Sport Club Internacional quer sediar Centro de Eventos do Governo do Estado

Governo ainda está analisando o local mais apropriado e nenhum espaço está descartado

Imagem do Google: janeiro/2013

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A secretária do Turismo, Abgail Pereira, recebeu, na manhã desta terça-feira (16), o presidente do Sport Club Internacional, Giovanni Luigi, para tratar sobre uma área no Complexo Beira-Rio onde poderia ser construído o Centro de Eventos do Estado.

De acordo com a titular da pasta, o Governo ainda está analisando o local mais apropriado e nenhum espaço está descartado. “O fundamental neste projeto é que ele seja um espaço público, frequentado pelos gaúchos e que todos tenham para com ele um sentimento de pertencimento”, disse.

Abgail informou ao presidente colorado que a prefeitura apesentou duas áreas na Capital, nesta segunda-feira (15), que se somam ao Parque Assis Brasil, em Esteio, e ao Morro Santa Tereza, em Porto Alegre, como candidatas a sede do Centro de Eventos.

Luigi afirmou que o clube irá apresentar uma área no Complexo Beira-Rio que deve atender às necessidades apontadas pelo projeto da Setur. “Temos interesse neste empreendimento. Além de oferecermos um local, podemos modernizar o Gigantinho para que ele possa ser melhor utilizado. Seria um grande ganho para o complexo”, afirmou.

A titular do Turismo pediu a Luigi que oficializasse o interesse em disponibilizar a área para que ela possa ser visitada pelo arquiteto João Niemeyer, provavelmente na próxima semana, junto com as que foram ofertadas pela prefeitura de Porto Alegre.

Algumas características do Centro de Eventos:

– Capacidade total de pessoas sentadas: 10 mil (distribuídas em vários auditórios);
– Auditório principal: 4 mil pessoas; 2,5 mil cadeiras fixas; Divisível em pelo menos três salas para 500 pessoas com palco móvel; amplo espaço de circulação para acomodar outras 1,5 mil cadeiras avulsas;
– Auditórios secundários: três salas para mil pessoas cada;
– Salas de apoio: 30 salas com capacidade para 50 a 500 pessoas e capacidade total de 3 mil pessoas; espaço para banquetes ou pequenas exposições: 3 mil refeições simultâneas e possibilidade de receber evento social;
– Pavilhão de Exposições: 26 mil metros quadrados e pé direito de 10 metros; divisão em dois pavilhões e dois halls para feiras simultâneas e cabines de credenciamento;
– Praça de alimentação: 2 mil pessoas; Cafeterias, buffets, lanchonetes, Espaço Gourmet da culinária dos povos formadores do Rio Grande do Sul, serviços diversos
– Estacionamento: 5 mil vagas;
– Área construída: 60 a 100 mil metros quadrados.

Outros espaços necessários:

– Cabines de tradução simultânea;
– Almoxarifado;
– Lounges;
– Salas de imprensa e apoio; camarins;
– Amplo palco para cenários e espetáculos culturais no auditório principal; Construção ecológica, estrutura para tratamento de resíduos, utilização de energias alternativas e reuso da água;
– Acessibilidade universal; tecnologia de comunicação e informação (wireless, telefonia móvel, etc)

Portal do Governo do Estado do RS



Categorias:Centro de Eventos do RS

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56 respostas

  1. Como diz um amigo meu: a “tentiada” é livre.

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  2. Como Colorado, acho que se as áreas das escolas de Samba até o posto são concedidas ao Inter pelo poder público,o mesmo deve tomar novamente posse dessas áreas e fazer o Centro de Eventos ali. O lugar é excelente, mas mesmo sendo colorado, acho que um centro de eventos estadual não pode ter nenhum vínculo com Inter nem Grêmio. Se 100% gerido pela administração pública, o local próximo ao Beira-Rio é o melhor possível, em minha humilde opinião, que é contra pelo simples fato de ser próximo ao estádio de um clube de futebol aí sim está grenalizando. De qualquer forma, o morro Sta Tereza e algum outro ponto da orla tb seriam localizações excelentes; tomara que seja escolhido um lugar decente para fazer este centro de eventos (muitas orações para que isso aconteça, em se tratando de Porto Alegre).

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  3. Esperamos que o MP do RS atue efetivamente e novamente em mais uma situação que ao que parece soa há uma grande negociata referente a uma área pública.

    Aliás, alguém sabe o valor repassado ao cofres públicos pela concessão de toda a área que o Inter utiliza.

    Vivemos em uma terra da maracutaia.

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  4. Constata-se que a Pref. Mun. POA não esqueceu a área do Morro Santa Tereza com o intuito de mais uma vez levar a intranquilidade a população ali estabelecida, se os mesmos foram abandonados pelo poder público, não cabe agora mais uma vez atacar sem apresentar um projeto para aquela população.

    Com referência a área do Inter, como dizer que tem interesse nesta negociata, afinal a área do Inter é pública ou não.

    Novamente a mesma turma denotando para a iniciativa privada os espaços públicos alegando projetos ligados a Copa do Mundo.

    Quem viver, verá.

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  5. Ricardo uk, metro não tem nem no beira rio nem na arena e nem em lugar nenhum desta cidade, e acho muito difícil alguém acreditar que se sair esse metro e com este trajeto ele estará pronto quanto em 2030 ou 2035 , sendo bem otimista até…e até lá…e o acesso da arena ao aeroporto? E o estacionamento na arena? E as entradas e todas as rotulas e etc da arena cade? Sem falar que se ficar em Porto alegre o centro de eventos o MAIOR número de visitantes será de Porto alegrenses(deixando bem claro maior e não exclusivamente) e não da região metropolitana….

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    • Fizeste alguma pesquisa estatistica pra dizer que o maior numero de visitantes sera’ de POA? Na RM moram mais que o dobro da populacao da capital. E quando eu falo metro, da’ pra entender perfeitamente que esta’-se falando de Trensurb. De qualquer forma, esse blablabla e’ inutil, porque tenho certeza que esse centro nao saira’ ‘a beira do Lago em propriedade privada. Ja’ podem contratar a Hype pra fazer outro render de mentirinha.

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    • Concordo com o que falaste sobre o metrô, oioio mas duvido que a maioria dos participantes serão de POA. COnsiderando que são eventos de grande porte, vai ter gente de tudo que é lado.

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      • Eu creio que o maior uso de POA comentado será referente à parte turística do empreendimento (cafés, vista, praça de alimentação, espaços para tomar um chimarrão, artesanato, lojinhas) nos períodos que não ocorrerem feiras. De acordo com a secretaria de turismo “O fundamental neste projeto é que ele seja um espaço público, frequentado pelos gaúchos e que todos tenham para com ele um sentimento de pertencimento”, por isso acho que teria que ser na orla, pois ninguém vai ir em períodos sem feiras, passear e tomar um café ou um chima no Humaitá ou no Partenon, por exemplo.

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  6. Apesar de concordar que a localização próxima ao Beira-Rio é excelente, acho que seria mais interessante a construção do projeto em outra área da cidade, visando o desenvolvimento e qualificação da infraestrutura de outra região.
    Toda a área em volta do Beira-Rio tem sido melhorada em função da Copa. Acredito que a construção do centro de evento em outra localidade “exigiria” esforços da mesma grandeza, o que acabaria beneficiando uma região, talvez, até então negligenciada.

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