BikePoa é alternativa no Dia de Ir de Bicicleta Para o Trabalho

Sistema já realizou mais de 131 mil viagens desde a inauguração  Foto: Lucas Barroso/Divulgação PMPA

Sistema já realizou mais de 131 mil viagens desde a inauguração Foto: Lucas Barroso/Divulgação PMPA

Esta sexta-feira, 10, é o Dia de Ir de Bicicleta Para o Trabalho, e uma boa sugestão é utilizar as bikes públicas de Porto Alegre. O sistema BikePoa já conta com 230 bicicletas e 23 estações espalhadas em diversos pontos, três delas foram instaladas recentemente, no Museu Iberê Camargo, rua José de Alencar (próximo a Gonçalves Dias) e avenida Ipiranga com a rua João Guimarães. As “laranjinhas”, como são conhecidas por muitas pessoas, já realizaram mais de 131 mil viagens desde a inauguração do sistema, no dia 22 de setembro.

O serviço de bicicletas públicas da Capital segue as mesmas diretrizes de outras cidades, como Londres, na Inglaterra, e Pequim, na China. Recentemente, Nova York, nos Estados Unidos, está iniciando a instalação do sistema de bicicletas públicas. “Estamos percebendo que muitas pessoas utilizam as bicicletas para ir ao trabalho ou para casa. O sistema está contribuindo para desmistificar a bicicleta como meio de transporte voltado somente ao lazer. E essa é o principal objetivo da prefeitura, tornar a bicicleta uma real alternativa para os deslocamentos diários na cidade”, afirmou o diretor-presidente da Empresa Pública de Transporte e Circulação, Vanderlei Cappellari.

Os usuários podem se cadastrar no site do BikePoa (www.bikepoa.com.br), em aplicativos para smartphone (IPhone e Android) ou por celular convencional, via portal de voz, ligando para o fone (51) 4063-7711. O valor do passe mensal é R$ 10 e o diário R$ 5, podendo utilizar o sistema durante todo o dia, das 6h às 22h, nas duas modalidades. As viagens devem ser realizadas em até uma hora. Após esse tempo, há um intervalo de 15 minutos para possibilitar outras viagens, com a mesma ou outra bicicleta. O objetivo é dar rotatividade e manter as estações com bicicletas para todos os usuários.

Funcionamento

Habilitação – Para utilizar o sistema de bicicletas públicas de aluguel, o usuário deve informar o número do cartão de crédito. Há três maneiras de habilitar o passe do BikePoa: via celular convencional por portal de voz (fone 51 4063-7711), celular do tipo smartphone (via aplicativos do IpPhone e Android) ou pelo site http://www.movesamba.com/bikepoa.

Retirada das bicicletas – O usuário poderá retirar as bicicletas das estações de duas maneiras: via celular convencional (portal de voz) ou por smartphones (via aplicativo sistema IPhone e Android).

Locais das Estações do BikePoa

Mercado Público/ Praça da Alfândega/ Casa de Cultura/ Usina do Gasômetro/ Câmara Municipal/ Escola Técnica Parobé/ Casa do Estudante (av. André da Rocha)/ Largo Zumbi dos Palmares/ Redenção-UFRGS/ Região dos Tribunais (av. Aureliano Figueiredo Pinto)/ Shopping Praia de Belas/ Menino Deus (rua José de Alencar)/ Barra Shopping/ Ginásio Tesourinha/ Planetário (av. Ipiranga)/ Terminal Azenha/ Hospital de Clínicas/ Joaquim Nabuco com José do Patrocínio/ Redenção (nas imediações do posto policial)/, Diário de Notícias com Wenceslau Escobar/ Museu Iberê Camargo/ rua José de Alencar (próximo a Gonçalves Dias)/ Ipiranga com João Guimarães.

Leia mais em:

Servidores aderem ao Dia de Ir de Bike ao Trabalho

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Uma das empresas que participou foi a Procergs. Vejam a foto abaixo:

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De azul na foto, ao centro, o nosso amigo Felipe X, que enviou a foto.



Categorias:Aluguel de biciletas, Bicicleta

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66 respostas

  1. esses dias de vá de bici deveriam ser acompanhados de ações como, proibição de transito de veículos em algumas avenidas, para de fato instigar a populaçção a mudar. eu sei que tem gente que pensa:

    “ahhh, mas cade meu direito de andar de carro, eu paguei por ele e paguei impostos”

    Mas o objetivo dessas ações é educacional e de provocar a população e refletir, e seria só 1 dia por ano. Existem cidades em que o dia mundial sem carros, é de fato o dia mundial sem carros, o que é uma experiencia interessante, fornece muitos dados de como a sistema de transporte coletivo esta organizado, onde acontecem os maiores gargalos

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    • Esse xiitismo não leva a lugar algum.

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    • O que as pessoas têm que entender é que pagar um dinheirão por um carro e seus impostos não lhes dá direito nenhum a mais sobre as vias do quem vai a pé, de bicicleta, ônibus, etc. Pelo contrário a prioridade de circulação nas vias públicas é do pedestre, depois da bicicleta, depois dos veículos motorizados.

