Começam as obras da ciclovia da José do Patrocínio

Equipes da Secretaria Municipal de Obras e Viação (Smov) iniciaram a reparação do asfalto para a implantação da ciclovia da rua José do Patrocínio, entre as avenidas Loureiro da Silva e Venâncio Aires, área central da Capital. O espaço exclusivo para quem utiliza a bicicleta terá 880 metros de extensão e a pista será localizada no lado esquerdo da via, no sentido do tráfego.

Após os trabalhos no asfalto, equipes da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) realizarão a pintura, instalarão tachões e segregadores de pista, além de reformular e instalar semáforos específicos nos cruzamentos. A previsão de conclusão da ciclovia é para o final do mês de maio.

O projeto da ciclovia da José do Patrocínio é da prefeitura e atende ao Plano Diretor Cicloviário de Porto Alegre. Até 2014, a prefeitura espera contar com 50 km de ciclovias na cidade.

Prefeitura de Porto Alegre



Categorias:Bicicleta, Ciclofaixas, ciclovias

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30 respostas

  1. Vai ser usada por uns 10 ciclistas, no máximo, diariamente, como todas as outras ciclovias da cidade, tudo para atender a nova minoria barulhenta (e nojenta) da cidade: os cicloativistas.

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    • Cada vez mais gente com ódio no coração. Tá loco!

      E acho que não é uma minoria não…. vai te informar antes de postar bobagens.

      Se tu fizer uma pesquisa séria, contando quantos são a favor da bicicleta (de um modo geral) x quem é contra a bicicleta (não gosta e acha que não deve ter preferencia no trânsito) tu vai te surpreender…

      Fora o percentual de pessoas “contras” que, depois de descobrirem os prazeres de pedalar, mudariam de opinião.

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      • Todo mundo é a favor de bicicletas, o que ninguém aguenta mais é esse RADICALISMO ASQUEROSO.

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        • Concordo contigo nesse ponto. Ninguém gosta de radicalismo.

          Só não dá pra generalizar também….

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        • Cara, se tem alguém que destila radicalismo nesse fórum, definitivamente não são os cicloativistas.

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        • Exato Julião. Mas temos que cuidar para nós mesmos não entrarmos nesta situação de radicalidade. Eu mesmo preciso cuidar pra não ser radical. Não podemos combater o radicalismo sendo radicais. Mas vc tem razão. Ninguém aqui é contra bicicletas e ciclovias. Pelo contrário, mas a forma com que é tratado o tema por muitas pessoas as vezes beira o surreal.

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        • Surreal é a forma como a prefeitura trata o tema.

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    • Exatamente isso. Vai ser a mesma história daquele Caminhos dos Parques que teve um tempo atrás e foi descontinuado porque ninguém usava.

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    • Pois é, pessoal ativista reclama tanto por estudos da prefeitura e ausência de “transparencia” mas não vejo reclamar por análise de demanda dessas obrinhas…

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      • Mas vários já postaram aqui e no vadebici que há diversos lugares melhores pra prefeitura implantar ciclovias!

        Planejamento, seja onde for, SEMPRE é bem vindo!

        E a reclamação principal é que a Prefeitura faz essas obras “tapa buraco” pra tentar “calar a boca” dos ciclistas, mas está só piorando as coisas….

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  2. Não seria melhor na João Alfredo? Ela é mão dupla e a José do Patrocínio tem linhas de ônibus.

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    • Pensando bem acho que na João Alfredo também tem ônibus.

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      • Justamente por ter ônibus, acho boa a criação de uma ciclovia na José do Patrocínio. É uma das ruas mais tensas de se pedalar, com aqueles ônibus Evel conduzidos por homicidas tirando finos em alta velocidade.

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  3. Ciente da qualidade medíocre das outras ciclovias da cidade,estou com medo do que virá.

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  4. Matéria da ZH tem uma foto dos cavaletes e tal: http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/geral/transito/noticia/2013/04/eptc-prepara-instalacao-de-ciclovia-no-bairro-cidade-baixa-em-porto-alegre-4117700.html

    Legal que continuam fazendo as ciclovias com a tinta de sabão que usaram nas outras. Um ccilista está fazendo uma vakinha para entrar com ação contra a prefeitura, quem quiser colabore! Ele é meu colega de trabalho, fraturou um osso da mão na queda:

    http://www.vakinha.com.br/VaquinhaP.aspx?e=197474

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  5. Vai ser uma ciclovia na esquerda mesmo? Mão dupla para ciclistas num lugar com mão única para carros? Numa via que tem uma concavidade ridícula? Qual é a inclinação lateral da pista que o ciclista vai pedalar? Tá no projeto? Cadê o projeto?

    A típica transparência da prefeitura.


    Existem opções bem melhores para se criar estrutura para ciclismo na região. Em primeiro lugar, o certo seria usar mão única em uma rua de mão única, e fazer o caminho inverso por uma rua paralela – no caso, a Lima e Silva ou a João Alfredo seriam ótimos candidatas.

    Um projeto alternativo, que já citei aqui há um tempo atrás, seria a divisão da José do Patrocínio em duas vias. Uma para trânsito de passagem, com duas pistas totalmente desimpedidas de carros estacionados e, portanto, rápidas. A outra via, paralela, seria menor e comportaria carros estacionados, carros fazendo manobras em baixa velocidade e também ciclistas. Vi esse modelo em Santiago do Chile[1], mas depois descobri que também tem algo parecido em vários lugares de Amsterdam[2].

    Fiz um modelo tosco disso[3]

    [1] http://imgur.com/ynlKZ
    [2] http://imgur.com/oOFGmWd
    [3] https://www.dropbox.com/s/op460hyk7rrmn9m/jose_do_patroc%C3%ADnio.png

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    • Isso deveria virar um artigo…

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    • fmobus, eu penso um pouco diferente. O fato de a rua ser de mão única para carros não deveria impedir de ser mão dupla para bicicletas. Seria penalizar os ciclistas (forçando-os a fazer trajetos maiores) em função de uma contingência própria do modal automóvel. Agora, quanto à declividade lateral da rua, ausência de projeto, etc, concordo plenamente.

      Quanto à via lateral, em princípio a ideia parece boa, mas talvez mais atrapalhe do que ajude os ciclistas, pois eles não estariam segregados (e protegidos) do tráfego, como ocorre, por exemplo, na ciclovia da Ipiranga, mas sim expostos a portas abrindo, manobras e a um fluxo menos ordenado de carros e pessoas.

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  6. Pobres comerciantes.

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    • Quem anda de bicicleta não compra? Grande lógica.

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    • Mais um de mimimi por que vai perder estacionamento de graça.

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    • Minha opinião: se é comerciante e quer atrair clientes motorizados, então que tenha seu próprio estacionamento ou convenio com o de terceiros.

      Rua é um recurso escasso e que deve ser melhor aproveitado ou com pistas de rolagem para transporte público/privado (em zonas de grande movimento) ou ciclovias (de médio movimento).

      Possuo automóvel e o utilizo para me locomover para o trabalho/lojas/restaurantes, e em 90% das vezes paro o carro no estacionamento do lugar. É assim que deve ser. Se o estabelecimento não oferece estacionamento aos seus clientes, não tem o que reclamar se perder o estacionamento da rua.

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      • Exato!

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      • Concordo.

        Mãããs, e se começarem a derrubar fachadas de construçoes historicas, ou mudar as lojas de lugar por essa falta de vagas?

        Bom que pode mudar o tipo de comercio, e bem que poderiam por uns “estacionamentos” para bicicletas na região.

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      • Uma das respostas mais sensatas que já li.

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