Cancelada audiência pública sobre trincheira da Anita

A audiência pública da Câmara Municipal que discutiria a construção de uma passagem de nível (trincheira) no entroncamento da rua Anita Garibaldi com a III Perimetral, marcada para a noite desta terça-feira (18/12), foi cancelada.

O cancelamento foi solicitado pela comunidade do bairro Mon”t Serrat. Os moradores pediram que uma nova audiência para tratar do tema seja realizada em março de 2013.

Câmara Municipal



Categorias:Meios de Transporte / Trânsito

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19 respostas

  1. E pior que o cancelamento se deu mesmo em virtude das férias das beldades…O QUE A PREFEITURA ESTÁ ESPERANDO AFINAL!????

    http://anitamaisverde.blogspot.com.br/2012/12/moradores-pedem-adiamento-da-audiencia.html

    Moradores pedem adiamento da audiência pública para março
    Com receio de que a audiência pública marcada para dia 18/dez fique esvaziada por conta das comemorações do fim de ano, a Associação da Praça Japão (AMAPRAJA) protocolou na Câmara dos Vereadores um pedido para adiar a audiência para março.

    Uma carta justificando o pedido foi enviada ao presidente da Câmara, Mauro Zacher (PDT). Um dos trechos da carta diz: “A reunião na data aprazada, frise-se, redundaria num parco comparecimento, porquanto efetivada num período de festas e feriados não propício à presença maciça dos moradores (…)”.

    Leia a mensagem na íntegra:

    Senhor Vereador Mauro Zacher, Presidente da Câmara dos Vereadores de Porto Alegre-RS

    Tendo em vista a divulgação do Blog Porto Imagem, que reproduziu notícia publicada no Diário Oficial de Porto Alegre de 4 de dezembro de 2012, através do qual os moradores da rua Anita Garibaldi foram cientificados que, no próximo dia 18 de dezembro de 2012, às 19h, haveria uma reunião promovida pela Câmara dos Vereadores com o objetivo de discutir a pretendida alteração (Túnel) na esquina dessa via com a avenida Carlos Gomes, a ser efetivada pela PMPA, mesmo em desconsideração com a vontade dos residentes no entorno, entende que devem ser postos os seguintes pontos:

    1. o pedido desse encontro partiu da Comunidade e foi apresentado aos senhores Vereadores no dia 25 de junho pp, ocasião em que houve reunião realizada no Salão Paroquial da Igreja Mont’Serrat, amplamente divulgada pela mídia;

    2. estranha, portanto, a Comunidade que, decorridos tantos meses, só agora é que foi aprazado esse encontro, uma semana antes do Natal e Ano Novo, quando as pessoas têm por hábito viajar para encontrar seus familiares e/ou passar os feriados de fim de ano na praia, e que

    3. é notório que, nessa época, a cidade fica vazia, tal a quantidade de pessoas que dela se ausentam. Para essa constatação basta ver o fluxo de carros presentes nas ruas da cidade, que tem uma diminuição por demais significativa.

    Sendo assim, postulamos aos senhores Vereadores da Capital, que sempre se mostraram solidários e acompanharam com grande interesse os anseios dos integrantes da Associação da Praça do Japão (AMOPRAJA), que aglutinam os moradores da rua Anita Garibaldi e adjacências, que se dignem a alterar a data do encontro para o mês de março 2013, quando poderão estar presentes todos os interessados e, desse modo, demonstrar seu posicionamento frente à ‘obra de arte’ que a PMPA pretende concretizar.

    A reunião na data aprazada, frise-se, redundaria num parco comparecimento, porquanto efetivada num período de festas e feriados não propício à presença maçiça dos moradores, como se verificou em 25 de junho de 2012, por absoluta impropriedade no agendamento.

    Em março próximo, as escolas já terão iniciadas suas atividades, o que determina a presença das famílias em Porto Alegre. De sorte que, com a devida comunicação e respeito aos prazos legais, haverá, como ocorreu em junho de 2012, comparecimento em número satisfatório, demonstrando, sem sombra de dúvida, o acerto da pretendida e acertada comunicação dos moradores com os componentes da Câmara dos Vereadores, órgão que sempre apoiou e amparou a vontade dos residentes nessa área da capital.

