Intercity desenvolve projeto para novo hotel em Porto Alegre – na frente da rodoviária

Segundo informações postadas pelo forista Flickr no Skyscrapercity, hoje, 22/12, está sendo desenvolvido pela Sartori Arquitetos.

Será um novo conceito de empreendimento. A estrutura da edificação será composta por hotel, centro comercial, centro empresarial e estacionamento para mais de 200 vagas. O projeto está na fase de aprovação do EVU.

A área total do empreendimento deve atingir em torno de 16.000 m².

Os primeiros estudos visuais das fachadas estão em andamento.

O endereço do empreendimento é:  rua Garibaldi, em frente à Rodoviária, ao lado do Ritter Hotéis:

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O projeto, ainda não terminado:

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Categorias:Arquitetura | Urbanismo, hotelaria

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41 respostas

  1. Ué? Onde foi parar o post do Gilberto Simon “A MAIOR IDIOTICE QUE EU JÁ LI NA MINHA VIDA !” que estava aqui, logo antes deste?

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    • Aldo, eu expliquei ontem por que eu retirei do ar. Aqui está a explicação:

      Pessoal, peço desculpas por ter publicado um texto e 5 minutos depois ter retirado do ar. Na hora não me dei conta que o texto era do Jornal do Comércio, veículo que nos proibiu de usar as suas matérias.

      Na verdade, o JC deve estar em campanha contra a Arena, pois hoje saiu nova matéria do mesmo indivíduo (Henrique Wittler), com o mesmo assunto.

      Matéria do dia 20/12 (a que publiquei e retirei): http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=111732
      Matéria de hoje, 22/12: http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=82157

      Essas são algumas das coisas mais idiotas que já li na minha vida. O cara deve ser esquizofrênico no mínimo. Recalcado.

      Combina perfeitamente com o estado em que se encontra o Jornal do Comércio. Não sabe mais o que fazer para voltar a ter o seu público (que sempre foi pequeno) e está à beira da falência.

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  2. Gilberto, tu sabe de quem é aquele terreno baldio ao lado do hotel Conceição na foto? Aquilo sim é que é terreno mal aproveitado.

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  3. Achei bonito, mas será que predio de escritórios vai pegar ali?

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  4. Gostei.

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  5. Não é inovador, mas ao menos não é feio. Torço para que os hotéis ao redor aproveitem o embalo e decidam por reformar suas fachadas tb! PS: Minha opinião pessoal: Não me agrada o uso massivo dos vidros azuis. Gosto mais dos fumês e do verde translúcido. No render parece ser azul… Torço para que seja o fumê escuro.

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    • Parece escuro/translúcido refletindo o céu… Mas em todo render usam esse tipo de vidro (fica mais atraente no projeto) e no final acabam botando azul espelhado que já está bem ultrapassado por aqui. Espero que eu esteja errado.

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  6. Podiam se inspirar nos modelos baixinhos abaixo. Mas, claro, é bem-vindo.

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  7. Qualquer obra é bem-vinda, nessa região abandonada.

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    • Desde que não tenha que derrubar nenhum prédio antigo caindo aos pedaços cujo dono legítimo, cansado de arcar com o alto custo da sua manutenção, o tenha negociado com uma construtora feia, boba e malvada.

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      • Adriel, tu é um dos caras mais infantis que frequentam esse blog.

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        • Se infantil significa não querer dar pitaco no que não é da minha conta… que bom que sou assim!

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        • Sim, entendemos Adriel, não tens conceito de coletivo.

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        • Isto aí Felipe! Não é fácil, é um exercício diário que tenho de fazer, para o bem da sociedade. O problema é os outros não fazem o mesmo comigo.

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        • meu exercício diário para o bem da sociedade? Humildade nota 10!

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        • Sim, exercício diário. É muito mais fácil sair julgando e impondo o que eu acho melhor aos outros. Só que a liberdade nao funciona com este tipo de pensamento. Se não entendes isto, tenho pena dos que convivem com você.

