Guarda Municipal intensifica combate à pichação

Guarda usa teatro de bonecos para destacar cuidados com a cidade  Foto: Samuel Maciel/PMPA

Guarda usa teatro de bonecos para destacar cuidados com a cidade Foto: Samuel Maciel/PMPA

A Secretaria Municipal de Segurança, por meio da Guarda Municipal, faz um trabalho intensivo de combate à pichação na cidade com patrulhamento diário, videomonitoramento e atendimento de denúncias do 153 no Disque Pichação. Só nos quatro primeiros meses deste ano foram 21 denúncias com 20 detenções, um avanço significativo se comparado ao ano de 2012 que apresentou 54 denúncias com 36 detenções.

Um exemplo foi o flagrante que a Guarda Municipal realizou no início do ano de um dos pichadores mais conhecidos da cidade. Ismael Francisco de Souza, de 21 anos, já tinha 21 detenções por pichação. O objetivo até o final de 2013 é ampliar os serviços e reforçar o 153 por meio de uma parceria com os taxistas e formar um canal de ligação no informe de eventuais denúncias, trazendo mais agilidade nas operações ao intensificar o atendimento prioritário para estes casos.

A Guarda Municipal atua de forma intensiva também na aproximação com à população por meio do Núcleo de Ações Preventivas, (NAP) em escolas municipais e nas comunidades, com o ‘Teatro de Bonecos’ e o projeto “Dois Caminhos, Uma escolha”. Segundo o secretário José Freitas, o intuito é atingir jovens e adolescentes e destacar a importância do cuidado com a cidade. ”Nossa meta é trabalhar preventivamente a questão da preservação também com este público e conscientizá-los que o patrimônio de Porto Alegre é de cada um deles e ficará para as gerações futuras”.

Neste ano de 2013 o trabalho do NAP já alcançou aproximadamente 800 alunos nas instituições de ensino e a previsão até o final do ano é de atingir cerca de 1.600 estudantes.

Prefeitura de Porto Alegre



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6 respostas

  1. Tem que ter pena punitiva de verdade, não as ditas “educativas”. Botar esse bando de desocupado a virar massa e bater laje, por exemplo…

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  2. Prendam esse pixadores! Hoje a tarde vi dois pixadores na rua da ladeira, em pleno meio dia, um cara de barba com uma sacola a la che guevara e uma moça ate bem vestida, os dois rapidamente enporcalhando o centro e ninguem falou nada, inclusive o funcionario do predio fiou rindo e nao fez nada, pelo contrario, goi puxa assunto com eles!

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  3. ja falaram o que eu queria falar.

    [2] pro Marcelo.

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  4. “Teatro de Bonecos”…”trabalhar preventivamente…e conscientizá-los”…
    Campanhas educativas NÃO FUNCIONAM. Que coisa, pare-se de gastar dinheiro inutilmente! O que funciona é punição e multa. Aí, com o tempo, as pessoas se acostumam a não pixar. Que coisa chata isso…

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  5. Enquanto não houver uma mudança radical de mentalidade dos legisladores e dos ditos “especialistas” da área criminal, bem como alteração das leis que tratam sobre o assunto, nada vai se alterar. Imaginem só, um indivíduo com 21 anos, portanto maior de idade, já foi detido vinte e uma vezes pelo mesmo motivo e o que aconteceu? Absolutamente nada! Nadica de nada! E por quê isto acontece? Simplesmente porque o modelo brasileiro é baseado na pena “educativa” e não “punitiva” como é na maior parte dos países do mundo. Acreditar que as pessoas possam mudar simplesmente dizendo que é errado agir desta maneira é de uma primariedade fantástica. Como diz o ditado: a dor é que ensina a gemer. Pois o mesmo vale para o crime: a punição é que vai educar. A impunidade gera a certeza de que nada vai ocorrer, num circulo vicioso de manutenção do crime (nada acontece mesmo)! Temos que alterar este padrão para um círculo virtuoso: cometeu um crime tem que pagar (mas não de mentirinha como é por estas bandas), pagando aprende, aprendendo evita. Tolerância zero já! E isto começa por pequenos delitos como o de pichação (até para evitar males maiores).

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    • Foi detido vinte e uma vezes, porém é possível ver pichações com o nome do sujeito em, pelo menos, uns duzentos prédios da cidade. Ou seja, foi detido numa minoria de vezes. Milhões de reais de prejuízo. Tinha que estar na cadeia.

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