      Quem negativar esse comentário é porque tá precisando ler o CTB.

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  2. aos poucos estamos melhorando mesmo que a passos de tartaruga, porem melhor ir devagar do que não ir.
    e realmente tenho notado que tem mais bicicletas andando pela rua, unica coisa que sinto falta é mais campanhas conscientizando tanto os motoristas a prestarem mais atenção nas bicicletas assim como demonstrar aos ciclistas a andarem corretamente, pois o que tenho visto de pessoas andando na rua a noite sem nenhuma sinalização não é brincadeira isso é extremamente perigoso quem vem de carro só se da conta da bicicleta quando esta em cima dela.

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    • É, acho que precisamos de uma campanha muito forte a nível nacional. A educação no trânsito é ruim de mais, em todos meios de transporte.

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  3. já calculei: Do final da Icaraí até a PUCrs serão 13 km só em ciclovia, q beleza…livre de engarrafamentos!!!

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  4. Aos poucos a rede de ciclovias vai se formando. Por exemplo eu que moro próximo a Icaraí (zona Sul) poderei ir até a PUCRS exclusivamente em ciclovia (qdo a ciclovia da av Beira Rio e da Ipiranga estiverem prontas) ..q beleza ficar livre dos engarrafamentos, só irei de Bike!!!

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    • Ter um caminho só em ciclovia já começa a valer a pena. Acho que ainda não funciona pros dias muito quentes, pros dias em que tem probabilidade de chuva e pros dias em que corre o risco de ter que ir a outro ligar antes de voltar pra casa.

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  5. Eu moro ha 1.7km do meu trabalho. Vou todos os dias a pé. É um trajeto calmo e tranquilo. Hoje fui de bike e aprovei. Estava um dia bom e não suei. Normalmente levo uns 15-20min a pé, e entre a frente do meu prédio até meu trabalho deu exatos 6minutos. Vou começar a ir mais de bicicleta.

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  6. Tu sabe que tu mora no c* do mundo quando ir para o trabalho de bicicleta tem Dia especial e e’ noticia.

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  7. Valeu pelo post, giba!

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  8. De boa, como ficar o suor? Só eu que fico suando quando ando de bicicleta?

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    • Em dias quentes um vestiário ajuda (pra trocar de roupa e tomar banho)

      Em outros, com preparo físico “mínimo” já nem sua tanto….

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    • Pedalo da Tristeza até o Partenon todos os dias. No começo realmente transpirei bastante e o vestiário ajudou. Mas depois, com o preparo físico, se transpira quase nada. Perdi 12kg também. rsrs

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    • Qualquer pessoa vai suar guilherme. Com o tempo se consegue lidar com isso (preparo físico). Carrego sempre uma bolsa de bike com alguma roupa e um desodorante : )

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    • Mochilas nos fazem suar nas costas, para isso é melhor colocar as suas coisas num bagageiro, alforje ou cesto. Tirando a mochila, eu só suo em dias muito quentes. Geralmente a pessoa sua por pedalar num ritmo superior ao seu preparo físico, tenta começar mais devagar.

      Mas algumas pessoas tem problemas com suor e realmente suam muito. Nesse caso, levar uma roupa extra e uma toalha, permite que se dê uma refrescada em qualquer banheiro com pia.

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    • Vou todo dia de bici pro trabalho, e tomo banho todo dia lá.

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  9. Estou apenas esperando a ciclovia chegar à Silva Só, o ponto das laranjinhas instalado na João Guimarães, aliado com essa extensão nova, vai me possibilitar ir de bikepoa da minha casa até o meu trabalho, segundo o google 4,8km, da João Guimarães até a Otávio Francisco Caruso da Rocha, exclusivamente pela ciclovia da Ipiranga + ciclofaixa da beira-rio. Assim que fizer a primeira viagem posto aqui sobre!

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  10. Como diz o Bibo: “Sucesso!”

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    • Sucesso?

      Hoje, casualmente eu devo ter andado pela cidade toda (de carro) e devo ter visto, no máximo, umas 2 ou 3 bicicletas.

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      • É por isso que andar de bicicleta não é tão seguro, os motoristas não prestam atenção em quem está de bicicleta.

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        • É, talvez eles tenham que prestar muita atenção nos pedestres, motoboys ônibus e sinais de transito, entre outros.

          Provavelmente o Julião viu apenas aqueles ciclistas dos quais ele desviou. Ou do contrario ele atropelou alguém hoje e não disse nada.

          Julião, tu atropelou um ciclista hoje???

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        • Pelo contrário, quando ando no trânsito, o que mais presto atenção é em ciclistas suicídas.

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        • “Ciclistas suicidas”. Oba, temos um bordão para usar em resposta a “motoristas Assassinos”. Radicais são os outros.

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      • Hahaha só pode ser piada..

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      • Para que mentir? Qualquer dia da semana conta-se dezenas ao longo da Ipiranga ou na Bento no início da manhã e no final da tarde. Vejo isso todo dia! Daí o cara diz que andou pela cidade inteira e viu no máximo 2 ou 3 ?!?!