    Porto Alegre, dia 11 de dezembro de 2012

    AMAPRAJA

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  2. Que poder estranho é este que tem meia dúzia de moradores de determinado local em forma de associação, e impede uma cidade inteira de evoluir? Acaso não diz respeito a todos os moradores da cidade esta obra? Está nas mãos deles, como um condomínio fechado? Como podemos ficar reféns de uma decisão que é pública, e não somos consultados? Tenho o direito então de participar da discussão? Afinal também vou participar do pagamento. Tantas as minhas perguntas…

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  3. Bem típico desta gentalha que não quer a obra, fazem tudo para postergar e vencer pelo cansaço. Mas um dia a casa cai.

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  4. Ta todo mundo enrolando?

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  5. Agora é a hora, esperem as dondócas sairem para suas férias e na calada da noite ergam os tapumes, comecem a escavação.

    As coisas tem que ser assim agora né, na mocosa.

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  6. Vai ver pediram para adiar porque é final de ano, o pessoal tem coisas MAIS IMPORTANTES para resolver (comprar o presente do amigo secreto por exemplo…)

    é o fim da várzea…

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  7. Ainda essa palhaçada??????? Tem horas que da vontade de radicalizar, poe as maquinas pra construir logo, que saco isso!

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  8. Como posso me manifestar contra essa demora toda? A qual órgão devemos recorrer? Alguém poderia elucidar a questão?

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  9. Naquela região da Anita reside muita gente influente e rica. Não duvido que não tenham participação nas campanhas políticas de Porto Alegre. Com a pressão que os moradores devem estar exercendo pra cima deles, fica difícil o poder público não acatar.

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  10. Mas que palhaçada esse povo! Querem resolver depois de voltarem das suas férias longe daquela tranqueira. Enquanto isso, a população que fica por aqui que se dane!

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  11. constrói e deu!
    não tem que dar bola.

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  12. Cancelaramuma audiência marcada há dias algumas horas antes e agora pedem pra marcar pra MARÇO? Nota-se que são sérios e estão interessados em resolver o problema..esses caras tão é tirando com a nossa cara..

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    • Pensei a mesma coisa!

      Pra mim tão é empurrando com a barriga pra tentar vencer no “cansaço”.

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    • Meu amigo, nós, reles mortais que não podemos nos dar ao luxo de sair de férias no meio de dezembro e voltar no final de fevereiro não temos o direito de tentar entender a nata do “alto anita”. Prefiro chamar assim pois até pouco atras minha familia residia na região, apesar de não sermos ricos nem tradicionais. Éramos antigos, até a expeculação imobiliária bater na nossa porta e na dos vizinhos.

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      • Hmmm fiquei curioso, gostaria de ouvir tua história em relação as mudanças no bairro… Gostaria de compartilhar?

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        • Gostaria de compartilhar sim. Morávamos na Rua Comendador Rheingantz, numa casa antiga, de uns 60 ou 70 anos. Nos mudamos há uns 5 ou 6 anos, quando uma construtora comprou a nossa casa, e a de nossa vizinha, para construir um prédio de 6 andares. Venho assistindo desde a minha infância a construção de muitos edíficios. Mas a infraestrutura sempre na mesma. Toda vez que chovia um pouco mais forte, o boeiro da esquina estourava jorrando esgoto a 2 ou 3 metros de altura, pois a região é uma “bacia”. Ainda tenho alguns poucos amigos de infância que vivem no bairro. Mas a maioria do antigo pessoal foi sendo “varrido” pela especulação imobiliária. Culpa de quem? Dos próprios moradores? Não sei. Quem pode julgar? (e pra quem não entendeu, eu fui irônico na minha mensagem anterior.)

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        • É a força do progresso, as cidades vao crescendo, os animais das florestas vao perdendo as tocas e os ninhos, só resta fugir do bicho homem

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      • Não leve como ofensa ou desafio, mas quando você fala em “varrido” está dizendo que vendeu seu imóvel por um valor justo e certamente alto o suficiente para comprar outra casa do mesmo padrão ou até melhor, afinal deve ser nova e não dos anos 60,70 como disse, não é!?

        “Varrido” foram os moradores do Chocolatão e Vila Dique (se bem que da maneira como viviam, certamente foram para algo melhor). Quando leio essa expressão me parece que vocês foram despejados e largados à própria sorte, quando na verdade deixaram o local com o bolso cheio de dinheiro. Ou estou errado?

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