Projeto quer linhas expressas em Porto Alegre

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Jornal Metro – Porto Alegre – 15/05/2013



Categorias:Meios de Transporte / Trânsito, onibus

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19 respostas

  1. Do que adianta uma linha expressa para andar fora do corredor e ficar presa no meio dos carros?

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  2. Acho interessante que há Rápida Bento, Rápida Protásio, T1 Direta,… que não são realmente expressos, mas veja que esses não vão até muito longe do centro. Então, mesmo que se pegue uma dessas linhas diretas, depois disso tem que pegar uma linha que saiu do centro!

    Linhas expressas é o primeiro passo para criação de alimentadores. Eu entendo o medo do Capellari. Com linhas expressas ninguém vai querer ir até o centro com uma linha pinga-pinga e a Carris, que não se afasta muito do centro vai perder muito, afinal o novo T foi justamente implantado bem longe do centro.

    O que é ridículo é que esse Capellari não pensa no usuário, pensa no $ das empresas e no repasse dos 3%!

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  3. Gosto desse assunto. Nunca gostei de ônibus até ter conhecido os sistemas de em Quito, Bogotá, Cidade do México e Johannesburgo. Aquelas linhas de BRT`s são fantásticas. Mas além delas, existiam terminais que se complementavam. Acho que deveríiamos ter dois na zona sul, um no Hipódromo e na altura entre o Supermercado Davi e o Zaffari (aliás, ainda tem um baita terreno em desuso, bom para desapropriar). Acho que as linhas Lami, Belem Novo, Hípica, Serraria, Ponta Grossa, Restinga, etc..) deveriam ir até esse terminal (que só existe na minha cabeça, eu sei!!) e dali partiriam até outro terminal adjascente ao hipódromo pela Wenceslau ou o da Azenha via Av Cavalhada, que permitiria acesso a zona leste pela Bento, integrando melhor o sistema (sem esquecer que o T11 que faz zona sul/Aeroporto sai das proximidades da Juca Batista). A capacidade dos coletivos e a frequência mudaria de acordo com a proximidade das regiões centrais. Quanto mais próximo dela maior deveria ser a frequencia, pois a densidade é maior na região central. Isso viabilizaria a redução de custos, a racionalização do número de coletivos e sobretudo a velocidade da operação comercial nos corredores (que deveriam ser ampliados, em especial toda a II perimetral até a Juca Batista). Mas o grande ganho é que, o passageiro que vem das zonas extremas e mal atendidas, teria maior frequencia de horários, pois ao sair do bairro o ônibus percorrria um trajeto muito menor do que vem percorrendo, logo ele retornaria MUITO antes de onde veio, com redução de combustível, tempo, e custo. O transtorno com a “baldeação” seria compensada com o aumento da frequencia dos horários. Sweria uma forma de fazer muito mais com menos. Mas enfim! Ah, e quanto ao tópico, nada melhor do que a existência de terminais para dimensionar as necessidades do sistema e sobretudo, colocar em prática os “ligeirões”, como bem faz nossa Curitiba!!

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    • Você deveria estar no lugar desse tal de Capellari!

      Você citou o exemplo de Curitiba. Sou morador de Curitiba mas apaixonado por Porto Alegre. Realmente, o sistema de transporte de Curitiba (apesar de saturado), ainda é o que melhor poderia suprir as necessidades da mesma.

      Veja bem: hoje em dia, Curitiba já não tem mais um transporte tão eficiente assim. A demanda é gigantesca e cresce a cada dia. Alguns problemas são a demora entre as linhas (que chegam a 40 minutos nos finais de semana [citando a linha que uso]) e ônibus extremamente lotados até fora do horário de pico.

      Funciona assim: há pequenos ônibus (micros) que andam pelas ruazinhas de bairro, estes levam as pessoas para os terminais, nos terminais elas podem pegar os biarticulados (vermelho), que fazem a ligação terminal-terminal, os ligeirinhos (prata), que param apenas nos terminais ou alguns tubos (3 paradas num trajeto de 15 km, por exemplo) e os ligeirões (os azulões, que atualmente são duas linhas), ligam terminais distantes ao centro da cidade com poucas paradas (porém param mais que ligeirinhos). E, o que na minha opinião é o melhor, é que você paga apenas uma passagem e pode andar o dia inteiro pela cidade trocando de ônibus (desde que troque dentro de terminais). Mas isso está ameaçado devido a algumas polêmicas sobre a integração. Além de que domingo custa R$ 1,50.

