Cruzamento da Ramiro Barcelos com Protásio Alves está bloqueado

Bloqueio teve início no sábado e deve ir até dia 15 de fevereiro  Foto: Ricardo Giusti/PMPA

Bloqueio teve início no sábado e deve ir até dia 15 de fevereiro Foto: Ricardo Giusti/PMPA

Em razão das obras do BRT, o cruzamento das avenidas Protásio Alves com Ramiro Barcelos, zona Leste da Capital, está bloqueado ao tráfego, impossibilitando travessia dos veículos. A conversão à direita, da Ramiro Barcelos para a Protásio Alves, segue sendo permitida. O bloqueio está em vigência deste sábado, 19, e a previsão de liberação é dia 15 de fevereiro, sexta-feira.

O desvio proposto pela Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) para quem está na Ramiro e pretende cruzar a via é utilizar a Jerônimo de Ornelas, Santa Teresinha, Venâncio Aires, Osvaldo Aranha, Felipe Camarão, Bento de Figueiredo e Ramiro Barcelos. Para quem quer evitar a região, a alternativa é a avenida Silva Só.

Os trabalhos são realizados diariamente das 8h às 17h. Agentes da EPTC intensificam o monitoramento e a orientação aos condutores e pedestres na região.

Prefeitura de Porto Alegre



Categorias:BRT, COPA 2014, Obras da Copa 2014

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24 respostas

  1. carlos, todas as paradas de ônibus e seus abrigos na Protásio Alves e Oswaldo Aranha estão intactos. A obra é somente na faixa de rolamento, vai lá olhar….

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  2. Relevante: bloquearam também a Av. Venâncio Aires em seu cruzamento com a João Pessoa, forçando os motoristas a tomarem um desvio de míseros dois quilômetros (i.e. ir até o viaduto da perimetral e voltar).

    Genialidade tradicional dos nossos projetistas.

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    • Mobus.
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      Me desculpe, as obras que são feitas nos dias de hoje NÃO TEM PROJETISTAS antes do contrato da própria obra.
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      Lembra daquela palhaçada que fizeram com o alargamento da Voluntários? A obra já havia sido contratada e nem sabiam por onde ia passar a rua, depois de verificarem que existiam prédios tombados (pela própria prefeitura!), mudaram todo o trajeto do primeiro trecho, tudo isto com aditivo contratual é claro.
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      O que mais me bato ultimamente é que o Estado não deve ser mínimo no corpo técnico para projetar e planejar melhor suas obras, quando se faz uma série de intervenções como está se fazendo em Porto Alegre, é necessário um número grande de obras preliminares que valerão simplesmente para dar suporte a obras finais, isto só pode ser feito com antecedência e não após a confusão instalada.
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      Antes da Prefeitura lançar esta série de viadutos, trincheiras e outras obras de vulto, deveria ser estudada a interferência viária destas obras e feitas obras pontuais em trajetos alternativos para que estes substituíssem de forma precária os trajetos principais durante as obras, não seriam uma solução, mas sim uma mitigação dos danos. Em engenharia rodo-ferroviária se constroem “variantes” que desviam o tráfego da região afetada, no caso da cidade de Porto Alegre dever-se-ia asfaltar algumas ruas secundárias, fazer pequenos alargamentos e outras pequenas obras para mitigar os danos.
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      Para pontos críticos, é necessário um planejamento especial, por exemplo nos cruzamentos que estamos falando se levaria o concreto pronto até próximo ao cruzamento deixando um pequeno trecho de uns vinte ou trinta metros para a intervenção, neste trecho se concentraria maquinário e mão de obra olhando até as previsões de clima para o momento da intervenção.
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      Construí um canal de grandes proporções em que escavávamos as paredes (uma vala de quatro metros de profundidade), colocávamos as ferragens que estava pronta e concretávamos imediatamente, isto tudo deveria ser feito em três dias que não chovesse. Repetimos quatro vezes o procedimento e com isto diminuímos o custo em 50% pois não era necessário equipamento especial e escoramento. Era algo pequeno em relação as obras da Prefeitura, mas o número de profissionais e o orçamento também era bem reduzido!
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      Não sou especialista em construção, mas eu e outro engenheiro que tinha muito mais experiência em construção civil, discutimos por quase dois meses a solução melhor, quando se começou estava tudo equacionado.
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      Está faltando corpo técnico na Prefeitura, no Estado e na União e não vejo abrirem nenhum concurso para resolver o problema.
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      Só para dar outro exemplo como são as coisas, há alguns anos coordenei um curso de treinamento para engenheiros civis e mecânicos para a Corsan, na época o presidente da Corsan teve que brigar com todo mundo para abrir concursos para engenheiros na Corsan, pois tinham chegado ao ponto de ter 1 (UM=uma unidade) engenheiro mecânico para acompanhar todas as obras mecânicas (construção e manutenção) da Corsan em todo o estado. Obras mecânicas tais como estações de bombeamento, equipamentos mecânicos em estações de tratamento de esgoto e de água em todo o Estado do Rio Grande do Sul. Quer dizer, antes do concurso destes novos engenheiros, se o engenheiro responsável por todos os equipamentos mecânicos fosse visitar (e ficar cinco minutos em cada ponto) todas as obras que deveria visitar ele teria que ir de helicóptero e talvez, talvez, depois de dois anos ele visitaria tudo (olhando e fotografando e indo embora, que nem turista Japonês!);

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  3. Tem um outro detalhe… abrir o buraco é super rápido, demorado é a cura do concreto. Se estão demorando esse tempo todo para abrir, imagina depois?

