Vídeo: Reflexão sobre mudanças necessárias no deslocamento em nossas cidades

O programa traz uma reflexão sobre o movimento de cicloativistas brasileiros e quais são as mudanças necessárias para nos deslocarmos melhor em nossas cidades.



Categorias:Bicicleta

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18 respostas

  1. Poderia haver a integração entre a bicicleta e o transporte público, com bicicletários próximos aos pontos de onibus (ou quem sabe um dia em estações do metro em PoA 🙂 mais movimentados também.

    Agora, assim como existem motoristas sem educação, há também ciclistas que simplismente não respeitam o semáforo para pedestres ou ocupam uma faixa inteira da pista, como é o caso da Av. Guaíba, na Assunção, após a Diario de Notícias, aquilo vira um horror dependendo do dia e horário. É necessário o respeito mútuo entre todos os usuários. Tem que educar o povo.

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  2. Podem falar em saúde pública, em revitalização dos espaços públicos, em redução de acidentes, em tudo isso… Mas para mim o maior argumento em favor da implementação de um sistema cicloviário amplo e eficaz na cidade é o fato de que muitas pessoas querem.

    Experimentem perguntar para os colegas, amigos e familiares: “se houvesse ciclovias na cidade inteira, você usaria elas para ir ao trabalho ou faculdade?” Invariavelmente, MUITA gente responde que sim.

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  3. Eu acho muito legal quem gosta de andar de bicicleta, aprovo mesmo, mas eu não gosto. Prefiro muito mais ônibus, trem… sou meio preguiçoso e não gosto de calor. Mas esse sou só eu.

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    • Somos dois então. Na verdade, se eu não morasse a 20km do trabalho e houvesse uma ciclovia, ou um local seguro, até pensaria em ir trabalhar de bicicleta em alguns dias.
      Mas na condição atual é uma coisa que eu nem cogito.

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      • É muito caso a caso mesmo. Moro no Cristal e trabalho perto do Foro central, vou de bici e não tenho quase nenhum cruzamento para pegar, vou pela orla.

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  4. A vida com bicicleta como meio de transporte diàrio existe, mas em cidades com motoristas que respeitam o transito e com poucas lombas. Nao é o caso de POA.
    O que deveria ser feito, para melhorar o transito e a qualidade de vida, seria um investimento inimaginavel para melhorar o transporte público.
    Ciclovias? Em ruas e avenidas planas, por favor.

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    • Existem amplas áreas planas em POA. E o investimento para ciclismo é baixíssimo.

      Mas sim, a prioridade deve ser transporte público.

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    • Não precisa de investimento inimaginável… aliás o investimento é zero, por isso que não é feito. Implante a lei da lotação máxima, o tempo de espera mínimo, definir rotas tronco e tirar o cobrador de dentro do ônibus. Isso não custa dinheiro, na Europa é assim e o preço da passagem é o mesmo.

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      • Eu sei, mas a maioria das pessoas se recusa a andar de onibus enquanto os mesmos forem poucos e de baixa qualidade.
        O investimento maior seria um metrô ou vlt.

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    • Jeclecler, o argumento das lombas não cola: Porto Alegre tem regiões MUITO grandes sem lombas. Tem praticamente toda a Zona Norte (onde vive mais da metade da população), tem a Cidade Baixa, Menino Deus, Azenha, Praia de Belas, Santana, Partenon, Jardim Botânico…

      E hoje existem bicicletas elétricas, ou com apoio elétrico, que sobem a Lucas de Oliveira sem grandes problemas.

      E mesmo com lombas, tem cada vez mais gente usando a bike diariamente. Investir em ciclovias não é para obrigar ninguém a usá-las, mas sim para dar a opção para aqueles que querem usar a bike para seus deslocamentos.

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      • Faltou o eixo Cristal->Tristeza que tem uma boa área plana.

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      • Na verdade as lombas são poucas e é mais fácil listar as lombas do que as áreas planas. Toda região central de Porto Alegre é muito propícia para se andar de bicicleta. As únicas lombas mais próximas do centro da cidade são as do eixo Duque de Caxias/Independência. E uma vez que se deixa o sedentarismo para trás, nos damos conta de que nem mesmo essas lombas são impedimento para se andar de bicicleta.

        O grande empecilho para o crescimento do uso da bicicleta em Porto Alegre, não é nem a falta de infra-estrutura, mas a má educação dos motoristas.

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      • Bicicletas elétricas não tem força para subir lombas íngremes,como a Lucas de Oliveira,por exemplo.

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