Fortunati vai a Brasília atrás de alternativas para a redução da passagem

Prefeito de Porto Alegre participará de audiência nesta segunda-feira

Expectativa é que aprovação de projeto reduza encargos para empresas de ônibus  Crédito: Vinicius Roratto / CP Memória

Expectativa é que aprovação de projeto reduza encargos para empresas de ônibus Crédito: Vinicius Roratto / CP Memória

O prefeito José Fortunati participa nesta segunda-feira de audiência pública no Senado Federal, em Brasília. Conforme a pauta do prefeito, ele está em busca de “alternativas para a redução das tarifas do transporte coletivo”.

O debate sobre o Regime Especial de Incentivos para o Transporte Coletivo Urbano e Metropolitano de Passageiros (Reitup) inicia às 19h desta segunda-feira.

Fortunati representará a Frente Nacional de Prefeitos (FNP), que reivindica a aprovação do projeto de Lei que institui o Reitup.

Correio do Povo



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14 respostas

  1. Isenção de impostos nesse país só no IPI pra automóveis.

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    • exatamente! sendo que pra carros elétricos, os únicos que deveriam receber a isenção, além de não ter isenção tem mais imposto ainda.

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  2. Seria uma “revolução” caso ele consiga uma isenção de impostos para o transporte publico.

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  3. Graças a Dilma/PT, desde junho de 2012 a tarifa da CIDE é 0%.

    Alguém pode avisar ao Fortunati que não vai adiantar querer repartir o valor arrecado com a CIDE com os municípios já que não se arrecada mais ? E tb que pela lei os municípios já recebiam % da CIDE quando esta era cobrada.

    Para ver os centavos que um dia foi arrecado sugiro este site:

    Clique para acessar o 02_07_relatorio_cide_siamig.pdf

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  4. A lógica do lucro das empresas é que está errada. As empresas tem garantido 6% de lucro sobre o custo do transporte. Então quanto maior o custo mais ganha. Se a empresa gasta 100 ganha 6, mas se gasta 200 ganha 12, para que gastar menos?. Qual o incentivo para se gastar menos, melhorar processos, fazer manutenção preventiva adequada, comprar ônibus mais econômicos e mais duráveis… ?

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  5. Além de buscar isenções, as empresas deveriam buscar a otimização de seus processos, resultando um melhor resultado financeiro. Contar sempre com a benevolência do Estado é fácil…

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  6. Acho correto isentar as empresas de transporte público de tributos, afinal não tem cabimento cobrar impostos sobre um serviço que é (ou deveria ser) público. Parece que as empresas de ônibus são obrigadas a recolher ISSQN para a Prefeitura (me lembro de ter ouvido do presidente da ATP que as empresas iriam pagar ISSQN enquanto vigorasse a redução de tarifas), por exemplo, então poderia começar por aí essa tal isenção.

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  7. Se essa lei for para financiar as empresas de ônibus, que as contas dessas empresas sejam abertas.

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  8. Bahh de novo essa bobagem dos curti ou não curti.

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  9. Brasília vai dar solução para essa suruba ?

    http://discutindopoa.blogspot.com.br/2013/04/prejuizo-na-carris.html

    quarta-feira, 17 de abril de 2013

    Prejuízo na Carris
    Eu estou tentando fazer um esforço para diversificar os assunto s do blog. Ao mesmo tempo, tenho tentando fazer um esforço para ser propositivo e não um mero crítico do trabalho da prefeitura. O problema é que esta cada dia mais difícil fazer isso!

    A nova notícia, entregue pelo presidente da Carris, Vidal Pedro Dias Abreu, é de fazer chorar: a empresa está operando no prejuízo nos últimos dois anos. Aparentemente esta informação foi divulgada com o objetivo de justificar o aumento das passagens de ônibus.

    O problema é que dois anos de prejuízo na Carris não são justificativa para aumentar a passagem – são justificativa para demitir sumariamente toda a cúpula da empresa! A carris opera as linha mais rentáveis da cidade, possui o menor número de linhas (o que simplifica a gestão) e é uma marca conhecida. Nada justifica o prejuízo.

    Ainda assim, tentam justificá-lo. E quais são os argumentos?

    A segunda passagem tem dado prejuízo: Honestamente, este argumento é uma ofensa a minha inteligência. Expliquei aqui como o preço da passagem é definido. Quem leu o artigo sabe muito bem que o preço é definido com base na demanda e custos, logo, a eventual queda no número de usuários foi compensada por um aumento no valor da tarifa lá em 2011! Justificar prejuízo baseado nisto é nos chamar de idiotas!
    Ônibus mais caros: Até pode ser, mas isto impacta apenas 10% do preço da passagem;
    Maior custo na compra superior: Custo maior na compra de peças, por necessitar de licitação. Difícil de estimar aqui, mas se a diferença é tão significativa temos um problema muito sério onerando o sistema. Contudo, para acreditar nesta afirmação (com a qual não me sinto confortável), gostaria de número.
    Segundo o diretor-presidente da EPTC, Vanderlei Capellari, a Carris possui um custo operacional 11% superior as empresas privadas. Isto é muito sério e não pode estar relacionado apenas ao custo de insumos. Tão pouco são os 31 CCs a causa do prejuízo, como os funcionários argumentam. Mesmo com salários milionários, 31 pessoas não quebrariam a empresa (embora possam ajudar bastante).

    A reclamação dos funcionários dá outras pistas: prédios (plural) inacabados, bem com a creche para os filhos dos funcionários. Os custos com salários de funcionários já preveem cerca de 50% do custo operacional. O que mais a empresa oferece de benefícios? É fácil prever que qualquer benefício adicional concedido pode onerar em muito a empresa. Pode ser que eles sejam justos, mas é importante abrir esta caixa, pois eles podem ser igualmente exagerados.

    O organograma da empresa oferece outra pista. Este número de caixinhas me assusta e me faz apostar em uma estrutura burocrática e ineficiente.

    A causa, no fundo, deve ser uma soma de todos estes fatores (menos, claro, a segunda passagem!). O fato é que não temos uma empresa de transporte público pública para bonito! Assim, ou ela se torna mais eficiente com um choque de gestão, ou que seja privatizada. Cada alternativa engloba um viés ideológico diferente. De minha parte, tanto faz, desde que não fique do jeito que está.

    Mais um problema para ser resolvido pelo prefeito com urgência. E a lista não parece dar sinais de diminuir, mas de crescer!
    Postado por Alex Panato às 16:03

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  10. Operação Desvia Foco.
    Basta ler o relatório do TCE e o site discutindopoa.blogspot.com

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