Assinada ordem de início da revitalização da Praça XV

Projeto prevê iluminação, sinalização, arborização e abertura da José Montaury  Foto: Divulgação/PMPA

Projeto prevê iluminação, sinalização, arborização e abertura da José Montaury Foto: Divulgação/PMPA

Como parte do Programa Cidade Integrada – Revitalização de Espaços Públicos, o prefeito José Fortunati assinou, nesta terça-feira, 30, no Paço Municipal, a ordem de início da revitalização do entorno da Praça XV, no Centro Histórico da Capital. O projeto prevê a colocação de novas luminárias, bancos, sinalização e arborização, além da abertura da rua José Montaury para o tráfego lento de veículos. (fotos)

A área qualificada também vai abrigar a Fan Fest na Copa de 2014. O evento oficial do mundial terá como palco o Largo Glênio Peres e suas proximidades. “Essa é mais uma ação que revitaliza o Centro Histórico, prepara a cidade para a Copa e, principalmente, qualifica o local onde transitam milhares de pessoas todos os dias”, afirmou o prefeito, lembrando que o Centro “é o segundo bairro de todos os porto-alegrenses”.

Na abertura da rua José Montaury, para circulação de veículos, será colocada pavimentação diferenciada. Blocos de concreto pigmentados na cor tijolo serão utilizados no trecho e um platô com rampa para tráfego lento dos veículos. No trecho da rua Marechal Floriano Peixoto, o pavimento terá cor cinza escuro e está previsto um estacionamento oblíquo.

Com investimento de R$ 2,8 milhões, a obra terá rampas e piso tátil para acessibilidade, além da colocação de novas luminárias, bancos de concreto, sinalização e arborização. Na parte de infraestrutura, serão executadas novas redes de água e esgoto sanitário. O prazo de execução dos trabalhos, pela empresa Rumo Engenharia Ltda, será de 12 meses.

Também participaram da cerimônia de assinatura, o secretário municipal de Obras e Viação em exercício, João Pancinha, o coordenador do Programa Viva o Centro, Glênio Bohrer, e os representantes da empresa que vai executar a obra.

Prefeitura de Porto Alegre

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Do Correio do Povo:

Obras na Praça XV custarão R$ 2,8 milhões aos cofres públicos

Revitalização de espaço no Centro de Porto Alegre faz parte dos investimentos para Copa do Mundo

As obras de revitalização do entorno da Praça XV, no Centro de Porto Alegre, irão custar R$ 2,8 milhões aos cofres públicos. O prefeito José Fortunati assinou nesta terça-feira a ordem para início dos trabalhos, que devem começar efetivamente na semana que vem. O projeto prevê a colocação de novas luminárias, bancos, sinalização e arborização, além da liberação da rua José Montaury para o trânsito.

A área, próximo ao Largo Glênio Peres, vai abrigar parte da fan fest na Copa do Mundo de 2014 e integra o cronograma de obras para o Mundial. “Essa é mais uma ação que revitaliza o Centro Histórico, prepara a cidade para a Copa e, principalmente, qualifica o local onde transitam milhares de pessoas todos os dias”, afirmou o prefeito. A fan fest é um evento gratuito para a população que não poderá ir ao estádio acompanhar os jogos da Copa e funcionará durante os 31 dias do Mundial, exibindo as partidas ao vivo em um telão.

A rua José Montaury terá uma pavimentação diferenciada, com blocos de concreto pigmentados na cor tijolo além de um platô com rampa para o tráfego lento de carros. No trecho da rua Marechal Floriano Peixoto, o pavimento terá cor cinza escuro. Segundo a prefeitura da Capital, está previsto um estacionamento oblíquo.

O projeto de revitalização da área faz parte do Programa Cidade Integrada – Revitalização de Espaços Públicos. O cronograma prevê ainda rampas e piso tátil para acessibilidade e novas redes de água e esgoto sanitário. O prazo de execução dos trabalhos é de 12 meses. A empresa Rumo Engenharia Ltda ficará responsável pelas obras.



Categorias:Parques da Cidade, Revitalização do centro

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38 respostas

  1. E a Av. Otavio Rocha vão revitalizar?….

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  2. O Largo Glênio Peres foi privatizado, ali foi projetado um estacionamento a céu aberto, claro para atender a demanda dos frequentadores do Chalé e da empresa que locou o espaço dizendo que iria reformar e revitalizar o espaço público.

    Não me parece um negócio legal, aliás foi feita licitação pública do estacionamento que atende os interesses da empresa de refrigerante que colocou inclusive um grande painel com a marca.

    Negócio estranho, a empresa para ter o espaço público reformou o espaço para veículos, colocou placa e o entorno quem banca é a Pref. Mun. POA, um grande negócio entre amigos.

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  3. A obra ficaria perfeita se implodissem aquele prédio que fica na Borges com a Praça XV.

