Bicicletas de aluguel são alvo de vândalos em Porto Alegre

 

Jornal Metro – Porto Alegre



Categorias:Aluguel de biciletas, Bicicleta, vandalismo

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29 respostas

  1. Talvez algo que não tenham se dado conta, o uso destas bicicletas será muito mais intenso do que uma bicicleta particular, é o mesmo que taxi, em dois ou três anos dependendo do cuidado do motorista eles estão um traste, o mesmo ocorre (ou até pior) com uma bicicleta, as que vi na França me pareciam muito mais sólidas.
    .
    Mas com o tempo o próprio concessionário se dará conta e colocará bicicletas mais resistentes.

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  2. O vandalismo é uma fato lamentável.
    Em muitos locais onde o grande público passa a ter acesso a recursos de uso comum.
    Não é uma exclusividade de Porto Alegre, nem do Brasil.
    Esse comportamento é alvo de várias teses na área de comportamento humano.

    Muitas são claras em afirmar que as ações de vandalismo decrescem dramaticamente com o tempo, quando a população se acostuma à mudança e passa a enxergar a novidade de maneira integrada à cidade.
    Como problema conhecido todo o projeto que disponibiliza acesso a recursos ao grande público DEVE contar com esse fator no cálculo do seu custo e manutenção.

    Vejam que essas ações de vandalismo acontecerão independente de controle, zelo, processo ou conduta que se estabeleça. Se envernizarem os adesivos e colocarem um espelho indestrutível os vândalos esvaziarão os pneus e cortarão os raios.

    Desnecessário? Totalmente, podia não ser assim. Mas não é motivo para desistir, tornar mais difícil ou mudar o processo. Temos apenas que ajudar as pessoas a se acostumarem com a ideia.

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    • “Muitas são claras em afirmar que as ações de vandalismo decrescem dramaticamente com o tempo”

      Deve ser por isso que não vemos mais orelhões quebrados, pichações… oh, wait!

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  3. O caso do espelho é explicado pela péssima qualidade, problema que poderia ser escondido, pelo menos eu teria vergonha em divulgar.
    Mas o problema maior que há no SISTEMA, é que você ao aderir ao contrato no site da operadora, concorda com um CLIK, que qualquer divergência com a Empresa tem o Fôro de Recife para litígio. Ou seja se por algum problema extra você achar que não tem outras obrigações com a operadora, vai ter de fazer um passeio extra em RECIFE para discutir o assunto. Legal né, você anda de bike e depois para rever seus direitos, fará turismo em RECIFE! Sem choro!

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    • José, creio que para casos de direitos do consumidor, quando uma empresa presta serviço em outra localidade o foro deve ser o da residência do consumidor. Há certa jurisprudência sobre o assunto que é comum com operadoras de telecomunicações.
      Você basicamente teria que entrar com uma ação localmente e o prestador é notificado para nomear uma representação local.

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    • Não entendi, a prefeitura com todo o quadro administrativo e jurídico que tem (não técnico) ainda gera um contrato de concessão que prejudica os portalegrenses?

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  4. O espelho é muito ruim. Já andei umas 2 vezes, e nessas sempre cai no chão.

    O pior que não funciona. Eu vejo meu corpo no espelho (e não os carros).

    Pelo visto não encontraram outra maneira pra integrar o espelho ao guidom esquerdo (como deve ser).

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