Nosso grupo minguou – 2

Não tinha sabido que Montevideu construiu uma prédio 50% mais alto do que o nosso Santa Cruz. Se chama Torre das Telecomunicações, tem 158 metros, 37 andares e ficou pronto em 2000. Então nosso Grupo-Dos-Sem-Altos tinha um membro a menos que eu não sabia. Macacos me mordam!

PS: O nosso Edifício Santa Cruz ficou pronto no comecinho da década de 60 e tem 107 metros.

Torre de Las Telecomunicaciones

Outro high rise ali no centro desta foto de Montevideo!

 



Categorias:Arquitetura | Urbanismo

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82 respostas

  1. Esse tipo de discurso a favor de uma pretensa “modernidade” é o mesmo que acabou com todas as linhas de bonde em Porto Alegre e queria por abaixo aquela usina velha no Gasômetro e sua chaminé.
    Em Paris, tiveram um rompante nos anos 60 de erguer seu high rise, a Torre Montparnasse com 210 metros de altura, e estão arrependidos até hoje. Virou até piada. Dizem que seu mirante tem a vista mais bonita de Paris porque dele não se vê a Torre Montparnasse.

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  2. Sr. moderador peço que retire o comentário que inseri ontem (12-11-12) através deste e-mail: cesarsilb@gmail.com
    Obrigado e desculpe o transtorno

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  3. Again… se liberarem a altura dos predios nos nao veremos predios a la Manhattan em Poa, mas sim pombais da Rossi de 45 andares e 450 apartamentos. Nao tem como fazer um Plano Diretor que libere apenas a construcao de 4 ou 5 belissimos predios de 200 metros. Tambem nao ha’ um conselho de notaveis para analisar a qualidade arquitetonica dos predios. O senhor mercado e’ quem ditara’ o que sera’ feito, como sempre. E, no Brasil, o senhor mercado quer condominios verticais da Rossi e assemelhados. A limitacao para as construcoes na cidade e’ um mal necessario.

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    • Mesmo assim, Ricardo, acho melhor um assim de 45 do que ocupar um vasto terreno e construir 3 prédios de 15 andares. Podia haver talvez uma lei obrigando a construtora a separar uma tal quantidade de terreno em frente e fazer uma praça arborizada ali.

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  4. Aliás, Marcelo, acredito que a carapuça deve ter servido, pois acho que não entendeste que ao mesmo tempo que curto a idéia de ter uns 4 ou 5 prédios com mais de 107 metros em POA, tb defendi bastante os prédios que já temos, que consideram muitos com uma considerável altura pros padrões brasileiros, mas tú se ateve em questionar quando eu falei dos pseudo-intelectuais e pseudo-ecologistas de aterro que nossa cidade possui.

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  5. Concordo Marcelo, se depender de mim, os “amantes de espigões” e do progresso urbano e turístico da cidade aprenderão a fazer barulho.