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      • Olha, eu não estou mentindo e também não vi nro maior de pessoas andando de bicicleta hoje. Vi umas duas. Andei apenas meu caminho tradicional, uns 12km.

        Isso me leva a crer que bicicleta realmente não é opção para 98% das pessoas, pois se tivéssemos 2% da população usando bicicleta diariamente teríamos ao menos um ciclista por quadra.

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        • Eu diria que (por enquanto) as bicicletas não são opção para 99,98% das pessoas.

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        • Engraçado que é só em PoA ou no Brasil que bicicleta não é opção. Bicicleta é opção em Portland, em Paris, em Tóquio, em Santiago do Chile, Pequim, Barcelona…

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        • Pablo, viés cognitivo é uma coisa difícil de vencer. Por definição vão ignorar o que os outros escrevem.

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        • Em resposta ao que o Julião falou (não para ele, mas para outras pessoas que estiverem lendo, claro):

          Ciclistas e bicicletas ocupam menos espaço no trânsito do que carros, ônibus e até motos. Fazem menos barulho também. Por essas e por outras, “fluem” melhor no trânsito. É por isso que, ao olhar menos atento de algumas pessoas, ciclistas “aparecem” menos no trânsito.

          Mas estão lá. Têm vida, família, amigos, filhos…

          Aliás, é muito provável que muitos desses motoristas que não enxergam ciclistas um dia tenham filhos que queiram pedalar pelas ruas.

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        • Besteira! Cavalos também ocupam menos espaços e são silenciosos, mas não são uma opção viável para transporte numa metrópole, assim como as bicicletas.

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        • Julião, se tu não quer pedalar ninguém te obriga. Bicicleta já é usada por alguns como meio de transporte, inclusive por mim. Por que não é viável?

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        • Meu problema não é com quem pedala, eu ando de bicicleta, mas com quer tranformar a bicicleta numa religião, ou, o que é pior, acham que restringindo os automóveis estão solucionando os problemas de transporte.

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        • Pior que sei que não entendes como me dá vergonha alheia quando leio estes teus comentários de xiitismo e “tranformar a bicicleta numa religião”.

          Sobre restringir o uso de automóvel, não é restringir, é parar de priorizar. Em relação ao comentário de fechar as ruas, lê lá de novo.

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  11. Foi um sucesso tão grande que já necessita de uma estrutura maior pra atender a demanda! Mas teria sido mais interessante que a infra de trechos cicloviários tivesse antecedido o sistema de aluguel.

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    • É justamente o contrário Ricardo. O intenso uso de bicicletas é que vai forçar o gaverno a colocar mai infra pras bikes. É assim que tem acontecido em outras cidades mundo afora. Se colocar a infra antes sem cultura de usar a bike, terá uma grande rejeição.

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      • “Build it and they will come”, a infra chama usuários. http://www.youtube.com/watch?v=XuBdf9jYj7o

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        • lucasfeijo

          Acredito que o “build it and they will come” é uma segunda etapa. Poa ainda está na primeira (redescobrir a bicicleta e que é possível andar distâncias relativamente longas inclusive). Depois que essa fase do despertar passar, poderíamos colocar mais infra pra bikes (super dimensionando inclusive) para atrair as pessoas digamos “mais medrosas” a andar também.

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      • Estimular as pessoas a correrem risco de vida por aí em nome do movimento, é certo?

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      • Na boa, essa história de “fazer ciclovias antes”, ou “fazer aluguel de bicis antes” é que nem o ovo e a galinha. Vamos ficar a vida inteira discutindo e nunca concluir nada.

        Tem que fazer os dois. Pronto.

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        • Sim, não tem por que ter uma ordem certa e outra errada, relamente. Mas acho que o ponto do Diego é que a maneira mais eficiente de induzir o governo a fazer as ciclovias é botando bicicletas na rua. Não temos mais cultura de criar infra estrutura pensando muito no futuro desde os tempos do positivismo.

          Ao menos é a minha opinião.

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  12. Se tivéssemos um maior numero de ciclovias e bem feitas, realmente seria uma alternativa…

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    • Não precisa ciclovia, bastaria que os motoristas respeitassem as pessoas, ou pelo menos as leis.

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      • Também acho, mas é muito mais confortável andar numa ciclovia, ou seja, pra incentivar o uso deve-se construí-las.

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      • Acidentes acontecem mesmo com todo respeito. Já me envolvi em 3 acidentes de carro, sempre em baixa velocidade, todos causados por descuido. Nunca me machuquei, mas tenho certeza que eu me machucaria se estivesse num veiculo sem proteção, como bicicleta ou motocicleta. A conclusão é que apenas respeito nao basta: não se pode misturar veículos e pessoas sem proteção na mesma via sem um obstáculo físico. É o que a calcada faz pelos pedestres.

        Estimular as pessoas a correrem o obvio risco de vida só pela sua ideologia é uma gigante arrogancia. Quem faz isso deve repensar seus valores fortemente.

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    • É.. Falta respeito, Atenção, etc

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