Arquitetura e Design 3

Este hipermercado com design extremamente inovador e sofisticado será construído em Nottingham, Inglaterra, pela Tesco, a maior rede varejista inglesa. O eco design vai incorporar um bulevar e quatro praças, com características de auto sustentação como células fotovoltaicas,  muros verdes e um teto verde que criará um padrão de “tecido rendado” orgânico. Para chegar a este projeto se selecionou um vencedor entre 130 competidores: o escolhido foi a Mangera Yvars Architects. “O nosso objetivo é congregar atividades públicas ao redor do super e criar uma série de espaços para eventos que incluam um centro comunitário e pequenas lojas e cafés.

Ah…design, design, design.

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Categorias:Arquitetura | Urbanismo

21 respostas

  1. Muito bacana e acho que as pessoas inclusive tenderão a eleger este estabelecimento para fazer suas compras pelo diferencial de poderem estar em um espaço amplo, agradável e bonito. Me pergunto, quando nossos empresários pensarão em novos modelos de negócio e arquitetura adequada para atender novas necessidades? E quando teremos profissionais competentes para projetarem obras com este perfil? Pelo jeito vai demorar muito. Quanto ao Mercado Palhano de Londrina, é interessante, hiper-eletizado, mas perto deste projeto da Inglaterra totalmente insignificante.

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  2. Me surpreende muito tanta arquitetura para um Tesco. É como se o Big resolvesse investir em mercados-conceito. Já me contentaria em ser bem atendido no Big ou no Nacional…hehehe.

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  3. Aqui http://www.architizer.com/en_us/projects/view/tesco-nottingham/19371/#.ULUF1HfNU0g

    tem mais um monte de imagens, explicações, diagramas e informações sobre o projeto, sem medo de concorrência, sem muquiranagem. Em PoA a prefeitura simplesmente esconde ao máximo as informações das obras pagas por nós mesmos.

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    • Tem explicacoes e veja só, é um empreendimento privado!
      Aqui mal se consegue explicacao nos publicos…

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  4. “O nosso objetivo é congregar atividades públicas ao redor do super e criar uma série de espaços para eventos que incluam um centro comunitário e pequenas lojas e cafés.”
    Por que é tão difícil para os nossos empreendimentos privados pensarem nisso sem intervencao pública?

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