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        • Como um bom republicano, vende egoísmo como um bem para quem e menos favorecido haha

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        • ha… ha

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      • Nessa regiao, so’ se contam a historia do crack no RS.

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        • Espero que tenha sido ironia, porque ali é o centro de comércio e indústria da cidade desde o século XIX até a década de 60 (que POA foi pioneira no Brasil junto apenas com Rio e São Paulo) e onde se concentrou a massiva imigração alemã de Porto Alegre que é a mais expressiva dentre as capitais. Infelizmente hoje o crack domina, mas é um dos locais com maior potencial da cidade.

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        • VOP

          Algumas perguntas:
          – Qual o estado atual destes edifícios?
          – Alguem quer comprar para ter apenas o prejuízo de sua manutenção?
          – É um lugar que passarias de noite caminhando?
          – Tens dinheiro para comprar algum dele e manter?

          De que adianta o tombamento se ninguém vai cuidar? (olhando para nossas autoridades). O crack está bombando naquela região, e cada vez degrada mais (os arredores também).

          O comércio foi bom no século XIX até a década de 60? Foi. Mas ele não está a fornecer NADA nos dias de hoje, nem turismo de seus prédios que estão mal cuidados. Apenas estão a dar abrigo para essa cracolândia da vida.

          Não sou a favor, nem contra o tombamento destes. Apenas sou a favor da evolução para que a marginalidade acabe nesta região. De cidade abandonada já se tem aquelas na Ucrânia.

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        • Esses edifícios JÁ estão tombados (assim como quase todos os edifícios históricos de quarto distrito, alguns nem tão antigos na verdade), então não adianta querer demolir tudo que não vai dar em nada. Na verdade eu não sou tão a favor de tombamentos generalizados como esse, o correto seria preservação voluntária de acordo com as necessidades do mercado, mas isso simplesmente não acontece em um país onde poucas pessoas tem educação e cultura pra enxergar valor na arquitetura. Enfim: o estado dos edifícios é ruim, sim; Sempre tem gente pra comprar! São históricos mas não deixam de ser construções normais, aptas a receberem qualquer tipo de estabelecimento (restaurantes, lojas etc). As outras duas perguntas não têm nada a ver. O que tu quer dizer é que a única solução contra decadência de locais que porventura são históricos é substituir totalmente a vocação do local para residencial. Não é assim que funciona, é uma solução simplista e mal pensada. Com um pouco de esforço dá pra chegar a respostas bem melhores – que podem, e devem, incluir benefícios ao surgimento de residenciais, mas dialogando com comércio ativo e preservação das fachadas históricas. Depois todos os outros problemas se resolvem automaticamente.

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        • Sou contra tombar um bairro iteiro. Acho que é melhor tombar os prédios mais significantes e deixar uma boa porcentagem livre para oxigenar a região.

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        • Se fizerem somente comercial, de noite vai ficar abandonado, como foi o centro de POA e agora está diminuindo.
          Se não quer que o bairro fique abandonado, que seja residencial ou misto.

          Quanto a utilização desses galpões para uso residencial, é possível a criação de lofts, como foi em NYC e hoje são imóveis dos mais caros por lá.

          A pergunta que fiz sobre o dinheiro é que, enquanto o prejuízo está com outro, para o bem da história da sociedade, preservar arquiteturas e tudo mais, que seja feito. Agora, a partir do momento em que a prefeitura traçar uma avenida que passará bem no trecho de sua residência e lhe pagarão uma mixaria para que saias, aí começam os manifestos.

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        • É aquela história… quem gosta de prédio antigo são os outros, e não quem mora neles.

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      • Se fossem demolir todo prédio histórico mal-cuidado não existiria Ouro Preto, Pelourinho, Lisboa, capitias nos pós-guerras, cidadelas medievais na Europa e vários outros lugares que se lotam de turistas que deixam lá seu dinheiro e contribuem pro desenvolvimento da cidade. Mas aparentemente uma Porto Alegre lotada de blocões à la Goldstein é um panorama muito mais bonito e elegante pra ti.

