locomoção. Se for, nenhuma burocracia brasileira vai impedir que outros países do mundo implantem ele.

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    • Adriano, o Eng. Diego Abs já explicou o funcionamento do aeromóvel dezenas de vezes aqui no Blog, com muitos dados e informações. Faz uma busca aí pelo Blog e ve tu mesmo. Não entendo mais este tipo de dúvida. Na verdade, só tem dúvida quem quer.

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      • Eu já vi todos os posts dele, mas ele ainda não respondeu essas duvidas acima, pelo menos não diretamente, talvez por que o linguajar técnico iria alienar os leitores.

        O problema maior que eu tenho com essa história é a concepção romântica de um inventor solitario mal compreendido, ainda mais sem formação acadêmica como o Oskar Coester.

        Para se criar algo revolucionário em geral são necessárias varias cabeças brilhantes, trabalhando segundo o rigor do método cientifico, com colaboração de muitas outras pessoas de mesmo calibre em redor do mundo.

        Espero que o aeromovel tenha sucesso, mas temo que ele dissemine a idéia de ciência feita de forma heróica e romântica. O resto do mundo já percebeu que ciência, tecnologia e desenvolvimento (nesta ordem) vêm só depois de muito investimento em educação e depois em P&D.

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      • Adriano, teu ceticismo é bem-vindo. Pois tu tens dúvidas, mas não desqualificas a idéia já de partida. Espero que os dados da linha do Aeroporto, operada por uma empresa de reputação ilibada como a Trensurb, possam te provar a viabilidade do conceito. O papel aceita tudo, então vou deixar para que verifiques na prática no primeiro semestre do ano que vem. 😉

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      • Não consigo entender esse tipo de ceticismo. Mas ok, o aeromóvel está lá no gasômetro desde 83, sendo testado diariamente, alem disso temos no forum a participação do nosso amigo Diego Abs, sempre esclarecendo pontos do projeto…. Enfim, confesso que fico irritado. Só para ilustrar, até minha falecida vó – na época uma senhora de 80 anos , sem acesso a internet,- já me dizia que achava o aeromóvel “uma idéia de gênio”.

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      • Diego, em primeiro lugar parabéns pelo trabalho. Apesar do ceticismo, acho que vai dar certo sim.

        Minha maior duvida é quanto a viabilidade do aeromovel numa linha maior, que tenha mais de um trem e que requeira veículos para mais de 300 pessoas. Pelo que eu entendi do video, essa seria a ocupação máxima de um veiculo aeromovel entre duas estações de pressurização (não sei o nome técnico). Imagino que é por isso que tenham encomendado dois veículos, um para 300 pessoas e outro para 150, isto é, um para ser usado quando apenas um pressurizador estiver funcionando. Meu calculo com isso é que o aeromovel num ambiente urbano denso precisaria de uma estação de pressurização a cada duas quadras, talvez mais.

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    • Adriano, eu concordo em tudo o que colocaste. Acho tb que o sistema tem muitas perdas de energia nas conversões de energia elétrica para a cinéticas dos motoventiladores e destes para a propulsão. Outra perda deve ser a da vedação ao longo da pista (borracha na fissura) pq mais perfeita que seja em um km se perde algo.
      A grande vantagem é o veículo não portar o peso do motor, que pela leveza não seria tão pesado, já que no vídeo é dito que consome em torno de 150 CV (com 300 passageiros duvido).

      Outra questão que coloca a eficiência AM em check é que em Jacarta, única linha em operação comercial, estão sendo construídas duas linhas de monotrilho. Se na Indonésia o AE fosse comprovadamente vantajoso, este não teria sido o escolhido?

      Outra coisa que observo é o seguinte: pessoas questionadoras, que “filosofam” um pouquinho mais, levam choque. As pessoas se contentam com meias verdades.

