Casas noturnas: comerciantes fazem pressão

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Jornal Metro – Porto Alegre



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6 respostas

  1. Enfim, tomamos conhecimento da pressão de empresários frente ao Pref. Fortunati, alegam prejuízos com o fechamento, mas cá entre nós não existe melhor negócio nesta cidade para lavagem de dinheiro, basta abrir uma casa noturna e não fornecer nota fiscal, aliás grande parte do comércio de Porto Alegre pratica crime de sonegação fiscal há muito tempo sem que as autoridades fazendárias façam a devida fiscalização.

    Fiscalização contra os estabelecimentos irregulares e fiscalização na questão fiscal para ambos os negócios, afinal de contas Porto Alegre possui dois tipos de comércio, um legal e vários ilegais exercendo atividades como se fossem legais.

    Moral, a falta de fiscalização pelo erário público municipal e estadual está atrelado a um grande negócio, a lavagem de dinheiro.

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    • É verdade. Sem falar que muitos empresários honestos sofrem com uma alta carga tributária decorrente da má gestão de recursos públicos (isso não é novidade), mas também da sonegação de alguns setores esquecidos pela fiscalização, como os de entretenimento noturno, gastronomia, academias, saúde, advocacia, entre outros.

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  2. É uma via de duas mãos essa questão dos alvarás.

    No mais, creio que deveria ser proibida a comanda. Pagamento no ato, gera mais filas, mas menos problemas.

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  3. O que eu acho bom de tudo isso é que as casas noturnas terão de se profissionalizar. Acabou o amadorismo do tipo “alugue uma casa histórica, encha de freezers, contrate um plano de TEF com a Cielo e pronto, terá uma casa noturna”. Eu sei, expliquei de uma forma simplória, mas a coisa não foge muito disso.

    Sem falar na truculência dos seguranças quando se perde a comanda ou da inexperiência dos donos no que se refere à diferença entre TRATAMENTO ACÚSTICO e ISOLAMENTO ACÚSTICO. Na boa, a incompetência impera em muitos desses empreendimentos (sem falar em outros aspectos possíveis, como contrabando de bebidas, lavagem de dinheiro, sonegação fiscal).

    Ok, não são todos os empreendimentos assim, mas em muitos casos, uma casa noturna é uma mina de dinheiro isenta de impostos e obrigações. Quem é que recebe cupom fiscal quando paga a comanda em casa noturna? Ou seja, o cara pode declarar que recebeu menos. Ou ainda, se quiser lavar dinheiro, pode declarar que recebeu mais. Não há controle algum. Casa noturna é um curinga fiscal no Brasil. O alvará de incêndio é só uma faceta…

    Os competentes que quiserem lucrar no ramo, prosperarão. O amadorismo acabou (espero).

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  4. Deixa eu ver se entendi: os comerciantes não fazem a parte deles, daí quando são cobrados por isso querem agilidade por parte da prefeitura na avaliação se foi feito corretamente?

    Ou meu conceito do que é certo e errado está MUITO ERRADO ou estou louco então!

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    • Por anos a prefeitura tem feito um trabalho muito lento de liberação de alvará.
      Agilidade é alguma coisa rara dentro do serviço público, a não ser quando se trata em multar, punir e/ou fechar estabelecimentos.

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