O trem da Osvaldo

Porto Alegre, 11/04/2013 - 18h

Porto Alegre, 11/04/2013 – 18h Foto:  Gilberto Simon

Em razão das obras do “BRT” da Osvaldo Aranha / Protásio Alves, o trânsito nestas duas avenidas está bastante complicado. Ao sair do Túnel da Conceição, em direção ao bairro, os ônibus formam um “grande trem” com dezenas de veículos, em geral numa mesma faixa, liberando as outras duas para os carros particulares e demais veículos. Nos horários de pico, perde-se de 20 a 30 minutos somente neste trecho de 1,5 Km da Osvaldo Aranha, até o Clínicas. E as obras seguem lentas. As vezes passo por ali e não vejo nenhum operário trabalhando.



Categorias:Meios de Transporte / Trânsito, onibus

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24 respostas

  1. Acredito que essas filas só vão acabar depois que o usuário pagar a passagem quando entra na parada/estação, ao invés de quando entra no onibus. E não precisa necessariamente ser somente nas avenidas onde existe corredor de onibus. Esse tipo de parada poderia estar presente no centro e na Ipiranga, por exemplo, que são lugares onde os ônibus ja ficam parados mais tempo devido ao transito. Chão da parada na mesma altura do assoalho do onibus é outra coisa que ajuda a ir mais rápido.

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    • Tirar a roleta e o cobrador já agilizaria muito.

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    • Concordo absolutamente. Este sistema que tu citastes é semelhante ao de Curitiba.

      Moro em Curitiba e uso o transporte diariamente. Realmente o sistema é bem ágil. Porém, atualmente está um pouco saturado. Veja bem: alguns locais possuem grande movimento de pessoas e os tubos não comportam tamanha demanda. Pois foram projetados em tamanho padrão. O ponto em que eu gostaria de chegar é que em horários de pico, esses tubos, com apenas um cobrador, ficam extremamente lotados, gerando longas filas para fora dos tubos. Então, essas pessoas que estão na fila para pegar algum ônibus que passa naquele tubo (há tubos em que passam várias linhas diferentes), acabam perdendo o mesmo pois a “fila não anda” e algumas pessoas entram no tubo se nem ao menos vão pegar aquele ônibus (educação/gentileza exemplar curitibana) ao invés de dar lugar a quem precisa. E, novamente, atravancando todo o tubo.

      Moral da história: um sistema eficiente é um sistema bem planejado utilizado por pessoas educadas.

      Obs.: Desculpem-me, nunca utilizei o transporte porto-alegrense, por isso não posso opinar sobre ele.

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  2. Pablo, os onibus demoram porque tem que pegar os passageiros, tem roleta demora a passar, tem gente que vai pegar o dinheiro quando chega na roleta…..
    No corredor também se forma o trem e ninguém foi lá fotografar, por que fotografar agora?
    Só para encher o saco.
    O que mais atrapalha a movimentação dos ônibus são os motoristas dos carros que entram na fila dos ônibus e ficam ali ocupando espaço, Deus me livre que laia de motoristas burros que tem nestsa cidade…. .

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    • Essa fila de ônibus é falada a muitos anos, inclusive aqui no blog. Havia até um sistema de ABC na Assis Brasil e Farrapos que foi modificada por (AB) C.

      A questão é, ônibus leva mais gente, logo deve ter prioridade.

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  3. Ta na hora de aposentar a EPTC.

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  4. Uma solução ridícula de simples é abrir a última sinaleira da Osvaldo para os ônibus antes da sinaleira para os carros.

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  5. Eh a mesma fila que existe a vinte anos nas paradas da Assis Brasil. Elas se formam pra poder chegar nas paradas, ja que cada onibus fica um tempao parado nas paradas, para as dezenas de pessoas entrarem no onibus.
    E o pior eh que a Assis Brasil (e Farrapos) vao continuar assim por pelo menos uns dez anos, que tavez seja o tempo pro metro ficar pronto – e por haver um metro, a Assis Brasil nao tera NADA pra melhora-la.
    E essa avenida tem outro problema: as paradas sao perto depais uma das outras: tem praticamente uma parada em cada quadra! Fazem isso pra ser uma coisa mais “humana, pras pessoas sempre terem uma parada perto delas. Mas o efeito se volta contra as proprias pessoas. Um transporte que quer ser rapido nao pode parar a cada quarteirao.

