Trincheira da Anita liberada

Definidas compensações ambientais para obras na Rua Anita Garibaldi

Reunião ocorreu na Promotoria de Defesa do Meio Ambiente Fotos/Juarez Sant’Anna

Em reunião ocorrida nesta quinta-feira, 18, na Promotoria de Defesa do Meio Ambiente de Porto Alegre, foram definidas as compensações ambientais para a realização das obras da “trincheira” da Rua Anita Garibaldi, no cruzamento com a Terceira Perimetral. A Prefeitura se comprometeu em restringir a circulação de veículos pesados (acima de 7,5 toneladas), como já ocorre no Centro Histórico, nas Alamedas Raimundo Corrêa e Vicente de Carvalho durante as obras. Além disso, essas Alamedas não serão asfaltadas e, como compensação ambiental, o Município construirá jardins verticais nas paredes da trincheira e, nas áreas em que não incide luz natural, serão instalados mosaicos com iluminação artística. O Município ainda construirá, às suas expensas, calçadas verdes, no trecho compreendido entre o início da Rua Anita Garibaldi até a Rua Engenheiro Alfredo Correa Daudt.

O Município informará ao Ministério Público, nos próximos 15 dias, a data estimada para o início dos trabalhos, que durarão 12 meses, bem como o tempo necessário para a implantação das medidas compensatórias. Participaram da reunião o Promotor de Justiça Alexandre Sikinowski Saltz, o Diretor-Presidente da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), Vanderlei Luís Cappellari, o Advogado da EPTC, Fábio Berwanger Juliano, e a Engenheira Carla Meinecke, também da Empresa, além da Procuradora do Município Claudia De Aguiar Barcellos, o representante da Secretaria Municipal do Meio Ambiente Renato Silveira de Azevedo, a Coordenadora do Gabinete de Articulação Institucional da Prefeitura, Ana Pellini, além do Secretário Adjunto de Gestão, Maurício Gomes da Cunha.

Fonte: Ministério Público do RS

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Categorias:Arquitetura | Urbanismo, Meios de Transporte / Trânsito

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54 respostas

  1. Que bela notícia! Agora falta o prolongamento da Anita (até a João Wallig) e a resolução do DRAMA do cruzamento da Paulo Setúbal com a João Wallig. Quem circula pelo Passo d’Areia e pelo Cristo Redentor entende a importância desses pontos que eu estou colocando aqui.

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  2. NA verdade não existe nenhuma preocupação ecológica aí, isso tudo é porque os nobres moradores estão furiosos com a desvalorização dos seus imóveis na região…ou vocês acham que eles fariam tudo isso por umas árvores e uns passarinhos???

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    • E não deveriam ficar? Tu vai lá, economia anos, compra um apartamento numa rua bucólica de um bairro de classe alta, gasta fortunas, e do nada tu tá morando numa rua movimentada cercada de viadutos e vendo teu investimento de anos se desvalorizando, só porque alguém resolveu que sim.

      Democracia existe pra enfrentar esse tipo de problema, não votar no prefeito pra ele fazer o que bem entender com a vida das pessoas na cidade.

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      • Fernando
        .
        E quem compra uma casinha num bairro de classe média ou baixa, pode perder todo o seu investimento? Me parece que só quem paga muito tem direito a tranquilidade!
        .
        O pessoal da região votou no Fortunati, e não na Manuela nem no PT, agora aguentem!

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    • vc está muito enganado com suas colocações. Moro na Anita sou professora aposentada e viúva , portanto minha preocupação não é pela desvalorização do meu apartamentinho e sim que meus filhos possam usar seu meio de transporte(bicicleta) e que o bairro tenha uma qualidade de vida . Porto Alegre está indo contramão . olhe o que fizeram os países da europa. Investiram num bom transporte público e tiraram a maioria dos automóveis.

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