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        • Ai é que tu te engana, se eles fossem mal-cuidados eles não seriam visitados por isso. Os de Porto Alegre se tivessem manutenção poderia até se integrar a essa rota de turismo.

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        • se mal e porcamente cuidam das calçadas, quem dirá de edifícios…

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        • Pois é, já morei em Lisboa. Devido ao excesso de tombamentos, a cidade simplesmente não tem mais lugar para estacionar!
          Os prédios antigos foram construídos numa época em que não haviam carros. Por causa disto, as ruas estreitas possuem carros estacionados em fila dupla, tripla e até em cima do passeio.
          Tirando os prédios históricos (torre de belém, castelo,…) o parque das nações com tudo novinho e moderno é um dos principais cartões turísticos da cidade.

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        • Putz, quanta besteira e má interpretação. Eu quis dizer que os centros históricos mundiais que hoje são mecas de turistas eram tão ou mais mal cuidados que o entorno da Rodoviária (por exemplo). Edifícios mal cuidados não significam que não possam ser reformados!!! Um engenheiro com meio semestre já sabe sustentar uma estrutura danificada. Vejam fotos de 20, 30 anos atrás das partes históricas de Lisboa (já que estão falando de lá) e vão caber direitinho na definição de vocês de “prédio caindo aos pedaços que devem ser demolidos”. Graças a deus em Lisboa essa visão antiquada já passou há DÉCADAS e hoje a cidade recebe mais turista internacional por ano que o Brasil INTEIRO (podem pesquisar). E nem vou falar do grande problema de tombamento que é…não ter onde estacionar! Voltamos aos anos 60 e não avisaram?

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        • Tava faltando alguém dizer que o problema dos prédios antigos era a fixação de alguns por seus carros.

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        • Veneza tbm recebe milhares de turistas… Por outro lado ninguém quer morar lá.
          De que adianta transformar POA na Meca dos turistas de antigüidades mas por outro lado ter bairros vazios, com residências de baixa qualidade e potencialmente perigos?

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        • Obviamente falta de estacionamento é apenas um exemplo negativo dos tomamentos de Lisboa. Os outros são: fachadas deterioradas, má qualidade das moradias, encanamentos e rede elétrica antigos e de baixa capacidade, prédios sem elevadores/elevadores arcaicos, transito caótico devido aos carros estacionados nas ruas, instalação de gás e cabo aparente (externa), péssimo isolamento térmico das construções, risco permanente de vir abaixo no próximo terremoto (Lisboa já teve um grande no séc. XIII…

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      • Acho que o Adriel em parte tem razão. Apesar de uma das mais feias pelo descuido, é uma das regiões mais bonitas da cidade. Me lembro quando passei por Dresden na época da Alemanha Oriental, me lembrei da minha infância, andando de bonde na Voluntários da Pátria. Pena a construção aquela vila de papeleiros que hoje é uma favela, pena certos prédios novos na região, sem nenhum valor arquitetônico. Aquele é na verdade o nosso Puerto Madero, Tb seria o local ao invés da Ferroviária de um centro de convenções (mas adorei a sugestão de ser lá perto do Gasômetro. Ali é uma região testemunha de nosso passado industrial, nossa memória industrial, além disto é muito perto do Moinhos de Ventos toda a sua estrutura. Mas achei o hotel OK. Claro que poderia ser melhor, mas é muito melhor do que os outros que existem na região.

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      • No fundo, o que está em jogo no “debate” sobre o tombamento é isso: pouca gente quer manter algo funcionando, sem querer arcar com os custos. Então fazem barulho até convencer os políticos a meter o dedo e forçar os outros a pagar.

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  8. Muito melhor que o Ibis da Mauá.

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  9. Ficou bem bonito, gostei. Parece que tem um bom recuo que não deixa a calçada sufocada.

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  10. Comparado a outros hotéis ali pelas bandas do bairro Floresta isso é praticamente uma escultura. Aprende Cosmopolitan!!

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