      Hoje vemos, amanhã, veremos…

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    • O Aeromóvel não é um projeto desconhecido, tanto que foi vendido para Jacarta na Indonésia e lá está funcionando. Pelo menos é o que nos foi repassado…. estou contente pq tb esperei todos esses anos enquanto fazia City Tour, parava na Usina do Gasometro e explicava aos passageiros o projeto. E concluia, um dia os Srs. vão verão na Tv, ler nos jornais e irão dizer que estiveram em Poa e o Guia não falou nada….. estou vendo o meu objetivo concretizado. Quando o Brasil inteiro tomar conhecimento, algumas pessoas vão lembrar-se que, quando estiveram em Poa, foram apresentados ao Projetos Coester. Estou com a alma lavada profissionalmente e orgulhosa como portalegrense!

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  6. Eu adoro a ideia do aeromovel e acredito que funciona, mas sempre quis saber por que a vela dele não pode ser menor que 1m^2. Alguém entende?

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    • Lucas e Adriano
      .
      Este ponto é fácil de responder. A vela é grande para que o sistema trabalhe a baixa pressão, caso a vela fosse menor a pressão interna no tubo deveria ser maior aumentando as perdas nas vedações.
      .
      Os problemas que devem ter o aeromóvel são só dois, o primeiro a perda de carga dentro do conduto, esta perda de energia é proporcional ao quadrado da velocidade e se aumenta muito a velocidade do Aeromóvel ela começa a ser importante.
      .
      Não vi em lugar nenhum referências para calcular o que farei, vou partir de hipóteses. Se o aeromóvel viajar com uma velocidade de 50km/h o que corresponde a uma velocidade do ar de 13,33m/s, supondo ar seco a 30°C (viscosidade cinemática de 1,604×10-5 m²/s) corresponderia uma perda de pressão de 275N/m² em 250m de conduto de 1m² de área.
      Ou seja, comparando com a pressão atmosférica 101 kN/m² resulta em menos de 0,3% de uma atmosfera.
      .
      Para ficar mais claro, a perda de carga no escoamento do ar dentro do conduto em 250m (sem considerar as perdas nas vedações) consome a potencia de (P=gama*Q*hp) P = 1,165*9,8*13,33*27,17=4,134kW ou 5,5HP.
      .
      Se passarmos a velocidade do ar para 20m/s (considerando uma perda média de 50% ao longo do conduto), a perda de carga passa para 592kN, e a potência para 18HP, nada de surpreendente para transportar 300 pessoas (não estou considerando a força para impulsionar o aeromóvel).
      .
      A dúvida que persiste é na vedação, que deve ser elástica suficiente para passar a guia da vela e rígida o suficiente para manter o ar dentro do conduto, se resolvido isto o resto da potência será utilizada para movimentar a carga móvel que é minimizada em função do pequeno peso da estrutura.
      .
      Se alguém sabe qual é a perda pelas borrachas vedantes é possível facilmente calcular a potência necessária para movimentar o aeromóvel, eu não tenho este dado.

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  7. Qual é o gasto de energia de um automovel a combustão? Que diariamente, tem uma pessoa em cada carro, poluindo o ar.

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    • Aeromóvel é um modal de transporte para uso limitado que não vai substituir o uso de automóval, mas facilitar o uso de outros modais integrados. A comparação com automóvel é absurda.

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  8. “Para o projeto, a Voges forneceu um motor de 500 HP, 2 polos, carcaça 355. O motor, de alto rendimento, customizado e desenvolvido especificamente para a aplicação, é o responsável por acionar o ventilador que promove o fluxo de ar que impulsiona o Aeromovel. Na parte de inversores, a linha Unidrive SP, desenvolvida em parceria com a Emerson Control Techniques, aciona eletronicamente o motor, controlando a velocidade e o fluxo de ar do sistema.”

    Na real o motor é de 500 hp e não 150!

    http://www.trensurb.gov.br/paginas/paginas_noticias_detalhes.php?codigo_sitemap=3109&PHPSESSID=wwrheblcb

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    • Quidam, o motor tem 500hp mas o ventilador não “puxa” isso tudo. Ele vai operar com inversor a uma rotação bem abaixo da nominal. A potência cai ao CUBO com a rotação.

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      • Diego, havia esquecido que era com inversor. Realmente aí é outra história.

        A propósito, e para a utilização do veículo de 300 passageiros, lotado, se usaria potência máxima?

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  9. Muito blá, blá, blá e pouca pratica. Façam como o coester, arregacem as mangas e trabalhem.

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