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    • Associe isso a dezenas de linhas de ônibus de fora de POA que não deveriam passar ali e ajudam a atrolhar o corredor. Sem contar as linhas sobrepostas que andam uns 8 km no mesmíssimo trajeto: camelódromo->farrapos->assis brasil, só variando o trajeto a partir do triângulo.

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    • É bem o que ia comentar. Na Assis Brasil não precisa de obras para fazer trenzinho. Todo santo dia tem vários, uns maiores outros menores, dependendo do horário.

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    • Se dessem uma maneira de agilizar o embarque seria minimizado o problema. O fogo é que aqui não gostamos de soluções simples. No início inventamos aquelas fichas de plástico que o cobrador tinha que “queimar” para invalidá-la. Depois, fizemos um smartcard que não dá para comprar em lugar algum além dos 3 postos da EPTC. Resultado? Bastante gente pagando em dinheiro.

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      • Outro fator que eu acho q piorou essa situação foi quando colocaram os assentos de idosos junto com os demais e aproximaram a roleta da porta. Antes havia bastante espaço no ônibus pras pessoas entrarem, formarem uma pequena fila e irem pagando e passando a roleta. Quando aproximaram ela da porta, forçaram a fila pra fora do ônibus fazendo os embarques demorarem mais, fazendo os ônibus ficarem parados mais tempo e por consequência aumentando os congestionamentos nos corredores. Ou seja, piorou o que já era ruim.

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      • Tem que acabar com o cobrador. Só entra no onibus quem tem cartao que deveria ser vendido em qq banca de jornal.
        A ineficiência acaba gerando muitos custos indiretos além dos diretos. É um efeito em cascata.

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    • Não entendo porque o problema continua como uso do cartão TRI. Talvez sejam os ônibos da grande POA que não tem TRI e continuem com as filas de gente trocando dinheiro com o cobrador? Não sei. MAS com o uso do TRI o embarque dos passageiros deveria ser quase que instantâneo.

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      • Na teoria, mas a máquina do TRI é lenta e a catraca deixa tudo mais lento ainda. Sem falar que os estudantes têm que ficar esperando o cobrador apertar o botão mágico que libera TRIs estudantis.

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        • Região metropolitana tem o TEU.
          A questão não acho tirar os onibus da grande POA, as pessoas que trabalham ou estudam como fariam? Engraçado que, quem é de POA coloca a culpa nos onibus da região metropolitana, mas muitas vezes, por exemplo já vi menos de 5 minutos 2 onibus da mesma linha na Assis Brasil (onibus da Conorte). A demanda nas vias principais de POA é grande, tanto como quem mora no município, como quem mora nas outras cidades.
          O problema é as cidades estão crescendo e os acessos das pessoas continua do mesmo jeito a vários anos.

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      • Não há incentivo para usar o TRI. Eu como não recebo VT e ando só as vezes, só pago em dinheiro.

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      • Como o Lucas falou acima, os ônibus da grande Poa tem o TEU, que é igual ao TRI, e igualmente lento.

        A imensa maioria paga com cartão. Eu chutaria uns 90% (a maioria está ali voltando pra casa do trabalho mesmo, logo recebem vale transporte). O problema é que o sistema não é ágil, não adianta.

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  6. Passo todo dia de ônibus por ali em torno das 18:30 em direção à Protásio Alves. Levo em média 35 minutos para andar desde a UFRGS até o Clínicas. O trajeto total, da FDRH até o Shopping Lindóia, levo 1:30.

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  7. Esse é um dos fatores mais estressantes do trânsito de Salvador, pois apesar de largas vias, praticamente inexistem corredores de ônibus e esse fenômeno do “trem” dificulta a entrada dos carros em ruas transversais e praticamente paralisa o transporte. Que bom que esse fenômeno, cotidiano por lá, voltará a ser momentâneo por aqui.

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  8. ***** , crescendo que nem rabo de cavalo .

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