A destruição dos monumentos públicos em Porto Alegre

Vi este trabalho realizado por José Francisco Alves em 2011 e achei muito interessante.

É uma série de slides sobre monumentos destruídos, parcialmente destruídos ou pichados.

Já falamos muito sobre este tema aqui no Blog, mas nunca é demais abordarmos este grave problema e, em especial mostrarmos os resultados visuais, tristes feridas da nossa capital.

Posto alguns dos slides feitos pelo autor.

Vale a pena conferir todos os 47 slides, clicando aqui.

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O Blog Porto Imagem já publicou diversos posts sobre os monumentos de Porto Alegre e sobre o vandalismo. 

Aqui alguns deles:

 

Porto Alegre terá comissão para monumentos

Monumentos históricos de Porto Alegre passarão por reforma avaliada em R$ 298,5 mil

Depredações a monumentos revelam descaso com a Praça da Matriz, cartão-postal de Porto Alegre

Monumentos são depredados em Porto Alegre

Por que os espaços e objetos públicos são depredados?

Imagens de um monumento em Porto Alegre

Imagens de um monumento em Porto Alegre – Parte 2

Ferrugem do descaso

 



Categorias:Arquitetura | Urbanismo, Descaso, Restaurações | Reformas

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19 respostas

  1. Está na hora do TOLERÂNCIA ZERO… desce a lenha nos vagabundos !!!!

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  2. Uma coisa que eu notei passando à noite pela Borges é que o Mon. dos Açorianos pelo menos agora tem iluminação. Não que o monumento em si tenha sido reformado ou está protegido contra vândalos, mas pelo menos quem passa ali durante à noite consegue visualizar o monumento. Espero que façam o mesmo com os demais

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  3. Revoltante. Só faltou falar dos painéis gigantes do Xico Stockinger, que ficam em cima do tunel da conceição e estão lá abandonados à própria sorte.–> http://goo.gl/maps/4cdpa

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  4. Triste demais, mas esse problema não de Porto Alegre, é do Brasil. Povo mal educado ao extremo

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  5. Não é a destruição dos monumentos públicos de Poa. É a destruição de tudo em Poa…esse é o caso. Digam-me o que não está destruído, vandalizado e abandonado aqui? Só algumas ilhas bem cuidadas, invariavelmente pela iniciativa privada. Evidente que o problema crucial é a permissividade da legislação e do aparato de repressão. Só não espero que me venham de novo com a langa langa da educação….pois educação não gera ordem..nunca gerou. Fosse assim, em Nova Iorque não precisariam implantar desesperadamente o Broken Windows. 9lembrando que lá, o nível educacional sempre foi zilhões de vezes maior do que cá).
    Sociedade tem que ter ORDEM, respeito, leis e punição aos desrespeito da lei…e a punição deve ser em intensidade equivalente e adequada ao desrespeito que os cidadãos tem com os bens públicos. É só fazer o dever de casa e deixar esse discursinho murrinha e fraudulento de educação…tem que dar educação e blá blá blá. Isso é conversinha de sociologo alegre.
    Enquanto não fizerem que nem Cingapura, isso aqui vai ser o playground dos vadios. E chega de papo furado.

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    • Claro que tem a ver com educação… Quando NY era uma das cidades mais violentas do mundo, tinha também uma das piores educações, pior que a nossa atual. Mas educação é investimento a longo prazo, e o problema do vandalismo é URGENTE. Não dá pra esperar, não temos mais condições de sustentar uma cidade, receber turistas, ser cidade da Copa, nesse estado absurdo (não só dos monumentos, mas de tudo!). Fora as pessoas honestas que gastam fortunas com tinta pra pintar dezenas de vezes os muros e paredes de suas casas.

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      • Na Tunísia onde predomina o “olho por olho, dente por dente”, é muito mais seguro que aqui e duvido que a população seja melhor educada.

        Educação ajuda, mas o que põe o pessoal na linha é uma palmada bem dada. Fosse o contrário, universitários não cometeriam crimes.

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        • Quando se fala de educação nestes casos não se trata de formação acadêmica. É formação de cidadão! E isto não fazemos. O pessoal escolhe escola para os filhos baseado nas que têm maior aprovação no vestibular, ao invés de escolher a que melhor prepara seus filhos para a vida!

          Quanto a repressão, é importante, mas não precisa cortar a mão de quem coloca lixo no chão. Um bom xingão já ajuda. O problema é que, no Brasil, esperamos que uma “autoridade” cuide disso. Se, ao invés disso, passarmos a confrontar quem coloca lixo na rua no ato, aos poucos as coisas começam a entrar no jeito.

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  6. Queria fazer exatamente a mesma coisa com os delinquentes desses atos….

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  7. bom levantamento, é preciso fazer isso para mostrar ao público o quão grave é a situação na cidade. com o tempo só tem piorado. há que mudar já!

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  8. Aquela obra com marcas de tiro em pleno centro é a coisa mais deprimente do mundo.

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    • Tinha um conhecido que me disse que o pessoal lá pelas bandas de Feliz (terra dele) gostava de treinar tiro nos estabilizadores de tensão das linhas de transmissão de energia.

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  9. Muito bom! Críticas muito pertinentes especialmente sobre os “paisagismos” e furtos (que muitas vezes é a própria prefeitura que retira placas e monumentos para “prevenir” futuros furtos). Alguns lugares das fotos já foram melhorados, certo? Praça XV, Otávio Rocha, Alfândega (apesar de que, como dito em outra notícia, a poda ainda não é a ideal).

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  10. na real, isso é endêmico. Se pergunte pq de tantos mendigos nas ruas do centro. Se pergunte pq de tantas sinaleiras nas ruas. Enfim…poder público.

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    • O problema começa quando se tolera pequenos “delitos”, como por exemplo jogar lixo/cigarro no chão. Daí não demora até um ou outro relaxado ir testando o limite da sociedade fazendo coisas piores como mijar no meio da rua… Depredar é só uma das consequências deste circulo vicioso da impunidade.

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