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  4. Deveriam chamar algum profissional gabaritado de fora para desenvolver esta revitalização alguém que tenha expertise em espaços públicos, como os argentinos e chilenos em geral, ou algum europeu, até poderia ser um português, para que seja desenvolvido um projeto decente nesta área capaz de torná-la aprazível e um novo cartão-postal. Brasileiros em geral e gaúchos especialmente, definitivamente não têm competência para isso. Aqui revitalização significa no máximo reassentar materiais de péssima qualidade sem falar gosto, e nunca se pensa em contemporaneidade. Na Europa as cidades têm milênios e as construções antigas convivem com infra-estrutura e equipamentos ultramodernos. Por aqui é só repintar tintinhas horrorosas, escavar caquinhos e colocar chão de vidro para vê-los da superfície. E os pavimentos dos passeios, pedrinhas patéticas, ardósias escorregadias e absolutamente sem graça. Por favor chamem gente de fora para dar jeito nesta falta de bom senso e boa estética urbana generalizada nesta capital.

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  5. Falando nisso, lembrei do pobre edifício Guaspari. Estou maluco, ou há um tempo atrás havia a informação de que ele seria restaurado, tendo aquelas ridículas placas metálicas retiradas?

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  6. Somos todos DesaFortunati’s
    Mais uma “obra” pro “futuro” visando a retirada de espaço de circulação pública, e dedicando-o aos carros!

    Porto, outrora, Alegre, seja, Porto Triste sempre imbatível quando o assunto é ficar de 4 agachar e abrir para que mais e mais espaços sejam destinados a carros e suprimidos de pedestres, bancas de feirantes…
    Em tempo, o trecho embargado pelas “árvores” como os reaças afirmam, atinge a +- 90 árvores que serão cortadas para a construção de um estacionamento em baixo da rua de baixo da Avenida Edvaldo Pereira Paiva, pois as outras 15 ou 20 que são as únicas que “atrapalhariam” a obra darão lugar a rotula com sinaleira, a segunda em Porto Triste e no mundo!

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  7. Boa notícia, MAS…

    …isso tá me cheirando à expectativa, demora e resultados desapontadores. Isso tinha que ser um MEGA projeto com uma escancarada, dramática diferença! Com concurso internacional de arquitetura. À la Potsdamer Platz.

    Vão colocar, por exemplo, esses mesmos postesinhos de luz verde ruinzinhos que se colocou no chalé, por exemplo? Colocar o mesmo piso que já está descolando nos degraus da praça do chalé? Plantar mais jerivás?

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    • Pra que concurso se temos o ”notório saber”?
      Bobagem…

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    • Admiro essa tua predileção pelo moderno e arrojado, Marcelo. Como arquiteto e apreciador de qualquer forma de design, também curto muito exemplos como o City Hall, em Londres, o porto olímpico de Barcelona, e afins. Por outro lado, será mesmo esse o caminho: arranha-céus, mega projetos, concurso internacional pra tudo?
      Não estou pensando pequeno, bem pelo contrário, sou muito exigente e grande critico destas obras medíocres que fazem pela cidade, só acho que as vezes o pessoal força a barra por aqui, tentando criar uma nova cidade e refazer a sua identidade (desfazer a sua identidade).
      Há muitas cidades com construções baixas e sem mega projetos que são muito agradáveis. Dublin, por exemplo, é uma cidade de médio porte, com muitas edificações antigas em ótimas condições e muitos exemplos de retrofit bem sucedidos. Claro que há exemplos de arquitetura arrojada, mas sempre com altura controlada e, muito importante, respeito ao entorno.
      O que mais chama atenção na cidade não é a sua zona portuária super moderna, ou a ponte arrojada projetada por Santiago Calatrava, mas sim as praças e parques floridos e arborizados, os gramados sempre verdes, o asfalto e calçamento impecáveis, o mobiliário urbano em perfeitas condições e, volto a citar, a arquitetura de bom gosto e o grande respeito ao entorno.
      A praça XV é história, o Mercado Publico é história. Como assim fazer neste local uma praça à la Potsdamer Platz? Se fosse no cais ou na orla tudo bem, mas na Praça XV!? Minha humilde opinião.
      Em tempo: Berlim é uma cidade fria e sem identidade, tanto que alguns dizem que ela não faz parte da Alemanha, é um lugar neutro por lá.

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      • Elvio, perdão, acho que não consegui me expressar bem. Não quiz dizer “arranha-ceús”, mas com Potsdamer Platz quiz dizer: “arrojo”e “dramática diferença”. Como: colocar uma linha de bonde e restaurar o ponto de bonde ali como era no passado, colocar uma enorme escultura na José Montaury, plantar vinte Jacarandás no local, mobiliário urbano de primeira categoria e coisas assim. Enfim, um projeto IMPACTANTE que mude aquilo dramaticamente, já que é o CORAÇÂO da cidade e será o centro de atividades na copa com TVs de todo mundo.

        (PS: Não falei do esqueleto porque cansei do assunto)

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  1. Entorno Praça XV – revitalização segue. Veja fotos. | Blog Porto Imagem
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