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    • Pablo.
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      Eu acho que eles não descobriram ainda o que é um aditivo!
      Vi um dia deste num programa de TV um prédio com formas deslizantes que faziam um andar por dia! E não estavam falando da rapidez, pois para eles era normal.

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  4. rogeriomaestri, esta obra dos corredores do BRT na Protásio Alves esta acontecendo rapidamente, eu acompanho diariamente pois é meu caminho para o trabalho. Sempre tem gente trabalhando e o bloqueio da Ramiro se deu depois que preparam o trecho antes e depois dela.
    Outros trechos da Av. estão recebendo este mesmo tratamento, antes e depois de ruas chave e passagem de pedestre, estão sendo deixados para ficarem o mínimo de tempo interrompidos…
    Queremos melhorias e apesar da chatice que elas provocam depois teremos o benefício….
    Sempre tem reclamação neste Blog, isto é bom quando tem motivo porém agora foi demais…

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    • Concordo com a Juliana. Moro aqui do lado e, realmente, estou surpreso que a obra está andando. Ainda é cedo para falar, mas o ritmo parece bom!

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    • Juliana.
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      O que estou falando é do cruzamento da Protásio com a Ramiro. Em toda obra bem planejada, quando se atinge pontos críticos, se faz um estudo especial e neste ponto se concentra mão de obra e equipamento.
      Poderiam realizar o revestimento de um trecho de 15m, por exemplo em uma semana (o tempo de cura do concreto com aditivos), isto não acrescenta nada ao projeto, mas como não há o mínimo planejamento não se faz isto.

      Alex.

      Qual o parâmetro que usas para dizer que ritmo está bom. Em edifícios modernos em outros países se chega a fazer um andar por semana (ou menos). Sabes quanto tempo é o ótimo para uma concretagem no solo?

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      • Isso não é um edifício.

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        • Guilherme.
          Acorda. Sabes o que é necessário para fazer uma laje de concreto num edifício?
          Para fazer um piso de concreto como o que está sendo feito nos corredores envolve 10% da mão de obra que numa laje de um edifício.
          Um mês qualquer construtora de Porto Alegre constrói um piso completo com pilares, vigas, armadura de pilares e vigas, formas e concretagem.
          Achar que é pior fazer uma pequena escavação, lançar uma malha pronta de ferro, concretar e reguar do que fazer um andar de um edifício, é nunca ter observado a evolução de uma construção!

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        • É, a empresa que está fazendo o Trend Center aqui do lado faz um andar de edifício a cada 10 dias, mais ou menos. A João Pessoa eu sei que tem uma vala a céu aberto há semanas, não sei sobre o cruzamento desta matéria.

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        • Felipe X
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          Este é o caso, se há tecnologia para fazer um andar a cada dez dias, aqui mesmo dentro do portinho, porque para abrir um buraco, colocar material arenoso, compactar e concretar se precisa 1 mês?
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          Isto é tudo uma questão de planejamento, se fosse concentradas as obras, abrindo, substituindo o material, concretando e saindo para o abraço, não se teria esta confusão que se tem na cidade inteira (e agora no verão, imagine como vai ficar em Março 🙂 )

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      • Rogeriomaestri, eu também estava falando do bloqueio da Ramiro, vamos esperar para ver o que vai acontecer…

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    • Rápido é isso aqui:

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  5. Zona leste?

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  6. Isto era uma obra que poderia e deveria ser feita no máximo em uma semana, mas parece que mais uma vez planejamento estratégico da Prefeitura é só para pegar dinheiro, agora como trabalhar com este, depois se vê…

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    • Pelo menos estão fazendo em janeiro!

      Aliás, bastante obras nessa época de férias, algum bom senso houve na prefeitura. Tem que aproveitar mesmo.

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      • O problema é que a maioria das obras vai 2013 adentro. Não vão durar apenas 2 meses. Já pensou quando março chegar ?

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      • Gilberto
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        Eu estou vendo o pior. Bloqueando-se a Anita Garibaldi, a Cristóvão Colombo, a Plínio Brasil Milano com trincheiras e viadutos, a Protásio e a Bento com as obras das estações do BRT, a Perimetral e a Bento com mais viadutos, como se vai entrar ou sair dos bairros que estão dentro do anel formado pela III perimetral.
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        Espero que as obras do Metrô atrasem, pois se essas começarem também em 2013 vai se levar 3 horas para entrar e mais 3 horas para sair do perímetro central, será o CAOS.
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        Se alguém tiver o trabalho de pegar um mapa de Porto Alegre e plotar nele todas as interrupções que haverão, mais as perturbações de outras obras verá que não teremos entrada nem saída da região central!

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