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  6. Seguinte, andei dando uma pesquisada sobre prédios altos nas capitais brasileiras e descobri que tem certas pessoas aqui que se equivocam muito quando falam sobre o assunto e cobram Porto Alegre a esse respeito. Em primeiro lugar quero deixar claro que não sou nem nunca serei contra termos arranha-céus em Porto Alegre, pelo contrário torço para que isso um dia (será?) se concretize em algumas áreas específicas como a região da Carlos Gomes/ 3ª Perimetral ou até no centro se ainda houver espaço. O que pude notar é o seguinte: o Sr. Kaka, que insistentemente aborda o assunto e alguns outros que cobram nossa capital nesse sentido usam como argumento que POA só possui apenas UM prédio acima de 30 andares, enquanto que outras capitais brasileiras e sul-americanas possuem uma dezena ou mais destes. Ok, o que vou falar aqui provavelmente será uma obviedade para as centenas de arquitetos, engenheiros e estudiosos que se interessam pelo assunto e que frequentam o blog. Vamos tomar como parâmetro o nosso Ed. Santa Cruz de 107 m e 32 andares: Verifiquei que em muitas capitais brasileiras há edifícios com maior altura em metros e menos andares que o Sta Cruz, assim como verifiquei uma enormidade de prédios que possuem menos altura que o nosso Sta Cruz e mais andares. O que eu quero dizer com isso? Pessoas que dizem que Porto Alegre só constrói baixinhos tomando como parâmetro o número de andares se equivocam bizonhamente; o que define se um edifício é alto ou não é sua metragem em comprimento vertical e não o número de andares que ele possui, e neste sentido verifiquei que Porto Alegre com a contribuição do centro e de dezenas de edifícios espalhados pela cidade está na média nacional de altura de edifícios. Ou seja, por exemplo, enquanto temos uma série de edifícios de 80 a 85 metros que vão de 24 a 28 andares em nosso centrão, há uma séria de edifícios em outras capitais com a mesma altura em metros, mas com mais andares; capitais que tem mais de um edifício com mais de 30 pavimentos não necessariamente significa que elas construam mais alto que Porto Alegre e muito menos que elas possuam Arranha-Céus (até porque se levarmos em conta o parâmetro mundial, no Brasil não há arranha-céus há no máximo prédios bem altos), tendo em vista que o que define se o prédio é alto ou baixo é sua altura vertical contada em metros e não o número de andares. Como disse anteriormente, nesse sentido POA se encontra dentro da média nacional das capitais no que diz respeito a altura dos seus prédios e pasmem, fica a frente de algumas capitais (como Manaus por exemplo) e de muitas cidades importantes do país no quesito altura de edificações. Com isso me dou por satisfeito? Claro que não, gostaria que POA tivesse uns 4 ou 5 prédios com mais de 107 andares e acho que temos estrutura pra isso (e até para mais do que 4 ou 5 prédios) e gostaria muito de saber os critérios usados nesse nosso restritivo plano diretor para que até hoje isso não ocorra em nossa capital. No entanto faço essa reflexão a quem neste blog só sabe encher a boca e dizer que Porto Alegre não possui prédios altos porque possui apenas um com mais de 30 andares, o que pelo argumento que explicitei acima se mostra como uma extrema bobagem. Sou totalmente leigo no assunto (minha área de formação é as Ciências Sociais), mas começei a pesquisar um pouco na Internet, fora o conhecimento empírico que tenho de algumas pouca cidades do nosso Brasil e verifiquei esse equívoco muito disseminado por alguns nesse blog, que ao criticarem a “falta” de arranha-céus em Porto Alegre o fazem de maneira, a meu ver, equivocada. Confesso que virei fã do blog e já acompanho há um bom tempo e sou totalmente de acordo com a campanha dos moderadores e donos deste Blog, de que nossa população precisa mudar a mentalidade retrógrada quanto aos avanços urbanísticos e turísticos que Porto Alegre possui, mas que são travados por ideologias de pseudo-intelectuais e pseudo-ecologistas que são um minoria barulhenta e organizada em nossa cidade contra o progresso da mesma. Porto Alegre é uma das mais importantes metrópoles do Brasil apesar de todos os problemas que ela apresenta, mas poderia ser muito mais se a mentalidade retrógrada de parte de sua população não influenciasse tanto na busca pela melhoria urbana e turística que a maioria deseja para a cidade.

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    • de novo esse argumento da “minoria barulhenta”. Se é assim, os amantes de espigões, que são também uma minoria, que aprendam a fazer barulho. Gosto muito do blog quando trata de outros assuntos, mas de vez em quando surge esse surto de reclamar da falta de espigões e sai de baixo, é uma sequência interminavel de posts repetindo os mesmos argumentos de sempre.

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      • Marcelo, aprenda que tem a minoria barulhenta que quer POA com cara de ilha Açoriana com casas do século XVIII (que não temos mais) e são contra qualquer obra. Exemplo: protestaram até contra a sede da OSPA. Uma orquestra! Lar de cultura! Tiveram que levar ela pra uma área longe de residências pra ninguém reclamar.

        Agora faz uma pesquisa na rua, com as pessoas que estão passando, povo em geral, se eles dão bola pra ter ou não ter arranha-céu. Eles vão querer é uma cidade evoluída, não importando se é com prédios altos ou não.

        Vide o famoso pontal do estaleiro. Só a “minoria barulhenta e organizada” foi votar, pq a maioria NÃO LIGA!! Só 1% da população deu bola pra isso. Eu mesmo era a favor e não ia sair da minha casa pra votar numa palhaçada dessa (aliás a maioria dos energúmenos nem sabia q estava votando apenas contra prédios residenciais). Isso que o Pontal era um projeto espetacular que previa prédios baixos, de 12 andares no máximo.

        Imagina se pra abrir a Farrapos ou a Borges de Medeiros lá no começo do século 20, ficassem se preocupando com a opinião popular como acontece hoje, como no caso da Tronco ou da Anita. A cidade não teria mais evoluído. Naquela época faziam “na marra” e funcionava. Pena que chegou um ponto (creio que nas administrações petistas) que a estagnação e o pensamento populista aportou, e a atual administração ainda não conseguiu fazer a cidade voltar a andar. E já se vão quase 25 anos de inércia. Também, não vamos esquecer q o Fortunati era vice do Pont, então os pensamentos pobres devem ser basicamente os mesmos.

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