      Há também alguns que não possuem integração mas todos eles custam R$ 2,85. Independentemente de qual você pegar primeiro.

      O ruim é o seguinte: os biarticulados vermelhos estão sempre lotados e tem parada a cada 200m mais ou menos.
      Os ligeirinhos também sempre lotados e demora entre uma linha e outra. O que acaba por não justificar as poucas paradas.
      Os ligeirões em horários de pico, ficam entupidos. E, devido à “educação curitibana”, as pessoas se aglomeram nas portas formando bolsões de ar no meio dos ônibus.
      Todos os ônibus aqui, quese não tem bancos para sentar e metade são preferenciais. Os ligeirões tem capacidade para 250 pessoas. 90% em pé. Mas é a melhor alternativa.
      Sem contar no tempo que se perde quando se necessita fazer integrações e você chega no terminal e percebe que o busão que precisava pegar acabou de sair.

      Agora estão instalando uma frescura de telões informando quanto tempo demora para passar o próximo ônibus, mas 99% ainda não funciona. Sem contar nas telinhas de LCD nos ônibus que só ficam passando propaganda.

      Portanto, o sistema funcionou bem para Curitiba e acho que se for bem planejado, vai atender bem as necessidades dessa maravilhosa capital que é POA.

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  4. Cappelari sempre soltando pérolas.
    Proposta mais que bem-vinda, também pudera: de um conhecedor da causa, ao contrário dos Brasinhas, Nagelsteins, Cavedons, Nedels que dão pitaco com base em farofa. Parabéns, vereador Paulinho!

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  5. Linha deficitária é o motivo pelo qual temos a Carris: atender a necessidade da população mesmo quando inviável economicamente. Se não podemos ter linhas deficitárias então que privatizem a Carris.

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  6. Me dá nojo ler o que diz Capellari contra a implementação de linhas expressas. Para que esse esforço de deixar tudo como está?

    Daí a Carris implementa um T-sei-lá-o-que sem estudo nenhum e essa anta vem dizer que precisa de “estudo técnico”.

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    • Ele está fazendo seu papel, defender as empresas.

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      • “EPTC afirma que já contempla demanda por transporte”

        Me mostra o estudo dessa besteira então! Essa EPTC só f.de com a vida dos porto-alegrenses.

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      • E tu ta fazendo o teu papel, defendendo ele ? 😀

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        • Você concorda com isso?!?!? “EPTC afirma que já contempla demanda por transporte”

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        • Não concordo com quase nada que sai da boca dele, estou só explicando.

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        • Não te entendi Gilberto.

          Tu tá do lado de quem afinal?

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          • Tenho que estar do lado de alguém ??? Não entendi a tua pergunta! Eu quero ver os argumentos técnicos (e não achismos) e aí sim tomarei uma posição, já que não estou totalmente inteirado do assunto. Posso ter alguns conceitos já arraigados, mas nesta questão o que pensamos pode ir água abaixo. Não cabe achismos e chamar os outros de atrasados por que querem se certificar que algo não fará mal a nós. Temos este direito. Esta questão não cabe grenalização. Sim, primeiramente eu falei no atraso ao qual a cidade estaria submetida se levasse essas questões de saúde em consideração. Mas posso mudar. Então, a tua pergunta fica sem sentido. Eu sou maduro suficiente para, após ouvir (ler) argumentos técnicos, poder mudar de opinião. Ao contrário de 99% das pessoas que aqui comentam. Morrem pensando a mesma coisa…

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        • Acho que tu respondeu no post errado!

          Eu questionei sobre tu ter questionado o Felipe sobre ele criticar o Capellari.

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        • hehehehehe

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  7. Boa iniciativa! Em outras capitais essas linhas são bem comuns, porém tem uma tarifa mais elevada.

    No Rio, há o expresso tanto no BRT Transamérica quanto nas linhas executivas que fazem o trajeto Centro-Barra via Zona Sul, porém este com um valor mais elevado (R$12).

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  8. Ônibus = Lixo.

    Lixo.Lixo.

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